#Estupro #Sado #Teen

Fui estuprada pelo meu próprio chefe até virar a putinha dele

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AmandaMandy

Fui estuprada pelo meu próprio chefe até virar uma puta, me perder e me viciar em ser estuprada.

Olá, me chamo Amanda, sou conhecida por todos como Mandy, e venho contar para vocês como me integrei ao mundo sexual de forma forçada pelo meu próprio chefe. Para deixar vocês mais imersos no conto, vou deixar algumas fotos minhas na seção de fotos do conto (lembrando Adm's, as fotos são atuais, sou maior de idade e dona legítima das fotos). Indo direto à história:

Tudo aconteceu quando eu tinha 16 anos. Estava no segundo ano do Ensino Médio quando comecei a ter vontade de querer comprar minhas próprias coisas. Morava sozinha com minha mãe e ela não tinha uma situação financeira muito boa, então ela mandou eu procurar vagas de emprego. Fui deixando meu currículo em tudo quanto é lugar, até que um restaurante me chamou no mesmo dia. Eles pularam até a parte da entrevista, já me ofereceram a proposta e eu rapidamente aceitei. Jovem Aprendiz, um pouco menos de mil reais, 6 horas por dia de segunda a sábado. Eu aceitei sem pensar muito, para mim, estava ótimo. Era uma vaga de atendente de restaurante, um restaurante popular aqui no centro da minha cidade. No primeiro dia, mesmo sendo tímida, consegui fazer amizade com todos os meus colegas de trabalho facilmente. A partir daí, fui ganhando experiência muito rápido e em menos de uma semana, já era querida pelos meus clientes pela minha educação e minha beleza. Eu já era querida até pelas minhas superiores, para mim, só faltava conhecer o dono do restaurante. Pelas fotos e fofocas no meu trabalho, ele era um homem bem de vida. Vivia viajando, quando não estava viajando estava na unidade principal do restaurante que fica na cidade vizinha. O nome dele era Carlos, um homem de 40 anos, casado com uma mulher linda. Ele era bonito também, pelas fotos aparentava ser alto, meus colegas diziam que ele chegava a ter 1.90 de altura, fora o físico de academia impecável. Era realmente um homem de outro nível, quem olhava para ele dizia que era rico sem nem se esforçar para pensar.
O tempo foi passando, recebi meu primeiro salário pela metade e já comprei algumas roupas. Estava feliz, o trabalho era tranquilo e eu até ganhava gorjeta as vezes. Tudo estava indo bem. Foi quando, exatamente no dia de eu completar um mês no restaurante, meu chefe apareceu lá. Realmente a presença dele era diferente, eu fiquei nervosa só dele chegar lá. Chamava a atenção de todos, era bem rígido, foi quando de repente, minha colega me chamou e disse que ele queria falar pessoalmente comigo. Assim que cheguei lá para conversar, ele abriu um sorriso no rosto e parece que o ambiente mudou totalmente. Ele me cumprimentou, elogiou minha aparência, disse que ouviu falarem muito bem de mim, inclusive um dos clientes foi pessoalmente até ele elogiar meu trabalho. Ele me tratou super bem, quando me viu atendendo me destacou ao redor dos meus colegas e disse que não ia demorar muito para me contratar de verdade. Ele passou o dia todo sendo atencioso comigo, parece até outra pessoa. Meus colegas disseram que nunca viram ele daquele jeito. Ele passou a semana toda no restaurante me elogiando e conversando comigo. Aos poucos ele ia descobrindo mais da minha vida, demonstrava interesse em mim. No último dia dele ficar lá, ele me chamou no canto e conversou comigo.
— Me diz Amanda, estou querendo fazer uma festa particular amanhã, gostaria de ir? É bem sigilosa, então, gostaria que não compartilhasse para os seus colegas. - Disse ele.
— Olha, eu gostaria sim. Só tenho que avisar minha mãe. Se ela der permissão eu vou sem problemas. - Respondi.
