Os cunhados - por Sabrina - parte 10 - Final
Eu levantei correndo ao ouvir a voz de Cristiano e desci, ele estava gritando com Felipe, eu não ouvia a voz do Felipe, só ouvia Cristiano dizer:
- Ela vai embora!
Gritei:
- Que porra é essa?
Os vizinhos já se aglomeravam para ver o barraco, Felipe estava pleno, sem falar uma palavra.
Cristiano: Eu vim te buscar! Eu descobri que você tava morando com esse cara, pega suas coisas Sabrina, vamos pra casa
Eu: Aqui é minha casa
Cristiano riu com desdenho.
- Sua casa? Acorda! Olha pra você, esse cara tá te usando, você é só uma vadia na mão dele.
Felipe deu um tranco no braço de Cristiano o puxando contra a grade do portão e falou baixo:
- Não chama minha mulher de vadia!
Cristiano gritava:
- Aaaai, tá me machucando! Filmaaa, filmaaaa!
O dono do mercadinho da esquina gritou:
- Solta ele, Felipe, deixa esse merda ir embora!
Felipe soltou e Cristiano saiu, vermelho, irado.
Entramos pra dentro, e em choque eu fiquei tentando entender como Cristiano descobriu o endereço de Felipe.
Gabriel, Bruna, Fernanda e Pedro vieram rapidamente entender o que tinha acontecido, eles conversavam com a gente pedindo calma ao Felipe, mas Felipe bem tranquilo disse:
- Ele vai voltar
Gabriel: Vai nada, fiquei sabendo que ele bateu a cara no portão.
Felipe: Justamente por isso, uma pessoa que foi humilhada publicamente sempre volta
Ficamos tensos, eu conhecia o Cristiano, ele não era de fazer aquilo, nem de procurar briga, tentei ligar os pontos e nada fazia sentido, até que a campainha tocou, Felipe se levantou, abriu a gaveta de um aparador e pegou um revólver ponto atrás nas costas, todos nos olhamos assustados com a cena, ele saiu e Bruna gritou comigo:
- Vai atrás dele!
- Eu não entro em briga de dois homens, e jamais vou segurar o Felipe, olha o tamanho dele.
Gabriel e Pedro foram atrás, mas não demorou 2 minutos voltaram, e com Marina.
Marina: Sabrina, podemos conversar?
Eu: Sim...
Marina: O Cristiano tá ficando com minha irmã, ele viu você e o Felipe chegando ontem a noite, e surtou, terminou com minha irmã e disse que viria te buscar porque você estava se iludindo
Eu: Nossa... que audácia dele fazer isso. Não imaginava.
Marina: Tem um problema maior...
Eu: Qual?
Marina: Ele se sentiu humilhado agora a pouco, e olha isso
Marina me entregou o celular dela, mostrando nudes meu e vídeos transando com Cristiano, ele me vazou, colocando em grupos da região, storys e até em sites.
Eu comecei a chorar, me sentindo humilhada.
Felipe não fez questão de olhar, todos viram, menos ele.
Felipe bem sério se levantou e chamou isoladamente a Marina, pedindo o endereço de Cristiano, ela passou, eu estava anestesiada pela vergonha que não intervi em nada, ele saiu calmo, com Pedro e Gabriel, enquanto todas nós estávamos sozinhas na casa.
- O Felipe vai fazer uma besteira! - Eu disse soluçando de chorar
Marina pegou em meu rosto, olhou em meus olhos e disse:
- O Felipe não é louco, calma, ele sabe o que tá fazendo.
- O Cristiano acabou com minha reputação
- Ninguém vai se lembrar disso daqui a um tempo, relaxa, e ele fez foi propaganda do quão gostosa você é, olha pra mim Sabrina, você é fodona! Você é uma delícia! Isso não te atinge, ouviu?
Eu tentando canalizar as palavras de Marina, até ela me beijar na boca, eu me rendi como se aquele beijo fosse um conforto, nossas línguas se encaixaram facilmente, quando eu me dei conta do que estava fazendo soltei dela, mas Bruna já me beijou em seguida, e depois Fernanda, todas me encorajando, dizendo que eu deveria usar isso ao meu favor e me sentir gostosa.
Minutos depois Felipe voltou, a mão suja de sangue, e eu me desesperei:
- O que você fez?
