Família Sacana
Esse conto se passa nos anos 90, numa época em que não existia celular nem internet como a conhecemos hoje. Eu era filho único e vivíamos numa vila de casas geminadas, num bairro de classe média-baixa de São Paulo. Meu pai trabalhava num banco e mexia com computadores, embora eu nunca soubesse exatamente o que fazia, e minha mãe era professora. Os dois passavam o dia inteiro fora de casa. Meus pais sempre me trataram muito bem e nunca deixaram faltar nada em casa, pois eram pessoas muito trabalhadoras. Por conta disso, não fazíamos nada de extravagante. Nos limitávamos a lazeres simples, como ir ao shopping aos sábados à noite, almoçar em restaurantes de beira de estrada e ir à piscina do clube do qual éramos associados.
Eu era um garoto comum: gostava de videogames e passava horas lendo quadrinhos, quase a única coisa que os garotos da minha idade faziam naquela época. Nas tardes de domingo, brincavamos na rua, já que não existia a violência de hoje. Nos divertíamos a tarde inteira, até ficarmos exaustos. No fim do dia, eu costumava adormecer no sofá e acordava já na minha cama, pois alguém havia me carregado até lá.
Naquela época a televisão aberta ainda era completamente sem censura. Era bizarro imaginar uma familia reunida em frente a tv assistindo a Banheira do Gugu, em pleno domingo à tarde, com gostosas de biquíni fio-dental tentando capturar sabonetes enquanto rapazes de sunga tentavam segurá-las. Quase sempre acabava aparecendo um pedaço dos peitos, e aquilo, para um garoto com os hormônios aflorando, não demorava a me deixar de pau duro. Também existia o Cine Privê, na Rede Bandeirantes, que exibia um conteúdo mais adulto, embora nada tão explícito quanto um pornô. Eu me dedicava a uma verdadeira missão: ligar a televisão sem ser percebido e ficar assistindo àquelas mulheres peladas no escuro, com o volume no zero. Qualquer barulho vindo do andar de cima era motivo para desligar a TV na hora e voltar correndo para o quarto.
Não era raro acordar no meio da noite com o barulho dos meus pais trepando: a cama rangendo e minha mãe gemendo baixo. Aquilo me dava um tesão enorme, misturado à sensação do proibido e à vontade de estar ali no meio dos dois, participando daquela putaria. Parecia que eles nem se importavam de meu quarto ficar a poucos metros do deles.
Minha sexualidade despertou bem cedo. Ao mesmo tempo em que eu era um garoto bobo, passava horas na frente do espelho me observando, vendo meu pau duro, minha bunda, meu cu, e às vezes até enfiava alguns dedos e depois cheirava pra ver com era. Foi assim até que chegou a popularização da TV a cabo, que aconteceu de forma bem rápida. Descobri que havia uma interferência (canal 99, lembro até hoje) que permitia ver, numa imagem completamente verde e borrada, alguns relances de cenas de filmes pornôs do Sexy Hot. Lembro que foi meu primeiro contato com pornô: um pintão entrando numa buceta, e mesmo com uma imagem horrível e distorcida, aquilo me dava um tesão inexplicável que, depois de adulto, nunca mais senti.
Desde pequeno, era comum ver meus pais pelados, ou eu mesmo ficar sem roupa em várias situações, seja quando nos trocávamos no clube, ou quando meu pai dava aquela inspecionada no meu pinto, mandando arregaçar o prepúcio pra ver se não tinha fimose ou se estava tudo em ordem, coisa que todos os pais deveriam fazer. O pênis do meu pai era bem grande, com um pouco de pelos, e às vezes cheguei a ver quando ainda estava meio duro, com a cabeçona roxa/avermelhada meio pra fora. Ao mesmo tempo que me envergonhava, também me deixava impressionado, porque parecia aqueles atores que eu via nos filmes (do canal 99) ou em revistinhas pornográficas que a gente sempre conseguia com um amigo do primo que conhecia um cara que conseguia de forma quase clandestina. Eu sempre fui hétero, mas, assim como todo garoto que tinha um super-herói musculoso, eu enxergava meu pai como um desses heróis e queria ter um corpo e um pau igual o dele.