Ele sorriu, passou o número pessoal dele para mim e disse que estava esperando minha resposta. Assim que cheguei em casa e falei para minha mãe, ela aceitou na hora, estava motivada pelas conversas que tive com ela sobre meu chefe. Para ela, ele estava me chamando lá como forma de agradecimento e provavelmente iria me promover. Ela estava feliz por mim, nem se preocupou muito. Assim que respondi ele, ele disse que iria me buscar pessoalmente no restaurante. A festa iria ser na cidade vizinha, na casa dele, eu estava ansiosa, fui com minha melhor roupa, toda maquiada e cheirosa. Assim que cheguei lá, meu chefe já estava me esperando. Entrei no carro e fomos até a casa dele. No caminho, fomos conversando e rindo. Ele dizia que tinha gostado de mim de verdade, que esperava muito de mim, que eu impressionei ele em muitos aspectos e não parava de elogiar minha beleza. Fui contando mais da minha vida pra ele e ele contando mais da dele pra mim. Descobri que ele estava com a esposa dele mas por puro interesse, que ele não gostava dela de verdade então sempre pagava viagens pra ela ficar distante e muitas coisas chocantes que jamais imaginaria vindo dele. Quando chegamos, ele quem me convidou para entrar. A festa era às 16h, na hora que chegamos era 10:30 ainda. Eu achei que estava beem cedo. Ele foi me mostrando cômodo por cômodo da casa dele, estávamos sozinhos, eu, toda inocente estava impressionada com o tamanho e o luxo da casa dele. Era realmente impressionante. Para ir na casa dele, fui com o vestido mais bonito que eu tinha, um branco que colava no corpo, tinha decote mas nada demais, foi esse vestido que abriu margem para a primeira coisa estranha que ele me falou.
— Nossa Amanda, você tem 16 anos mas parece uma moça adulta com o corpo formado com esse vestido em. - Disse ele em um tom manso.
— Obrigada. - Respondi meio tímida.
Ele me pediu para sentar no sofá dele e ligou a televisão para eu assistir algo. A televisão era enorme, eu rapidamente me acomodei. Ele aos poucos ia trazendo coisas para eu comer, uns petiscos, bebidas, nada alcoólico. Depois de trazer tudo, ele sentou ao meu lado e começou a conversar comigo. Fomos se abrindo um para o outro, até que aos poucos ele foi demonstrando suas reais intenções. Aos poucos foi se aproximando, demonstrando uma certa proximidade. Eu notava, mas ignorava. Não sei o que acontecia, mas algo me atraia para ele. Aos poucos fui relaxando e me soltando, até que quando percebi, ele já estava elogiando meu corpo, o quanto eu era bonita, que queria me ver pelada e de repente, ele estava me beijando e tocando no meu corpo. Eu na hora estava apaixonada, tanto que me entreguei completamente para ele. Ele foi tirando meu vestido aos poucos, ele me dominava totalmente de um jeito que nunca tinha sido dominada antes. Quando ele me deixou pelada, falou tantas coisas gostosas sobre meu corpo que eu cheguei a ficar molhada só de ouvir. Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Extremamente experiente, me colocou na palma da sua mão. Ele nem precisou tirar a roupa dele para me fazer gozar. Ele me fez ter um orgasmo maravilhoso só com seus dedos, frases, carinhos e massagem. Ele continuou me elogiando, me tocando, eu estava perdida nos meus próprios pensamentos. Quando ele tirou a roupa, o pau dele saltou para fora. Era grande, grande de verdade. Chegou a me assustar, tinha o tamanho do meu antebraço quase. Eu confiava totalmente nele, naquela altura, eu já estava na palma da sua mão. Quando ele colocou o pau dele na minha buceta, eu já estava vendo nuvens. Entrou como se não fosse nada. Por meu útero ser baixo e o pau dele ser muito grande, entrava um pouco mais da metade do pau dele e já batia no meu útero. Sério, estava maravilhoso. A sensação era tão boa que gozei novamente bem antes dele gozar. Passamos mais de meia hora sem parar trocando de posição, ele era resistente, muito resistente. Ele nem perguntou se podia gozar dentro, só gozou. Assim que ele tirou o pau melado dele dentro de mim, senti a porra escorrendo pela minha bunda. Ele esperou um pouco e enfiou o pau de novo, e fomos para o segundo round. Gozei novamente antes dele, e depois da segunda gozada dele, ele meteu bem firme e me agarrou, disse no meu ouvido que foi a melhor buceta que ele já meteu em toda a vida dele. Eu me derreti toda. Ele me abraçou e me levou para o banheiro, ficamos em baixo do chuveiro rindo. Ele dizia coisas safadas do tipo "seu chefe gozou duas vezes dentro de você, sua safadinha" e "nem deixe seus colegas de trabalho saberem disso". Eu ria com ele, estávamos felizes. No fim do banho, ele virou para mim e disse:
