No dia que tava nublado, EU e o duda
Fiquei curioso me aprontei já imaginando que Dudu tinha outros planos mais misteriosos para aquela aventura e resolvi subir o morro com ele.
alexandre.yuk
No dia seguinte tava nublado eu e meu amigo sempre explorava os arredores , e ele foi na minha casa e me chamou, disse que tinha descoberto uma casa abandonada no alto do morro, fiquei curioso me aprontei já imaginando que ele tinha outros planos mais misteriosos para aquela aventura e resolvi subir o morro com ele.
Imaginava qual o interesse dele e suas intenções, sabia que ia rolar alguma treta, também não era bobinho, já estava acostumado com ele e suas brincadeiras, sempre tirando uma lasquinha em mim, e querendo me apalpar, sempre aproveitava passando de leve se ralando em mim e ate tentando da uma encoxada, mas eu saia e escapulia, mas sempre ficava nervoso e excitado, só tava faltando uma oportunidade pra ele me pagar de jeito, fiquei aflito coração acelerado sabendo que poderia rolar nesse dia...
Enquanto subíamos olhamos para o topo daquela elevação que cercava o bairro, um lugar cheio de mistérios e caminhos de terra que passavam por ali costumavam trilhar.
Calcei meu tênis mais velho, peguei algumas coisas e levei meu cachorro junto peguei uma garrafa de água e começamos a subida.
Caminhamos e subimos a trilha durante uma hora, ate que avistamos a casa, de repente o tempo nublou e começou chuviscando e a cair uma forte chuva, saímos correndo pra nos abrigar na casa, me deu medo, uma subida íngreme que exigiu o uso das mãos para manter o equilíbrio.
Apoiamo-nos em raízes fortes e pedras firmes ate conseguimos subir a trilha que era íngreme e o mato arranhava nossas canelas ,a casa parecia que estava completamente abandonada, empurramos a porta e a tranca cedeu era apenas uma dobradiça enferrujada e entramos,
O chão de madeira rangeu sob nossos pés quando cruzamos o limite da porta, e cheirava a poeira e terra molhada, e meu amigo logo disse:
— Tô com medo começou a chover parece que tem fantasma na casa esses rangidos no chão, deu um risinho e cochichou o Duda no meu ouvido... — posso ficar apoiado em vc?
— (sabia que era invenção dele).. mas disse que podia...
— Não é perigoso agente ficar aqui? — Cara, acho melhor a gente voltar, falei pra ele..
— Deixa de ser frouxo, Thiago , agora que começou a chover temos que esperar passar a chuva — falou logo comigo, embora meu próprio estômago estivesse dando nós.
Seguimos em silêncio, a cada passo, o chão rangia de um jeito que fazia meu coração saltar na boca enquanto andamos vasculhando os cantos na casa toda.
Antes que eu pudesse responder, um flash de luz branca e violenta iluminou as frestas do teto por um milésimo de segundo.
Logo em seguida, um estrondo avassalador do trovão ecoou, fazendo o chão sob os nossos pés tremer e a estrutura da casa inteira vibrar e um estrondo do trovão ecoou, olhei pra ele com os olhos arregalados e soltei um grito curto enquanto nos jogamos instintivamente contra a parede agarrando uma viga mais próxima, tentando nos abrigar cobrindo a cabeça.
O eco do trovão demorou longos segundos para desaparecer, sendo imediatamente substituído pelo som pesado da chuva que passava a fustigar as telhas quebradas acima de nós, ele logo me agarrou fingindo se apoiar em mim e se encaixou atrás de mim, parei e respirei fundo, senti o volume do seu pau relar minha bunda enquanto eu ainda tremia do trovão sentindo que ele chegava mais e encaixava o pau bem no meio da minha bunda.
No meio do barulho da água e com o coração batendo na garganta com o Duda me encoxando por traz e cafungando no meu cangote, eu tava gostando da situação, com ele me agasalhando do frio.
Enquanto ele me agarrava senti suas mãos descendo pela cintura e tentando alisar minha bunda, ainda fui tentando impedir a sem-vergonhice dele afastando sua mão mandando ele parar com isso.
Sabia suas intenções, eu estava gostando e tava querendo muito aquilo tb, fui dando uma de desentendido e inocente pra brincadeira ficar melhor, sabia que o safado tinha armado essa emboscada para transar comigo,
Novamente um estrondo do trovão ecoou, fazendo o chão sob os nossos pés tremer e a estrutura da casa inteira vibrar ele me agarrou mais apertado ainda e senti ele empurrar seu pau bem duro e colocando bem na entradinha do meu rabo carnudo e gostoso.
Começou a falar algo sobre ficarmos quietinhos escutando o barulho da chuva ate que as trovoadas parassem, eu estava gostando muito daquilo enquanto ele me alisava e apertava forte ,daí ele me apertou e me deu um beijinho gostosinho no meu pescoço e disse, não vou te largar tô cheio de medo.
Fez vozinha de menino medroso, não teve outro jeito ,fiquei arrepiado com tudo aquilo, fechei os olhos e me larguei sentindo suas mãos deslizar para dentro do meu shortinho, respirei fundo deixando, fiquei todo molenguinho e indefeso com meu amigo que de bobo não tinha nada.
