#Assédio #Estupro #Incesto

Lar Moreau - loucura que deixa marcas

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John Snow

Valentina é perversamente doente, e Guilherme está capturado em seu jogo.

Guilherme entrou no quarto sem bater, como sempre fazia. Valentina estava em frente ao espelho de corpo inteiro, usando apenas uma calcinha de renda preta que contrastava violentamente com sua pele pálida e seu corpo de bailarina — ossos proeminentes, clavículas afiadas como navalhas, barriga concava que parecia uma pista de skate para os dedos.

— Você está late, irmãozinho — ela disse sem se virar, mas seus olhos encontraram os dele no reflexo. Ela ergueu os braços acima da cabeça, alongando-se, e os seios pequenos, firmes, pingaram leite através do tecido fino. Duas manchas úmidas escureceram a renda. — Eu já estava esperando.

Guilherme fechou a porta. Ele não disse nada. Nunca precisava.

Valentina se virou, caminhando na ponta dos pés como se estivesse em palco, mesmo sobre o carpete empoeirado. Seus quadris se moviam com aquela arrogância específica de quem sabe que está sendo devorada pelos olhos. Ela parou a centímetros dele, tão perto que Guilherme podia sentir o calor irradiando de seu corpo magro, podia ver as veias azuladas em seus seios, as marcas de mordidas antigas em seus ombros.

— Ontem à noite você me quebrou — ela sussurrou, e sua voz era mel, era veneno. Ela pegou a mão dele e a levou à sua cintura, onde uma sombra roxa ainda marcava a pele. — Aqui. Você apertou até eu ouvir estalar. Eu passei a noite toda acordada, sentindo a dor, e fiquei molhada. Tão molhada.

Guilherme apertou o ponto exato. Valentina gemeu, um som agudo que cortou o ar, mas não recuou. Seus olhos escureceram, dilatados, e ela mordeu o próprio lábio inferior até sangrar.

— De novo — ela ordenou. — Mais forte.

Ele a empurrou contra a parede com tanta força que o quadro ao lado caiu. Valentina riu, uma risada híbrida, histérica, enquanto ele rasgava a calcinha dela com um puxão seco. Ela não usava sutiã — nunca usava em casa, por princípio. Seus seios balançaram, e gotas de leite escorreram, pingando no chão de madeira.

— Olha o que você faz comigo — ela provocou, massageando os próprios seios, espremendo-os para que jatos finos de leite brotassem. — Estou vazando por você. Sempre vazando. Minha calcinha nunca fica seca, meu irmão. Nunca.

Guilherme a pegou pelo pescoço. Sua mão enorme envolveu a garganta fina quase completamente, dedos pressionando a traqueia. Valentina engasgou, seus olhos revirando de êxtase, as pernas trêmulas. Ela amava isso — amava a sensação de estar a um segundo de desmaiar, de ser completamente dominada fisicamente, de ter sua fragilidade óssea reconhecida e explorada.

Ele a penetrou sem preliminares, sem cerimônia. Ela estava molhada, sim, escorrendo, mas ainda assim apertada, sempre apertada, seu corpo de bailarina se recusando a ceder completamente. Valentina gritou, um som estrangulado pela mão em sua garganta, e suas unhas arranharam o peito dele, deixando marcas vermelhas profundas.

— Isso — ela conseguiu dizer, rouca. — Isso, seu filho da puta. Me quebra. Me divide ao meio.

Guilherme a fodia com uma violência que seria criminal com qualquer outra pessoa. Mas Valentina não era qualquer outra pessoa. Ela envolveu as pernas esqueléticas em sua cintura, cruzando os tornozelos finos nas costas dele, puxando-o mais fundo. Sua coluna batia contra a parede a cada estocada, e ela podia sentir as vértebras protestando, ameaçando ceder.

Ele gozou dentro dela sem aviso, como sempre fazia, enchendo-a, inseminando-a pela terceira vez naquele dia. Valentina sentiu o calor inundá-la e riu de novo, aquela risada louca, enquanto ele apertava sua garganta com mais força, até suas visões se tornarem estrelas pretas.

Quando ele finalmente a soltou, ela deslizou pelo chão, tremendo, leite escorrendo livremente dos seios, sua pele já começando a mostrar novos hematomas. Ela deveria estar machucada demais para se mover. Deveria estar em agonia.

Em vez disso, ela se sentou, lentamente, e abriu as pernas para ele ver. O esperma escorria, branco e espesso, misturando-se com seu próprio fluido.

— Você vê? — ela sussurrou, tocando-se, espalhando a mistura obscena. — Você me encheu. De novo. E eu quero mais. Eu sempre quero mais.

Seus olhos brilhavam com uma promessa perversa. Ela se recuperaria. Mais rápido do que o normal. Mais tarde, ela estaria em pé na janela, nua, deixando os vizinhos verem as marcas, provocando Guilherme com seu corpo quebrado e perfeito, exigindo que ele a quebrasse de novo.

E ele faria. Ele sempre faria.

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