#Virgem

Vida de casada

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Cláudia

Casei-me aos vinte e dois anos, virgem e com muitas fantasias por tudo que tinha ouvido por anos de amigas e colegas que com a minha idade, tanto as solteiras quanto as casadas eram bem rodadas. Na lua de mel, não me comportei como passivamente e sim como alguém que realmente queria fazer tudo o que era possível fazer, tanto que não preparei o que costumam chamar de enxoval da primeira noite. Da festa, embarcamos direto em nosso carro e nos colocamos na estrada em direção ao Litoral, onde tínhamos alugado um apartamento e já no caminho, peguei na piroca de Arthur, como já tinha feito algumas vezes por cima da roupa e para nosso deleite, pela primeira vez puxei a mangueira de dentro da calça dele e peguei no bruto laçando-o com minha mão e pude sentir o calor de uma rola na mão, sem qualquer pudor, examinei o bruto sem nem mesmo me importar se meu marido estava ou não prestando atenção no caminho e quando me liberei para colocar aquela rola na boca sentindo o gostinho de macho, nem quis saber em que parte da estrada Arthur tinha encostado e ali onde não sei dizer onde foi, levei a primeira esporrada na boca, deliciando com aquele leitinho diferente, fiz questão de levar minha boca com a língua melada a boca de meu marido, para ter certeza de que ele seria o sacana que eu gostaria que ele fosse e com muita alegria, senti ele chupar minha língua com o gosto de seu e de seu esperma como se eu acabasse de escovar os dentes. Assim que fechamos a porta do apartamento, me encantei quando ele me jogou na cama, arrancou minha roupa e invadiu minha bucetinha virgem com sua língua áspera fazendo-me chegar às portas do céu. Comparando com o que tinha ouvido dizer até então, a rola que era legalmente minha estava na média e logo mostrei a meu experiente marido que eu seria tão putinha quanto as mais safadas que eu sabia que ele já tinha comido. Com a buceta bem babada não só com meu liquido vaginal quanto com saliva de meu marido, o fiz deitar com as costas no colchão e com o mastro apontando para o teto e ajoelhei sobre o corpo do macho entre minhas pernas e delirei quando Arthur segurou firme na rola e pincelou minha rachinha virgem. Achei uma delícia o som que involuntariamente eu estava produzindo com toda aquela excitação. Ao sentir que meu varão estava segurando a estaca bem na posição de penetração, deixei meus joelhos darem uma escorregadinha e meu corpo inteiro arrepiou com o afastamento das paredes que nunca tinham recebido um cilindro cabeçudo e vi a felicidade nos olhos de meu marido e soltei mais um pouco, aquela dorzinha discreta indicou o rompimento de meu hímen e dei uma paradinha e para ter certeza, levantei o corpo vendo a cabeça da piroca toda manchada de sangue e sorrimos um para o outro e uma frase se formou na minha mente : "Finalmente sou mulher". Voltei a engolir com a buceta aquele objeto de desejo e recebi ainda com parte da pica por entrar a primeira ejaculada no meu canal vaginal, rapidamente deitei meu corpo inteiro em cima do corpo do macho e movimentei meu quadril tentando encontrar o ritmo que me levasse ao prazer, embora muito excitada não consegui e após algum tempo e já com dor no quadril por não estar habituada com aquele movimento repetitivo, recebi novas golfadas de esperma e cai do lado do meu marido que incrivelmente voltou a enfiar a cabeça no meio de minhas pernas e enquanto lambia sua própria porra que escorria de minha buceta me levou a meu primeiro gozo, rápido mas forte. Passamos o resto da noite nos acariciando e senti uma alegria imensa ou sentir o indicador de meu marido todinho dentro de minha caverna já arrombadinha. Dormimos abraçadinhos, pela manhã fomos a praia, almoçamos e voltamos para o apartamento, não esperamos a digestão e meu comedor deitou sobre mim e pela primeira vez levantei os dois joelhos e me arreganhei . Aquelas cabeçadas deliciosas lá no fundo do meu canal, me levaram ao meu segundo gozo bem mais forte e prolongado que o primeiro. Tomamos nosso primeiro banho juntos e apesar de toda minha safadeza, pedi para Arthur virar de costas para lavar minhas partes intimas e voltamos para a cama, onde me permiti a brincar com os testículos engoli o pau todinho com a boca e enquanto eu brincava e conhecia meu novo brinquedinho até ver a ejaculação de meu marido limpar tudinho com a boca. Nossa lua de mel foi de apenas três dias, mas quando contei para minhas amigas todos os detalhes, deixei todas com inveja. No resto da semana continuei em minha exploração pelo corpo do macho e no sábado a tarde, recebi as primeiras pinceladas em meu rego e receosa senti aquela piroca encostar no meu anal e senti aquele medinho, mas sabia que tomar no cu seria inevitável, especialmente pela tara por meu rabo que Arthur nunca fez questão de esconder e ele estava preparado para a ocasião, me levou até a beira da cama, deitou meu corpo sobre ela, me permitindo ficar com os dois pés no chão . Abriu minhas nádegas e espremeu a bisnaga de gel bem no meu buraquinho ainda virgem, com as pernas entre abertas senti meu cuzinho todo untado e meu fodedor segurou meu quadril encostou a piroca e empurrou, puta que pariu, vi estrelinhas e gritei desesperada mas o macho não teve pena empurrou mais ainda enquanto eu me debatia já com os pés no ar balançando de um lado para o outro, não tenho filho, mas acho que nem um parto não é mais dolorido que a primeira enrabada, o puto continuou forçando mandando eu chorar o quanto quisesse mas ele ia querer aquele cu apertado todos os dias e me encheu de porra sem que eu sentisse nada além de dor. Passei dias sem poder sentar direito e já no meio da semana quando a dor tinha sumido, Arthur levantou minhas duas pernas em "V", posicionando-se em pé ao lado da cama, penetrou minha vagina socando lá no fundão e quando eu já estava doidona, puxou a rola para fora e quando voltou mirou no meu cuzinho e me arrombou novamente gritando: "Mexa no seu grelo para aguentar". No desespero obedeci e tive uma convulsão de prazer com aquela piroca no cu e com o grelo entre meus dedos. Por mais de um ano metemos de todas as formas possíveis quando começamos a falar de uma terceira pessoa, mas isso contarei depois.

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