— Sabe, na verdade, não vai ter festa nenhuma. Eu te chamei em casa só para nos aproximarmos mais. Eu gostei de você, o que acha que ser minha namorada? - Disse ele.
Eu chamei ele de mentiroso na brincadeira, e disse que não me importaria se ele quisesse. Ele perguntou se eu não me importava com a diferença de idade, eu respondi que não, estava totalmente apaixonada por ele. O jeito que ele me dominou, que conduziu tudo, ele simplesmente me deixou maluca. Eram 14h quando saímos para comer. Eu com o mesmo vestido e o mesmo perfume. Os conhecidos dele viam ele comigo e ele dizia que eu era sobrinha dele, para não entregar. Almoçamos, comi sobremesa, me diverti muito, simplesmente tive um date completo com meu próprio chefe. Quando chegamos na casa dele novamente era perto das 20h da noite. Ele perguntou se eu gostaria de dormir na casa dele, pediu até permissão para minha mãe com a própria voz dele e ela deixou eu passar mais um dia "na festa" sem problemas e não se preocupou nem se eu teria roupa para isso. Quando foi chegando mais a noite, ele foi se soltando mais e falando coisas mais diretas:
— Você se importaria se a partir de agora você ficasse pelada o tempo todo dentro da minha casa até quando for embora?
— Claro que não. - Respondi.
Assim que fiquei pelada, ele me agarrou e me levou para o quarto dele. Eu já fiquei maluquinha, meu corpo pelado tocando o dele. Eu tenho 1.55, ele, quase 1.90, eu era praticamente uma boneca perto dele. Ele me colocou deitada na cama dele, e tímido, ele perguntou se eu poderia ser algemada e realizar o fetiche dele. Eu aceitei, claro, mas como nem tudo são flores, foi a partir daí que começou meu pesadelo. Assim que ele me algemou, parece que outra pessoa tomou conta do corpo dele. Ele rapidamente colocou uma mordaça em mim, e sem pensar muito, passou lubrificante no dedo e começou a penetrar meu cu. O dedo dele era grosso, ele começou penetrando um mas em menos de 10 segundos colocou outro. Eu me sentia desconfortável, mas confiava totalmente nele, então só aceitava calada. Ele foi me abrindo aos poucos e passando mais lubrificante, e quando sentiu que estava bom, colocou o pau na entrada do meu cu e começou a forçar. Bom, meu cu é apertado, o pau dele era muito grande, demorou bastante para entrar só a cabeça. Eu sentia ele estranho, estava com uma expressão estranha, eu não sei descrever direito mas era basicamente uma expressão de "a partir de agora, você tá fudida". Senti um gelo na barriga, dito e feito, não demorou nem 10 segundos e ele começou a forçar. Botou força e violência e começou a me arrombar. O pau dele ia entrando aos poucos, eu comecei a entrar em desespero. A dor tomou conta de mim e eu comecei a me mexer desesperada tentando sair daquela situação. Eu soltava gritos mas era abafados pela mordaça, quando eu percebi o perigo real, comecei a ficar ansiosa e chorar. Ele me dominava como se eu não fosse nada e continuava me forçando. Eu sentia rasgar, gritava e gritava e não saia nada.
— Isso, pode se desesperar. Você é minha, nada vai te tirar de mim. - Disse ele.
De repente, ele tirou com tudo, passou lubrificante e voltou a forçar. Ele estava mesmo querendo me arrombar. Não tinha entrado nem 1/3 do pau dele e eu já estava exausta. De repente, ele agarra minha cintura, começa a fazer tanta força contra meu quadril que eu ouço um rasgo, meus olhos reviraram e provavelmente ele tinha realmente rasgado alguma coisa dentro de mim. A dor foi tanta que pareceu que eu tomei um tapa na cara. Na hora começou a arder. Para tentar fugir da dor, meu corpo começou a se contrair e foi nessa que apertou o pau dele e ele começou a gemer e meter igual cachorro. Isso estava deixando ele doido de tesão, tanto que começou a meter rápido e forte como se estivesse prestes a gozar. Eu via estrelas, a dor era tanta que me deixava tonta e escurecia minha vista. Ele metia de forma bruta, como se quisesse me destruir, cada vez mais forte e com mais vontade. Foram 10 minutos nesse sofrimento até ele finalmente gozar. O pau dele entrou somente até a metade, ele forçou fundo e gozou. Quando tirou, sentia meu cu pulsando, ardendo, doendo muito. Eu chorava sem parar de dor. Ele colocou o pau perto do meu rosto e eu pude ver ele marcado com sangue.
