#Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XXVIII

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Escritor

Continuação da serie de contos de mesmo nome.

Como vão, sou o Henrique.

Vou contar a vocês o que me ocorreu, a pedido do Felipe. Se eu me desviar do assunto, me desculpem. Nunca fui muito bom em redação e em escrever textos no geral.

Como meu primo já falou, entramos num mundo não muito comum para os outros, onde o sexo é algo livre. E nesse meio, eu me descobri de várias formas. Tanto encontrando prazer junto a minha mãe e irmã, e tantas outras mulheres mais velhas, como também de outros tipos. Mas, bem, talvez eu fale disso ou não. Agora o importante é outra coisa.

Foi há vários anos. Na época em que tivemos de sair injustamente de casa devido à briga dos meus tios pela herança, ficamos morando num apartamento junto a outra família, que morava acima. Eram boas pessoas, e a filha era muito bonita também. Vivia me chamando para ir a sua igreja, e conversava com Sandra sobre os reality shows que as duas assistiam. Embora eu primeiramente pensasse que crentes não vissem isso, mas enfim. Eram boas pessoas que sequer imaginavam o que acontecia no andar de baixo, quando as portas eram trancadas.

Minha mãe e minha irmã dividiam meu pênis, chupando, sentando e abrindo as pernas para eu meter. E não apenas elas.

Sempre que eu ia para a casa da namorada de Felipe, encontrava um verdadeiro harém de beldades. Além do meu primo e seu Joaquim, de vez em quando. Quando conversávamos, os dois diziam o que fazer, e na hora do sexo, as mulheres me deixavam práticar nelas.

Acho que nenhum garoto da minha idade sabia na época o que era receber uma chupeta dupla de duas mulheres maduras, e depois transar com uma garota apenas alguns anos mais velha que você, ou ser cavalgado pela própria irmã, enquanto ela tem os braços puxados para trás , tendo a bunda devorada por um senhor com quase o triplo de sua idade. E claro, nunca tendo assistido a cara de dor dela enquanto gozava recebendo isso.

Era uma vida incrível, mas não perfeita.

E parte da culpa de não ser perfeita era de Lúcio, meu outro primo.

O garoto parecia não me deixar em paz, mesmo eu fazendo de tudo para que ele não me perturbasse na escola e nas ruas do meu bairro. Vivia falando sobre o divórcio dos meus pais e me chamando de viadinho por conta do meu jeito mais quieto. Um dia falei ao meu primo Felipe sobre isso, e ele me mandou devolver na mesma moeda. Mas não sabia ser assim.

Então meu primo me deu uma ideia muito boa. Como eu era bem nerd, tirava boas notas nas provas. Então Felipe me aconselhou a passar colas aos outros, me ensinando como fazer do melhor jeito. Isso fez com que boa parte da minha sala se aproximasse de mim, com alguns meninos me pondo em seu grupo social. E outros, mais bagunceiros evitando mexer comigo em troca de ajuda em trabalhos.

Em parte isso fez meu dever de casa aumentar, mas também fez com que eu me enturmasse melhor. Sendo deixado em paz e até protegido por eles.

Lúcio me deixou em paz por um tempo na escola, mas quando estávamos na rua, tentava me humilhar de algum jeito toda vez que me via. Então um dia, Felipe chegou para mim e falou sobre uma oportunidade de dar o troco. Que é o assunto principal do relato.

Ocorre que estudava na mesma sala de uma menina que meu primo era apaixonado. Se chamava Melissa, uma menina pretinha de cabelo preto liso e corpo bonito, considerando nossa idade na época, tendo acabado de entrar no ensino médio. E ela de vez em quando aparecia junto de seu grupinho numa praça que frequentávamos no bairro.

Como eu era de boas com eles (por distribuir cola nas provas e ajudar nos trabalhos de classe), sempre batia um papo. E meu primo ficava sempre junto, tentando jogar um papo nela.

Felipe havia nos visto, e percebeu que Lúcio gostava dela, e também que a menina não dava trela para ele. Então me disse para conquistá-la.

Ele me perguntou se a menina tinha fama de namoradeira na escola e eu respondi, pelo que sabia. Mais ou menos. Se ela gostasse do menino, dava uns beijos. Mas era só isso que eu tinha escutado. E ao ouvir isso, Felipe me mandou investir na garota.

Como eu não tinha interesse nela, e era bastante saciado no quesito sexual, nunca tentei nada. Mas após ser convencido por meu primo que, pegando ela, daria o troco em Lúcio, resolvi falar com a menina.

Não tive muitos resultados nas primeiras tentativas, mas segui as dicas que recebi de seu Joaquim e seu Rafael e tentei conversar me prendendo ao que ela gostava. Flamengo, Dorama e kpop. Nesse último dei uma de leigo, (que eu realmente era), interessado no assunto.

Daí tudo fluiu melhor, e em poucos dias já estávamos conversando por mensagem. Ela já ficava mais próxima a mim na praça, ignorando ou rejeitando as tentativas de meu primo Lúcio, que me olhava com uma cara de ódio profundo, que não podia descontar pois eu sempre tinha alguém do meu lado.