Ele me olhou de longe, um olhar frio, que me deu medo, e falou:
- Eu tive uma conversa civilizada com ele.
Felipe subiu pro quarto para trocar a roupa, e Gabriel rindo disse:
- Civilizada uma porra... o Felipe deu tanto murro no seu ex, caralho, eu pensei que ele ia matar ele, não foi Pedro?
Pedro: Foi... eu fiquei com medo, o Felipe arrombou o portão do Cristiano, grudou nele e não soltava
Gabriel: Mas a parte que ele colocou a arma na boca do Cristiano! Caralho, eu pensei que ele fosse atirar
Eu: O Felipe fez tudo isso?
Marina: Sabrina... não se assusta, o Felipe te defendeu apenas.
Eu: Isso não se faz, o Cristiano pode voltar, pode querer vingança, eu não quero isso por minha causa
Felipe desceu e o silêncio ficou instalado, a presença dele colocava um respeito no ambiente, ele me olhou nos olhos e disse:
- Chega de chorar! Não se preocupa com o seu ex voltar aqui, ou de alguém te ver na rua, já conversei bem com ele, e com o pessoal do bairro também.
Bruna: Que pessoal?
Felipe: Os que mandam aqui, Cristiano não é um problema pra gente, agora você vai no banheiro lavar esse rosto e eu não quero saber de um comentário sobre o que aconteceu.
Eu obedeci, me levantei e fui me lavar.
Marina se despediu e foi embora, e então Felipe, como se nada tivesse acontecido disse:
- Vamos fazer um churrasco?
Gabriel: To enjoado de comer churrasco
Bruna: Eu não... pode fazer
Eu: Gente, eu não to bem pra fazer churrasco hoje não
Gabriel: A gente podia ir pra praia espairecer depois de hoje
Felipe: Praia não seria má ideia, mas e o trabalho de vocês? Eu tenho a semana de folga.
Gabriel: O Pedro tá de férias, eu desempregado, a Bruna e a Fernanda não trabalham
Felipe coçou a cabeça pensando se seria uma boa ideia sair com tudo isso de gente desempregada, mas para me animar ele concordou.
- Vamos.
Gabriel: Eu vou passar em casa para pegar umas roupas, mas tem um problema grave hein?!
Felipe: Qual problema, Gabriel?
Gabriel: Meu carro tá todo atrasado, não posso pegar estrada
Felipe sem querer se irritar mais naquele dia, pegou as chaves do seu carro e entregou pra Gabriel:
- Desce com o meu, eu desço com o da Sabrina, não faça nenhuma merda com meu carro
Gabriel saiu contente, pulando, como se tivesse ganhado um brinquedo novo.
Saímos juntos, mas Felipe dirige rápido e logo nos perdemos de Gabriel, foram chegar na casa 20 minutos depois da gente, eram quase 15h, ninguém havia almoçado ainda, e discutíamos se fazíamos comida na cama ou se iriamos comer fora.
Bruna: Podemos passar num mercado e fazer um almoço
Fernanda: Vai demorar muito, vamos comer num restaurante
Gabriel: Eu to só com 100 reais pra passar a semana
Felipe: Como você me vem pra praia com 100 reais?
Gabrel: Ah, não tem que pagar a casa, então dá, a gente se vira
Felipe suspirou fundo tentando manter a paciência, fomos todos para um restaurante e Gabriel lia o cardápio procurando os menores preços, o que estragava todo o clima da viagem, Felipe sussurrou alguma coisa, provavelmente que pagaria o almoço, comemos e depois só passamos pela orla da praia, quando chegamos na casa fizemos um churrasco e ficamos conversando, Gabriel ligou a tv alta com pagode e Felipe gritou para ele abaixar o volume, mas ao invés de ficarmos bravos, rimos de como ele era atrapalhado, e então, entramos para descansar, todos já estavam deitados quando ouvimos gemidos, pela casa ser menor o som era bem mais perceptível, Gabriel, Bruna, Fernanda e Pedro dormiam no mesmo quarto, e o gemido parecia de Bruna, nisso Felipe e eu ficamos tentando enteder o que estava acontecendo, se estavam trocando casal ou se o Gabriel estava sendo desrespeitoso ao ponto de transar com todo mundo dormindo, Bruna continuava:
- Isssso, asssimmmm... aiiii
Ficamos indignados e levantamos para interromper, mas assim que entramos no quarto só estava Pedro e Fernanda, já dormindo, caminhamos devagar até a sala e encontramos Bruna sentando em Gabriel.
