#Coroa #Gay #Grupal #Trans

Sou TRAVESTI, linda, pau enorme e torto, que os machos adoram.

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Aninha

O quarto cheira a lube barato, pele quente e ar-condicionado velho. A câmera está baixa, no ângulo que todo mundo já conhece: colchão com estampa de folha, parede cinza, luz dura demais. Ela está nua, pernas abertas, o pau grosso e torto tombado para o lado, a glande inchada, a pele do tronco esticada, as veias saltadas. O celular na mão esquerda. A mão direita sobe e desce sem pressa. Quando o gel cai, o som é úmido, grosso, quase obsceno. Ela olha para a lente como se já soubesse que daqui a pouco alguém vai pagar para sentir exatamente aquilo — não o vídeo. O peso. A curva. A dor.

Ninguém no Brasil inteiro contrata a Maya só porque ela é bonita. Contratam porque o pau dela não mente. Duro demais. Grosso demais. Torto o suficiente para raspar onde o corpo de um homem não está acostumado a ser raspado. Empresários de Recife, Goiânia, Campinas, Belém, interior de São Paulo. Homens que fecham contrato de milhões de manhã e à noite pedem, baixo, no WhatsApp: “vem. sem nome. sem foto minha. e entra fundo.”

Ela postou o vídeo. Só isso. Sem data. Sem “hoje à noite”. Sem “estou em tal cidade”. Semanalmente sobe alguma coisa no perfil — um close da curva, um gemido cortado, a mão tatuada espalhando lubrificante, o pau batendo no próprio ventre. Quem quer o resto procura o perfil. Quem quer o corpo, paga.

O primeiro relato que correu foi o do universitário.

Vinte e um anos. Filho de um dono de frigorífico do interior. Quarto de motel barato perto do campus, ar-condicionado pingando, TV muda no jornal. Ele chegou de cueca, já tremendo, já pedindo desculpa. Maya mandou ele de quatro na beira da cama. Não pediu beijo. Passou o pau inteiro no meio das nádegas dele, só para ele sentir o tamanho, a temperatura, o quanto aquilo era pesado. O menino engoliu seco.

— Fala se quiser que eu pare.

Ele não falou.

O lubrificante escorreu pela fenda, esquentou no contato. A cabeça torta encontrou o ânus fechado e empurrou. Não entrou de uma vez. A curva obrigou o corpo dele a abrir em outro ângulo. Ele gemeu alto demais para um motel de parede fina. Maya segurou o quadril dele com as duas mãos tatuadas e avançou centímetro por centímetro. Cada veia raspava. Cada pulso do pau dela batia dentro dele como se quisesse marcar território. Quando o grosso passou pelo anel, o universitário chorou sem lágrima — só o som quebrado, o “porra, dói, dói, não para”. Ela não parou. Enterrou até a base. As bolas pesadas bateram na pele dele. Ficou assim, fundo, imóvel, deixando o corpo do menino aprender o formato.

Depois fodeu lento. O pau torto ia e vinha raspando a próstata de um jeito que ele nunca tinha sentido com brinquedo nenhum. Ele gozou sem a mão, esperma no lençol floral, gemendo no travesseiro para a recepção não ouvir. Maya só tirou quando ele estava mole, suado, pedindo mais um pouco “só a cabeça”. Deixou a cabeça. Empurrou de novo. Ele gozou segunda vez quase seco.

O pai nunca soube. Os amigos da faculdade nunca soube. No grupo, ele só mandou: “vocês não têm ideia.”

O segundo relato veio de um empresário de setenta.

Cabelos brancos, relógio caro, mãos manchadas. Mulher em casa. Filhos adultos. Funcionários que o chamam de doutor. Ele pediu trilha. Não motel. Uma trilha fechada no fim da tarde, depois que o último grupo de turista desceu. Maya chegou de shorts e top, o pau já semi-duro marcando o tecido. Ele ajoelhou no chão de terra, abriu a boca, engoliu o que coube. Saliva escorreu no queixo. O gosto era de pele, gel e suor. Quando ela puxou o cabelo branco dele e enfiou até o fundo da garganta, o velho engasgou e pediu com a mão para continuar.

Ela virou ele de frente para uma árvore. Calça abaixada até o joelho. O pau dela, agora completamente duro, brilhava de lube. A entrada foi mais difícil. Setenta anos, músculo menos elástico, orgulho ainda intacto. Ele mordeu o próprio pulso para não gritar. Maya falou baixo no ouvido:

— Seus funcionários acham que o senhor está em reunião. Sua esposa acha que o senhor está no sítio. Eu estou no seu cu. Respira.

Entrou. A curva fez o velho dobrar o joelho. A espessura abriu demais. Ele gemeu como animal. Ela fodeu ali, no meio do mato, o som molhado misturado com cigarra e vento. Cada estocada fazia o pau dele balançar, mole no começo, depois duro de novo só com a pressão interna. Ele gozou na casca da árvore, as pernas tremendo. Maya não gozou ainda. Tirou, passou o pau sujo na boca dele outra vez, e só então veio — grosso, quente, escorrendo pelo queixo branco, pingando no chão de folha.

Ele pagou em espécie. Pediu para ela não mandar áudio. Pediu para ela postar o vídeo da trilha sem o rosto dele. Ela postou só o som. Quem conhece o gemido reconhece.

