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Os cunhados - por Sabrina - parte 7

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lasabrinafm

Abri a porta da sala e fui saindo, o portão do Felipe é fechado, então só era possível ver parcialmente a rua, e da rua não se via quase nada lá dentro, abri um pouco o portão e inclinei a cabeça escondendo meu corpo.
- Oi, Pedro, o Felipe foi no hospital visitar a avó
- Ah sim, quando ele chegar pede pra ele me ligar?
- Aconteceu alguma coisa?
- Sim... a dona da casa pediu a casa pra mim e pro Gabriel, aí o Gabriel disse que o Felipe podia conhecer algumas casas por aqui, estou andando na região pra ver se eu acho casa com placa de aluga-se
- Você está a pé?
- To
- Poxa... entra, deve estar cansado, bebe uma água
Pedro entrou... e eu não fazia questão de esconder minha bunda naquela camisa social, ele olhava em silêncio, admirado, e eu fazia questão de empinar discretamente para me exibir enquanto pegava uma água pra ele, mas logo minha consciência pesou, Felipe podia ficar bravo de eu estar me amostrando pra uma pessoa em sua ausência, mesmo que pra mim não tivesse problemas, afinal, Pedro e eu já tínhamos transado, acabei subindo para trocar de roupa enquanto Pedro esperava na sala, mandei mensagem pro Felipe avisando que Pedro estava o esperando e ele me respondeu seco:
- Eu vi ele entrar pela câmera da garagem, e vi como você o recebeu
Eu pedi mil desculpas, e ele aparentemente estava bravo, senti que teria uma discussão pesada quando ele chegasse em casa e me sentia mal com meu erro, mesmo que "bobo".
Felipe estava demorando e Pedro então se levantou e disse:
- Eu vou pra casa, outro dia passo aqui.
- Tá bem, eu não sei quanto tempo ele vai demorar
Pedro chamou um uber e o acompanhei até o portão, voltei para casa preocupada em como Felipe chegaria, só pensando se novamente eu passaria por uma agressão em minha vida, e isso estava me dando uma ansiedade, parecia que ele não chegava nunca, e só quando anoiteceu foi que ouvi ele estacionando, meu coração pulsava acelerado, ele entrou calmo, me cumprimentou, pediu desculpas pela demora, e trouxe besteiras para comermos, eu suspirava de alívio e perguntei:
- Você não vai falar nada sobre o que eu fiz?
- Não
- Por que?
- Porque eu confio em você
- Mas... eu errei feio
- Sim
- Então por que você tá tão tranquilo?
Ele pegou em minhas mãos e disse calmo:
- Não vi maldade, porque você o atendeu escondendo o corpo, mas você foi ingênua em deixa-lo entrar, nenhum homem entra aqui na minha ausência, mas sei que você não fez nada
- Como sabe?
- Primeiro, por seu caráter, segundo, porque tem câmeras na casa toda
Eu ri sabendo disso, e Felipe me mostrou as câmeras que estavam ali o tempo todo e eu nunca se quer havia percebido.
Jantamos e no dia seguinte ele saiu para trabalhar, eu devia voltar pra fazenda, mas estava me acostumando a ficar ali, passei o dia pensando em um jantar especial pra quando ele chegasse, abri uma de suas garrafas de vinho e preparei um macarrão "diferente" que segui a receita pela internet, quando ele chegou eu me arrepiei, era a primeira vez que eu o via chegar do trabalho em casa, camisa social bem passadinha, na medida, botões abertos, mangas dobradas, tudo perfeitamente impecável, e aquele ar de homem poderoso, eu quase pulei em cima dele ali mesmo, jantamos e ficamos a noite toda de carinho, transamos muito aquela noite, e então a realidade bateu na porta, eram umas 23h e minha mãe me ligou, eu atendi preocupada por ela me ligar naquele horário, pelo silêncio Felipe acabou ouvindo a ligação mesmo que em meu ouvido.
- Sabrina?
- Oi mãe
- Que dia você vem pra casa?
