Convento de putas no interior do Paraná - O dia das virgens
Dias depois daquela noite caótica pelas ruas de Maringá, onde o objetivo era bem mais carnal do que espiritual, o convento acordou em clima de festa.
A primeira formatura oficial das calouras havia chegado. Aquelas que, semanas atrás, ainda eram apenas novatas inseguras, agora seriam declaradas veteranas. O pátio interno estava todo enfeitado com flores brancas e faixas douradas. As famílias lotavam os bancos improvisados, pais, mães, tias, primos… todos ali para ver as “meninas do Senhor” subirem de posto.
As garotas formavam duas fileiras no centro. As que já eram veteranas usavam o hábito completo, véu preto e expressão serena (ou pelo menos tentavam). As calouras ainda usavam o véu branco, símbolo da inocência que, em teoria, deveriam preservar. Mas depois daquela noite de coleta… a inocência de várias delas já estava bem mais manchada do que o tecido branco deixava transparecer.
Madre Superiora subiu ao pequeno púlpito improvisado. Sua voz firme ecoou:
— Hoje, estas jovens deixam de ser calouras. A partir deste momento, carregam a responsabilidade de guiar as próximas gerações que entrarem por estas portas. Que Deus as abençoe… e que elas saibam honrar o hábito que agora recebem.
Uma a uma, as calouras avançavam. O véu branco era retirado e o preto colocado sobre a cabeça. Aplausos da plateia ecoavam pelo pátio. Mas por trás dos sorrisos forçados e das mãos postas em oração, o ar estava carregado.
Algumas das novas veteranas ainda sentiam o cheiro daquela noite em suas memórias, o gosto salgado, a urgência, o risco de serem descobertas. E agora, com as famílias ali, o contraste era quase cruel, de um lado, a pureza encenada; do outro, o segredo quente que ainda escorria por baixo dos hábitos.
Quando a cerimônia terminou e as famílias se aproximaram para os abraços e os “estou tão orgulhosa de você, filha”, várias das garotas trocaram olhares rápidos entre si.
O olhar dizia a mesma coisa. O dia da formatura tinha acabado de começar, e a noite ainda estava por vir.
Apesar da cerimônia bonitinha no pátio, com os hábitos e os véus e as famílias aplaudindo, todo mundo ali sabia a verdade. Aquilo não era escola, muito menos convento. Era um lugar de treino, de quebra, de moldagem. Terminada a cerimônia, as novas veteranas foram separadas das famílias e levadas em fila indiana até o alojamento. Lá, a ordem veio seca, sem cerimônia:
— Tirem tudo. Agora.
Uma a uma, as garotas se despiram. Hábitos, véus, calcinhas, sutiãs… tudo foi deixado no chão. Ficaram completamente nuas. Algumas ainda tentavam cobrir o corpo com as mãos. Outras já tinham aprendido que isso só piorava as coisas.
— Mãos para trás. Caminhem.
Elas desceram a escada estreita que levava ao porão. O ar lá embaixo era mais frio, mais úmido. O corredor era longo, iluminado por lâmpadas fracas. De cada lado, portas de metal com pequenas janelinhas. Cada caloura, agora veterana, foi empurrada para dentro de um cubículo de pouco mais de dois metros quadrados. Só uma cama estreita de concreto coberta por um colchão fino, e uma corrente leve presa à parede, que seria usada se necessário.
A porta se fechou atrás de cada uma. Minutos depois, as mães começaram a ser liberadas, uma por uma, para a vistoria. Edna, mãe de Cecília, foi uma das primeiras.
Ela caminhou pelo corredor com passos firmes, o salto ecoando no concreto. Vestia um vestido preto justo, elegante, que marcava o corpo ainda firme de quem, décadas atrás, também tinha passado por aquelas mesmas paredes. Edna não era apenas mãe, era ex-aluna, que foi treinada e marcada nessa escola, e é orgulhosa disso.
Parou na porta do cubículo da filha. Olhou pela janelinha por alguns segundos, observando Cecília nua, sentada na beira da cama, pernas juntas, mãos entre os joelhos, tentando parecer pequena.