Num dia, quando nos encontramos sozinhos, surgiu a oportunidade de beijá-la. E quando o fiz, as horas beijando tantas bocas diferentes e bem mais experientes, fizeram o seu efeito. Senti seus lábios e aos poucos os abri com minha língua. Ela resistiu um pouco, antes de ceder, mas quando cedeu, que bela beijoqueira se mostrou.

E depois desse dia, Melissa passou a me mandar mais e mais mensagens, e a querer se encontrar comigo. Ficava toda melosa do meu lado na praça, bem na frente de meu primo. Que só podia se contorcer de raiva. Só não fazendo nada comigo pra não arranjar confusão com os outros caras do grupo. (Pois eu era o motivo deles não reprovarem).

Mas Melissa não apenas beijava. A menina gostava de fazer outras coisas também.

Uma vez fomos até minha casa, depois da escola. Minha mãe estava no plantão e Sandra na casa da namorada de Felipe. E lá, jogamos vídeo game e assistimos uma série.

Entre brincadeiras e chamegos, eu tocava e me esfregava em seu corpo e ela fazia que não gostava, mas não saía de perto, sorrindo. Seus peitos não eram grandes e macios como os da dona Tereza ou os de minha mãe, mas eram gostosos de apertar por cima da roupa. E sua bundinha era bem redonda.

Sua mão tocou no meu pênis duro e ela riu.

Queria fazer sexo naquele momento, mas Felipe disse para ir com calma com as meninas de fora da família, e usar camisinha. Que naquele momento, eu não tinha.

Porém, para minha surpresa, Melissa se mostrou bem à vontade com aquilo. Tanto, que quando perguntei se ela poderia me dar uma chupeta, a menina não negou. Ficou de joelhos, comigo sentado no sofá, puxou meu pênis da calça e começou a punhetar, me chupando logo em seguida.

Admito que não foi tão bom como eu estava acostumado, então demorei bastante para gozar. Tanto que ela ficou um pouco impaciente, batendo punheta e chupando com mais força.

Não deixou gozar em sua boca, então esporrei num lenço umedecido.

Quando ela já ia se levantar, pensando que havia acabado, eu disse que era a minha vez e Melissa me encarou, sem entender nada.

A fiz se despir. Acho que nunca tinha ficado nua assim, de pernas abertas na frente de outra pessoa, pois se mostrou mais envergonhada à medida que tirava a calça. E também curiosa, poderia dizer.

Pensou que eu ia fodê-la, mas me abaixei sobre sua buceta e apresentei a ela a minha língua.

Creio também que nunca ninguém tenha feito isso nela até aquele momento, pois Melissa derreteu, aos gemidos, na medida que eu lambia seu clitóris.

Sentia ela gozar e continuava labendo, chupando e beijando. Gostava dessa sensação de seu corpo tremendo por causa da minha boca.

Ao final, Melissa estava deitada no sofá, ofegante. Eu fui lavar o rosto e quando voltei, a encontrei do mesmo jeito. Parecia cansada, embora não tenhamos feito, lá, muito esforço.

Depois de um tempo assim, ela se vestiu e voltou para casa.

Ficamos por mais algumas semanas, com Melissa cada vez mais interessada numa relação física.

E eu, como era bem mais experiente do que ela, a levava aos limites.

Ensinei-lhe a fazer garganta profunda, usei meus dedos para brincar com sua periquita e esfreguei meu pênis em seu clitóris até fazê-la gozar. Não tirei sua virgindade porque ela já não tinha. Mas ouso dizer que ela curtiu o sexo pois, naquela idade, eu já sabia cadenciar o ritmo de acordo com o momento, e me aproveitar bastante do corpo da moçinha. Não era tão sexy como a namorada de Felipe, ou peituda como minha mãe, mas era bem apertada.

Não fazíamos sexo todos os dias. Na verdade, talvez uma vez por semana, ou menos que isso. O motivo era eu preferia a companhia das mulheres de nosso grupo sexual. Muito por elas aguentarem e aproveitarem mais o sexo, como também porque com Melissa eu usava camisinha. Mas nessas poucas vezes foi bom para ambos, creio, pois ela perguntava o tempo todo no telefone se podíamos nos ver de novo, e quando estávamos em público, se mostrava uma namoradinha melosa, embora eu não quisesse mais do que ficadas.

Coisa que meu primo Lúcio sentia asco quando via. Tanto que parou de ir atrás de Melissa e quis tentar com outra menina chamada Andréia, amiga dela.

Talvez tivesse dado certo, não fosse por um motivo: garotas falam muito, principalmente as mais novas. E essas quase nunca sabem medir o que devem ou não dizer. Melissa não era exceção à regra. Às vezes ela comentava de nossas pegações com as amigas, e isso acabou despertando nelas um certo interesse.

