#Gay #Trans

Nunca pensei que ia me apaixonar por um travesti dotado

2.1k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
amante

**Eu nunca pensei que ia me apaixonar por um travesti.**

Meu nome é Caio. Vinte e dois anos. Hetero assumido até o semestre passado. Jogava bola, ficava com mina, bebia com a galera da faculdade e ria de qualquer papo de “experiência diferente”. Até conhecer o Leo.

Leo tem vinte. Travesti. Cabelo loiro na altura dos ombros, corpo magro, cintura fina, bunda redonda e um pau que, quando fica duro, parece que não cabe na mão. A gente se conheceu no segundo período de Administração. Ele sentava na frente. Eu ficava olhando a nuca dele, o jeito que mexia o cabelo, o perfume doce misturado com algo mais masculino. A gente começou a conversar. Trabalho em grupo. Depois café. Depois mensagens até de madrugada. Eu sentia o peito apertar toda vez que ele mandava áudio rindo. Eu fingia que era só amizade. Mentira.

O interesse virou vontade. A vontade virou obsessão. E a obsessão virou amor. Hoje eu sou apaixonado por comer a bunda dele. Apertada, quente, que aperta o pau como se quisesse engolir. O cheiro que sobe quando ele abre as pernas é viciante. Eu como ele todo dia. Em todo lugar. E a gente posta no site da Selma e no Telegram VIP. Lá a gente encontra gente nova, marca, troca. Quem entra em www.selmaclub.com ou no Telegram VIP pelo www.bit.ly/telemanu vê os vídeos. Quem não entra fica só imaginando o cu apertado, o porra escorrendo e a gente se fodendo com medo de ser pego.

Eu conto tudo. Em primeira pessoa. Sem mentira.

---

A primeira vez que eu meti nele foi no banheiro da faculdade.

Era sexta, quase sete da noite. O prédio já estava vazio. A gente tinha ficado até tarde fazendo trabalho. Leo estava de short curto e blusa cropped. Toda vez que ele se inclinava eu via a curva da bunda. Eu não aguentei. Empurrei ele pra dentro do banheiro do terceiro andar, tranc ei a porta e beijei a boca dele com força. O beijo foi molhado, desesperado. Ele gemeu no meu peito.

— Caio... você tem certeza?

— Eu nunca tive tanta certeza na vida.

Eu virei ele de frente pro espelho, puxei o short e a calcinha pro lado. A bunda apareceu. Lisa, redonda, o cuzinho rosado e apertado. Eu ajoelhei, abri as nádegas e cheirei. O cheiro subiu. Suor leve, perfume, algo só dele. Eu lambi. A língua passou no cu, entrou um pouco. Ele tremeu.

— Porra, Caio...

— Cala a boca e segura a pia.

Eu levantei, abri a calça, cuspi na mão e passei no pau. A cabeça já estava roxa. Eu encostei no cu dele. Empurrei devagar. A cabeça entrou. Ele gritou. Um grito agudo, de dor e surpresa.

— Ai, caralho... dói...

— Aguenta. Respira.

Eu empurrei mais. O pau sumindo centímetro por centímetro. O cu apertava tanto que eu quase gozei só de entrar. Quando enfiei até o fundo ele estava tremendo, a testa colada no espelho, a boca aberta.

— Tá tudo dentro... porra, Caio, tá tudo dentro...

Eu comecei a meter. Devagar no começo. Depois mais forte. O barulho de pele batendo. O gemido dele ecoando no banheiro vazio. Eu segurava a cintura fina e fodia. O cu quente, apertado, que puxava o pau pra dentro a cada estocada. Eu olhava no espelho. O rosto dele vermelho, a boca aberta, os olhos semi-fechados.

— Mais forte... mete mais forte...

Eu meti. O pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez. Ele gritava. Eu cobria a boca dele com a mão pra ninguém ouvir. Gozei fundo. O porra quente enchendo o cu. Quando tirei, o branco escorreu pela coxa. Eu ajoelhei de novo e lambi. O gosto de porra e cu misturado. Ele tremeu e gozou sem nem tocar no pau. O jato dele bateu no espelho.

