#Gay #Incesto #Teen

Os segredos de um gooner: A primeira punheta com meu irmão pervo

1.7k palavras | 3 | 4.36 | 👁️
Grok_o_perv

Descobri o Telegram do meu irmão aberto e vi ele troca putaria com meu priminho. Catei ele com uma conta fake e acabamos na punheta.

A casa estava em silêncio absoluto. Devia ser umas três da manhã. Meus pais dormiam no quarto do fundo, e eu tinha trancado a porta do meu. A única luz vinha da tela do notebook e do celular. Eu estava deitado na cama, só de cueca, o corpo ainda quente de ter treinado mais cedo. Eu sou o Ricardo. Tenho 22 anos, sou branco, cabelo escuro, sarado de academia e corrida. Quase não tenho pelo no peito nem nas pernas, mas sovaco, pentelho e rego eram outro nível: densos, pretos, sempre úmidos quando o tesão apertava.

Fazias anos que eu batia punheta pensando no meu irmão, João, e no meu primo, Matheus. No corpo de surfista do meu irmão que agora tinha 18 anos, naquele jeito dele de sair do banho de toalha baixa. No meu priminho, mais novo, 14, pele sempre lisa e bronzeada. Ele e meu irmão surfavam juntos. Nunca tinha contado pra ninguém. Era só meu segredo sujo.

Até o dia em que o Telegram do João ficou aberto no PC da sala, aquele que a gente usa pra jogar. Passei por acaso, vi a tela acesa e não consegui ignorar. Sentei, coração na boca, e comecei a ler.

As conversas eram quase todas de madrugada. Ele e o Matheus. Figurinha atrás de figurinha: caras babando, olhos vidrados, textos de “fica no edge”, “goona até não aguentar”. Eles se mandavam pornô o tempo todo. Um vídeo bem longo de dois caras definidos se masturbando um de frente pro outro, sem se tocar, só olhando e gozando devagar. Outro era um compilado de homens abrindo o cu na câmera, pedindo pra gozarem olhando. Tinha um de um cara mais velho mandando um novinho se tocar até tremer sem jorrar nada. Os comentários eram sem filtro:

“Porra, olha esse jato. Queria sentir isso escorrendo na cara.”

“Esse cu peludo me deixa doido. Já salvei três vezes.”

“Ontem fiquei quase duas horas no edge com esse vídeo do pai com o filhinho. Acabei gozando sem querer.”

Outro dia o João mandava print de um cara no Flingster: “Cara com a câmera meio baixa, sovaco bem peludo, pedi pra ver o cu e ele abriu na hora. Gozei duas vezes seguidas”. O Matheus respondia com áudio, voz baixa e ofegante: “Tô batendo aqui só de ler, caralho. Manda mais”. Eles falavam das namoradas de passagem, mas o assunto voltava sempre pra putaria com homem. Vi também que o João participava de uns grupos: uns de goon, de edge, de putaria sem limite. Anotei os nomes.

Na mesma madrugada criei uma conta fake. Nick aleatório, foto só de corpo de lado, meio escuro. Entrei em dois grupos que ele estava. Fiquei só lendo no começo. Depois comecei a comentar. Num vídeo que postaram eu escrevi: “Esse edge é foda. Fico horas nisso”. Alguém respondeu. Em poucas noites já estava conversando com um ou outro, sempre de madrugada, fone no ouvido, volume baixíssimo.

Foi num desses grupos que o João me chamou no privado.

“E aí. Te vi comentando nos grupos. Também fica horas só nisso?”

Meu pau endureceu na hora. Respondi:

“Fico. Principalmente de madrugada, quando a casa tá quieta. E você?”

Ele demorou um pouco. Eram quase três e meia.

“Demais. Eu entro bastante no Flingster nessas horas. Coloco umas tags e fica mais fácil achar gente na mesma vibe. Quer que eu te passe?”

Falei que sim. Ele mandou as tags: goon, edge, perv... Anotei tudo.

“Se entrar agora e colocar essas, a gente pode se esbarrar. Tô indo pra lá. Câmera um pouco baixa, só por precaução.”

Abri o Flingster, marquei as tags, liguei a câmera. Mostrei do peito pra baixo: barriga marcada, o pau já apertando a cueca, sovaco aparecendo quando levantava o braço. Fiquei passando pro próximo várias vezes. Bati um pouco com um cara que estava mostrando o celular com um vídeo de um novinho chupando uma rola que nem cabia na boca. Depois de um tempo ele pulou e eu rapidamente guardei o pau.

E agora, era o João.

Reconheci na hora pelo corpo. Ombros largos de surfista, peito magro mas definido, barriga chapada. A mão grande já segurava o pau. Eu nunca tinha visto o pau do meu irmão de verdade. Era grande, comprido, ainda fino, a cabeça rosada brilhando. Ele batia devagar.

No chat apareceu:

“Tu é o brother do Tele, né?"

"Sou. Nossa você é muito gostoso."

"Porra. Olha esse corpo. Você deve ser bem bonito. Mostra o pau direito.”

