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Os cunhados - por Sabrina - parte 5

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lasabrinafm

Após esse domingo cheio, fui embora pra casa, com o cu arrombado, eu não sabia porquê estava aceitando fazer isso, mas estava gostoso, era como se meu namoro com o Felipe não dependesse disso, mas que a fuga da rotina fosse gostosa, pensei muito se eu não estava sendo uma putinha, mas eu passava o dedo em meu cuzinho e sentia o estrago que quatro homens fizeram na mesma manhã, fora a bucetinha inchada, e ao invés de me sentir mal, eu sentia prazer e um desejo obscuro de sair transando com mais e mais.
Logo a semana começou de novo, e de novo muito trabalho na clínica, Gabriel apareceu por lá no dia do agendamento dele e me disse em tom de exibido:
- A Fernandinha já provou, só falta você ter a mente aberta
Eu poderia me ofender, ficar brava, mas decidi provocar.
- Transou com ela? E a Bruna? Deu pro Pedro?
- Deu
- Gostou de ser corno pro amigo?
- Gostei da mulher dele, isso sim
- Vocês são estranhos
- Convence o Fe a fazer uma suruba com a gente... to louco pra pegar você
- E você acha que dá conta?
- Eu dou conta sim! Você que não vai me aguentar
Eu ri, não por tesão, mas por achar engraçado Gabriel insistir em mexer comigo e eu saber que ele tinha pau pequeno.
Na sexta, comentei isso com Felipe, e ele disse sem piscar:
- Tá querendo dar pro Gabriel?
- Não, jamais.
- Então pra que ficar dando abertura?
- Desculpa... eu só tava tirando o sarro
- Não dê expectativas se não vai fazer
- Eu não faria, ele é seu irmão
- Isso é o de menos
- Você me dividiria com seu irmão?
- Por que quer saber? Tá com vontade nele?
- Não, para de ciúmes bobo, só perguntei por curiosidade
- Talvez, talvez sim, mas o Gabriel vai te dar desgosto
- Será que ele é tão ruim assim?
- Tá querendo descobrir?
- Não...
Mudei de assunto antes que isso virasse uma discussão, bem nesse dia, fui dormir na casa do Felipe, e Bruna ganhou neném na madrugada de sexta para sábado, Felipe precisava ir trabalhar neste sábado, habitualmente ele só trabalhava de segunda a sexta, mas esse sábado ele tinha algo importante na empresa, seria poucas horas, e fiquei sozinha, fui faxinar a casa, não que fosse uma obrigação, mas Felipe estava sem tempo, liguei a tv numa música alta e fui lavar o banheiro, estava de shortinho, camisa branca regata sem sutiã, ajoelhada no chão, limpando o vaso, até ouvir a campainha tocar, lembrei-me de Felipe dizendo que a Fernanda passaria pra pegar uma saída maternidade que ele comprou, então fui atender já com a sacola nas mãos, sem me importar em me ajeitar, afinal, era a Fernanda, mas quando abri, dei de cara com o marido dela, Pedro, entreguei rapidamente a sacola e senti que ele olhou para os bicos do meus peitos que estavam marcando na regatinha, entrei, me derretendo com o olhar dele, voltei pras minhas tarefas e não conseguia esquecer a olhada safada que ele me deu, por um momento percebi que jogar aberto com Felipe era a melhor escolha, ele não gostava de segredos, então assim que ele chegou falei:
- O Pedro quem pegou a saída
- Ah sim, tudo bem, vou lá no hospital amanhã
- Ele me deu uma olhada...
- E?