Naquela noite eu perdi a virgindade de outro jeito. De quatro, no banheiro da faculdade, com o pau do Leo na minha boca enquanto o meu ainda escorria o resto do porra. A gente se chupou até o último gozo. Depois saímos como se nada tivesse acontecido. Mas eu já estava perdido.

---

A segunda vez foi na trilha.

A galera da faculdade marcou uma caminhada no final de semana. Mata, cachoeira, cerveja. Eu e o Leo nos distanciamos do grupo. Falei que ia mijar. Ele veio atrás. Longe o suficiente pra ninguém ouvir. Eu empurrei ele contra uma árvore, puxei a short e enfiei a língua no cu de novo. O cheiro de suor e terra. Ele gemeu baixo.

— Caio, eles vão perceber...

— Então geme baixo.

Eu cuspi, enfiei o pau de uma vez. Ele gritou no meu ombro. O cu ainda estava sensível da noite anterior. Eu meti forte, as folhas farfalhando. Ele rebolava, empurrando a bunda pra trás. Eu segurava o cabelo loiro e fodia. O pau sumindo e aparecendo. O cu apertando. Eu gozei de novo dentro. Quando tirei, ele se virou, ajoelhou e chupou o pau sujo de porra e cu. Eu gozei de novo na boca dele. Ele engoliu.

A gente voltou pro grupo como se tivesse só conversado. Mas o short dele estava molhado por dentro. Eu passava a mão na bunda dele toda vez que ninguém olhava.

---

Depois disso a gente não parou. E uma das vezes mais intensas foi no sertão.

A gente estava voltando de uma visita na casa de um parente dele. Estrada longa, sol quente, mato dos dois lados. Paramos num posto no meio do nada pra lanchar. Coxinha, refrigerante, sombra de árvore seca. O tesão já estava alto desde o carro. Eu ficava passando a mão na coxa dele, ele apertava meu pau por cima da calça. Quando terminamos de comer eu falei:

— Preciso mijar.

Ele veio atrás. O banheiro ficava no fundo do posto, longe da pista. Porta de madeira velha, cheiro de mijo e desinfetante barato. A gente entrou. Tinha dois boxes. Eu puxei ele pro do fundo, tranc ei. O coração batia forte. Qualquer caminhoneiro podia entrar. Qualquer pessoa.

— Caio, se alguém vier...

— Então mete silêncio.

Eu virei ele de frente pra parede, puxei o short e a calcinha. A bunda apareceu. Eu ajoelhei, abri e cheirei. O cheiro de suor da viagem misturado com o dele. Eu lambi o cu. Ele tremeu. Levantei, cuspi no pau e enfiei de uma vez. Ele mordeu o braço pra não gritar. O cu apertou tão forte que eu quase gozei na hora.

— Porra... tá arrombando...

— Aguenta. É gostoso pra caralho.

Eu meti. Forte. O medo deixava tudo mais intenso. Cada barulho lá fora fazia a gente parar um segundo. Passos. Porta abrindo. A gente congelava com o pau dentro. Depois eu voltava a meter. O cu quente, molhado, puxando. Eu segurava a cintura e fodia fundo. Ele rebolava mesmo com medo. O barulho molhado do pau entrando. Eu gozei dentro. O porra quente enchendo. Quando tirei, escorreu pela coxa, pingando no chão do banheiro. Ele se virou, ajoelhou e chupou o pau sujo. Eu endureci de novo. Virei ele, enfiei outra vez. Dessa vez mais rápido. O medo de alguém entrar deixava o cu ainda mais apertado. Eu gozei de novo. O porra vazando, escorrendo, molhando a calcinha quando ele puxou pra cima. A gente saiu. Um caminhoneiro estava lavando a mão na pia. Olhou a gente. Eu fingi que só tinha mijado. O coração ainda batia descontrolado. Mas o cu dele ainda estava vazando meu porra enquanto a gente voltava pro carro.