Minha mãe não era nenhuma top model. Tinha um corpo normal para uma mulher de 38 anos. Branca, cabelos castanhos, seios fartos, uma buceta com pêlos, algumas sardas nas costas e uma bunda saliente. Às vezes eu dormia no quarto deles e, quando meu pai saía para trabalhar, me deitava no lugar dele na cama e adormecia junto com ela. Sabia que os dois transavam bastante naquela mesma cama, provavelmente no lugar que eu ocupava, e ficava imaginando eu no lugar do meu pai, deslizando meu pau na buceta dela, o que me levou a criar o hábito de revirar o cesto de roupas em busca de uma calcinha ou sutiã usado. Além de cheirar, também passava as calcinhas no pênis, imaginando comer aquela buceta. Hoje, estou convencido de que o que aconteceu comigo se repetiu em centenas de lares brasileiros, e que não sou o único a viver essas experiências. Todo garoto, com a imaginação fervilhando e os hormônios a mil, já deve ter pegado, pelo menos uma vez, uma calcinha da mãe ou da irmã e colocado no nariz, querendo sentir o aroma ácido de uma buceta.
Embora fôssemos uma família bastante reservada, desde cedo meus pais mantinham um relacionamento muito afetuoso, e eu sempre presenciava trocas de beijos ou meu velho encoxando minha mãe em lugares aleatórios da casa. Isso sempre me dava tesão, e talvez ali tenha começado a sementinha do meu voyeurismo, que se desenvolveu depois que virei adulto. Naquela época eu já tinha em mente o que queria fazer e logo comecei a planejar uma forma maluca de vê-los transando. A ideia, por mais insana que fosse, fazia meu coração disparar de adrenalina, e passei horas pensando em como conseguir aquilo. Numa dessas noites, não demorou muito para que os primeiros ruídos de cama se movendo, seguidos pelo rangido do estrado, ecoassem pelo corredor. Levantei rápido, tirei toda a roupa e fiquei no corredor, pelado e no escuro, perto do quarto deles, escutando cada gemido que vinha dali, enquanto me masturbava. O medo de ser pego, junto com a cama rangendo, causava uma adrenalina que me levava ao delírio. Foi assim até que não aguentei e tomei coragem, numa dessas noites, de me aproximar lentamente do quarto deles, engatinhando na escuridão sem fazer barulho, já que eles transavam com a porta aberta.
Embora o quarto estivesse escuro, era suavemente iluminado pelas luzes amareladas que entravam pela janela, vindas dos postes da rua e da pequena janela do banheiro. Como nossa casa tinha carpete em quase todos os cômodos, eu conseguia caminhar com facilidade e sem fazer barulho. Meu coração já estava acelerado por causa da situação que acontecia a poucos metros de mim, até que decidi espiar pela porta do quarto. Embora não conseguisse ver muita coisa, dava pra ver o vulto do meu pai metendo na vagina da minha mãe, que estava de pernas abertas. Só depois vim a descobrir que aquele momento tinha um nome: voyeurismo. Era impossível que me vissem ali, a menos de dois metros, observando tudo. O cheiro de sexo no quarto me deixava completamente imóvel e com o pau quase explodindo de duro. Depois de assistir àquele quase” pornô ao vivo" por alguns minutos, retirei-me rapidamente, apavorado com a possibilidade de ser descoberto, e corri de volta para o meu quarto, terminando a noite me masturbando, mesmo sem ainda gozar direito, no máximo uma melequinha tímida. Foi assim por um tempo até que, não sei como, eles começaram a fechar a porta. Nunca soube o real motivo, e eles também nunca disseram nada. Talvez tenham desconfiado, até talvez eu tenha cometido algum erro que estragou meu plano, mas minhas sessões de pornô ao vivo tinham acabado.
Não lembro quanto tempo se passou, mas talvez fosse algum desses domingos monótonos de verão. Lembro que estávamos na cama deles assistindo a algum filme que passava na TV, quando uma cena de nudez, muito comum nos filmes de antigamente, tomou conta da tela. Eu vestia apenas uma camiseta e uma cueca, e não pude evitar que meu pau endurecido chamasse atenção. Meu pai era um cara muito brincalhão e comentou com a minha mãe, que só comentou dando risada: “ – Eitaa, Leo (nome fictício)”.