- Amanhã
- Tem crédito ainda, minha filha? Acabou o gás, e seu pai só recebe dia 30
- Vou ver o que faço mãe
- Tá
- Vocês jantaram?
- A gente comeu umas coisinhas aqui, não se preocupe
- Tá...
Felipe não falou nada, e eu sabia que aquele silêncio era uma mente barulhenta, dormimos, pela manhã ele saiu para trabalhar de novo e eu fui embora para a fazenda, pedi dinheiro emprestado a algumas amigas mas nenhuma delas tinham, minha mãe insistia que eu falasse com Felipe, mas por vergonha eu não falei, passamos o dia comendo frutas, bolachas... no comecinho da noite nós estávamos do lado de fora, meus pais na cadeira de balanço e eu deitada na rede, minha mãe disse calma:
- Oh o Felipe vindo ali
Me virei para olhar e vi um carro encostando na porteira
- Não é ele não mãe, ele não me avisou
- É ele sim, ele para sempre o carro ali daquele jeito
Fiquei olhando, e o vi buzinar, desci para o receber, e ele já estava mexendo no porta-malas.
- Oi amor... você não me falou que vinha
- Oi vida, não falei porque você orgulhosa ia dizer pra eu não vir
Me deu um beijo e pegou um botijão de gás jogando no ombro, e na outra mão uma cesta básica, ele me disse:
- Pega essas sacolas e fecha o porta-malas
Peguei mais algumas sacolas com carnes, algumas besteiras e fechei, caminhei em silêncio, tímida por ele estar fazendo isso, entregou aos meus pais que o agradeceram demais, Felipe até colocou o gás pra gente, e jantou conosco, ele estava visivelmente cansado e eu insisti para que ele fosse embora descansar, foi nessa hora que Felipe "brigou" comigo.
- Quando você precisar de alguma coisa, tem que me falar
- Eu ia dar um jeito
- Não precisa passar aperto se você tem eu pra ajudar
- Eu não queria te incomodar
- Não incomoda não, mas amanhã a gente vai conversar sobre isso
- Conversar o que?
- Amanhã eu passo aqui
Felipe foi embora, e fiquei com meus pais dizendo o quanto ele era generoso, mas meu pai, pessimista como sempre, dizia que não podíamos acostumar, para o Felipe não achar que era nosso dono.
No dia seguinte, fiz todas as coisas que podia fazer na fazenda, plantei, reguei, dei banho no cachorro, lavei tapetes, arrumei toda a casa, enquanto só pensava em Felipe dizendo que iriamos conversar, pra minha sorte caiu uma chuva pesada, a estrada ficou cheia de lama e eu pensei que ele não iria aparecer, até trocamos mensagens sobre isso, mas ele insistia dizendo que daria um jeito de vir, perto já das 20h ouvi ele estacionar, o carro sujo de lama, e ele sem nem se importar, o recebi, meu pai ria e dizia:
- Jamais que o Cristiano pisaria aqui se caísse qualquer garoa
Felipe não gostou da comparação, mas não respondeu, só balançou a cabeça, entramos pro meu quarto e Felipe começou:
- Sabrina, eu quero fazer uma coisa por você
- O que?
- Faz sua faculdade de odontologia, eu pago
- Não, eu não vou aceitar você pagar uma faculdade pra mim
- Você não tem escolha hoje, eu to vendo seu esforço pra cuidar dos seus pais, mas e de você? Você tá se deixando em segundo plano.
- Fe, eu vou arrumar um emprego logo, já to esperando alguma empresa me ligar e...
- E você não vai.
Pisquei várias vezes ouvindo ele ditar regras, e lembrei do meu pai falando que Felipe acharia que mandava em mim, então me armei na defensiva com as palavras:
- Como não vou? Virou meu dono agora?
