A semente da aliança
Uma família q exige foder o noivo pra ele se casar com a filha
O casal se conheceu numa tarde de primavera, no parque da cidade, quando o vento bagunçou os cabelos dela e ele se abaixou para pegar o livro que ela deixara cair. Ana tinha vinte e seis anos, olhos castanhos quentes e um sorriso que parecia acender o ar ao redor. Lucas tinha vinte e oito, ombros largos, mãos grandes e uma timidez que contrastava com o corpo atlético. Em poucos meses já se tornaram inseparáveis. Dormiam juntos quase todas as noites, faziam amor com a urgência de quem descobria o próprio corpo no corpo do outro, e planejavam um futuro que parecia simples e luminoso.
O pedido de casamento aconteceu num restaurante à beira-mar, no aniversário de um ano deles. Lucas ajoelhou-se, a caixa de veludo tremendo um pouco nas mãos. Ana chorou, disse sim, e a noite terminou com os dois enrolados um no outro na cama do hotel, suados, ofegantes, prometendo para sempre. O anel de diamante brilhava no dedo dela enquanto ele a penetrava devagar, olhando nos olhos dela, sussurrando que ela era a mulher da vida dele.
A família de Ana, no entanto, era outra história. O pai, Ricardo, era um homem de cinquenta e poucos anos, ainda forte, cabelos grisalhos cortados curtos, voz grave e olhar que pesava. Os dois irmãos — Pedro, o mais velho, trinta e dois, e Thiago, vinte e nove — herdaram a mesma estrutura sólida do pai. Homens altos, de mãos grandes, acostumados a mandar. A mãe de Ana falecera há anos, e a casa grande na periferia da cidade funcionava sob as regras silenciosas de Ricardo.
Foi numa noite de jantar, três semanas depois do noivado, que a conversa mudou. Ana estava na cozinha, e Lucas sentou-se à mesa com os homens da família. Ricardo serviu uísque, olhou fixamente para o futuro genro e falou com a calma de quem anuncia algo inevitável:
— Na nossa família, o noivo não entra só pelo coração da filha. Entra pelo corpo. Antes da cerimônia, ele precisa receber a semente de todos nós. Pai e irmãos. Precisa mostrar que aceita carregar a marca da família dentro dele. Que se entrega. Que engole. Que abre o cu e recebe tudo o que a gente tiver para dar.
Lucas sentiu o sangue subir ao rosto. Pensou que era brincadeira pesada. Mas os três homens o olhavam sem sorrir. Pedro inclinou-se para a frente, o copo girando entre os dedos:
— Ana já sabe. Ela concordou. É tradição. Se você quiser casar com ela de verdade, amanhã à noite a gente começa.
Ana voltou da cozinha naquele momento, os olhos brilhando de um jeito que Lucas nunca vira antes — meio medo, meio excitação. Ela se sentou ao lado dele, colocou a mão na coxa dele e sussurrou:
— Eu te amo. Mas eu quero isso. Quero ver você recebendo eles. Quero saber que a semente da minha família está dentro de você quando a gente casar.
Lucas passou a noite em branco. No dia seguinte, Ana o beijou na porta da casa dela, o vestido leve colado ao corpo, e murmurou:
— Eles estão esperando no quarto do fundo. Eu vou ficar na sala. Mas depois… depois eu quero te chupar limpinho.
O quarto do fundo era amplo, com uma cama de casal grande, cortinas fechadas e o cheiro de madeira e suor masculino. Ricardo estava sentado numa poltrona, só de calça jeans, o torso nu revelando o peito peludo e o ventre ainda firme. Pedro e Thiago já haviam tirado as camisas. Os três olhavam para Lucas como se ele fosse a refeição.
— Tira a roupa — ordenou Ricardo, a voz baixa.
Lucas obedeceu. As mãos tremiam enquanto desabotoava a camisa, descia o zíper da calça, tirava a cueca. Ficou nu no meio do quarto, o pau já semi-duro de nervosismo e de uma vergonha quente que subia pela barriga. Ricardo se levantou, aproximou-se, passou a mão grosseira pelo peito de Lucas, apertou um mamilo, desceu até o pau e o segurou com firmeza.