Tirei o pau da cueca por alguns segundos enquanto os dois davam risada. Só depois de alguns anos descobri que meu pai também era adepto ao voyeurismo e entendi que tudo aquilo despertasse um desejo que até então ele nunca tinha demonstrado. Depois que aquele filme terminou, já com o dia virando noite e o quarto escurecendo, lembro de ter ficado naquela cama enquanto a luz vinha da suíte do quarto, que permanecia aberto, e meu pai tomava banho para ir viajar a trabalho e minha mãe o ajudava a preparar as coisas dele. Lembro que os dois conversavam algo que eu não conseguia ouvir e nem dava atenção, mas minutos depois minha mãe apareceu só de calcinha e tirando os peitões de dentro do sutiã. Eu fiquei paralisado enquanto ela mexia nos seios enquanto dava risada. Ouvi meu pai dizer lá do banheiro: “– Deixa ele pegar.”, mas minha mãe, desconfortável, não queria. Depois de alguma insistência, ela se deitou ao meu lado, e meu pai entrou no quarto dizendo: “– Vai, Leo, aproveita.” Naquela hora, lembro de ter enchido as mãos naqueles peitos e fiquei massageando por alguns minutos, meio sem jeito, até que, não sei como, estava com a boca nos peitos dela, enquanto ela acariciava meu pau duro por cima da cueca. Depois de certa insistência, meu pai convenceu minha mãe a chupar meu pau. Ele pediu para eu deitar e colocar alguns travesseiros atrás das costas. Em seguida, minha mãe abaixou minha cueca, tirando por completo, se aproximou e lambeu a cabecinha até que meu pau estivesse inteiro dentro da boca. Cara, que delícia. Era uma mistura de adrenalina, medo e tesão, meu coração a mil, e meu pai só assistindo minha mãe me chupar.
Minha mãe estava meio relutante, talvez não quisesse estar fazendo aquilo, mas meu pai era bem insistente. Depois de me chupar por alguns minutos, deixando meu pau completamente babado, meu pai pediu que minha mãe deitasse de barriga pra cima e me instruiu a deitar por cima dela, guiando meu pau até a buceta dela, entre as pernas. Mesmo com minha mãe de pernas fechadas, fiquei os primeiros minutos com o pau no meio, num movimento delicioso, roçando na buceta peluda dela, num vai e vem, até que ela afastou um pouco as pernas e deixou que meu pau deslizasse pra dentro, de um jeito meio desengonçado, ficando ali por alguns minutos na posição papai e mamãe tradicional. Foi a sensação mais deliciosa da minha vida. Não havia problema se eu gozasse dentro, já que minha mãe era operada e não tinha risco de engravidar, então lembro de ter tido minha primeira gozada de verdade, não uma gozada que resultasse em ver a porra escorrendo da buceta até lambuzar o lençol, mas o suficiente pra deixar a buceta dela bastante melada. Meu pai ainda brincou: “– Mas já, Leo?”, e minha mãe também riu.
As semanas seguintes resultaram em dezenas de punhetas, e não houve mais momentos de sexo, já que dependia de um “– Ok, pode ir lá, amigão” do meu pai e eu não tinha coragem de tentar algo por conta própria. Porém, adquiri o hábito de entrar pelado no quarto da minha mãe com cuidado para não fazer barulho e observá-la dormir, às vezes só de calcinha. Quando me certificava de que ela estava realmente dormindo, aproximava-me lentamente, por baixo do lençol, até ficar com o rosto bem perto da sua bunda, tentando sentir o cheiro dela. Sabia que, caso ela acordasse, não me complicaria tanto, dado o que havia acontecido algumas semanas antes, mas não queria arrumar problemas. Então passava a mão suavemente em sua bunda, pensando que, se fosse necessário, poderia inventar uma desculpa dizendo que tentava acordá-la. A adrenalina da situação só intensificava meu grau de excitação. Ao garantir que ela estava dormindo profundamente, aproximei-me novamente e, com uma das mãos, fui afastando a calcinha até conseguir ver um pouco do seu cuzinho e uma parte da vagina que não havia sido depilada havia um bom tempo. Não aguentei e passei a língua de leve, sentindo aquele gosto alcalino de pilha e o cheiro de mulherão que exalava daquela bunda.
Ela dormia de lado e, com muito cuidado, fui me aproximando e comecei a passar meu pau na sua bunda, apreciando a suavidade e o calor do seu corpo por alguns minutos. A excitação do momento me deixava com muita vontade de penetrá-la, mas sabia que tinha tudo para dar errado caso ela acordasse. Decidi que era melhor aproveitar a situação com cautela, em vez de correr riscos. Com cuidado, direcionei a pontinha do pênis em busca de penetrar sua vagina. Assim que comecei a sentir o pau deslizando para dentro, fui tomado por uma sensação incrível, quase como se estivesse flutuando nas nuvens. Fiquei pincelando a entrada da buceta dela por alguns minutos, até conseguir enfiar a metade do pau com cuidado, evitando movimentos bruscos para não acordá-la. O calor daquela buceta úmida e peluda me deixava em um estado de profunda excitação. Tentava meter devagar, num leve vai-e-vem. Meti por cerca de três minutos, até que não consegui mais e acabei gozando na bunda dela. Rapidamente saí dali e fui correndo para meu quarto pensando na merda que tinha feito, ao mesmo tempo me orgulhando e me sentindo macho igual meu pai.
Desde então, aconteceram muitos episódios de putaria em família, mas que com certeza contarei em outras oportunidades.
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