#Corno #Incesto #Lésbica #Traições

Mãe e filha: esposas de pescadores

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Dani

Eu me chamo Daniel. E eu não caço mulher de perfume, de cabelo liso de salão, de boca de menta. Eu caço cheiro. Axila no fim do dia. Couro cabeludo com sol e sal. Boca que não passou fio dental. Bundas que passaram o dia em banco de madeira, em rede, em barco. Mulher comum. Mulher de verdade. Mulher que o marido sai para o mar e deixa em casa o corpo inteiro sem defesa.

Ponta de Pedras. Litoral norte de Pernambuco. Água verde demais. Recife raso. Barco velho, tinta descascando, corda úmida. Eu levei duas.

A da direita é a mãe. Pele mais queimada, cabelo preto molhado grudado nas costas, aquele olhar de quem já pariu, já xingou, já gozou escondido e ainda assim ri com a boca aberta. A da esquerda é a filha. Óculos, mecha loira, dentes à mostra no sorriso nervoso, bunda mais alta, mais redonda, ainda com vergonha de estar nua demais sob o sol.

Dois meses.

Dois meses de conversa na beira da feira, de carona até o porto, de “deixa eu te mostrar um vídeo no celular, é brincadeira, vocês vão rir”. Dois meses ouvindo elas falarem dos maridos no alto-mar, da casa sem ventilador, do cheiro de peixe que não sai da unha. Dois meses até o dia em que os dois homens embarcaram juntos e eu falei:

— Tem um pontal que não chega ninguém. Eu ensino uma coisa. Vocês só vão se olhar. Se não gostarem, a gente volta.

Elas riram. A mãe cutucou a filha.

— Esse menino é doido.

Mas subiram no barco.

O motor velho morreu longe da praia. Só recife, só água clara, só o sol batendo nas costas nuas delas quando eu pedi para tirarem a roupa. Não pedi de uma vez. Pedi o top. Depois o short. Depois a calcinha. A filha ficou de óculos e nada mais. A mãe tirou tudo sem cerimônia, como quem já lavou roupa no rio. As duas se viraram para mim de quatro no assoalho rachado, olhando por cima do ombro, rindo, o cabelo escorrendo água salgada pelas vértebras.

— Assim? — perguntou a filha.

— Assim.

O cheiro veio primeiro. Sol quente na pele. Sal. Um fundo de sabão de coco barato que já tinha ido embora. Axila. E, quando o vento virou, o cheiro de bunda. Não perfume. Corpo. Eu fiquei duro só com isso. Sempre fico.

— Cheira ela — eu falei para a filha.

Ela riu alto.

— Oxe, Daniel, tu é maluco.

— Cheira. Abre. Bem aberto.

A mãe riu também, mas já estava se curvando mais, as mãos nas próprias nádegas, abrindo. A fenda escura, o cu fechado, o calor. A filha chegou o rosto. Fez careta.

— Tá podre, mãinha.

— Tá mesmo — a mãe concordou, rindo. — Vai embora esse doido.

Mas a filha não foi embora. Inspirou de novo. Mais fundo. O nariz encostou. A mãe soltou um “ai” baixo, quase vergonha. Eu mostrei no celular o que eu queria: mulher cheirando mulher, língua depois, sem pressa. Elas assistiram. A filha mordeu o lábio.

— Isso é coisa de doente.

— É. E vocês estão no barco.

A mãe olhou a filha.

— Faz, menina. Depois eu faço em ti. Se for nojo a gente para.

Não pararam.

A língua da filha saiu tímida. Uma lambida curta no meio da fenda. A mãe fechou os olhos. O barco balançou. Eu pedi mais. Abre mais. Lambe o cu. A filha obedeceu rindo e nojenta ao mesmo tempo, o óculos escorregando, a saliva brilhando no sol. A mãe começou a se tocar na frente, dois dedos na buceta, gemendo baixo para o mar não ouvir — como se o mar fosse vizinho.

Trocaram.

Agora a filha de quatro, bunda alta, a mãe atrás, cabelo preto pingando na lombar da menina. A mãe cheirou sem nojo fingido. Cheirou como quem já conhecia aquele corpo desde o parto e mesmo assim nunca tinha cheirado daquele jeito. Lambeu. A filha deu um grito curto, riu, xingou.

— Manhinha, pelo amor de Deus.

— Cala a boca e abre.

Eu botei a mão da mãe na buceta da filha. Quente, molhada já. Depois a mão da filha na da mãe. Os dois pares de dedos se mexendo, o som molhado misturado com água batendo no casco. Eu cheirei as duas axilas. Uma depois da outra. Sal, pele, um azedo gostoso que me deixou tonto. Mandei elas cheirarem uma à outra de novo. Mandei a filha cuspir na cara da mãe.