Edna abriu a porta e entrou, o som da tranca se fechando atrás dela fez Cecília levantar a cabeça.
— Mãe…
Edna não respondeu de imediato. Ficou em pé, olhando a filha de cima a baixo com o mesmo olhar clínico que a Madre Superiora usava nas inspeções. Deu uma volta lenta ao redor dela, como quem avalia um produto.
— Levanta.
Cecília obedeceu.
Edna parou na frente dela. Com a ponta dos dedos, tocou o ombro da filha, desceu pela clavícula, passou pelo peito, apertando levemente um mamilo que ainda estava sensível da noite anterior. Cecília tremeu, mas não se afastou.
— Abre as pernas.
A ordem veio baixa, quase carinhosa, e Cecília abriu.
Edna ajoelhou na frente da filha. Com as duas mãos, abriu os lábios dela e examinou com atenção. O polegar passou devagar pela entrada ainda levemente inchada, sentindo a umidade que ainda restava da coleta daquela noite em Maringá.
— Hum. Usaram você bem.
Não era uma pergunta. Edna levantou o olhar para o rosto da filha, que estava corado de vergonha e de outra coisa que nenhuma das duas queria nomear ainda.
— Vira.
Cecília virou de costas. Edna passou a mão pelas nádegas, separou-as, e inspecionou o outro orifício com o mesmo cuidado profissional. O indicador pressionou a entrada, testando a resistência.
— Ainda apertada. Bom. Não estragaram tudo.
Ela se levantou, limpou os dedos no próprio vestido como se nada fosse, e olhou Cecília nos olhos.
— Você é minha filha. E agora é veterana. Isso significa que eu tenho o direito e o dever de saber exatamente em que estado o seu corpo está. Porque daqui pra frente, ele não é mais só seu. Edna deu um passo mais perto. A voz baixou ainda mais:
— E eu já fiquei sabendo da noite de coleta. Toda a cidade ficou sabendo, de um jeito ou de outro.
Seus olhos brilharam com algo entre orgulho e fome.
— Então… me mostra. Me mostra o que eles fizeram com você. Sem esconder nada.
Cecília engoliu em seco, a porta do cubículo estava trancada. A mãe estava ali, e Cecília sabia o que precisava fazer.
Não havia espaço para vergonha ali dentro daquele cubículo. A mãe estava deitada na cama estreita de concreto, o vestido preto já erguido até a cintura, as pernas levemente abertas. A calcinha tinha sido puxada para o lado. O cheiro familiar e ao mesmo tempo estranho de Edna subiu até o rosto da filha.
Cecília ajoelhou entre as coxas da mãe, e sem dizer uma palavra, abaixou a cabeça e começou. Primeiro só a ponta da língua, passando devagar pelos lábios externos, sentindo a textura, o calor. Depois abriu mais, chupando com cuidado, como se estivesse degustando algo que precisava ser apreciado. A língua dela era quente, úmida, e se movia com uma precisão que só quem já tinha praticado de verdade conseguia ter.
Edna soltou um suspiro baixo, quase de surpresa. Cecília não parou. Afundou a língua, lambendo a entrada, subindo até o clitóris e chupando com ritmo constante. Os lábios dela se fechavam em volta, sugando com a pressão certa, enquanto a língua fazia círculos lentos e depois mais rápidos. Uma das mãos subiu e segurou a coxa da mãe, mantendo-a aberta. A outra mão encontrou o caminho até a entrada e dois dedos entraram devagar, curvando-se para dentro, buscando o ponto que fazia as pernas de Edna tremerem.
A mãe arqueou as costas.
— Isso… assim…
Cecília aumentou a intensidade. Chupava com mais força agora, os sons molhados ecoando no cubículo pequeno. A língua vibrava contra o clitóris enquanto os dedos entravam e saíam em ritmo firme. Ela não pedia pausa, não olhava para cima. Só se dedicava, como se aquela fosse a prova final de que merecia o título de veterana.