— Pode chorar, chora que é melhor. Agora você está sofrendo, jajá isso não vai ser nada para você. - Disse ele.
Em questão de minutos, ele derramou o resto do frasco de lubrificante no pau dele e começou a meter no meu cu de novo. Eu que estava tonta e lerda, voltei a tomar pirocada. A essa altura eu só gemia baixo e aceitava calada. Doía, doía muito. Aos poucos fui relaxando o cu e perdendo as forças, ele foi penetrando mais e mais, depois de uma hora, já estava quase enfiando até as bolas em mim. Dessa vez, ele não foi carinhoso, gentil ou encantador, e sim bruto e maldoso.
— Olha Amanda, você tá aguentando meu pau inteiro na sua primeira vez comigo. Nem minha esposa conseguiu fazer isso. - Disse ele.
Aguentando? Bom, eu não estava aguentando nada. Eu já estava praticamente desmaiada e ele não parava de meter no meu cu. Meu buraco que era minúsculo provavelmente já tinha quadruplicado de diâmetro. Eu pude contar, ele gozou quatro vezes seguida dentro do meu cu. Quatro vezes. Quando ele me soltou e tirou minha mordaça eu já estava quase desacordada. Lembro de algumas pequenas memórias dele me lavando e tirando o sangue que foi pra todo lado. Após isso, lembro de me acordar bem depois, no meio da madrugada com meus braços algemados e ele fudendo meu cu. Ele já estava a um bom tempo nisso, mesmo desacordada ele continuava me estuprando. A parte ruim é que, quando eu retomei totalmente a consciência, não doía mais. Eu digo que é ruim porque praticamente fiquei a madrugada toda levando pica no meu cu sem descanso, enquanto ele bebia e se divertia. Foram mais de três horas seguidas facilmente acordada olhando pro travesseiro enquanto sentia um pau enorme entrando e saindo de dentro de mim. O pior de tudo veio no meio do ato, quando ele pegou o celular e começou a mostrar tudo: fotos, vídeos, áudios dele me fudendo. Ele disse que o sofá dele tinha microfones escondidos, eu pude ouvir claramente eu mesma implorando para ele me comer, chamando ele de papai e falando que eu era a putinha dele. Ele não escondeu as intenções de me chantagear com aquilo. Quase no final do ato, ele colocou os vídeos dele estuprando meu cu. Ao ver aquilo enquanto levava vara, algo despertou em mim. De repente, depois de tanto sofrimento, senti tesão. Porém era diferente, dessa vez não era um tesão verdadeiro. Era um tesão forçado, um misto de sentimentos. Ao ver aquelas fotos/vídeos e imaginar onde eu tinha me metido, junto com a sensação de confiar no cara errado, pensamentos e memórias, a sensação de estar sendo penetrada, as memórias do quanto ele me humilhou verbalmente, o trauma daquela situação, tudo isso acumulou, e para o meu pesadelo, essa sensação me transformou em uma puta completa. Minha buceta começou a pingar, eu que estava vendo o vídeo com cara de apatia, agora estava babando. Ele obviamente percebeu isso e começou a dar risada e me humilhar ainda mais. O primeiro tapa que ele deu na minha bunda foi tão forte que eu revirei os olhos. Ele começou a meter freneticamente no meu cu e me tocar, meu tesão foi a mil, ele continuava sem parar. Senti um choque no meu corpo, meus músculos começaram a se contrair por inteiro, parecia que eu estava possuída. De repente, tive um orgasmo. Foi tão forte e tão bom que eu cheguei a chorar. Ele não parou, continuou metendo. Tava bom, muito bom. Foi então que, pela última vez, ele gozou dentro de mim. Depois que ele tirou o pau de dentro de mim, ele sentou na cama. Tava tudo sujo, tinha porra para todo lado, mesmo assim, ele me colocou no colo dele com os braços algemados para trás e entrelaçou minha perna nele.
— Não se culpe por gostar disso. Você é apenas uma garotinha gostosa. Você nasceu justamente só pra isso, o seu destino é ser viciada em ser estuprada e você só está abraçando ele. A partir de hoje sua vida mudou, você não vai mais trabalhar. Eu vou pagar seu salário e você vai ser minha bonequinha de estupro. Sempre que eu mandar você vai vir para cá e eu vou fazer exatamente o que fiz com você, te encher de piroca a força e fazer você gozar igual uma putinha. Quando eu cansar, você nunca mais vai me ver e nunca mais vai falar sobre isso para ninguém. - Disse ele.