Sua língua passeava pelo meu pescoço e suas mordiscadas me deixava meu corpo trêmulo e arrepiado, me fazendo , gemer como uma mocinha, olhei pela janela e a chuva forte caia o clima tava gostoso, relâmpagos alto, me agarrei na viga de madeira que sustentava o corrimão das portas e meu amigo vagarosamente foi descendo metade do meu short e deixando minha bunda exposta.
Ele disse: — Hummm!!! que bunda macia e gostosinha vc tem... meteu mais a mãos explorando minha bunda ,foi abrindo as bandas relando o dedo no meu cuzinho piscando muito, eu dava gemidos e ,me contorcia todo, empinei mais a bunda e ele enfiou mais o dedo, gemi alto...mordendo forte quase não deixando escapar.
Ele abaixou sua bermuda, senti seu pau duro pulou para fora batendo na minha bunda...
— Vou comer esse cuzinho delicioso...
— Aii... não... ahinnn para com isso... me fazendo de difícil e inocente pra brincadeira ficar melhor.
Enquanto eu me agarrava mais ainda na viga de madeira, ele deu uma dedada molhando de saliva bem no meu cuzinho, gritei gemendo e ele enfiava mais o dedo, meu cu piscava todo tempo, me deu medo, mais fechei os olhos quando ele deu mais uma cuspida e meteu o dedo inteiro do meu cu, ele disse: — eu trouxe vaselina aí não vai doer , (foi a confirmação que o safado tinha armado essa da casa abandonada para transar comigo).
Com o dedo já melado passou vaselina meteu dois dedos no meu cu estava gostoso, me ajeitei ´ ele veio começou a pincelar meu cu, e começou a empurrar deslizando, nossa que dor.
Depois que ele tirou e meteu novamente senti seu cabeção começando a forçar meu buraquinho e ele disse, relaxa vou botar devagarinho, relaxei o coração aos pulos aquele arrepio pelo corpo com a dor ainda e o cabeção começando a forçar o buraco meu cu.
Coloquei a mão pra tras abrindo mais a banda da bunda, quando senti que passou a cabeça e escorregou para dentro, quando entrou dei um berro,e apertei o cú querendo me afastar mas ele me segurou mais forte minha cintura não deixando o pau escapulir , relaxei e abri e foi empurrando mais e mais ,fui sentindo seu pau invadindo meu cu.
Ele e falando para me acalmar, não demorou para eu relaxar , ele forcava pedi pra ele ir devagar, foi empurrando mais no fundo enquanto lambia minha orelha falando que minha bunda era muito gostosa, gemi e afrochei o rabo, o vai e vem dele deu início, mordi meus braços forte e deixei minha bunda se aconchegar no pau dele, uma sensação gostosa percorreu meu corpo involuntariamente forcei a bunda pra trás e gemi bem manhosamente quando Duda enterrava sua piroca todinha no meu rabo..
Quando dei por mim eu estava sendo fodido bem gostoso, passei a mão pra sentir e vi que entrou tudinho no meu cu, respirei fundo e o safado acelerou as estocadas, bombava e seu saco fazia barulho batendo na minha bunda, me segurava forte comendo meu cu gostoso, gemia muito, que delicia, enquanto ele me mordia todo e socava tudo no meu cu, dizendo que meu cu era apertadinho e gostoso,
A piroca estava todinha enterrada em minha bunda, foi metendo mais e a dor foi logo abafada por tesão, o Duda é muito gostoso, e taradinho pelo meu cu, metia na minha bunda com vontade, olhava pelas frestas da janela quebrada e a chuva forte caindo, não demorou e meu cu foi inundado por jatos e jatos de esperma.
Não demorei a também gozar, a cada jato de esperma meu cu parecia morder a piroca do Duda até que senti , sua piroca sair de porra escorrendo pelas minhas pernas, abri as pernas e passei a mão no meu cu me limpei como pude e vesti meu short.
Saímos da casa assim que a chuva passou, meu cu tava ardendo muito, enquanto descíamos a estradinha sentia meu cu ardendo pegando fogo, mas sentia uma sensação muito gostosa em ter sido comido.
O chão de terra estava escorregadio, transformado em um tapete de lama que ameaçava nos fazer rolar rampa abaixo a cada passo apressado, mas a adrenalina em nossas veias era mais forte que o medo de um tombo. Olhei para o lado e vi meu amigo com o rosto molhado, ostentando um sorriso que misturava de sacanagem e euforia.
Só ouvíamos o som dos nossos passos rápidos e nossas respirações arquejantes. Olhei para trás uma vez. A casa parecia nos observar com suas janelas quebradas, como se guardasse um segredo que havíamos acabado de começar.
Quando finalmente alcançamos a rua das nossas casas, paramos para recuperar o fôlego, trocando um olhar cúmplice.
A chuva tinha cessado, mas a aventura estava só começando, Nnos despedimos e ele me deu um tapa na minha bunda, dizendo que iria me chamar para gente voltar lá outra vez, senti meu cu ardendo e já piscando de tesaõ.
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