Felipe: Porra meu, geme baixo, o Pedro tá dormindo com a Fernanda, respeita eles
Gabriel: Respeitar? A Fernanda geme toda noite lá do lado de casa, que se foda.
Bruna continuou rebolando sem se importar com nossa presença.
Felipe e eu nos olhamos indignados, até Gabriel pegar o celular e levantar:
- Filma aqui, Fe
Felipe riu, pegou o celular, acendeu a luz, se abaixou para encontrar o melhor ângulo e ficou filmando a transa de Gabriel e Bruna, e então ordenou:
- Se ela sentar de frente a buceta aparece melhor no vídeo
Ela obedeceu, Felipe filmava dos peitos até a buceta, dando foco nela sentando no pequeno pau do Gabriel, eu fiquei assistindo aquilo rindo, e então, Felipe me chamou pra perto para "ver melhor".
Nós dois abaixados ficamos apenas assistindo a transa, sem tocar ou participar, Gabriel gozou dentro da buceta de Bruna, ela se levantou e correu ao banheiro para se limpar, Gabriel com o pau meia bomba se punhetava dizendo que desde que fizemos a suruba a Bruna tinha começado a dar mais pra ele, voltamos pro quarto rindo daquilo, não nos deu vontade, foi como se aquilo fosse alguma coisa "normal", mas pela manhã eu fui tomar um banho, Felipe saiu para comprar café, e totalmente despreocupada eu saí do banheiro nua (o banheiro do quarto), estava de costas, procurando em minhas coisas uma calcinha para vestir, foi quando a porta do quarto abriu, era Pedro, ele me viu e dei meia volta, eu no susto tampei minha bunda, mas fiquei com um sorriso bobo dele ter me visto, me vesti e não falei nada a ninguém, ele também não, e quando ficamos próximos ele sussurrou:
- Desculpa, eu achei que o Felipe tava lá, eu bati na porta mas acho que você não ouviu.
Eu apenas sorri e respondi rapidamente:
- Não precisa pedir desculpas, não é a primeira vez que você me vê pelada
Ele sorriu de volta.
Felipe chegou, comemos, e depois passamos o dia na praia, eu notava as olhadas de Pedro, e comecei a sentir tesão nele, Gabriel também me secava, mas eu às vezes me fazia de boba apenas para deixar a bunda virada pro Pedro, a vontade de dar pra ele estava aumentando, então fiz do meu jeito, falei pro Felipe.
- Amor... to com tesão no Pedro.
- Dá pra ele
- Como?
- Ou a gente faz suruba ou você arruma um jeito de ficar sozinha com ele.
Tinha a autorização do Felipe, mas eu não queria fazer nada escondida da Fernanda, porém também não queria dar pro Gabriel, não encontrei nenhuma solução perfeita, a noite, eu perguntei na frente de todos:
- Vamos fazer uma suruba hoje? - minha vontade era apenas de dar pro Pedro, mas dar pro Gabriel era a única coisa que faria dar certo.
Todos concordaram, Gabriel foi o primeiro a se levantar, me agarrar e beijar meu pescoço, eu estava querendo correr dali, mas aceitei aquilo, ele beijou minha boca na frente de todo mundo, eu o beijei de volta de olhos abertos... desejando que ele brochasse, Felipe percebendo meu desconforto se aproximou e começou a deslizar a mão em meu corpo, e então comecei a gostar dos dois irmãos me alisando, descerem e me chuparem, Gabriel linguava minha buceta e Felipe meu cuzinho, enquanto isso Bruna e Fernanda já estavam nuas se beijando e Pedro lambendo a buceta de Bruna com os dedos dentro da bucetinha de Fernanda.
Começaram as penetrações, Felipe me abandonou com o Gabriel e eu fingia gemidos, ele batia na minha bunda e eu gemia:
- Issso... aiii que delicia - apenas querendo deixá-lo se sentir bem, não achei justo ficar o tratando com inferioridade.