Ela hesitou.

— Cuspe.

Cuspiu. A saliva escorreu no canto da boca da mãe. A mãe riu, passou a língua, cuspiu de volta no peito da filha. Eu pedi tapa. Leve primeiro. Depois mais. A filha estapeou o rosto da mãe e ficou vermelha de vergonha. A mãe devolveu. O óculos quase caiu. As duas riam e xingavam:

— Tu é doida, filhinha.
— Tu que é, manhinha. Esse Daniel é um louco. Um maluco. Olha o que a gente tá fazendo.

Começaram a gostar. Isso é o que acontece. O nojo vira calor. O calor vira vontade. A vontade vira “faz de novo”.

Eu lambi o cu das duas. A mãe primeiro. Língua dura, ponta no anel, o gosto de pele e sol e um amargo que só existe ali. Ela gemeu alto demais. A filha assistiu, se tocando, falando:

— Ele tá lambendo tua bunda, mãinha. Ele é doente.

Depois a filha. O cu dela mais apertado, mais nervoso. Eu enfiei a língua. Ela empurrou para trás. A mãe segurou o cabelo dela e falou no ouvido:

— Deixa o doido. Deixa.

Anal no barco.

Gel eu tinha levado. Pouco. O resto foi saliva e o que o corpo deu. A filha primeiro, de quatro no banco rachado, mãos na borda, o mar verde na frente. A cabeça do meu pau encostou. Ela pediu para ir devagar. Entrou mesmo assim com dor. Ela choramingou, xingou, pediu para parar e no mesmo fôlego pediu para continuar. O cu abriu aos poucos, quente, apertado, o anel queimando em volta. A mãe estava do lado, olhando, uma mão na própria buceta, a outra abrindo a bunda da filha para eu ver tudo.

— Tá doendo, filhinha?
— Tá. Não para. Manhinha, não deixa ele parar.

Fodi fundo. O barco rangia. O sol queimava minhas costas. O cheiro delas misturado com o meu. Tirei do cu da filha, o pau brilhando, e botei na cara da mãe.

— Cheira.

Ela fez careta e cheirou. Lambeu. Olhou para mim.

— Tu é um desgraçado, Daniel.

Enfiei no cu da mãe. Mais folgado, mais fundo de primeira, mas ela gemeu igual, a voz mais grossa, o “ai, meu Deus” que as vizinhas nunca ouviram. A filha, ainda aberta, se tocando, chegou o rosto e cheirou o pau quando eu tirei de novo. As duas se xingando e se elogiando no mesmo minuto.

— Abre essa bunda, manhinha.
— Cala a boca, novinha. Tu que tá gozando no dedo.

Troquei. Cu da filha. Cu da mãe. A zona inteira. Dedo no cu de uma enquanto eu fodia a outra. Boca de uma no peito da outra. Tapa. Cuspe. A filha chamando de manhinha com a voz quebrada. A mãe chamando de filhinha com a mão no cabelo dela. Elas diziam que nunca tinham gozado daquele jeito. Que não conheciam. Que eu era louco. Que os maridos não podiam saber. Que se alguém passasse de barco estava tudo perdido.

Ninguém passou.

Na hora de gozar eu puxei as duas de joelhos no assoalho molhado. Bocas abertas juntas, línguas para fora, óculos torto, cabelo grudado. Gozai na boca das duas. Grosso, quente, escorrendo no queixo, pingando no peito. Elas se beijaram. Trocando. Lambendo uma a boca da outra, se tocando, gemendo no beijo, gozando de novo com os dedos uma na outra, a mãe dizendo “isso, filhinha” e a filha respondendo “manhinha, não para”.

O barco balançava. A água batia. O sol não perdoava.

Elas riram depois. Um riso cansado, sujo, descrente.

— Semana que vem tu some, né? — falou a mãe.

Eu não respondi data. Não respondi lugar. Só falei o que sempre falo:

Quem quiser as loucuras do Daniel, acompanha o perfil em selmaclub.com . Semanalmente sobe alguma. Sem avisar quando. Sem avisar com quem. Só sobe.

Elas se vestiram devagar. O cheiro ficou no barco. Ficou em mim. Ficou nelas, uma na outra, de um jeito que o marido no mar nunca vai entender.

Eu voltei o motor. Ponta de Pedras ao longe. Duas mulheres comuns no banco, coxas juntas, ainda úmidas, ainda se olhando de canto.

E eu já pensando na próxima.

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