Comemos nossa filha
Naquele sábado a tarde, deixei o janelão de minha suíte aberta e deitei entre as pernas de meu marido e fiz aquela costumeira chupeta. Assim que percebi que Arthur estava com ereção total, ajoelhei na cama abri minhas nádegas e recebi aquele cacete duro em meu canal anal fazendo o escândalo de sempre durante toda a foda. Com o cuzinho cheio de porra entrei embaixo da ducha fazendo a costumeira higiene, vesti um robe felpudo e abri a porta com cuidado para não acordar meu marido que tinha adormecido entorpecido pelo esforço daquela enrabada maravilhosa e já me projetava no corredor em direção a cozinha, onde prendia tomar um suco de laranja, quando minha filha abre a porta do suíte dela que é anexa a minha e segura minha mão perguntando se eu podia falar com ela. Sentindo sua mão tremula percebi que tinha que atende-la. Entramos nos aposentos de Suzi e como em muitas outras vezes ela deitou em sua cama de costas para mim, deduzi que era um daqueles assuntos que ela queria ter comigo sem olhar nos meus olhos e deitei atrás dela abraçando-a e ela assim que sentiu que eu tinha me acomodado, pegou minha mão e levou a sua boca, como não fazia a muito tempo e foi objetiva: "Mamãe sexo é bom assim mesmo". Sem entender bem o que ela estava perguntando respondi: "Sim, é uma delícia, filha, mas tem que ser feito com todo o cuidado com pessoas de quem você goste e de sua confiança". Sentindo meus dedos serem mordiscado Suzi complementou: "Você goza tão gostoso quando está com papai que me dá uma vontade louca...". Entendi o que tinha acontecido ao ver o janelão dela também aberto, ela tinha ouvido minha foda de a pouco e pela primeira vez me vi embaraçada e ela continuou: "Me conta como foi hoje". Nossa, eu não sabia como explicar e resolvi ser curta e verdadeira: "Primeiro chupei o pinto de seu pai... depois ele me penetrou por trás". Já no meio de minha explicação a adolescente deixou de mordiscar meus dedos e passou a chupa-los, deixando-os completamente molhados de saliva. Virei o corpinho de minha filha para mim e perguntei: "Você ficou excitada?" Ela não respondeu e ao mesmo tempo que grudou seus lábios nos meus, levou suas mãos a meus seios. Tentei me controlar, mas aquele toque mexeu com meu libido e por instinto retribui o beijo e recebi aquela linguinha em minha boca e eu suguei sentindo eu prazer incomparável naquilo por alguns segundos e assim que parei de sugar, Suzi abriu meu robe e mamou em mim, desequilibrando-me completamente e alisei aquele bumbum carnudo e durinho de adolescente e ouvi o pedido que jamais esperarei ouvir: "Me leva para a cama do papai". Aturdida só veio uma pergunta a minha cabeça: "Mas você não é virgem filha?". Recebendo como resposta: "Se fosse virgem quando deitou com papai mais cedo, teria tido aquele prazer todo e continuaria virgem". Procurando dissuadi-la argumentei: "Filha, sei que você adora seu pai, ele é o homem mais confiável que conhecemos, mas não sei como falar isso para ele e mais, ele é muito dotado para ser seu primeiro homem". Ela olhou com aquela de sacana e disse: "Você não precisa falar nada, eu sei bem como ele tem olhado para meu corpo e não se preocupa eu aguento aquela tora". Nossa, sem argumento levantei e caminhamos de mãos dadas, assim que entramos em minha suíte, Arthur acordou e sorriu para nós completamente inocente das pretensões de nosso filha a via deitar exatamente do mesmo modo que eu estivera deitada momentos antes como se Suzi tivesse visto como as coisas aconteceram, puxou o lençol que cobria o corpo do pai que não entendeu nada ao me ver tirar o robe e joga-lo não chão e ficou mais perdido ainda ao ver nossa menina pegar em sua caceta. Li no olhar daquele pai um pedido de socorro e me vi dizendo aquele absurdo: "Nossa filha quer o pai dela como homem". Ainda com uma certa expressão de espanto Arthur viu nossa menina levar sua caceta a boca e eu me aproximei completamente nua e o beijei com tesão louca e ele usando seus braços musculosos me puxou fazendo-me sentar em sua cara na posição que seria de sessenta e nove mas com uma grande diferença quem estava com aquela caceta na boca era minha filhinha virgem. Me espantei ao ver a danadinha segurando a piroca com uma mão levantando e baixando a cabeça como uma profissional e o mais admirável com batendo uma siririca nervosa com a outra mão. Ao olhar para o espelho tive que admitir que aquela era uma cena digna de um filme de sacanagem e gozei como louca puxando a gemedeira que se seguiu, pois meu marido encheu a boca de nossa filha de porra e ela passou a produzir sons abafados como eu quando estava com a boca cheia. Suzi me olhou com aqueles olhinhos brilhantes e se nos esticamos e trocamos nosso primeiro beijo na frente de meu marido. Limpei o queixo de Suzi que estava melecado de porra com a língua. Fomos os três para o chuveiro e pela primeira vez Arthur beijou a filha, um beijo demorado e com certeza muito bom para os dois, naquele instante, senti uma pontinha de ciúmes e lembrei que Suzi tinha dito que o pai olhava seu corpo com desejo, então resolvi participar do beijo e vi Arthur acariciar os seios de Suzi com um carinho e eu cuidado tão grande que beijei minha filha para mostrar ao pai que ali estava uma segunda mulher procurando sexo em nossa cama e ele entendeu o recado. Nos secamos apressadamente e voltamos para a cama onde o pai deitou a filha e enfiou a cabeça no meio de suas pernas fazendo-a se contorcer de prazer. Suzi esticou o braço para mim e eu me curvei sobre ela, não para beija-la, mas sim para mamar naqueles peitinhos gostosos e ela passou a gemer deliciosamente gozando em pouco tempo. Aproximei minha boca do ouvido de minha filha e falei: "Seu pai não vai conseguir ereção para te penetrar hoje, estamos acabando com ele". Ela com aquela carinha de sacana cochichou: "Eu sei, mas assim que endurecer..."
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