- Foi desconcertante
- Sabrina... se comporta
- O que? Achei que... que você gostava
- Tem hora certa pra tudo
Me calei, entendendo que Felipe não era um tipo de corninho manso que aceita a mulher falar de outro, fiquei na minha, saímos novamente para aproveitar o dia, Felipe me levou em uma cachoeira não muito longe, eu mergulhei morrendo de medo de bichos como cobras, sapos... mas foi uma tarde gostosa, no fim da tarde, fomos pra fazenda, meus pais estavam ansiosos para receberem o Felipe, e não era pra menos, Felipe ficou a noite toda conversando com eles, comendo o bolo que minha mãe fez, tomando café e rindo das piadas sem graça do meu pai, foi aí que meu pai comentou que não via o irmão dele a 30 anos, Felipe rapidamente se prontificou em levar meu pai lá, meu tio morava no interior de Minas, uma viagem de 8h dirigindo, para Felipe não havia desculpas, o carro estava na porta, meus pais não trabalhavam e no outro dia seria domingo... meus pais se arrumaram incrédulos de que do nada encararíamos uma viagem tão longa, mas cheios de gratidão, em partes eu me culpava pois eu já podia ter feito isso, mas nunca me preocupei, tentei falar que podíamos ir na semana seguinte, com calma, mas Felipe cortou.
- Semana que vem nem sabemos se estaremos vivos.
E lá estávamos nós quatro viajando para Poços de Caldas, Felipe fez poucas paradas para meus pais comerem, usarem o banheiro, e até dirigiu devagar para eles dormirem um certo horário, totalmente amoroso, de um jeito inexplicável.
Chegamos domingo cedo no endereço, e fomos muito bem recebidos pela família, meu pai estava encantado, feliz, e agradecido, ele e meu tio se abraçavam, chorando, e passamos o dia comendo comida de fogão a lenha, queijos, e doces caseiros.
No fim da tarde, Felipe nos chamou para ir embora, meu pai se entristeceu de novo por não saber mais quando veria seu irmão, foi quando Felipe disse:
- Quer passar a semana aqui? Semana que vem eu venho buscar o senhor
- Você faria isso?
- Faria sim, semana que vem eu te busco
Meu pai e minha mãe ficaram, peguei a estrada de volta com ele, uma viagem longa, cansativa, mas que rendeu muita conversa e a sensação de que eu estava fazendo a escolha certa na minha vida, um certo momento, Gabriel ligou pro Felipe, e pediu R$ 30 reais emprestado para comprar algumas coisas de mercado, Felipe dirigindo rápido me disse:
- Amor, faz o pix pro Gabriel aí, ele já tá no mercado pelo jeito
Peguei o celular dele e abri a conta do banco, e ao contrário do conto do Pedro, eu me assustei com o valor sim, tinha uns 25 mil, era muito dinheiro, não aquela irrealidade de 200k, mas 25k pra mim já era muito, nunca vi pessoalmente uma conta com tanta dinheiro, fiz o pix pro Gabriel e bloqueei a tela, imaginando que, se em um banco tinha isso, o que deveria ter em outros, e até de crédito, em partes eu compreendi Marina, parecia que até certo ponto, o que era luxo pra nós, era qualquer coisa pra ele, mas eu não era aproveitadora.
Felipe me deixou em casa, e ali sozinha eu já sentia aquela sensação de insuficiência voltando, foi aí que minha realidade já me cobrava, o empréstimo que eu fiz para comprar os vestidos e a fatura do meu cartão sugaram todo meu pagamento, me deixando apenas com uns 3 reais na conta, e eu precisando de dinheiro para por gasolina no carro e trabalhar a semana toda, pensei em pedir ao Felipe, mas ter visto sua conta e precisar de dinheiro depois soava um tanto quanto estranho, foi aí que eu pedi um adiantamento pra minha chefe, que fez sem reclamar, o problema parecia estar resolvido, sem Felipe ter precisado ficar sabendo, mas na segunda, minha chefe me chamou para conversar justamente sobre o Felipe, dizendo que eu deveria "aproveitar" porque senão outra vinha e aproveitava. Eu concordei, parecia que todo mundo achava que eu era uma trouxa por não me aproveitar do Felipe, e isso me incomodava, pois para as pessoas parecia que eu só estava com ele por dinheiro.
E lá se foi a semana, até que na quarta Felipe foi na fazenda dormir comigo, e de uma maneira muito selvagem fodemos todos os dias, quarta, quinta e sexta, transamos em todos os cômodos da casa, e até mesmo no quintal, sexta a noite, saímos para buscar meus pais, na viagem paramos um motel bonito que vimos, e transamos por algumas horas e relaxamos numa hidro, Felipe me fazia se sentir a melhor mulher do mundo, e a mais desejada.
