#Corno #Coroa #Grupal

Chupei pica e tomeu leite demais nesse dia.

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A mais puta

Eu já estava nua na piscina quando os primeiros chegaram. A água morna batia na minha bunda, o sol queimava as costas e o meu cu já piscava sozinho, estufado, molhado, pedindo pau. Marquei com uns dez, machos casados, dotados, daqueles que as esposas recusam o rabo. Vieram seis. Só eu de mulher. Meu corno no canto, câmera na mão, olhando sem poder meter.

— Olha só o corno filmando — falei alto, virando o rosto para ele enquanto um moreno grosso já encostava o pau na minha boca. — Fica aí, corno. Grava direito. Depois você vai bater uma vendo sua mulher engolindo leite de outro.

O pau do moreno era grosso, veias saltadas, cabeça inchada. Eu abri a boca e desci até o fundo. A língua molhada passou na glande, chupei com força, senti o gosto de pele quente e de suor. Ele gemeu.

— Porra, essa boca é fogo.

Outro veio por trás. Mãos grandes abriram minhas nádegas. Dedo grosso passou no meu cu, que já estava aberto, piscando, pedindo mais.

— Esse cu estufado é delicioso — o cara de trás falou, enfiando o dedo até o fundo. — Corno, olha aqui. Sua mulher está com o rabo todo pra fora, pedindo pau de outro.

Meu marido não falou nada. Só filmou. Eu senti o olhar dele e ri com a boca cheia.

— Fala, corno. Fala que você gosta de ver. Fala que sua mulher é puta.

Ele murmurou alguma coisa baixa. Eu tirei o pau da boca só o suficiente para gritar:

— Mais alto, corno manso. Quero ouvir.

— Gosto… — ele disse, voz fraca.

Os outros riram.

— Olha o corno confessando — um deles falou, segurando o copo. — Enquanto a mulher chupa pau de verdade, ele filma.

Eu voltei a chupar. A cabeça do pau batia na minha garganta. Eu punhetava a base com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, caindo na água da piscina. O moreno segurou meu cabelo molhado e fodeu minha boca.

— Toma leite, sua safada.

Ele gozou. Esperma quente, grosso, jorrou dentro da minha boca. Eu engasguei, engoli o que deu, o resto escorreu pelos cantos da boca, pingou no meu peito. O gosto era forte, salgado, quente. Eu mostrei a língua suja para a câmera.

— Viu, corno? Leite de macho de verdade. Não é o seu leitinho fraco.

Outro já estava atrás. Ele encostou a cabeça do pau no meu cu. Eu empinhei mais, água batendo na bunda.

— Enfia — pedi. — Enfia esse pau grosso no meu cu.

Ele empurrou. O cu abriu, queimou gostoso, engoliu o pau até o fundo. Eu gemi alto, a boca ainda cheia de saliva e porra.

— Porra, que cu apertado — ele falou, metendo forte. — Corno, sua mulher está gemendo no meu pau. Escuta.

Meu marido filmava de perto. Eu olhei para ele por cima do ombro.

— Tá vendo o meu cu engolir, corno? Tá vendo como ele abre para outro? Você nunca meteu assim. Seu pau não chega.

Os outros riram de novo. Um deles chegou na frente, pau duro na minha cara.

— Abre a boca de novo, puta.

Eu abri. Chupei o segundo enquanto o primeiro fodia meu rabo. O barulho era molhado, água batendo, pele batendo em pele, meus gemidos, o estalo do pau no cu. Eu sentia tudo: o calor do sol, a água fria contrastando com o pau quente dentro de mim, o cheiro de cloro misturado com sexo, o gosto de porra ainda na língua.

— Tô doido para comer esse cu — o cara da frente falou, enquanto eu chupava. — Estamos em três, mas já já chegam mais. E ela vai dar conta de todos, sozinha.

Eu tirei a boca só para responder, saliva pingando:

— Vou dar conta sim. Vou chupar, vou dar o cu, vou dar a buceta. Vocês podem gozar onde quiserem. O corno só filma.

O pau no meu rabo acelerou. Ele segurou minhas nádegas com força, os dedos cravando na carne.

— Aguento ver essa bunda e tocar nesse cu não. Meu pau tá estourando de duro.

Ele meteu até o saco bater na minha bunda. Eu sentia cada veia, cada empurrão. Meu clitóris latejava, a buceta escorrendo, mas eu queria o cu primeiro. Queria sentir o rabo esticado, cheio, usado.