Foi gostoso pra caralho. O medo. O aperto. O porra escorrendo. A gente postou o áudio dos gemidos abafados. Quem entra no site e no Telegram VIP vê a reação da galera.

---

No cinema também.

A gente foi no Flop. Sessão da tarde, quase vazia. Lugar mais reservado e escuro, lá no fundo. Começou com a mão. Eu peguei a mão dele. Depois passei pra coxa. Ele passou a mão no meu pau por cima da calça. Em menos de cinco minutos eu já estava com a mão dentro do short dele, apertando o pau duro. Ele abriu o zíper da minha calça e tirou o pau. Chupou ali mesmo, no escuro. A cabeça subindo e descendo. Eu mordia o lábio pra não gemer. Quando não aguentei mais, puxei ele pro colo. Ele sentou de costas, o short puxado pro lado. Eu enfiei. O cu ainda molhado do porra de mais cedo. Ele rebolou devagar, olhando se alguém vinha. O cinema quase vazio. Eu metia de baixo, segurando a cintura. O pau sumindo. O cheiro subindo mesmo no escuro. Ele gozou sem tocar, o jato molhando a poltrona. Eu gozei dentro. O porra vazando quando ele levantou. A gente ficou mais um pouco, se chupando no escuro. Depois saímos como se tivesse só assistido o filme.

Outras vezes a gente nem espera o filme. Está passeando no shopping, o tesão sobe, a gente vai direto pro banheiro. Tranca o box, eu viro ele de quatro, cuspo e meto. Ou ele me vira. O medo de alguém bater na porta deixa tudo mais forte. A gente goza rápido, limpa o que dá, e volta pra andar de mãos dadas como se nada tivesse acontecido. O porra ainda escorrendo dentro da calça.

Somos insaciáveis. Toda semana tem mais. Banheiro de faculdade. Trilha. Posto no sertão. Cinema. Shopping. Carro no meio do mato. Restaurante de beira de estrada. Eu como o cu dele até ele tremer. Ele come o meu até eu gritar. A gente goza na boca um do outro. Engole. Beija com gosto de porra. E posta tudo.

No site da Selma e no Telegram VIP a gente coloca os vídeos e os áudios. O do banheiro do posto, com o medo e o gemido abafado. O do cinema, o barulho molhado no escuro. O do shopping, a porta do box batendo enquanto a gente fode. Quem entra em www.selmaclub.com ou no Telegram VIP pelo www.bit.ly/telemanu vê. Vê o cu apertado sendo arrombado. Vê o porra vazando. Vê a gente se beijando depois. Vê a reação da galera nos comentários. Lá a gente também encontra gente nova. Casais. Solteiros. Gente que curte o mesmo. Marca. Conversa. Às vezes chama pra participar. O site e o Telegram são o lugar. Acesso rápido. Gente de todo canto. Vídeos novos toda semana.

Eu nunca pensei que ia me apaixonar assim. Por um travesti de vinte anos. Pelo cu apertado. Pelo cheiro. Pelo gemido. Pelo jeito que ele olha pra mim quando o pau está sumindo. Eu como ele todo dia. Ele me come. A gente se fode em todo lugar. Com medo. Com tesão. Com porra escorrendo. E o amor só aumenta.

Ontem a gente parou de novo num posto no sertão. Mesma coisa. Banheiro no fundo. Porta trancada. Eu meti nele de quatro. Ele mordeu a mão pra não gritar. Eu gozei fundo. O porra vazou. Ele chupou. Depois me comeu. Eu gritei baixo. Saímos com o cu molhado e o coração disparado. Postamos. A galera do site e do Telegram VIP já está comentando.

Eu sou apaixonado. Pelo Leo. Pelo cu dele. Pelo pau dele. Pelo jeito que a gente se fode. E todo mundo que entra vê. Vê os vídeos. Vê os contos. Vê a gente. E fica com vontade de fazer parte.

Eu nunca pensei que ia acontecer. Mas aconteceu. E eu não paro mais.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos