Os cunhados - por Sabrina - parte 3
Dormi mais um dia na casa dele, no domingo pela manhã ele insistiu em ir comigo pra fazenda, mas eu não deixei, não por algum motivo específico, mas eu estava cansada, acabada, com a buceta inchada de tanto ter sido fodida, a única coisa que eu queria era chegar em casa e ajudar minha mãe, Felipe entendeu.
Nos outros dias voltei normalmente ao trabalho, até que, na terça, Gabriel entrou pelo consultório, a recepção estava lotada, e ele me solta alto:
- E aí cunhada, fim de semana foi bom?
- Gabriel, estou em ambiente de trabalho.
Ele se calou, mas ficou com um sorriso idiota, o atendimento dele parecia que demorava mais que todos os outros, até que, quando finalmente ia embora, bateu a mão na mesa forçando intimidade.
- No sábado vai estar lá no Fe? Fala pra ele fazer um churrasco pra gente.
- Não sei, Gabriel, o Felipe e eu ainda estamos nos conhecendo.
- Eu vi bem, ele te conheceu por inteira.
Alguns pacientes me olharam com essa fala dele, eu abaixei a cabeça e continuei olhando pro computador apenas remarcando o retorno dele, sem o responder.
Falei isso pro Felipe por mensagem e ele ficou irritado, dizendo que iria falar com Gabriel.
A semana demorou a passar, quando chegou a sexta-feira, Felipe veio pro consultório, e me agradou do mesmo jeito, chocolates.
Após o atendimento dele, Drª Tania fechou a clínica, então calhou de sairmos juntos da clínica.
Na calçada, andando lado a lado eu dizia:
- Vai fazer algo hoje a noite?
- Pensei em ir pra sua casa, ficar com você
- Não é uma boa ideia, meus pais não vão gostar de eu ficar de namorinho em casa, eles são bem conservadores
- Seu pai deve estar com saudades de mim
Eu ri e respondi:
- É... deve estar, mas você tem que me prometer que vai embora hoje.
- Prometo, prometo.
Fomos para a fazenda, eu na frente, e Felipe vindo logo atrás, eu fiz até uma gracinha tentando apostar corrida com ele na estrada de terra, mas ele me ultrapassou e depois ficou me fechando, brincávamos como se fossemos dois bobos, assim que chegamos, Felipe tirou uma caixa pesada do carro.
- O que é isso?
- Presente pro meu sogro.
- Engraçado você chamar ele de sogro
- Por que?
- É que até agora a gente não oficializou nada...
- É verdade, né? Até agora nada
Ele fingiu não se importar, mas num tom de quem já tinha algo em mente, quando entramos, Felipe colocou a caixa pesada na mesa de madeira, dizendo:
- Seu Sérgio, vem cá! Trouxe um presente pro senhor.
Meu pai veio devagar, arrastando os pés, olhou pra caixa e disse:
- O que é isso?
- Abre aí
Meu pai abriu a caixa desconfiado, mas logo começou a ficar com os olhos marejados, Felipe tinha lhe dado uma vitrola com vários discos de vinil do Milionário e José Rico, Tião Carreiro e Pardinho, João Mineiro e Marciano... meu pai nem esperou, ligou a vitrola no último volume e alegrou a casa toda.
Minha mãe super contente animou em fazer um pão caseiro, enquanto isso Felipe me chamou lá fora, e fomos descendo sentido o carro dele.
- Vou te falar uma coisa, não me leve a mal, mas meus pais não gostavam do Cristiano, é estranho como eles gostam tanto de você
- Sua mãe vai me amar mais ainda, hoje o pão não vai ser em forma torta
- Como assim?
Felipe abriu a porta de trás do carro, pegando um jogo de panelas pra minha mãe, novinhos, eu ri e em tom de enciumada brinquei:
- Meu pai e minha mãe ganham presentes, e eu não?
- Seu presente sou eu - Ele respondeu debochando
Minha mãe amou, e já estreou a forma com o pão, Felipe foi embora perto da meia noite, e aquele sentimento de quem esperava uma surpresa começou a ir embora, dando espaço a questionamentos:
- Por que ele ainda não me pediu em namoro? Por que não me trouxe presente? De onde ele tirou tudo aquilo? O que o impedia de me assumir em sua vida?
No sábado, pela manhã, Felipe me ligou, era 05h30 da manhã, eu acordei, atendi ainda deitada.
- Bom dia!
- Bom dia, amor, dormiu bem?
- Ainda estava dormindo pra falar a verdade
- Ainda? O dia está tão lindo!
- Felipe, são 05h30 da manhã, vai dormir meu...
- Vou não, se arruma e desce, to te esperando aqui na frente pra gente ir pra praia
- O que? Você não tá louco!
- To falando sério, vou buzinar pra você ver que é verdade! - Ele buzinou - ouviu?
- Meu... você é louco! - um sorriso tomava conta de mim.
- Se arruma aí, to esperando.
- Entra pra tomar um café...
- Não. To com pressa, a praia não vai estar lá o dia todo.
- Não? Para onde o mar vai? - rindo
- To te esperando.
Me arrumei rapidamente e desci, ele estava com o Sandero, entrei, e fomos.
- Qual praia nós vamos?
- Surpresa!
- Surpresa nada, pode me contar. E por que tá com o Sandero hoje?
- To com o Sandero porque vou dar ele como entrada de uma casa hoje, e a gente vai lá ver nossa casa
- Nossa casa? Felipe... eu acho que você tá vivendo num mundo diferente do meu
- Eu sei bem qual é o seu mundinho meu amor
Ele dirigiu até a cidade de Itanhaém, conversou com um rapaz e entregou o carro, documentos, e pegou as chaves da casa, era uma casa um pouco distante da praia, dava uns 10 minutos andando, mas era uma casa confortável, 2 quartos, sala e cozinha, ficamos lá, sem carro, mas felizes.
- Como que a gente vai embora?
- De ônibus, uber... não sei, a gente dá um jeito
- Você é muito despreocupado
- Isso é bom, não é?
- É... é bom sim
- Vamos pra praia?
- Vamos, mas eu estou sem biquíni
- A gente resolve isso
Felipe e eu fomos para o centro de Itanhaém e compramos biquíni, canga, óculos de sol e até chapéu, ele comprou uma bermuda para ele... tudo com uma tranquilidade que me encantava, Cristiano nunca tinha essa tranquilidade, se eu comprasse uma calcinha ele já fazia as contas para saber se sobraria dinheiro, comecei a me sentir mais confortável com essa questão, até pela simplicidade com que o Felipe tinha, e aqui quero deixar um fato real, chamamos um uber para a praia Mulheres de areia, e então, em uma pequena ponte ele tirou algumas fotos de mim, o dia passava bem tranquilo, pegamos uma cadeira num quiosque e tomamos uma água de coco, logo, Felipe disse:
- Vamos pro mar?
- E nossas coisas? Vai que alguém pega
Ele guardou tudo e deixou com o rapaz do quiosque, me pegou pela mão e saímos correndo como dois adolescentes em direção ao mar, entre as brincadeiras de jogarmos água um no outro, abraços e beijos, Felipe olhou em meus olhos e disse:
- Fica comigo?
- A gente já tá junto...
- Não assim... fica pra sempre?
- Fe... pra sempre é muito tempo, a gente nem se conhece direito, eu...
Antes que eu terminasse de falar ele me beijou, devagar, enquanto de longe ouvia os apitos do salva-vidas brigando com a gente para sairmos de perto das pedras, voltamos rindo, nadando, até dar pé, saí da água com a cabeça cheia de pensamentos, troquei a roupa molhada no banheiro do quiosque enquanto Felipe se trocava em outro.
Chamamos um uber para a casa, e ali, ficamos discutindo sobre o que comeríamos já que não passamos em mercado o dia todo, pedimos um delivery e então minha primeira insegurança começou quando vi o celular dele tocando, a tela acendeu, Marina...
Ele olhou de longe, e atendeu... não sei se eu ficava com raiva por ela ter o número dele, ou tranquila por ele atender ela na minha frente, mas não surtei, ouvi ele falando com ela...
- Sim?! ...tá. Tá bom... não to em casa... sim... deve estar com o Gabriel.
Ele desligou, não perguntei nada, não queria bancar a ciumenta e estragar tudo, mas ele não deu espaço para minha insegurança atacar.
- Ela queria passar em casa para pegar uma blusa que esqueceu, o Gabriel tirou as coisas dela da minha casa pra ela não pisar mais lá, ele vai entregar pra ela.
- Ah, que bom que está com ele, assim ela não te vê
- Mesmo se ver... eu não quero nada com ela
- Mesmo? Ela ainda mexe com seu coração?
Felipe fechou a cara e disse:
- Você ainda não entendeu que eu te amo, né?
Aquelas palavras foram rápidas, mas com uma sinceridade profunda, nós nos beijamos e fodemos ali mesmo na sala. Felipe fodeu minha bucetinha apaixonadamente, quando terminamos eu disse provocando:
- Achei que você ia lacear meu cuzinho como disse
Felipe sorriu de um jeito sacana e disse:
- Não sei... você não tá preparada pra isso.
- Pra dar o cuzinho tem que estar preparada?
Felipe me olhou como quem queria me devorar e disse:
- Você quer mesmo?
- Quero... vem... fode!
Felipe endureceu de novo, apontou a rola na entrada do meu cuzinho e na primeira enfiada eu arqueei as costas de dor pedindo pra ele tirar, ele tirou, rindo e disse:
- Ainda não está pronta.
Paramos o sexo na hora. Ficamos só aquela noite, no dia seguinte ele conseguiu um Uber para nos deixar na casa dele, demorou, mas achou.