Não demorou muito pro Pedro vir colocar o pau em minha boca, eu o chupei com muita vontade, enquanto Felipe deitou a Bruna em cima da Fernanda e revezava entre as bucetas delas.
Gabriel começou a comer meu cuzinho, e eu simplesmente aceitei, me empinava para o receber e pedia:
- Mete mais forte, cunhado! Fode meu cuzinho.
Ele ficou louco, sentia seu suor escorrer em minha pele.
Bruna rindo, disse:
- A Sabrina ama dar o cu, hein?!
Mal sabiam que eu não gostava, mas que estava me acostumando.
Pedro reclamou com Gabriel que ele estava me comendo a muito tempo, eu sorri ao ver que entre todas as mulheres eu era a mais disputada.
Trocaram, e Pedro me fodia com tanto tesão que minha vontade era de dar o dia inteiro pra ele.
Gabriel foi transar com a Fernanda, tudo corria bem, até Gabriel gozar.
Ele foi tomar banho e então Felipe começou a foder a Fernanda, a Bruna colocou o rosto entre a foda e chupava a buceta dela, aquilo me dava vontade de participar, foi quando parecendo que leu meus pensamentos, Bruna jogou o rabo na minha cara.
Eu fiquei ali, sendo fodida por Pedro, chupando o cuzinho de Bruna que chupava a buceta de Fernanda sendo preenchida por Felipe.
Pedro: - Eu vou gozar!
Eu me desencaixei rápido para ele não gozar dentro de mim, e ele mirou em meu rosto, eu o abacanhei e engoli tudo, Felipe ficou olhando, com tesão, enquanto por mais uns 15 minutos tivemos que assistir ele destruir a Fernanda e a Bruna e gozar na cara das duas.
No dia seguinte, Felipe me acordou umas 5h40 da manhã, chamou o Pedro pra irmos "comprar pão", e parou o carro numa rua sem saída.
Eu: Felipe, que lugar é esse?
Felipe: Tem uma trilha ali, ninguém passa aqui esse horário
Pedro: Oshe, mas e a padaria?
Felipe: Tá na hora de você dar leite pra Sabrina
Pedrou abriu um sorriso, e eu entendi na hora. Descemos do carro, entramos nessa trilha e num certo ponto Felipe me agarrou, levantou meu vestido exibindo minha bunda pro Pedro e disse:
- Você não queria dar pra ele? Dá aí. Voltem pro carro quando terminarem.
Eu: Fica também...
Felipe: Não... vou esperar no carro
Pedro puxou minha calcinha pro lado, e começou a penetrar, eu dava pra ele olhando pro mar, o som das estocadas em minha bunda, a forma com que ele me pegava fazia aquela transa ser muito gostosa, me pus de quatro na terra mesmo, Pedro montou em mim e me fodia como se eu fosse sua cachorra, nós dois não falavamos nada, apenas gemiados, até ele gozar no chão.
Levantamos ofegantes, nos olhamos, rimos e nos beijamos, um beijo lento, gostoso, e Pedro no fim disse:
- Eu to apaixonado por você.
Eu não respondi, travei, para mim aquilo era uma aventura, mas pra ele tinha começado um sentimento, aquilo podia ser um problema... voltei pro carro com ele, Felipe não comentou nada, não perguntou nada, fomos na padaria e voltamos para a casa.
Fernanda ainda dormia, passei a manhã inteira processando o que Pedro tinha me dito e me sentia culpada de um cara casado estar apaixonado em mim.
Durante a tarde, Gabriel passou o dia falando de como meu cu era gostoso, isso me irritava, não pelo elogio, mas pelo excesso, toda oportunidade que ele tinha de estar sozinho comigo falava:
- Que cu gostoso você tem, hein cunhada?! Quero comer seu cuzinho de novo.
E então, na hora de dormir, eu estava pensativa, Felipe me abraçou e disse:
- Aconteceu alguma coisa?
- Sim... o Pedro disse que tá apaixonado por mim
- Ele é fraco, se apaixonou porque te comeu
- E se... e se ele realmente estiver?
- Ele é um pervertido, vou te mostrar do que ele realmente gosta.
- Como assim?
- Você vai ver... se você tá querendo se apaixonar pelo Pedro, amanhã eu tiro essa ideia da sua cabeça.
