#Bissexual #Grupal #Lésbica

Casal bi maduro

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Alberto

Serei breve na introdução. Cheguei ao final da puberdade em meados da década de setenta, oriundo da classe média, acessei o ensino superior aos dezessete anos ainda virgem, o que era uma proeza para época em uma sociedade que ainda guardava distancia dos que ousavam um poucos mais. Talvez por isso acabei me aproximando tanto da Lucy para quem todos apontavam o dedo chamando-a de "mulher macho", o equivalente a lésbica de hoje, o que eu sabia não ser verdade, mas admirava seu corpo musculoso que hoje seria um corpo malhado e suas conquistas na área esportiva. Quanto a mim, era considerado pelas galinhas que estavam descobrindo como usar as pílulas e como entrar sorrateira em motéis que começavam a surgir, como uma ótima opção para depois de terem curtido bastante como um marido capaz de lhes garantir um futuro confortável. Aproveitava os finais de semana fazendo longas caminhadas ao lado de Lucy nas areias das praias de nossa cidade e durante a semana ocupávamos o mesmo banco do ônibus fretado para irmos a mesma universidade onde eu frequentava o curso de Engenharia Mecânica onde era tido como o mais CDF da turma e ela o curso de Educação Física, onde era tida como uma excelente esportista. Ambos tínhamos grandes segredos que apesar de nossa amizade que se consolidava a cada dia, não confessávamos, o que foi muito bom, pois em uma daquelas viagens para a Universidade quando o sol ainda não tinha saído, nos aninhamos em nosso banco e logo adormecemos. Acordei com a mão de minha amiga alisando meus peitos e percebi que ela o fazia dormindo, mais aquele carinho excitou-me de modo arrebatador e ousei então dar-lhe um selinho que a fez despertar, pronto, estávamos oficialmente namorando e passamos a trocar carinhos respeitosos e em pouco tempo tanto eu quanto ela passamos a assistir aulas com grandes marcas de chupadas no pescoço. Ter o pescoço chupado por aquela mulher que era dez centímetros mais alta que eu, sentir seus dedos fortes em forma de alicate apertar meus mamilos era equivalente a um ato sexual e evoluímos aos beijos de língua, mãos atrevidas e tudo mais. Quando estávamos estagiando em nossas respectivas áreas nos casamos. Casados descobrimos, sermos virgens e aprendemos juntos os prazeres do sexo, mas continuávamos sem confessar nossos desejos íntimos. Assim que fui efetivado como engenheiro em uma grande firma, recebi uma bolsa de estudo na Europa e quase no final daquele curso Lucy aproveitou as férias do colégio em que leciona e foi meu encontro. Matei as saudades daquela mulher que eu amava acima de tudo e de todos. No primeiro dia de Lucy em Solo Europeu, recebi na cama aqueles carinhos nas nádegas que me enlouqueciam e aquela pontinha de dedo na porta de meu anel que me fazia gozar forte. Como todos os jovens da época tínhamos o sonho de conhecer a Suécia, paraíso do liberalismo sexual da época e fomos até lá. Ali vendo-nos longe de todos, entramos em uma loja de produtos que se existia no Brasil não conhecíamos. Sabíamos que alguns "brinquedinhos" eram vendidos aqui em farmácia, mas nunca chegamos a falar sobre eles, mas ali entre consolos de todos os tamanhos e revistas coloridas mostrando mil putarias fizemos nossas primeiras comprar de produtos eróticos e conhecemos os primeiros os bares onde ninguém era de ninguém e Lucy se revelou ao ser beijada por uma loira novinha e maravilhosa. Me encantei ao ver minha mulher beijando aquela delícia, não foram preciso palavras acabamos os três em nosso quarto de hotel e vi minha musculosa esposa devorar os volumosos seios da alemã que também visitava a Suécia e em determinado instante Lucy olhou para mim com aquela cara de transtornada pela tesão e eu lhe disse em português: "Vai fundo, estou adorando". Lucy se soltou e a vi assumir sua bissexualidade ao devorar aquela buceta loira e já louco não perdoei ao ver o cuzinho rosa da alemã e comemos aquela maravilha juntos. Ainda naquele berço da sensualidade, nos confessamos liberais e no último dia naquele paraíso troquei meu primeiro beijo com outro homem, sob o olhar atento de Lucy. Voltamos ao Brasil com vários acessórios na mala e em nossa primeira noite após nosso regresso, aquela pontinha de dedo atrevida na portinha do meu cuzinho transformou-se em um dedo médio enterrado até o talo, o que deu um tesão louco não só a mim, mas a minha machinho também e gozamos forte já em perfeita cumplicidade. Passei a ter uma tesão louca no cu e na tarde de sábado em que Lucy me informou que tinha dado um amasso em uma colega de profissão que era assumidamente lésbica, nos embolamos na cama , conheci o que minha parceira tinha comprado e não tinha me mostrado, uma cinta com uma grande piroca de borracha que ela tencionava usar com sua namorada e naquela atmosfera tesuda, a fodedora colocou o pinto de borracha na minha boca, chupei o artefato como um viadinho, imaginando estar chupando um homem de verdade, o que fez com que parceira me colocasse de quatro, vestiu a cinta e usando bastante vaselina em minha argola virgem me fez sofrer a deliciosa dor da primeira penetração e constatar o dom que Lucy tinha para usar a cinta, engoli aquele cacete inteirinho e pela primeira vez minha mulher gozou segurando firme nos meu quadril, ajoelhada atrás de mim, produziu uma quantidade enorme de liquido que escorreu por suas coxas até o joelho. Passei a tomar no cu em todos os lugares de nosso apartamento e a sonhar em ter um macho dentro de mim. Algumas semanas depois de ser arrombado, ao chegar em casa ouvi gemidos e gritinhos vindo do quarto e só com aquele som delicioso me masturbei com um dedo no cu em pé junto a porta do quarto e quando estava embaixo do chuveiro conheci a Marcela, namorada de Lucy que nos apresentou a um novo circulo de amizade. Em uma sexta feira a noite fomos a nossa primeira festinha liberal e ali ainda meio acanhado me dei o prazer de chupar uma caceta real e antes do fim daquela noite, combinamos com um casal bi que o visitaríamos na noite seguinte. Dispostos a assumirmos sermos um casal diferente fomos ao encontro daquele casal bonito e ali fizemos sexo a quadro. Depois de muita chupação, apalpação as duas armaram um sessenta e nove e eu ajoelhei na mesma cama e recebi em um cu minha primeira piroca real assistindo minha mulher devorar e ser devorada pela mulher daquele macho que foi o primeiro a me fazer rebolar. Ainda hoje temos nosso circulo de amizades constituídos por casais cuja maioria têm filhos e netos que nem desconfiam do que fazemos quando nos reunimos.

Comentários (1)

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  • Iron: Nossa andou sua história como queria que minha mulher fosse como a sua seria a realização de um sonho pois acho que no sexo Vale tudo e com todos sexo e prazer .

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