Edna agarrou os cabelos da filha com as duas mãos, puxando-a mais para perto. As coxas começaram a tremer de forma descontrolada. A respiração saía em ofegos curtos, cada vez mais altos.
— Não para… não para agora…
Cecília não parou. Ela chupou mais fundo, mais rápido, os dedos batendo com precisão no ponto certo. A língua pressionava o clitóris com pressão constante enquanto os lábios sugavam. O corpo de Edna se tensionou por completo. As unhas cravaram no couro cabeludo da filha. Um gemido longo, quase um choro, escapou da garganta da mãe.
Edna gozou.
O orgasmo veio forte, saturando o corpo dela de uma forma que não acontecia há anos. As pernas se fecharam em volta da cabeça de Cecília, prendendo-a ali enquanto as contrações ritmadas apertavam os dedos da filha. O líquido escorreu pela boca e pelo queixo de Cecília, que continuou lambendo devagar, prolongando cada onda até que a mãe não aguentasse mais e empurrasse a cabeça dela para longe, ofegante.
Edna ficou deitada, o peito subindo e descendo rápido, o vestido amassado, as coxas ainda tremendo. Os olhos estavam vidrados no teto baixo do cubículo. Cecília se afastou um pouco, a boca brilhando, o queixo molhado. Ficou ajoelhada entre as pernas da mãe, esperando. Edna finalmente olhou para ela, e a voz saiu rouca, quase sem fôlego:
— Você aprendeu bem…
E, depois de um segundo de silêncio, acrescentou, mais baixa:
— Mas ainda não terminou.
Cecília ficou ali, nua, no cubículo de dois metros quadrados, depois que Edna saiu.
A porta se fechou com o mesmo som seco de antes. O cheiro da mãe ainda pairava no ar — no colchão, na própria boca de Cecília. Ela se sentou na beira da cama de concreto, as pernas juntas, os braços envolvendo o próprio corpo. Sabia que algo grande ia acontecer à noite. Via no olhar da mãe antes de ela ir embora. Edna sabia. Todos sabiam. Só Cecília não tinha tido coragem de perguntar.
O resto do dia passou devagar. De vez em quando, passos ecoavam no corredor. Portas se abriam e fechavam. Gemidos abafados vinham de outros cubículos. Às vezes um grito curto. Às vezes só silêncio. Cecília não comia, não bebia, só esperava, com o corpo ainda marcado pela inspeção da manhã e pelo gosto de Edna na língua.
Quando o final da tarde chegou, a irmã responsável pelo alojamento abriu a porta do cubículo dela. A mulher era alta, o hábito preto bem ajustado, o rosto impassível. Segurava uma lista.
— Cecília. Em pé.
Cecília obedeceu.
A irmã a examinou rapidamente com os olhos, como quem confere se o produto ainda está intacto.
— Hoje à noite é o dia. Vocês vão perder a virgindade de verdade. Não aquela brincadeira de dedos e bocas que algumas de vocês já experimentaram. A penetração completa e oficial. A voz dela era neutra, quase administrativa.
— A cerimônia será pública. Todos os convidados estão sendo avisados. Pais, mães, antigas alunas, doadores… quem tiver interesse poderá assistir. Algumas de vocês serão usadas por mais de um homem. Outras terão apenas um. A escolha não é de vocês.
Cecília engoliu em seco. O peito subia e descia mais rápido. A irmã continuou:
— Vocês serão levadas para o salão principal depois do jantar. Lá, cada uma será preparada e apresentada. O público poderá fazer lances. O valor arrecadado vai para o convento. Depois que o lance for fechado, a penetração acontece na hora, na frente de todos. Ela deu um passo mais perto, a voz baixando só um pouco:
— Sua mãe já está ciente. Ela pediu para ficar na primeira fila.
Cecília sentiu o estômago revirar. A irmã olhou para o relógio de pulso.
— Vocês têm duas horas. Usem o banheiro coletivo se precisarem. Depois disso, ninguém sai mais desses cubículos até a hora. E não tentem se tocar. O hímen de cada uma será verificado novamente antes da cerimônia. Qualquer sinal de que tentaram se preparar sozinhas… será punido na frente de todos.