Dormimos, na manhã seguinte o dia corria normal, praia, comidas, risadas, conversas aleatórias, até Pedro falar:
- Preciso comprar um remédio, a Fernanda tá com uma dor forte de cabeça
Felipe: Eu te levo na farmácia, vamos também Sa? Aí a gente passa naquela loja que você queria ver o vestido
Eu entendi que aquele "vestido" era apenas uma desculpa para sairmos os três sozinhos de novo, fui...
Fomos primeiro na farmácia, enquanto Pedro comprava, Felipe e eu esperamos no carro, eu o olhei e disse:
- O que você vai aprontar desta vez?
- Você vai ver.
Pedro voltou pro carro, e Felipe dirigiu até um motel, pegando uma suíte, Pedro ria e dizia:
- A Fernanda vai estranhar a demora
Felipe: Confia em mim, eu invento uma boa desculpa
Todos rimos do atrevimento dele, mas eu já estava cheia de vontades.
Começamos a transa com eles me divididando, me beijando, sem nojinho em me beijar depois de eu ter beijado outro.
Felipe se comportava como um corninho, ele me segurava com carinho e mandava Pedro me foder.
- Tá gostando da bucetinha dela?
- To, sua mulher é gostosa demais.
- Come o cuzinho dela!
Pedro seguia as ordens como um comedor profissional, até que enquanto eu cavalgava em Pedro, Felipe se ajoelhou do lado do rosto dele, Pedro virou o rosto, Felipe bateu o pau na bochecha dele e disse:
- Chupa!
Pedro: Sai mano, tira essa porra daqui!
Felipe: Você gosta de pica, relaxa, a Sabrina sabe que você me chupou
Pedro me olhou assustado e eu apenas sorri concordando, então ele abriu a boca timidamente e Felipe enfiou a cabeça na boca dele.
Estranhamente aquilo não me deu repulsa, e sim mais tesão, desci a cara e ajudei Pedro a chupar, eu cavalgava nele e juntos lambiamos o Felipe, não demorou muito o Felipe gozou na cara do Pedro, ele ficou com nojo na hora do gozo, mas eu comecei a lamber seu rosto, enchi a boca e o beijei, nós dividimos a gozada do Felipe com muita intimidade, Pedro então gozou dentro de mim, e nessa hora eu senti que também estava apaixonada por ele, era como se o Felipe tivesse feito eu tentar ver Pedro como um viadinho, mas pra mim, era como se Pedro fosse o homem mais gostoso do mundo.
Não falei nada, saimos do motel, voltamos pra casa e as desconfianças começaram a aparecer, Felipe inventou algumas desculpas e deu tudo certo.
Voltamos do litoral e cada um voltou pra vida normal, mas todos os dias eu pensava no Pedro e desejava ficar com ele de novo e de novo, mas não mandava mensagem, não queria que Fernanda brigasse com ele por minha causa.
Foi nesse período que meu mundo desabou, enquanto eu lutava para ser fiel, e lutar contra meu sentimento de gostar de outro, Felipe chegou em casa e deixou o celular na cama indo tomar um banho, chegaram uma sequência de mensagens e eu abri pra caso fosse urgente o chamar, era Nayara:
"Hoje foi uma delícia, você fode muito gostoso! Que piroca enorme, meu útero tá doendo até agora. Você é o melhor chefe do mundo, e nossa próxima viagem vai ser muito gostosa!"
Eu travei, senti o peso da mentira que Felipe escondia, todo esse tempo Nayara estava sendo amante dele, fingi que não li nada, não tive forças o suficiente para o confrontar, era como se o fato de eu estar morando na casa dele, ele pagando minha faculdade, ajudando meus pais... era como se eu tivesse a obrigação de aceitar aquela traição.
Engoli quieta, ele saiu do banho, sentou do meu lado, suspirou fundo e disse:
- Eu preciso te contar uma coisa
Eu achei que ele me contaria da traição, já estava disposta a perdoar, mas ele disse:
- O Sr. Medeiros quer que eu vá para Portugal, ficar fixo lá, e eu só tenho essa semana para decidir, vamos comigo?
Eu balancei a cabeça com dúvidas e disse que iria pensar, para mim, mudar de país do nada não estava nos meus planos, eu estava desapontada com ele, e me culpava de não ter enxergado isso.