- Você vai fazer sua faculdade e cuidar dos seus pais
- E comer vento? Eu vou trabalhar
- Eu tenho benefícios da empresa que eu não uso, não to fazendo isso por querer me aparecer, mas meu vale alimentação tá mega acumulado, usa ele, caí um bom valor todo mês pra fazer mercado, e eu quero fazer isso por você
- Não, Felipe! Eu não vou aceitar, não insiste, senão a gente vai brigar.
- Se você não aceitar, nós terminamos aqui
- Então tá terminado - falei rapidamente, sem nem pensar
Felipe se levantou calmamente, e saiu, se despedindo dos meus pais.
Ele foi embora, e minha mãe perguntou:
- Vocês brigaram?
- Sim
- Por que?
- Porque ele inventou de que queria pagar minha faculdade, que queria que eu ficasse com o VA dele...
Meu pai, que antes me disse sobre Felipe mandar, gritou comigo:
- Você é louca? O homem quando te prende que é errado, o Felipe ia te dar uma oportunidade única filha.
Minha mãe e ele se juntaram para me dizer que eu estava errada, e assim eu acabei indo atrás dele, mas atolei o carro, e liguei pra ele, a mesma cena que custou meu casamento com Cristiano.
- Oi?
- Fe... eu... eu tava indo pra sua casa, e atolei o carro
- To voltando
Ele desligou e eu fiquei ali, esperando ele, Felipe chegou naquela escuridão, me ajudou a tirar o carro da lama, voando barro para todos lados, paramos num terreno vazio próximo de onde atolei e talvez por um trauma eu pedia desculpas por tê-lo incomodado, Felipe não se importava, dizia que não fez nada demais, e ali eu fiz as pazes, nos beijamos e ele me jogou no capô do seu carro, levantando minhas pernas.
- Fe... a gente tá na rua praticamente
Ele percorreu as mãos em minha perna, sorriu e disse:
- E isso deixa tudo mais gostoso
Suas mãos pararam na minha calcinha, puxando pro lado, ele me penetrou de um jeito gostoso, enterrando todo seu pau dentro de mim, eu escorregava no capô molhado mas ele sustentava meu corpo e metia firme, começou a garoar e então ele me virou de costas, apoiei minha mão no carro e aguentava toda aquela pica na minha buceta, sentindo a chuva cair em minha pele, Felipe pincelou em meu cuzinho e entrou, eu arqueei o corpo pra frente, ele tirou, voltando pra buceta, fodemos até ele gozar na terra.
Entramos pros carros e saímos rapidamente para não ficar mais ruim ainda de sair de lá.
Chegamos na casa dele com os carros sujando tudo de lama, eu ria da nossa loucura com leveza, ele me entregou seu cartão de VA e pediu um cartão adicional de sua conta, não me deu espaço para recusar, eu estava constrangida mas me sentia amada com isso.
Transamos novamente de madrugada e em mais uma tentativa de fazer anal o pau dele me rasgava, foi quando eu sorri e disse:
- Acho que não me laceou o suficiente com seus amigos
Não falei por maldade, mas Felipe desencaixou do meu cuzinho focando apenas na buceta e disse:
- E quem você quer que abra esse cu?
- Ninguém, não falei por maldade
- Ninguém? Nem o Pedro?
Na hora que ele falou do Pedro eu senti um desejo enorme, gemi, e transamos comigo imaginando e lembrado de como Pedro me fodeu gostoso.
No dia seguinte, Felipe foi trabalhar, com o carro sujo, e então quando chegou estávamos jantando tranquilamente e ele soltou:
- Foda que o Pedro é casado, tem o Tiago... não quer?
- Felipe... no meio do jantar? Que desagradável
Ele calou, jantamos e eu fui sincera:
- O Tiago é engessado, ele fica agindo como se fosse um garoto de programa que está sendo obrigado a me comer, o Pedro transa com vontade, é diferente, mas não vou me meter no casamento dele. Esquece isso de chamar outras pessoas, isso vai prejudicar nosso namoro.
Ele concordou, mas logo chegou o fim de semana e Gabriel insistia em um churrasco, preparamos tudo, e fiquei boba ao ver Pedro chegar.

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