Assim que chegamos, ele me levou ao seu quarto, me pediu que colocasse a roupa de cachorrinha e o plug anal, e assim que fiz, e quando eu já começava a engatinhar ele me vendou com uma camiseta e disse:
- Não saia daqui!
Esperei por alguns minutos, até ele voltar e ainda vendada sentir o pau dela raspando na minha boca, comecei a mamá-lo, com muita vontade, quando de repente senti que ele tirou o plug de mim, até aí não estranhei, embora me perguntasse como ele conseguiu tirar sem arquear o corpo pra frente, continuei chupando, até sentir uma linguada no meu cuzinho.
Parei imediatamente em silêncio por alguns segundos... se Felipe estava na minha frente, quem estava me chupando? Eu tremi por um instante, apenas segurando a rola dele enquanto sentia aquela língua quente fazer movimentos circulares e descer para minha buceta.
- Fe... quem... quem tá atrás de mim?
- Só continua me chupando, relaxa.
Continuei, tentando relaxar, mas o desconforto de ter mais uma pessoa num momento tão intimo bateu forte, eu levantei as vendas devagar, olhei pro Felipe e ele abriu um sorriso, inclinei a cabeça para trás e vi um rapaz magro, alto, bonito... com o rosto enfiado na minha bunda.
- Fe... o que.. o que é isso?
- Ele é meu amigo... relaxa amor, só relaxa, ele vai preparar você pra mim
- Eu nunca fiz isso com dois... isso não é certo... Fe... eu sou sua!
- Sim amor... você é minha, só minha! - Ele segurou meu cabelo e sussurrou - Mas eu to te emprestando.
Eu não sabia se sentia vontade de correr ou de ficar ali sendo chupada por uma língua diferente, Felipe saiu da minha frente sentando ao lado do meu corpo, envolveu os braços na minha cintura abrindo minhas nádegas e disse:
- Fode o cuzinho dela devagar, Tiago.
Agora eu sabia o nome daquele cara... Tiago... tinha muitas dúvidas ainda, mas senti ele entrando em mim, um pau grande, porém fino, enquanto ele entrava Felipe lambuzava com lubrificante, abrindo minha bunda com calma pra Tiago me foder, eu sentia dor, mas sentir o toque de Felipe me acalmava, Tiago enfiou tudo, e Felipe ficou brincando com os dedos em minha buceta enquanto Tiago devagar me abria por inteira, sentia ele aumentando o ritmo e perguntando:
- Assim, senhor Felipe?
- Isso, assim, abre bem pra ela me aguentar.
Depois de um tempo, Felipe mandou Tiago se deitar para eu cavalgar com o cuzinho, Tiago obedeceu.
- Sim, senhor Felipe.
Sentei... e já conseguia quicar com rapidez sem dor. Felipe apenas olhava, o pau de Tiago escapou e Felipe segurou guiando para dentro do meu cuzinho outra vez.
Depois de longos minutos, Tiago gozou dentro de mim, eu me deitei de bruços impedindo que a porra escorresse para não sujar a cama do Felipe.
Tiago se levantou, Felipe lhe deu um aperto de mãos e disse:
- Obrigado! Até amanhã. Vou te acompanhar até o portão.
Eles se vestiram e desceram, enquanto isso eu corri ao banheiro para soltar o gozo de Tiago.
Quando voltei, Felipe estava nu, segurando a rola pra cima duríssima dizendo:
- Agora vamos ver se tá aberto o suficiente.
Eu sorri, sentei nele me encaixando com dificuldade, sentei até a metade e voltava, e assim aumentando aos poucos o ritmo perguntei:
- Quem era ele?
- Um analista financeiro da empresa
- E você o convidou assim, sem me falar nada?
- E estregar a surpresa?
- Não sente ciúmes?
- Não... eu devia isso a ele, ele já me deu a esposa dele uma vez
- Nossa... como você é cheio de surpresas!
Felipe riu, enquanto abria meu cu, em longos minutos eu sentava guardando tudo aquilo dentro de mim, até ele gozar fartamente.
Nos limpamos e ficamos juntos a tarde toda, eu me sentia bem por ter sido "emprestada" ao Tiago, e ainda assim, Felipe não me tratar como uma puta, não falávamos nada a respeito do que aconteceu, só trocávamos carinhos, até ele me levar embora pra fazenda, e me entregar uma caixa de presentes que guardou em seu carro (a SUV que ficou), eu já estava puxando o laço quando ele pôs a mão em cima.
- Abre sozinha.
Eu concordei, abri a porteira e voltei pra realidade, enquanto ele manobrava o carro indo embora.
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Comentários (2)
Safadin: Acho legal ver Sabrina se descobrindo sexualmente, tou amando rsrs. Felipe ama ser um corno mesmo...esse respira putária.
Responder↴ • uid:4a20ataahrcLasabrinafm: Fico feliz q esteja gostando ♥
• uid:1co4qttxmgls