Fiquei alguns dias mastigando tudo isso, sem falar nada, até que no sábado, a campainha tocou, era Pedro, chorando.
- O Felipe tá aí?
- Tá... aconteceu alguma coisa?
- Eu... preciso falar com ele.
Pedro entrou, chamei o Felipe que desceu, na sala conversavamos com Pedro.
Pedro: A Fernanda pediu divórcio
Felipe: Por que?
Pedro: Ela tá com outro cara, um tal de Will, disse que vai morar com ele, que não gosta mais de mim, um cara lixo, nóia, maconheiro...
Felipe coçou a cabeça como quem estava pensando muito e disse:
- E o que eu posso fazer por você?
- Mano, eu quero ir embora, você poderia me emprestar um dinheiro pra eu mudar pro interior? Vou pra casa dos meus pais
- Não... não vou emprestar
Pedro ficou chateado, mas compreendeu:
- Tudo bem, desculpa incomodar, eu...
- Espera! Você realmente tá apaixonado pela Sabrina?
O choro de Pedro cessou, eu arregalei os olhos pro Felipe sem entender aquela pergunta, Pedro me olhou e gaguejando respondeu:
- É... eu gosto muito dela sim
- Gosta? Ou tá apaixonado?
- To, to apaixonado sim
Felipe se levantou com calma, olhou pra mim e disse:
- A Sabrina me salvou no momento que eu mais precisava, mas a gente acelerou muito as coisas. Ela foi importante pra mim, e eu fui importante pra ela eu acho... eu vou embora daqui a algumas semanas, e eu percebi que ela não quer ir, não sei se por causa do que ela viu no meu whatsapp ou se por sua causa...
Eu fiquei sem graça, Felipe sabia que eu vi seu whatsapp a dias e não falou nada, ele continuou:
- Se vocês quiserem ficar juntos, você tem que me prometer que você vai cuidar muito bem dela.
Pedro: Cara, que loucura é essa? Você tá querendo me entregar a Sabrina como se fosse uma coisa?
Felipe: Não entenda assim... mas a Sabrina merece ser feliz e eu tenho certeza que você vai dar a ela o que ela precisa.
Pedro: Eu não tenho o padrão de vida que você tem... eu não consigo...
Felipe: Consegue sim, vou te colocar na empresa que eu trabalho, com um salário bom, não vai pro interior. Deixa a Fernanda ir embora, mas cuida bem da Sabrina.
Pedro e eu nos olhamos com cumplicidade, entendendo o peso das palavras de Felipe, eu o abracei e o beijei, aceitando ser "entregue" a ele, Pedro foi embora mais calmo, eu tentei conversar com o Felipe mas ele ignorou, só me abraçou forte, me beijou e disse:
- Obrigado por tudo! Nunca vou esquecer do que você fez por mim.
Naquelas duas semanas, Pedro e eu trocavamos mensagens todos os dias como um casal bobo, Felipe e eu transamos todos os dias como uma despedida.
No dia da sua viagem, eu e Pedro o levamos ao aeroporto, o abraçamos chorando, e Felipe disse:
- Continua com a casa, saí do aluguel, a casa é de vocês, não por você, mas pela Sabrina, é um presente meu pra ela. O carro vai ficar com o Gabriel, eu não sei quando volto, mas eu tenho certeza que to deixando ela em boas mãos.
Felipe foi embora, uma viagem de um ano, com Nayara.
A verdade é que ele nunca mais voltou, o conto de Pedro me encheu de saudade e vontade, mas fazem anos que Felipe está por lá, ele mudou minha vida, Pedro e eu nos casamos oficialmente, temos 1 filha, ele trabalha no escritório, infezlimente com Nayara sendo chefe dele, eu já estou atuando como dentista, e Felipe nos prometeu que este ano passaria o natal conosco.
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Comentários (2)
Gabrieldotado: Entao Pedro nunca deu pro Felipe, só chupou. Crlh isso muda tudo! Sabrina, obrigado por contar sua versão
Responder↴ • uid:mt97506i9Julinha: Espera! Isso muda tudo que eu acreditava. Que final delicioso! Ansiosa pelo retorno do Felipe.
Responder↴ • uid:1efhzyuuekf1