Dando Uma Surra De Vara No Enteado Pra Ele Aprender
Moleque novinho dá o cu para os malandros do bairro. O padrasto fica sabendo e vai dar uma lição nele, pra ele valorizar a rola que tem dentro de casa.
Ler o conto anterior: “Enganado Pelo Malandro e Currado...” Vai te fazer ter um prazer maior com esse a seguir.
*****
Tem um ditado muito sério que diz: “Pai é quem cria, não quem faz”. Eu sempre pensei assim, ainda mais depois que me casei com uma mulher que já tinha um filho pequeno, a quem eu criei e eduquei como se fosse meu filho, ele até me chama de papai, de vez em quando.
Betinho, é esse o nome do moleque, é um bom menino, estudioso, respeitador, gosta de jogar vôlei na escola com os amigos, e é também um moleque muito bonito. Tem um corpinho de atleta, mesmo tendo apenas 16 anos, mas como sempre se exercitou desde muito novinho, desenvolveu um físico de dar inveja. Tem as coxas grossas e a bundinha bem redonda, parece até uma bundinha de menina. Eu sempre achei o moleque uma delícia, mas sempre o vi como um filho, mesmo percebendo que ele é delicadinho, meio afeminado, nunca tentei nada sexual com ele.
Porém, nos últimos tempos, tenho percebido que ele tá mais solto, mais atrevido, querendo sair à noite, o que me preocupa, pois tenho medo dele sofrer alguma violência nesse mundão tão intolerante.
Eu estava desconfiado que ele tinha arrumado algum namoradinho no colégio. Eu sabia que esse dia chegaria, só queria que ele tomasse cuidado para não cair nas garras de malandros.
Eu me chamo Rafael, mas todos me chamam de Moreno, por causa do meu sobrenome. Tenho quarenta e cinco anos, sou moreno bem escuro, corpo muito forte, devido ao trabalho pesado, já que sou mecânico e trabalho numa oficina aqui perto do bairro onde moro, sou também um homem meio bruto no modo de tratar, não sou muito de delicadezas.
Nunca tive intimidades com o meu enteado, mas dia desse peguei ele me olhando com olhos de gula, enquanto eu me enxugava, aquilo até me deixou com o pauzão meio duro, mas me contive, afinal considero o moleque como filho, embora o sexo no casamento esteja bem morno, eu me controlo para ser um cara correto, mas aquele olhar do moleque era olhar de quem já estava provando macho na rua e isso me deixou com a pulga atrás da orelha.
Essas minhas desconfianças aumentaram, quando eu fui hoje pela manhã na barbearia de um conhecido aqui do bairro, um negão imenso e bruto, chamado Jamaica e ele, que nunca tinha tido nenhum contato com meu enteado, pelo menos era o que eu imaginava, me perguntou pelo moleque, com uma certa malícia na voz.
— E aí Moreno, tudo bem? O que você vai querer hoje?
— O de sempre, Jamaica. Apara um pouco os cabelos e depois dá um trato na barba.
— E o enteadinho bonito? Como vai o garotão? – O negão perguntou com uma voz doce, maliciosa.
— Está bem, Jamaica. Sempre estudando e levando a vida dele da escola pra casa, como sempre fez. É um menino ajuizado. – Eu respondi, mas achando estranho aquele interesse. Em anos cortando o cabelo lá, ele nunca me perguntou pelo moleque.
— Eu sei como são esses meninos comportados, sei muito bem. Cuida bem do moleque. Ele vale ouro. – Ele me falou e piscou o olho para um outro freguês que estava sentado, esperando pra cortar o cabelo.
Essa pergunta do Jamaica me deixou intrigado. Eu sabia bem a fama do negão. Era gente boa, mas era muito safado. Nunca apareceu com mulher fixa e sempre falavam no bairro que ele gostava de comer cu de moleque veadinho, já que as mulheres não aguentavam levar a rola dele, pois tinha a fama de ter um pau de cavalo.
Saí da barbearia ainda intrigado e estava descendo a avenida, quando fui abordado pelo meu irmão Ivan, um vagabundo a quem eu não gostava de dar muita conversa, pois era um aproveitador, malandro e já tinha sido até preso.
— Oi meu mano veio, tudo bem contigo? Como vai as coisas em casa. – Ele perguntou, já com um bafo de cerveja.
— Está tudo bem sim Ivan, todos na Santa Paz. Você não acha muito cedo pra já estar com bafo de bebida? – Eu questionei, bancando o irmão mais velho e bravo.
— Você não perde essa mania de dar lição de moral nos outros, né? Será que você não pode falar normal com o seu maninho aqui? Bora ali no boteco pagar uma gelada pra mim, faz tempo que a gente não se fala. – Ele falou, me puxando pelo braço.
— Você sabe que eu não bebo na rua, muito menos a essa hora do dia. – Respondi.
— Vamos lá mano, deixa de ser bruto. Eu sei que você tá de folga hoje. Eu te vi indo cortar o cabelo lá no Jamaica.
