#Assédio #Grupal #Incesto #Sado

Recebi uma chuva dourada da sobrinha da minha esposa

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Solepa

A princípio era só a Luna, mas ao menos duas pessoas abusaram de mim e fizeram pissing em mim na varanda

Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.

Conforme relatei no conto anterior, comi a xereca da Luna na sexta.
E na segunda, feriado de aniversário da cidade, ela quis repetir a cavalgada.

Perto das dez da manhã, subo com a caixa de ferramentas para olhar o chuveiro, que o cunhado tinha me pedido por mensagem mais cedo. Ele não poderia fazer o serviço porque retornaria só à noite.
Luna atende à porta com uma camisola roxa, transparente, e sem nada por baixo. Antes que eu falasse alguma coisa, diz: “É o do meu quarto”. E sai na minha frente.
Na porta do banheiro, diz para eu deixar a caixa de ferramentas no chão, me empurra, fazendo eu sentar na cama, e antes que eu protestasse, se adianta dizendo: “Foi armação minha, e meu pai acreditou que o chuveiro estava com problema”.
Me fez deitar, subiu na cama pelo outro lado de joelhos, e “sentou na minha cara”. Sem alternativas, me deliciei na sua genitália, lambendo, mordiscando, e fodendo sua xereca com a língua. Curvou-se, tirou meu short e abocanhou meu pau.

“Que que há, guria, que tanta água tu tá tomando?”. Perguntei, notando que nesse meio tempo ela já tinha tomado quase meia squeeze. “Vou experimentar um fetiche que me despertou, e que você vai gostar”, respondeu, voltando à meia-nove com mais voracidade.
Em seguida estremeceu, enquanto urrava e apertava a minha bunda, chegando ao orgasmo.
Depois de alguns instantes, ainda ofegante, saiu de cima de mim, me deu um longo beijo, e me disse para esperá-la na varanda enquanto ia à cozinha pegar mais água.
Chegando na sala, tive a impressão de ter visto uma sombra por fora do vitral da porta. Apressei o passo, mas não vi nada.
Passei a porta da sala meio agachado para não ser visto por cima da mureta. Havia um colchonete sobre um banco de madeira (desses compridos), coberto por um lençol, e tudo preso por uns tirantes com velcro. Sentei, e ela logo chegou, com a dela e outra squeeze que me entregou, dizendo para eu beber - o que me fez imaginar suas intenções, mas como ela sabia que eu tinha esse fetiche?
Sentou ao meu lado, virada para fora, e ficamos nos beijando e nos alisando - e tomando água - até ela me mandar deitar.
Soltou o tirante que estava aos meus pés, e prendeu novamente, com minhas pernas junto, logo acima dos joelhos. “O que tá fazendo?”. Perguntei, sentando no banco. “Deita aí e fica quietinho. Não vou te machucar, nem fazer nada contra a tua vontade”. Respondeu, me empurrando. Acavalou-se sobre mim, roçando a xereca no meu pau, enquanto soltava o tirante que estava mais acima, prendendo-o novamente, pouco abaixo do peito, prendendo meus braços paralelos ao corpo. Com outro tirante, passou por baixo do banco e prendeu uma ponta em cada pulso. E me vendou os olhos com um lenço preto.
Quis protestar, mas ela repetiu o que já havia dito anteriormente, e acrescentou que se eu não me comportasse, colaria a minha boca.

Percebi uma vibração como se alguém caminhasse rapidamente na nossa direção (como passos descalços).
Em seguida recebo um tapa na cara. “Luna”. Gritei, ao mesmo tempo em que Luna falou: “Não”, e tirou uma das mãos de mim, e senti seu corpo sacolejar, como se estivesse se abanando para espantar uma mosca.

Nota: Preciso confessar uma coisa: Receber um tapa desses, estando dominado e imobilizado por ela, fez minha tesão borbulhar, meu coração disparar e meu pau voltar a se eriçar, ainda mais com ela sentada sobre ele.

“Quem tá aí contigo?”. Falei, tentando soltar os braços.
Senti um dedo sobre meus lábios, e um “Ssss...”, ao mesmo tempo em que ela juntava seus lábios aos meus, num longo e molhado beijo.

Virou-se, sem sair de cima de mim, roçou os lábios vaginas na minha boca, e despejou seu líquido quente, desde a boca até meu pau, me proporcionando uma bela chuva dourada.
Meu pau virou uma tora, ao que ela aproveitou e sentou com vontade, enterrando tudo, e já iniciou movimentos de senta e levanta.
Em seguida sinto outros lábios vaginas na minha boca. Maneei a cabeça para os lados, e perguntei o que estava acontecendo. “Quem é? Não vou chupar uma boceta sem saber de quem é”. Falei, quase gritando, e recebi outro tapa, e uma voz sussurrando no meu ouvido: “Comporte-se, senão o pai dela vai ficar sabendo das tuas safadezas”, e tornei a sentir uma xoxota, agora mais molhada, na minha boca, com lábios bem mais volumosos que os da Luna.
Novamente, sem opções, fodi com vontade, enquanto Luna, aumentando a cavalgada, anunciou o clímax, urrando e dizendo o quanto estava bom.
Tentei mover maus quadris, para acompanhar, mas aquele sussurro novamente no meu ouvido: “Não goza, senão te jogo daqui de cima, pois eu quero tua gala dentro de mim”, e senti novamente os passos se distanciando, enquanto Luna, recobrando-se, começou a despejar seu líquido quente, comigo ainda dentro dela. Levantou e terminou de esvaziar a bexiga no restante do meu corpo.

Na sequência
Descubro a dona da boceta misteriosa

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