Ela saiu. A porta se fechou. Cecília ficou em pé no meio do cubículo, nua, ouvindo o coração bater forte demais no peito. Duas horas, depois disso, ela seria levada para o salão. Na frente de todo mundo. Na frente da mãe, do pai e de seu irmão.
E alguém, ou mais de um alguém, vai abrir as pernas dela de verdade pela primeira vez.
Quando anoiteceu, as portas dos cubículos se abriram quase ao mesmo tempo. As irmãs responsáveis entraram uma a uma e puxaram as garotas para o corredor. Nenhuma delas usava roupa. Os corpos nus caminhavam em fila, os pés descalços no concreto frio, os braços colados ao corpo em uma tentativa inútil de se cobrirem. O salão principal já estava lotado.
Bancos longos, cadeiras, até algumas poltronas trazidas das áreas nobres do prédio. Homens e mulheres, pais, mães, antigas alunas, doadores, curiosos ocupavam cada lugar. O ar cheirava a perfume caro, vinho e expectativa. No centro, um palco baixo de madeira clara, iluminado por refletores fortes. Uma cama estreita, coberta por um lençol branco, esperava no meio.
Uma a uma, as calouras foram levadas ao palco.
A primeira a subir foi Maria Clara. Ela tremeu visivelmente quando a luz a atingiu por completo. O corpo dela era claro, seios médios, cintura fina, a marca ainda rosada de onde a corrente do cubículo tinha ficado no pulso. As mãos tentaram cobrir o sexo, mas uma irmã puxou os braços para trás e os segurou.
— Maria Clara, uma excelente virgem. Hímen intacto confirmado há duas horas.
A voz da Madre Superiora ecoou pelo salão, fria e clara. Maria Clara manteve a cabeça baixa. O rosto estava vermelho de vergonha. As lágrimas já escorriam, mas ela não soluçava, só tremia.
Os lances começaram rápido.
— Cinco mil.
— Sete.
— Dez.
— Quinze.
Uma voz masculina, grave e familiar, cortou o ar:
— Vinte e cinco mil.
O silêncio foi imediato.
Maria Clara levantou a cabeça. O homem que tinha falado estava na primeira fila. Cabelo grisalho nas laterais, terno escuro, o mesmo olhar que ela conhecia desde criança, seu pai.
Ele não desviou o olhar. Levantou a mão mais uma vez, confirmando.
— Vinte e cinco mil. E eu pago agora.
Ninguém contra-atacou. A Madre Superiora balançou a cabeça.
— Vendido. Ao senhor Roberto, pai da jovem.
Dois homens subiram ao palco. Um deles segurou Maria Clara pelos braços enquanto o outro a posicionava de quatro sobre a cama, as nádegas voltadas para a plateia. As pernas foram abertas. O pau do pai já estava para fora da calça quando ele subiu os degraus. Ele não disse nada para a filha. Só passou a mão pela bunda dela, abriu os lábios com os polegares e encaixou a cabeça do pau na entrada ainda fechada.
Maria Clara soltou um gemido abafado quando ele empurrou. O hímen cedeu com um estalo úmido. O sangue apareceu logo, escorrendo pela coxa dela enquanto o pai enterrava tudo de uma vez só. Ele segurou os quadris da filha com força e começou a foder em estocadas profundas, sem pressa, fazendo questão de que todos vissem o pau sumindo e saindo coberto de sangue e lubrificação.
A plateia observava em silêncio. Alguns homens apertavam as próprias virilhas. Algumas das mães presentes trocavam olhares. Edna, sentada na primeira fila, não desviava os olhos. Maria Clara chorava agora, o rosto virado de lado contra o lençol, os gemidos saindo entre soluços a cada investida. O pai não parou até gozar dentro dela, com um grunhido baixo, o corpo tensionado sobre o da filha.
Quando ele se retirou, o esperma e o sangue escorreram juntos pela entrada avermelhada.
A Madre Superiora anunciou, sem emoção:
— Maria Clara. Desflorada. Próxima.