Passamos o sábado inteiro no interior de Minas, e voltamos domingo pela manhã, com o carro lotado de queijos, goiabada, doce de leite, cocada... mas a conversa agradável da viagem foi interrompida quando o celular de Felipe tocou, ele atendeu, estava conectado aos auto falantes do carro.
- Alô?
- Senhor Felipe, desculpa ligar no fim de semana, em pleno domingo.
Era uma voz feminina, meu sangue ferveu pelo jeitinho dela falar.
- Pode falar, Nayara, to na estrada, o que precisa?
- Meu voo foi cancelado, o senhor pode liberar o voucher da empresa? Vou ter que esperar por mais umas 3h
- Já faço isso, um momento.
- Obrigada, senhor Felipe.
Assim que desligou a ligação, eu já estava pronta para perguntar quem era, mas meu pai foi mais rápido:
- Por que essa moça te chama de senhor?
- Todos me chamam assim, é pelo cargo
- Mas o que você faz na empresa? A Sabrina disse que você trabalha no mercado livre, você é supervisor?
- Eu sou diretor financeiro
- Ah sim...
Esse "Ah sim" do meu pai eu conhecia bem... ele tinha sacado alguma coisa, e se calou, assim que paramos num posto de conveniências Felipe mexeu em alguns aplicativos e mandou um áudio:
- Pronto, Nayara, tá liberado.
Eu disfarcei e pedi o celular dele pra tirar algumas fotos da estrada, e disfarçadamente vasculhei a conversa dele com essa Nayara, não encontrei nada, apenas conversas coorporativas, mas minhas suspeitas não se deram por satisfeitas, mandei o número da Marina pra mim mesma, e apaguei do celular dele a mensagem.
Assim que Felipe nos deixou em casa, meu pai me chamou sério e disse:
- Termina esse namoro, minha filha
- Por que pai?
- Eu pensei que o Felipe só ganhava um pouco mais que você, ele é um homem bom, mas não é pra você, homens com poderes costumam não se contentar com qualquer coisa, não quero te ver decepcionada de novo
Minha mãe interferiu, dizendo que o Felipe não era assim, eu fiquei confusa, e então, sozinha no meu quarto, mandei mensagem pra Marina, conversamos bem, e falei da ligação de Nayara, ela me respondeu:
- Eu nunca gostei dela, o Felipe nunca deixou nada a entender se já ficou com ela, mas não gosto dela, fica esperta
isso acendeu um alarme em mim de que Felipe poderia estar me traindo esse tempo todo com essa mulher, ao mesmo tempo eu tentava não ceder aos meus pensamentos, mas meu pai talvez tivesse razão, o Felipe era de um mundo diferente do meu, e isso podia ser um problema.
Na semana seguinte, minha desconfiança só aumentou, Felipe me ligou dizendo pra cancelar sua consulta na clínica, pois teria que viajar para Manaus e ficaria 5 dias fora, e o pior de tudo, iria com a Nayara, eu surtei de ciúmes, briguei com ele, mas tive que aceitar, Felipe me ligava de hora em hora para eu ficar despreocupada, mas a minha mente dizia que ele já estava aprontando, e pra colaborar com minha insegurança, quando o Gabriel foi na clínica eu perguntei pra ele:
- Essa Nayara que tá viajando com o Felipe, é confiável?
- Uma mulher sozinha por 5 dias no mesmo quarto que um homem? Eu duvidaria muito se ele não comesse ele.
Ele disse com muita tranquilidade, rindo, e isso ficou na minha mente, quando Felipe finalmente voltou eu não pude o encontrar imediatamente devido ao trabalho, no fim do expediente fui na casa dele, nós abraçamos, beijamos e transamos, tudo normalmente, quando ele cochilou, mexi no celular dele e vi mensagens trocadas com Nayara, tudo profissionalmente, não havia margem para pensar que ele tivesse me traído, então confiei, não queria me tornar aquelas mulheres que vivem criando paranoias na cabeça.
Assim que acordou, no fim de tarde, Felipe me chamou para irmos ao mercado comprar algumas coisas pro Gabriel, no caminho ele dizia:
- O Gabriel ainda não conseguiu emprego, tá com filha pequena... ele é foda! Qualquer dia eu vou enfartar por causa dele.