Sim, ele soltou a frase mais genérica possível, a frase que você lê em todos os contos, mas para mim, foi como se ele tivesse me torturado psicologicamente. Ele percebeu que conseguiu o que queria, me soltou e nem precisou fazer esforço para eu entender. Ele já sabia que eu não ia mais denunciar ele, que eu não tinha mais escapatória, que já tinha me manipulado e entrado na minha mente. Após isso, dormi das 5 até meio dia, quando ele me acordou novamente para transar. Meu corpo estava diferente, eu senti que, de alguma forma, eu cresci. Foi como se tivesse encontrado um propósito da minha vida de repente. Mesmo com o rabo todo dolorido, meu corpo doendo para se mexer, exausta, com fome e sono, ao transar com ele novamente, tive o melhor sexo da minha vida. Eu parecia outra pessoa. A maneira como ele passou a me tratar, como se eu fosse um brinquedo temporário para ele, me fazia enlouquecer de tesão. Após passar a tarde toda transando, finalmente ele me liberou, eu me arrumei, coloquei meu vestido e ele me levou para minha casa. Minha mãe nem estava lá. Eu estava acabada, exausta, faminta. A primeira coisa que fiz foi me olhar no espelho. Ao ver a situação do meu corpo, não aguentei e comecei a tocar uma. Assim que terminei, peguei meu celular e já tinha mensagem dele: "Te quero amanhã, venha com short curto e cropped". No dia seguinte, estava na casa dele, levando pica algemada. Bom, não posso negar, ele sentiu certo apego em mim. Quando ele me soltou e ficamos deitados agarrados um com o outro, eu perguntei porque ele tinha feito aquilo.
— Eu me apaixonei por você desde a primeira vez que te vi. Queria você por completa, o melhor jeito pra te ter pra sempre seria te viciando na minha pica, e foi o que aconteceu. - Disse ele.
— Mas eu sofri muito. Dói muito toda vez. - Respondi.
— Foda-se, agora você vai gostar pra sempre e está viciada. Não tem pra onde fugir. - Disse ele.
— É claro que eu vou te dar dinheiro, sair com você, vamos nos divertir, mas na minha casa, você é meu brinquedo e nada mais. Você é só minha, se eu souber que você teve pelo menos flerte com outro cara, todas as fotos/vídeos sua sendo minha puta vão parar nos lugares onde você menos imagina. - Disse ele.
— Não se preocupe, eu vou ser só sua. - Respondi.
Depois disso, fomos nos tornando tão íntimos a ponto dele me pedir em namoro, mas em segredo. Quando completei 18, assumimos. Todo mundo entrou em choque, minha mãe já sabia mas não ligava muito. Comecei a viver como uma princesa. A antiga esposa dele? Ele separou dela no mesmo dia que me estuprou. Desde então estamos juntos. Eu namoro com ele, vivo uma vida de princesa, mas em casa, ainda tenho que andar pelada o tempo todo, usar coleira, ser forçada, tenho que dar mesmo quando não quero, se não ele me estupra de novo (já aconteceu várias vezes), mas vivo feliz. Ele me paga tudo, diz que meu corpo é viciante e jamais se enjoaria. Já tenho casa, já dei um ap pra minha mãe, tenho celular, roupa, bolsa, tudo novas, já saí do país diversas vezes com ele. As vezes ele me faz realizar alguns fetiches estranhos como sair de saia sem calcinha, com pouca roupa, me faz usar coleira em público, não me deixa usar sutiã... umas coisas meio humilhantes, etc. Bom, essa é minha história, falei para ele se podia postar e ele deu permissão, vou deixar algumas fotos minha aqui anexadas, caso duvidem da veracidade do conto, me chamem no tele @pqxdm. Se quiserem faço mais contos sobre nossas aventuras em outros países e o que ele já me fez passar.

Obrigada por lerem, beijos. 🙂

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Comentários (2)

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  • Rc: Você realmente e linda ❤️!

    Responder↴ • uid:1ee9wuynguuo
  • Eróticobam: Que delícia né conto esperando por mais contos seu

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