Os homens a puxaram para o lado do palco, ainda ofegante, as pernas tremendo, e a próxima garota já estava sendo empurrada para a luz.
Quando o nome de Cecília foi chamado, o salão inteiro pareceu prender a respiração.
Ela subiu ao palco com as pernas tremendo. Nua, iluminada pelos refletores, o rosto queimando de vergonha. A Madre Superiora anunciou:
— Cecília, a mais bela das virgens desse lote. Hímen intacto.
Os lances começaram, mas duraram pouco. A voz do pai dela soou firme da primeira fila:
— Trinta mil. Eu e meu filho.
Ninguém contestou. Antes que a Madre Superiora pudesse declarar o fechamento, o pai de Cecília levantou a mão de novo:
— Em sinal de amizade com a família de Maria Clara… ofereço minha filha também ao senhor Roberto. Que ele use o que quiser dela depois de mim e do meu filho.
Roberto, ainda com o cheiro da própria filha no corpo, assentiu com um meio sorriso. Cecília foi posicionada de quatro na mesma cama onde Maria Clara tinha acabado de ser arrombada. O lençol já estava manchado de sangue e porra.
O pai dela subiu primeiro. Ele não perdeu tempo. Abriu as nádegas da filha, encaixou o pau grosso na entrada ainda fechada e empurrou com força. O hímen rasgou num estalo úmido. Cecília gritou, o corpo inteiro se contraindo. O pai enterrou até o fundo de uma vez só e começou a foder com estocadas profundas e pesadas, segurando os quadris dela com as duas mãos. Cada investida fazia os seios de Cecília balançarem e o sangue escorrer pela parte interna das coxas.
Ele gozou dentro dela com um grunhido baixo, enchendo o útero da filha.
Assim que se retirou, o irmão de Cecília já estava no lugar. Mais novo, mais ansioso. Enterrou o pau no buraco ainda quente e escorregadio de sangue e porra do pai. Fodeu rápido, quase desesperado, as mãos apertando a cintura dela. Cecília soluçava, o rosto virado de lado, mas o corpo já não conseguia se fechar. O irmão gozou fundo também, gemendo o nome da irmã.
Ainda ofegante, Cecília foi virada de lado. Roberto, o pai de Maria Clara, subiu por trás. Ele cuspiu na entrada apertada do cu dela, passou o dedo algumas vezes e depois encaixou a cabeça do pau. Empurrou devagar no começo, forçando a abertura. Cecília gritou de novo, as unhas cravando no lençol. Roberto não parou até estar completamente dentro. Começou a foder o cu dela com ritmo firme e profundo, segurando o cabelo dela para puxar a cabeça para trás. A plateia via tudo, o pau grosso sumindo e saindo do ânus da garota, o sangue da virgindade ainda escorrendo da buceta.
Roberto gozou fundo no cu de Cecília, enchendo-a.
Quando ele se retirou, o esperma escorreu imediatamente. Como combinado, o “sinal de amizade” veio em seguida. O pai de Cecília e o irmão se posicionaram na frente de Edna e da mãe de Maria Clara, que foram chamadas ao pé do palco. As duas mulheres se ajoelharam. O pai de Cecília gozou na cara da mãe de Maria Clara, jatos quentes cobrindo a boca, o queixo e as bochechas. O irmão logo em seguida fez o mesmo, sujando ainda mais o rosto da mulher. Roberto, por sua vez, agarrou o cabelo de Edna, abriu a boca dela e gozou direto na garganta, forçando a mãe de Cecília a engolir.
O salão observava em silêncio. Alguns homens já estavam se tocando abertamente. Algumas das outras calouras que ainda esperavam sua vez tremiam no canto do palco.
Cecília ficou deitada de lado na cama, as pernas abertas, o sangue e a porra escorrendo da buceta e do cu, o peito subindo e descendo rápido. Os olhos vazios olhavam para o teto.
A Madre Superiora anunciou, sem nenhuma emoção:
— Cecília. Desflorada. Buceta e cu. Próxima.
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