Para não bancar o santo eu resolvi ir com ele até o bar. Era meio da tarde, estava muito calor, não seria nenhum sacrifício tomar uma gelada e ouvir as mentiras dele. Com certeza aquela conversa ia acabar com ele me pedindo dinheiro emprestado, como sempre fazia e nunca pagava.
Me empolguei e tomei umas três garrafas com ele, já estava me sentindo leve, quando ele me fez uma pergunta que me deixou ainda mais intrigado.
— E aquela belezura de seu enteado, como vai? Gosto daquele moleque bonito. Quero estar mais perto dele. – Nessa hora eu me alterei.
— Ele está bem, mas eu não quero você perto do moleque não. Ele é um menino direito, está estudando, não quero ele em sua companhia não. – Ele me olhou indignado e respondeu bravo, se sentido ofendido:
— Tu se achas muito bom, né meu irmão? Acha que tua família é perfeita e bem melhor do que eu. Devia prestar mais atenção naquele teu enteado veadinho. Garanto que tu ias mudar de opinião se soubesse o que eu sei.
— O que é que tu tá falando, infeliz? Já tá bêbado, né? O moleque é um menino direto sim. Desembucha logo teu veneno que eu tenho mais o que fazer. – Respondi bravo, já virando mais um copo de cerveja.
— Vou te contar, mas quero que fique só entre nós, não quero que você brigue com o moleque. Eu prometi guardar segredo.
Ele falou isso meio baixo, para ninguém no boteco ouvir. Me contou que tinha encontrado com o moleque na casa de um parceiro dele da rua de cima, no sábado passado e que o moleque estava no meio de uma roda de machos, dando o cu pra todo mundo. Eu pensei em dar um soco na cara dele, mas me lembrei da amiga do moleque indo lá em casa, contando uma história estranha e levando o moleque pra dormir na casa dela. Nessa hora eu achei que poderia ser verdade.
— Você tá é com mentira, seu malandro. Tá é com o rabo cheio de cachaça.
— Já que você não acredita em mim pergunta para o Jamaica. Até ele rasgou o cu do teu enteado santinho, com aquela rola de cavalo que ele tem.
— Tá maluco Ivan? Meu moleque não aguenta a rola daquele negão não. Tu tá é com mentira. – Eu ainda duvidava.
— Aguentou sim meu irmão. Gemeu muito, se contorceu, mas aguentou e ainda gozou com o pau do negão no cuzinho. O moleque é um valente. Deu conta de mais de cinco machos.
Nessa hora eu lembrei da cara do Jamaica perguntando pelo moleque e isso me confirmou tudo. Paguei a conta do boteco, dei um dinheiro para o infeliz do meu irmão e fui pra casa, fervendo de raiva. Eu esses anos todos respeitando o moleque e ele levando rola de vagabundo na rua.
Tomei um banho demorado. Vesti uma cueca e fiquei no sofá, bebendo mais, sentindo o sangue quente.
Assim que ele entrou em casa eu o confrontei, falei grosso e direto com ele:
— Eu encontrei meu irmão Ivan, hoje lá no mercado. A gente precisa ter uma conversa séria mocinho.
Ele me olhou com uma carinha assustada, que confessou tudo. Disse que ia tomar um banho e já voltava pra gente conversar. Minutos depois ele apareceu na sala vestindo só um calção levinho, sentou ao meu lado no sofá e deu um gole na minha cerveja. Eu o deixava beber um pouquinho de vez em quando.
— Seja o que for que teu irmão te falou, as coisas podem ser explicadas. – Ele me falou na defensiva.
— O que o teu tio me falou é que comeu o teu cu na casa de um malandro lá da rua de cima, não só ele, mas uma meia dúzia de machos. – Ele me olhou com os olhos arregalados, virou uma latinha de cerveja toda na goela, respirou e me respondeu gaguejando:
— Ele não é meu tio, ele é seu irmão. Esse assunto é minha intimidade, ninguém tem nada a ver com isso.
— Eu sou teu pai, moleque. Tenho direito de cuidar de você. – Respondi, admirado com a marra do moleque.
— Você não é meu pai, é meu padrasto. Eu gosto muito de você, te respeito, mas você não é meu pai. Vamos deixar isso claro.
— Você acha normal eu saber na rua, que você anda dando esse seu cu pra todo mundo, moleque atrevido? – Falei bravo. Ele virou outra latinha de cerveja e me respondeu com petulância:
— O cu é meu e eu dou pra quem eu quiser. Você, nem ninguém, tem nada a ver com isso.
Nessa hora eu perdi o controle. Já estava alterado pelo álcool, ele também parecia mais leve e atrevido depois das latinhas que virou. Eu puxei o moleque pelo braço e ele caiu quase sentado em meu colo.
— Se você queria tanto levar rola de macho, por que não pediu pra mim? Eu tenho muita rola aqui pra matar a fome desse teu cuzinho de veadinho. – Eu disse isso e segurei o meu pauzão por cima da cueca. Ele olhou assustado, não esperava essa minha reação.