Puxei a cueca. O pau saltou, grosso, veias saltadas, o pentelho preto e denso na base. Segurei e puxei a pele bem devagar.

Ele acelerou um pouco.

“Gostoso pra caralho. Abre as pernas. Quero ver o resto.”

Abri. A câmera pegou o rego inteiro: pelos pretos e grossos descendo, rodeando o buraco. Eu já estava suado, os pelos grudados.

“Isso. Esse cu peludo. Abre com a mão.”

Afastei as nádegas. O buraco apareceu, rosado. Passei o dedo em volta, só molhando com saliva.

A respiração dele ficou mais pesada no microfone, controlada pra não fazer barulho. O pau grande subia e descia mais rápido. Um fio de pré-gozo escorreu.

“Mete o dedo. Devagar. Quero ver ele engolindo.”

Enfiei a ponta. O anel cedeu, quente. Puxei pra fora e meti de novo, até a segunda falange. O barulho molhado vazou no microfone. Meu pau pingava no chão.

Ele gemeu baixo:

“Porra… continua. Vou gozar olhando isso.”

A mão dele acelerou. O primeiro jato saiu forte, branco, escorrendo pelos dedos. O segundo veio logo depois, mais grosso. Ele continuou batendo, espalhando a porra, respirando fundo.

“Caralho… não desliga ainda.”

Tirei o dedo, mostrei o buraco se contraindo e voltei a bater. A outra mão subiu até o sovaco. Passei os dedos nos pelos molhados e levei perto do rosto, só pra ele ver.

“Mostra esse sovaco de perto. Você deve ter um rostinho foda também.”

Aproximei. O sovaco escuro, úmido. Passei a língua no dedo e depois nos pelos. Ele gemeu de novo.

“Tô duro outra vez. Continua metendo o dedo.”

Enfiei dois. O barulho ficou mais alto. A mão no pau ia firme. Suor escorria pelas costas. Eu gemia quase sem som.

Ele gozou de novo, jatos menores, mas ainda escorrendo. Ficou ofegante:

“Melhor madrugada em tempos.”

Eu não aguentei. A mão acelerou, os dedos no cu faziam vai e vem. Gozei vidrado na tela. O primeiro jato caiu no peito, o segundo e o terceiro escorreram pelos dedos. Continuei apertando até o fim, gemendo baixo.

Ele ficou só olhando, ainda se tocando de leve.

“Gozou gostoso. Vou te chamar no Telegram, chat secreto.”

Desligamos. O quarto cheirava a porra e suor. Poucos minutos depois a notificação chegou.

“Sessão foda. Tenho que te perguntar uma coisa. Tu... curte perv, né?"

Eu gelei. Nunca tinha admitido isso pra ninguém. "Curto".

"Pô, cara... eu tenho um priminho também curte essa putaria. Tem 14. É lisinho, corpo de surfista também. A gente se manda umas fotos às vezes. Quer ver?”

Respondi que sim.

Ele mandou pelo Telegram. Corpo magrinho, pele completamente lisa. O pau pequeno, fino e rosinha. Numa foto ele estava semi-duro, mão segurando. Em outra, de costas, o cuzinho lisinho aparecendo. Em outra chupando o dedinho do meio com só metade do rosto aparecendo.

“Ele ainda tá começando, mas curte pra caralho. Fica horas nisso comigo.”

Fiquei olhando as fotos, o pau endurecendo de novo.

“No fim de semana eu vou pra casa dele. A gente vai entrar no Flingster juntos. Os pervs ficam doidos com a gente. Se quiser entrar ver se tromba com a gente, a gente te espera. Mesmas tags. Topa?”

O coração bateu forte. A porra ainda secava na minha barriga.

“Topo. Me avisa o horário.”

“Fechado. Vou dormir agora. Boa noite.”

Deixei as fotos abertas. Me deitei de lado, ainda suado, e comecei a bater de novo olhando pra elas. O corpo magro do Matheus, a pele sem pelo, o pauzinho de menino, o cuzinho liso. Imaginava ele se tocando, tremendo, enquanto o João gozava jatos grossos do lado. A mão ia rápido. Os dedos da outra voltaram pro meu cu, ainda melado. O tesão subiu rápido. Gozei de novo, olhando meu priminho, os jatos caindo na barriga, gemendo o mais baixo que consegui. Continuei apertando até o último espasmo, olhando pro corpo do Matheus pelado.

"Será que eu sou..."

Fechei os olhos. O pau ainda latejava. Eles não faziam a menor ideia de que o cara do outro lado era eu, o Ricardo. O fim de semana estava marcado.

A história só estava começando.

image-5image-12

Comentários (3)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Marcos: Sim, vc é hehe e a gente também

    Responder↴ • uid:gqauwo5hj
  • 20 anos, 18cm: vamo testar essas tags comigo haha

    Responder↴ • uid:1e2ra288wlrk
  • 20 anos, 18cm: amo o flingster, vou testar essas tags valeu

    Responder↴ • uid:1e2ra288wlrk