— E ela empina a bundinha — outro comentou, passando a mão na minha lombar.

— Enfia o dedo no meu cu, vai — eu pedi para o que estava na frente.

Ele enfiou dois dedos na minha buceta enquanto eu chupava o terceiro. Três machos ao mesmo tempo. Eu era só buraco. Boca, cu, buceta. O corno filmando tudo.

— Adoro chupar rola — eu falei com a boca cheia, a voz saindo enrolada. — Adoro sentir o pau pulsando na garganta.

O cara do meu cu gemeu mais alto.

— Tô gozando. Tô gozando no cu da puta.

Ele jorrou dentro. Quente, grosso, enchendo meu rabo. Eu senti o leite escorrendo para fora quando ele tirou, pingando na água da piscina. Outro já entrou no lugar. Pau ainda mais grosso. Meu cu ardeu, mas abriu de novo.

— Toma leite, sua safada — o que tinha gozado falou, passando o pau sujo na minha boca. Eu chupei o gosto do meu próprio cu misturado com porra.

Meu marido estava vermelho. A câmera tremia um pouco.

— Corno, chega mais perto — eu mandei. — Filma o meu cu pingando leite de outro. Filma bem. Depois você vai lamber se eu mandar.

Ele obedeceu. Chegou perto. Eu senti o olhar dele no meu rabo aberto, vermelho, usado.

Os outros dois se revezavam na minha boca e na minha buceta. Um metia na frente, outro eu chupava. Água respingava, suor escorria, meu cabelo molhado colava no rosto. Eu gemia sem parar.

— E esse boquete demorado? Tá bom aí? — um perguntou, rindo.

— Tá ótimo — respondi, lambendo o pau inteiro. — Quero mais leite. Quero a boca cheia de novo.

Eles riam, xingavam, elogiavam meu corpo. Falavam do meu cu, da minha bunda, de como eu era puta de verdade. Sempre mencionavam o corno.

— Olha o corno aí, quietinho. Enquanto a mulher leva pau em todos os buracos, ele grava.

— Depois ele vai bater uma sozinho, coitado.

— Manda o corno chupar seu cu agora.

Eu olhei para ele.

— Vem, corno. Chupa o leite que os machos deixaram no meu rabo.

Ele hesitou. Os outros pressionaram.

— Vai, corno manso. Sua mulher mandou.

Ele se ajoelhou na beira da piscina. Eu empinhei o cu na cara dele. Ele passou a língua. Quente, molhada, lambendo o meu rabo sujo de porra de outro.

— Isso — eu falei, gemendo. — Limpa direito. Engole o que os machos gozaram em mim.

Os taxistas riram alto. Um deles filmou o corno lambendo também.

— Isso aí é humilhação de verdade.

Eu sentia a língua dele no meu cu aberto, o gosto que ele estava sentindo, a vergonha dele. Isso me deixava mais molhada. Outro pau entrou na minha buceta com força. Eu gozei. O orgasmo veio forte, o corpo tremeu, o cu apertou no nada, a buceta latejou no pau que estava dentro.

— Goza, puta — o cara falou, metendo fundo. — Goza no pau de outro na frente do seu marido. Meu site é o selmaclub.com onde posto diariamente vídeos e fotos.

Eu gozei gritando. A água batia, meu corpo sacudia. Depois outro gozou na minha boca. Leite quente de novo, escorrendo pelo queixo. Eu mostrei para a câmera, língua de fora.

Os seis se revezaram. Hora no cu, hora na boca, hora na buceta. Eu perdi a conta de quantas vezes gozei. O sol queimava, a água esfriava, meu corpo inteiro estava marcado de mãos, de dedos, de porra. Meu cu ardia gostoso, aberto, usado. Minha boca estava inchada de tanto chupar.

No final, eu estava sentada na beira da piscina, pernas abertas, porra escorrendo de todos os buracos. Os machos em volta, alguns ainda duros, outros já gastos. Meu corno filmando o close.

— Viu, corno? — falei, passando dois dedos no meu cu e levando à boca. — Sua mulher passou a manhã e a tarde inteira sendo comida por seis machos. E você só filmou. É isso que você é. Corno manso. E eu adoro.

Eles riram. Um deles passou a mão no meu cabelo molhado.

— Ela é foda. Dá conta de todos sozinha.

A água ainda batia na minha bunda aberta. O sol ainda queimava. Meu corpo ainda pulsava. E o corno ainda filmava, quieto, humilhado, exatamente como eu gosto.

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