Nessa época, fiquei surpreso com quão simples era chegar numa garota, uma vez que elas já tivessem interesse em você, mesmo o negando. Uma brincadeira aqui, uma cócega ali. A mão ia ganhando cada vez mais permissões, e lá estava eu pressionando uma menina contra a parede.

Definitivamente tinha de agradecer a Felipe e ao seu Joaquim por essa parte. E apesar disso, mantinha o meu jeito mais manso normalmente.

Na escola, eu era o único menino no grupo das meninas muitas vezes. O que talvez significasse que eu era o “amigo gay”, não fosse pelo fato de ter dado uns amassos em metade delas, e ter ido além no caso de algumas. E todas meio que sabiam disso. Obviamente não namorava nenhuma delas, era apenas brincadeira. E Andréia, que era uma garota morena, um pouco gordinha, mas com peito e bunda grandes, foi uma.

Havia sempre eventos na escola. Festival de Ciências, interclasse e passeios escolares. E uma vez teve um passeio até um museu de uma universidade onde ia ocorrer uma exposição.

Minha turma e a de Lúcio foram.

Durante a exposição, fiquei junto do grupo da minha sala, com Andréia quase sempre próxima a mim, para a raiva de Lúcio, que tentava se aproximar e puxar assunto.

Percebi ele olhando o tempo todo, e num momento, passei casualmente minha mão pela bunda da garota, enquanto conversamos. Ela não mostrou muita reação além de um sorrisinho, e um acabamento. Então continuei.

Expliquei alguns quadros que haviam alí e toquei em seu braço e depois na cintura. Quando a fila parou em certo momento, eu lhe dei uma encoxada. Tudo isso à vista de meu primo. E quando estava perto de acabar, lhe roubei um selinho rápido, após uma brincadeira.

Não sabia se ele tinha visto, mas esperava que sim.

Mas o melhor foi depois.

Sempre saíamos cedo quando havia passeios, e geralmente os pais de todos trabalhavam. Então fui até a casa da Andréia, que ficava para aproveitar isso.

Melissa e outras meninas foram conosco.

Para tomar nota, fomos eu, Melissa, Andréia e Tainara.

Tainara era uma branquinha alta e magra, de cabelos cacheados que iam até as costas. A gente sempre ficava apenas nos beijinhos, pois ela dizia ser menina da igreja. Enfim, fomos os quatro e como eu era o “amigo afeminado” delas para o resto dos garotos, ninguém se importou muito em nos ver saindo juntos.

Ao chegarmos lá, ficamos bem à vontade. As meninas tiraram fotos delas e postaram nas redes, comentaram das postagens dos outros,

Andréia me puxou para o quarto, foi se despindo e deitando na cama, me esperando. Chupei e acariciei aqueles seios pesados, passando a mão nos seus lábios carnudos. Então me ajeitei entre suas pernas e passei a meter em sua buceta.

As outras meninas assistiam e riam, incentivando-me.

Se fossem minha mãe, Cristiane ou dona Tereza no lugar delas, estariam se chupando, ou, participando da foda de algum jeito, inventando posições. Mas como eram meninas mais novas, apenas tratavam tudo como uma brincadeira prazerosa. Rindo e incentivando.

Pus Andréia de quatro, com seu bundão apontando para mim e comecei a socar com vontade. Melissa se deitou nua na cama, se tocando, então persuadi Andréia a ficar por cima dela, e fiquei alternando entre as duas. E Tainara assistia, brincando que as duas eram doidas.

tentaram convencer Tainara a perder a virgindade.

Eu disse que não havia problema se ela não quisesse, mas que só não ia aproveitar como as outras.

Ela ficou rindo e negando, dizendo que não podia, ou então que devíamos deixar para outro dia. Mas eu sabia, pelo que tio Joaquim sempre dizia sobre garotas que se fazem de difícil: quanto mais elas põem dificuldade, tão próximas de entrar na vara, mais elas querem”. Por isso, eu sabia que ela não tinha ido até ali só pra passar vontade, e eu também não.

A puxamos para a cama, e daí eu a preparei.

Beijei seu corpo por inteiro, tirando peça por peça de sua roupa, até chegar na buceta, onde tirei sua dúvida. Pus a camisinha, e pouco depois, tinha um filete de sangue correndo por suas pernas, enquanto eu a fodia devagar e com calma. Como bem tinha instruído a tia Tereza, certa vez, no caso de um dia eu tirar a virgindade de uma garota.

E ocorreu naquele momento, com gemidos, gritinhos de dor e risadas nervosas da parte dela. Após alguns minutos sentindo o aperto de uma buceta virgem, soltei a goza na camisinha.

Andréia ficou desesperada porquê o sangue sujou o cobertor da cama, e já o pôs para lavar na máquina.

Conversamos, comemos uns salgados e assistimos uma série.

Fui para casa quando estava quase anoitecendo. E lá, antes do jantar olhei uma foto que Andréia tinha postado, comigo e as outras, e sorri, certo que meu primo Lúcio tinha visto também.

Era uma vida boa.

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