- Ele tem que aprender a se virar, enquanto você ajudar ele não vai correr atrás
Felipe assentiu, fizemos uma compra farta pro Gabriel e Bruna, ajudei a escolher tudo, e fomos na casa dele sem avisar, uma casa simples, portão de garagem enferrujado com o Uno guardado de qualquer jeito, batemos palma e uns 3 cachorros vieram no portão latindo, enquanto Gabriel com cara de sono saia mandando todos "irem deitar", entramos, e me deparei com Pedro e Fernanda sentados a mesa, jantando com eles.
Entregamos as coisas e comemos com eles, Felipe pediu uns doces pelo iFood para sobremesa e ficamos horas lá conversando e rindo, mas não demorou muito pro clima amigável ir pro ralo.
Felipe: Você tem que visitar a vó.
Gabriel: To sem tempo
Felipe: Depois que ela morrer não adianta ficar com remorso
Gabriel: Ela nem tá tão ruim assim, semana que vem eu vou
Felipe: Tá... aproveita e pega a receita dela com a Júlia ou com a dona Silvana
Gabriel: Quanto que você tá pagando pra Júlia?
Felipe: Pra que quer saber? Vai ajudar a pagar?
Gabriel: Não, porque eu posso muito bem cuidar da vó e você paga pra mim
Felipe: Eu não vou pagar pra você cuidar da sua própria avó, é obrigação sua
Ficou um clima chato, mas eu na inocência perguntei:
- Quem é essa Julia?
Gabriel: Uma menina aí que o Felipe paga pra cuidar da minha vó
Fiquei calada, calculando que eu ainda não sabia o suficiente de Felipe enquanto toda minha vida já estava nas mãos dele.
Quando fomos embora, questionei:
- Fe... por que você não me falou da sua avó? E por que paga essa menina pra olhar ela?
- Minha avó tem 82 anos, e está com a saúde péssima, a Júlia passa praticamente 24h com ela, eu não acho justo colocar minha avó num lar para idosos, os médicos visitam ela semanalmente, eu to gastando dinheiro toda semana com ela, e o Gabriel acha que minha vida é uma maravilha.
- O que mais acontece na sua vida que eu não sei?
- Bom... eu tenho uma avó acamada, ela mora na casa que era dos meus pais, o Gabriel tá de olho na casa torcendo para ela morrer logo, eu trabalho em Campinas com uma equipe ao meu comando, viajo de vez em quando, e acredito que seja só isso...
- Tudo bem, eu espero que não esteja me escondendo nada
O celular dele ligou e ele encostou o carro na hora, a tela acendeu com o nome "Sr. Medeiros".
- Alô? ...sim, claro, eu vou sim, quando? Amanhã? Tá... eu dou um jeito de viajar hoje ainda. Fica tranquilo, só me manda o valor do hotel. Tá... ok...
- O que foi agora?
- Era meu chefe, ele precisa que eu esteja em Goiás para uma reunião na segunda
- Mas você acabou de voltar de viagem, fala pra ele mandar outra pessoa
- Amor... eu preciso ir, eu sou o homem de confiança do Sr. Medeiros, a reunião é com investidores
- Poxa... e a Nayara vai junto de novo?
- Não, vou sozinho, vamos comigo?
- Eu trabalho segunda
- Pede um dia de folga
- Não posso, eu já peguei um... - interrompi a frase
- Pegou o que?
- Um vale com a Drª Tanya, se eu pedir folga ela vai ficar brava
Felipe não perguntou nada, nem o motivo do vale, só acenou com a cabeça e me levou embora pra casa, passei a noite conversando com ele por mensagens perguntando se ele iria mesmo pro Rio durante a madrugada e disse que já estava procurando um voo, foi aí que eu pensei um pouco e disse:
- Eu aceito ir com você
- E seu trabalho?
- Eu invento uma desculpa, nunca faltei... faltar um dia não fará diferença
- Em plena segunda? É bom avisar...
- Relaxa chefinho, eu vou inventar uma virose
Felipe riu, mesmo não gostando da ideia de eu mentir pra minha chefe.