— Para Moreno, você tá me machucando. – Ele falou manhoso, olhando para meu pau que já crescia dentro da cueca.
— Garanto que o pau de cavalo do Jamaica te machucou mais. Você quer rola, moleque? Aqui tem rola pra você. – Eu disse isso e arranquei minha cueca fora. Fiquei em pé na frente dele, com o cacetão duro e grosso apontado para a cara dele. Ele olhou com medo, mas com gula também, dava pra ver a cara de susto e desejo.
— Eu... Eu... – Ele gaguejou.
— Chupa, moleque! Mama o pauzão do teu padrasto. Eu sei que você tá querendo.
Ele segurou o pau pela base e lambeu a cabeça, passando a língua ao redor da glande, me arrancando um suspiro alto. Em seguida ele engoliu o caralho inteiro e eu senti a cabeça pulsando no fundo da garganta dele. Segurei em sua cabeça e fodi aquela boquinha como se fosse uma bocetinha quente e molhada.
— Ai Moreno, que pauzão gostoso que você tem! Se você queria tanto me foder devia ter me pedido antes. – Gemeu todo manhoso.
— Moreno não, moleque! Me chama de papai. Eu nunca pensei em fazer isso com você. Sempre tive vontade, mas não achava direito. Mas se é pra dar pros vagabundos da rua, eu também quero comer esse cuzinho gostoso. Vira pra mim. Me mostra esse cuzinho. – Eu ordenei, ele arrancou o calção fora e ficou de quatro no sofá.
Nessa hora eu vi o buraquinho mais gostoso do mundo. O cuzinho não era intacto, já tinha marca de uso, mas era uma delícia. Arreganhei aquelas polpas e meti minha língua dentro, sentindo o calor naquelas preguinhas dele. As poucas que ainda estavam intactas eu pretendia estourar ali, naquele momento.
— Ah que gostoso, Papai! Chupa meu cuzinho. Se eu soubesse teria dado há mais tempo pra você.
Eu ouvi aquilo e enlouqueci. Cuspi naquele orifício como um animal faminto e encaixei a cabeça de meu caralho na entradinha. Dei um tranco e a cabeça pulou pra dentro, sendo engolida pelo cu guloso do meu moleque.
— Empina o rabo, putinho! Papai vai te foder.
— Cuidado Papai! Fode com carinho. – O puto me pediu, gemendo feito uma cadelinha.
— Carinho é o cacete, moleque puto! Eu vou te estourar todo. Quem aguenta o pau do Jamaica e mais seis caras, não pode reclamar de nada.
Segurei na cintura do moleque e castiguei sem dó. Cada pancada de minhas coxas na bunda dele, ele gemia alto e isso me enlouquecia. Arrebentei aquele cu com raiva e tesão recolhido. Em pouco tempo eu gemi feito um bicho ferido e enchi o cu dele de leite grosso. Respirei e o pau continuou duro. Tirei de dentro apenas para colocar ele de frango assado em cima da mesa de centro. Entrei novamente e estoquei brutalmente.
Tirava o pau todo só para ter o prazer de socar novamente. O cu do moleque já estava aberto, meu pau entrava com facilidade. Ele ficou vermelho, se tremeu inteiro e gritou alto:
— Eu vou gozar paizinho! Arromba seu moleque. Eu vou gozar com seu pau no meu cu!
— Goza meu putinho! Goza gostoso. Cadelinha do papai. - Eu falei isso e dei dois tapas na carinha dele. O pau dele explodiu num gozo farto, jatos de porra fina que molharam até o rosto dele. Arranquei meu pauzão de seu cu e apontei para a carinha dele, queria marcar território. Dei um banho de porra na cara do meu moleque. Ele lambeu o que podia, provando pra mim, como era pervertido.
Tomamos banho juntos e ele me mamou novamente. Era um putinho insaciável. Depois de restabelecidos, fomos para a sala esperar a mãe dele chegar do trabalho.
— Nossa Moreno! Que surra de rola que você me deu. – Ele falou suspirando.
— Moreno não, putinho. Quando eu estiver te fodendo eu sou teu papai. A partir de hoje vai ser sempre assim. Vou estourar esse teu cu sempre que me der vontade. Quando você quiser mais macho, é só me avisar que eu te levo lá na oficina e ponho os marmanjos pra te foder.
Nessa hora o filho da puta me olhou com um brilho intenso nos olhos e passou a língua nos lábios.
****
Mais uma aventura do Betinho pra vocês.
Não deixem de votar e comentar. Isso me incentiva a escrever mais e melhor.
Abraços a Todos!!!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽


Comentários (4)
Carlos: Queria ser essa bichinha .
Responder↴ • uid:1czlwf9yxpc2Lagartixa: Carálho. Gozei
Responder↴ • uid:3vi2jybxzraPuta: Continua
Responder↴ • uid:mujccgb0jGustavinho: Fiz 14 anos faz pouco tempo e quero brincar numa rola de macho maduro , tenho padrasto tb mas nunca fiz nada ainda
Responder↴ • uid:g61zb738m