Teve motel de beira de estrada em Minas. Teve cobertura em Balneário. Teve banheiro de escritório depois das dezoito, porta trancada, ele sentado na privada, ela em pé, o pau descendo na garganta até ele tossir. Teve carro estacionado em descida de serra, vidro embaçado, ele no banco de trás de quatro, ela atrás, a curva batendo tão fundo que ele pediu para parar e no segundo seguinte pediu para não parar.

Mulheres também chamam.

Não muitas. As que chamam já viram o vídeo. Já viram o pau torto subindo e descendo na mão tatuada, o gel escorrendo, o olhar dela no celular como se estivesse lendo a proposta de alguém. Uma empresária de trinta e poucos, casada, mandou o endereço de um spa no interior. Quarto isolado. Cama branca. Ela queria ver de perto. Queria sentir na mão primeiro. Maya deixou. A mulher envolveu o pau com as duas mãos e mesmo assim sobrava. Riu nervoso.

— Isso não cabe.

— Cabe. Devagar.

Maya deitou. A mulher montou de costas, guiou a cabeça. A entrada na buceta já foi apertada. Quando o grosso passou, ela gemeu alto, unha cravada na coxa da Maya. O pau torto fazia um ângulo que raspava o ponto certo demais. A mulher gozou rápido, molhada até o lençol. Pediu para virar. Pediu o cu. Maya passou mais gel, abriu com dois dedos, depois com a cabeça. A empresária chorou de verdade dessa vez — não de arrependimento, de excesso. “Enfia. Enfia tudo. Minha empregada não pode saber que eu pedi isso.” Maya enfiou. Fodeu até a mulher gozar de novo, sem toque no clitóris, só com a pressão interna da curva. Depois a mulher pediu para chupar o pau sujo dela. Chupou. Engoliu o que veio.

No perfil, Maya só subiu um close da mão da mulher na base. Sem rosto. Sem cidade. Quem quiser o resto, procura o perfil.

O relato que mais circulou — o que deixou o vídeo viral de novo — foi o dos dois.

Dois sócios. Quarenta e poucos. Um mais largo, outro mais alto. Combinaram no mesmo motel, quarto com espelho. Chegaram já de cueca. Já tinham combinado entre eles: primeiro eles nela. Depois ela nos dois.

Maya deitou de lado. O mais largo passou gel no cu dela e enfiou o pau dele com calma. Ela gemeu baixo, o próprio pau batendo no ventre. O mais alto ajoelhou na frente e enfiou na boca. Depois trocaram. Depois os dois quiseram ao mesmo tempo.

DP anal.

Ela de quatro. O primeiro já dentro, fundo. O segundo encostou a cabeça no mesmo buraco, já ocupado, e empurrou. Maya prendeu a respiração. O anel ardeu, esticou, cedeu milímetro por milímetro. Dois paus dentro do mesmo lugar. O peso. A pressão. Ela gemeu alto demais. A mão tatuada foi sozinha até o próprio pau e bateu rápido, desesperada. Os dois sócios se olharam no espelho e foderam no mesmo ritmo, um pouco dessincronizado de propósito, para ela sentir cada um separado e os dois juntos. Maya gozou assim — pau latejando, esperma no lençol, o cu pulsando em volta dos dois eixos.

Eles tiraram. Ela ainda tremia. Então virou.

— Agora vocês.

O mais largo de quatro primeiro. Maya passou o que restava de gel no pau dela — ainda duro, ainda grosso, ainda torto — e enfiou de uma vez até onde o corpo dele aguentou. Ele gritou no travesseiro. O sócio assistiu, punhetando. Depois foi a vez do outro. Maya fodeu os dois. Um depois do outro. O mesmo pau que eles tinham acabado de usar nela agora abria eles. A curva fazia cada um dobrar de um jeito diferente. O mais alto pediu para ela falar putaria. Ela falou. Baixo, sujo, dizendo que os funcionários dos dois achavam que a reunião tinha atrasado por causa de planilha.

Eles gozaram. Ela gozou de novo, no cu do segundo, fundo, quente, escorrendo quando tirou.

Ninguém no escritório soube. As esposas não souberam. No perfil, Maya postou só a mão tatuada limpando o pau com a toalha do motel. O restante ficou para quem paga, para quem acha o perfil, para quem já sabe que semanalmente sobe alguma coisa — um gemido, um close, um ângulo novo da mesma curva.
T
Ela não diz quando. Não diz onde. Não diz o nome de ninguém. Tudo eu posto em selmaclub.com

Só o vídeo. O quarto cinza. O pau duro tombado. O gel caindo. O olhar no celular. E a certeza, para quem assiste até o fim, de que em algum lugar do Brasil um homem de terno ou um menino de vinte ou uma mulher casada está agora mesmo pedindo, baixo:

Vem.

Enfia.

Não conta para ninguém.

E ela vai.

Comentários (2)

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  • patricio: dei muito o cu pra travestis de pau torto e todo tipo de pica ,que era uma delicia chupar aquelas picas e depois levar no cu gostoso

    Responder↴ • uid:g3ivh0fic
  • anônimo: Grande e torto, só imagino... @pernambucano09

    Responder↴ • uid:5h7a6rhi