Dirigi até a casa dele, fiz uma mala simples sem saber bem o que levar, mas roupas o suficiente para 1 dia, Felipe tirou algumas coisas da minha mala de frascos pequenos, que eu não fazia ideia que não podia ir em avião, era meu primeiro voo, eu estava apreensiva, mas correu tudo bem, foi uma delicia viajar e ver as luzes do Rio de madrugada.
Ficamos em um hotel lindo, próximo da praia, de manhã cedo Felipe me deu um beijo e saiu para sua reunião, enquanto eu gravava um áudio fingindo estar mal para Drª Tania.
Ele voltou antes do meio dia, e então fizemos um tour pela cidade, conheci o Cristo Redentor, tiramos fotos e eu morri de vontade de publicar, mas minha mentira de virose não podia ser descoberta.
Voltamos no finalzinho da tarde, um voo rápido, e não encontrávamos uber até Franco da Rocha, foi então que Felipe chamou um Uber até a estação de trem mais próxima e no caminho eu zombei dele.
- Você sabe andar de trem?
- Faz muito tempo que eu não ando, mas eu me viro
Fizemos algumas baldeações, e no trem da linha 7 Rubi passava alguns vendedores ambulantes gritando e Felipe olhava incomodado, e eu ria da cara dele vendo aquilo.
Estavamos levemente cansados, mas ao chegar em nossa cidade, eu ainda o irritei chamando-o para comer um espetinho na calçada, ele me surpreendeu aceitando, sentamos num banquinho de plástico e ficamos ali, comendo, no meio da fumaça, rindo que no mesmo dia estávamos passeando pelas ruas do Rio, foi aí que minha vida deu uma estremecida, enquanto eu comia meu espetinho tomando uma coquinha, vi Cristiano atravessando a rua e vindo na minha direção, ele ainda não tinha me visto, pediu um espeto e ao se virar seu olhar veio seco de encontro ao meu.
- Oi, Sabrina
- Oi
Me levantei tocando na perna do Felipe o chamando pra ir embora, Felipe estranhou na hora, mas não perguntou nada, quando ele se levantou vi o desconforto de Cristiano ao me ver com um homem alto e forte.
Chamamos nosso uber e enquanto esperávamos Cristiano soltou uma piadinha para mim:
- No meu tempo não precisava ficar na rua esperando uber
Felipe apenas sorriu, um sorriso de deboche e quando eu ia responder ele pôs o braço a frente, para que eu não falasse nada. Cristiano saiu, rindo, enquanto entrava no Pálio dele.
- Por que não me deixou responder?
- Gente assim se ferra sozinha, não se preocupe.
Nosso uber chegou, fomos pra casa dele, jantamos e então fui pra casa, mega cansada do dia, a semana passou voando e então, no sábado seguinte Felipe me mandou mensagem:
- O Gabriel tá vindo almoçar aqui, e o Pedro também, vamos fazer um churrasco?
- De novo churrasco, amor? Vamos fazer uma lasanha, algo assim
- Churrasco é rapidinho, acho que eles não vão demorar
- Tá... pode ser, já vou pra aí
- Eu passo aí pra te pegar
- Tá bom
Felipe veio, e fomos ao mercado comprar as carnes, e por ironia do destino ao irmos pro caixa demos de cara com Cristiano passando no caixa ao lado.
Saimos quase lado a lado, quando ele viu que entramos no estacionamento e íamos em direção ao carro, debochou, haviam três carros estacionados próximos, a Trailblazer do Felipe, uma Brasília estacionada torta, e o Pálio dele.
Cristiano: É nessa bomba que vocês vão? Pelo menos estacionasse direito, tá quase em cima do meu carro.
Felipe não respondeu, apenas pegou a chave e destrancou o carro, ver o semblante do Cristiano cair foi impagável, Felipe abriu a porta pra mim, sorriu e disse:
- Amadurece cara, seu fodido!
Eu passei o cinto sentindo um poder enorme, e pela primeira vez me exibi abaixando o espelho do carro e passando um batom, quando Felipe entrou eu o beijei e disse:
- Vamos amor, esqueci o aquecedor da piscina ligado.
Felipe saiu com o carro rindo, e quando já estávamos longe ele disse:
- Nem tem piscina na minha casa
Rimos o caminho todo, chegamos e logo em seguida Gabriel chegou, o almoço seguia tranquilo, até o Gabriel reclamar.
- Caralho, Fe. Me dá um perfume? To esperando a mulher entregar um Avon tem uns 30 dias
Felipe: Porra... compra um natura pelo menos
Gabriel: Você tá cheio de perfumes, me arruma um, to com cheiro do perfume da Bruna
Pedro: Para de ficar pedindo coisas pro seu irmão
Gabriel: Ele tá cheio de perfumes, aposto que estão cheios até em cima, o Felipe é fresco, usa 2x e compra outro
Eu ri disso e concordei:
- É verdade, tá cheio de perfume no guarda roupa dele.
Nisso, Gabriel, Bruna e Fernanda começaram a "irritar" o Felipe pedindo para vasculhar o guarda roupas, Felipe rindo gritou:
- Tá bom! Vamos lá pegar um perfume logo.
Subimos para o quarto e o que era pra ser apenas um perfume se transformou numa investigação, Gabriel via todas as camisetas, calças, tênis e zombava:
- Você nem veste tudo isso, vai mofar no guarda roupas.
Felipe: Pega só o perfume, deixa minhas roupas dobradas! Escolhe um perfume, Pedro.
Pedro e Gabriel escolheram, Felipe tinha uma coleção de uns 20 perfumes, alguns que ganhava, outros que ele mesmo comprava, e ele era muito desapegado de tudo isso, mas Bruna ergueu os olhos e viu uma caixinha pequena, bem suspeita.
- O que é aquilo? - Disse Bruna
- Documentos! - Cortei desesperadamente
Todos riram porque eu não soube disfarçar.
- Documentos? Seeeei
Disse a Bruna já subindo na cama para pegar a caixa, eu estava ficando brava com o comportamento dela, mas Felipe não se importou, me olhou calmo como quem dizia: - Foda-se ela ver
Então me acalmei e não me importei
Quando abriram a caixa e tiraram a coleira com o plug e o gelzinho anal, riram incrédulos.
Bruna: Sabrinaaaa... você com essa carinha de santa usando isso?
Eu abri um sorriso tímido enquanto eles mexiam passando de mão em mão.
Percebi os olhos de Pedro e Gabriel encantados, foi aí que Felipe sussurrou no meu ouvido:
- Quer ver mesmo se o Gabriel dá conta?
- Para, Fe...
- Vai lá no banheiro e volta com a coleirinha, vamos brincar
- Não! Tá doido?
Ele passou a mão na minha bunda e apertou
- E as meninas? Elas não vão gostar
- Vão sim, eles já trocaram e não é segredo pra ninguém
Concordei, tomei a caixa da mão da Bruna e saí, acho que eles pensaram que eu estava bravo, só coloquei no pescoço sem tirar minha roupa e por baixo do meu vestido eu enfiei o plug em meu cuzinho, enrolei o rabinho com vergonha e voltei.
Bruna: Eiitaaa!
Sabrina: Gostou? É assim que fica.
Gabriel: E o rabinho?
Antes que eu pudesse abrir a boca, Felipe puxou levemente a coleira, me virou de costas e levantou meu vestido exibindo minha bunda a todos.
Eu estava queimando de vergonha até Felipe abrir minhas nádegas e dizer:
- Gostaram do rabinho?
Bruna veio acariciar minha bunda e disse:
- Caralho, que perfeita! Ela não tem uma marquinha de celulite.
Fernanda: Verdade, olha que bunda linda, Pedro.
Saber que estavam admirando minha bunda me fez perder a vergonha e então, aceitei ser exibida assim pelo Felipe, ele pegou a cordinha da coleira e pôs de quatro na frente de Pedro e Gabriel, e disse:
- Cuidem bem dela!
Ali, ajoelhada vi Pedro e Gabriel abrindo as calças, eu estava tão tímida que nem me liguei de olhar o que Felipe estava fazendo, mas ao descerem a cueca o susto bateu... Pedro tinha uns 18cm, enquanto Gabriel... Gabriel tinha alguma coisa...
Chupei, com vergonha por Gabriel, mas ele estava se achando, pegou em minha cabeça afundando naquela pica que chegava só até metade da minha boca, ele gemia dizendo:
- Isso cunhada, engole toda minha pica! Safada!
Mas Pedro compensava, além de bonito tinha um pau gostoso, depois de alguns minutos chupando eles foi que ergui os olhos, Bruna já estava em cima de Felipe cavalgando, enquanto Fernanda estava sentada na cara dele, e beijava a boca da própria irmã, eu me consumi de ciúmes, mas eu já tinha transado com 3 caras diferentes, agora com Pedro e Gabriel seriam cinco, então aceitei, mesmo odiando ver a Bruna quicando e gemendo no pauzão do meu namorado.
Pedro deitou ao lado de Felipe, e eu comecei a cavalgar nele, enquanto Gabriel dava tapas na minha bunda desesperado, estragando o momento.
Quando finalmente empinei para Gabriel, ele metia sem ritmo, com o corpo indo pra frente, me apertando e jogando o peso em mim, estava horrível, Pedro compensava pondo o pau na minha boca.
Foi nessa hora que Felipe se desprendeu das meninas e parou ao lado de Gabriel, dizendo:
- Assim não, fode com calma!
Felipe pegou na cintura de Gabriel, e o ajudou a ter ritmo, começou a ficar gostoso, mesmo sendo pequeno eu sentia prazer, e Felipe ditava o ritmo:
- Agora aperta aqui na bunda dela, isso... abre as nádegas dela devagar, isso! Agora puxa o quadril dela... isso aí, chama ela de gostosa! Vai! Mete forte, mais forte, mantém o ritmo, põe o polegar no cuzinho dela...
Quando me dei conta eu já estava rebolando na pica do Gabriel, Felipe e Pedro revezavam as outras meninas, e então, Felipe não satisfeito posicionou a Fernanda de quatro com o rosto frente a frente com o meu, ela gemia quase que num choro aguentando a rola dele, me olhou com desejo, e fechando os olhos se aproximou pra um beijo, eu nunca tinha beijado outra mulher, mas recebi seu beijo correspondendo, foi gostoso, só interrompemos quando senti a rola do Pedro entre nossas bocas, e juntas o chupávamos, com nossas línguas se encostando, nesta hora, Gabriel começou a comer meu cuzinho, eu nem me importei pois não doía, ele fodeu até gozar lá dentro, e então veio o Pedro, acho que ele não notou a gozada, enfiou o pau e gritou:
- Porra, Gabriel! Você gozou aqui dentro?
- Foi mal, gozei
Pedro não tirou, continuou fodendo, estava me abrindo, agora doía, mas estava gostoso, Felipe sozinho dava conta de Bruna e Fernanda, sem deixar nenhuma de lado. Pedro aumentava o ritmo até gozar por cima da porra do Gabriel, foi quando Felipe vendo isso parou, me olhou e disse:
- Minha vez.
Ele se posicionou atrás de mim, e entrou devagar, com respeito, sabendo que eu não o aguentava muito, indo só até a metade, devagar, indo e voltando, e senti o vontade que ele me encheu, já escorria porra do meu cuzinho, quando vi Felipe pegar Fernanda pelos cabelos e trazer o rosto dela para minha bunda, Fernanda lambeu, e sugou o gozo dos três de dentro de mim, engolindo tudo!
Eu o Felipe fomos tomar um banho no banheiro do quarto, enquanto eles se revezaram entre os outros banheiros, por fim, todos foram embora, eu fiquei deitada com o Felipe sem acreditar na loucura que fizemos, e me culpando.
- Seu irmão nunca mais vai me respeitar
- Por isso? Eu também comi a mulher dele.
- Mas ele não tem senso, você viu ele se achando?
- Vi... vi sim, coitado
- Não quero mais ver a cara dele
- Do Pedro você quer né? Só tá criticando o Gabriel
- O Pedro foi gostoso...
- Eu vi
- Obrigada... obrigada por me deixar viver isso, você é incrível!
Nos beijamos e dormimos, mas a paz de sábado logo acabaria.

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