— Bonito. Vai ficar ainda mais bonito quando estiver sujo de porra.
Pedro e Thiago se aproximaram. Pedro puxou Lucas pela nuca e o beijou com força, língua invadindo a boca, enquanto Thiago se ajoelhava e engolia o pau de Lucas de uma vez, chupando fundo, molhado, barulhento. Lucas gemeu no beijo de Pedro. Ricardo, atrás, abriu a própria calça e tirou o pau grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Esfregou o pau entre as nádegas de Lucas, sujando a entrada com o líquido viscoso.
— Ajoelha — mandou Ricardo.
Lucas ajoelhou-se no carpete. Os três paus ficaram na altura do rosto dele. Ricardo empurrou o próprio no fundo da boca de Lucas primeiro, segurando o cabelo curto e fudendo a garganta sem piedade. Lucas engasgou, lágrimas escorrendo, saliva escorrendo pelo queixo. Pedro e Thiago se revezavam, empurrando os paus um de cada lado, batendo no rosto dele, esfregando nas bochechas, exigindo que ele lambesse os sacos, que chupasse as cabeças, que engolisse o que escorria.
— Abre a boca e mostra a língua — ordenou Pedro.
Lucas obedeceu. Pedro masturbou-se rápido e gozou direto na língua aberta, jatos quentes e espessos. Lucas engoliu, engasgando um pouco, e ainda estava engolindo quando Thiago fez o mesmo, a porra salgada misturando-se na boca. Ricardo puxou o noivo pelo cabelo e gozou por último, mirando a língua e o rosto, sujando os lábios, o queixo, até o peito.
— Engole tudo — rosnou. — Isso é a primeira semente. Ainda tem muito mais.
Levantaram Lucas e o jogaram de bruços na cama. Ricardo cuspiu na mão, espalhou a saliva na entrada apertada do noivo e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo, torcendo, procurando a próstata. Lucas arquejou, o pau duro de novo contra o colchão. Pedro se ajoelhou na frente, enfiou o pau na boca de Lucas outra vez, enquanto Thiago se deitava ao lado e chupava os mamilos, mordendo, puxando.
Ricardo retirou os dedos, alinhou o pau grosso e empurrou. A cabeça entrou com dificuldade, esticando. Lucas gritou no pau de Pedro. Ricardo não esperou: foi avançando centímetro a centímetro até enterrar tudo, até os sacos baterem nas nádegas. Começou a foder com estocadas longas e profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força. O som molhado ecoava no quarto. Pedro gozou de novo na garganta de Lucas, obrigando-o a engolir enquanto o pai o arrombrava.
Quando Ricardo sentiu o orgasmo chegar, enterrou até o fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo o cu de Lucas. Ficou parado alguns segundos, pulsando, depois puxou o pau para fora. A porra escorreu imediatamente, branca e grossa, descendo pelas coxas. Pedro tomou o lugar do pai. O pau dele era um pouco mais fino, mas mais longo, e ele fodeu rápido, agressivo, segurando as nádegas de Lucas abertas para ver a porra do pai ser empurrada para dentro e para fora. Thiago se ajoelhou atrás também, esperando a vez, masturbando-se enquanto assistia.
Pedro gozou fundo, adicionando a própria carga à do pai. Quando saiu, Thiago entrou sem hesitar, o cu já mais frouxo, escorregadio de porra. Fodeu com força, batendo as coxas contra as de Lucas, gemendo alto. Lucas estava perdido entre o prazer e a humilhação, o pau esfregando no colchão a cada estocada, quase gozando sem ser tocado. Thiago gozou dentro também, o terceiro jato quente enchendo-o ainda mais.
Ricardo mandou Lucas se virar de quatro e abrir a boca. Os três se alinharam de novo e se masturbaram sobre o rosto dele. Gozeram juntos, sujando a língua, os lábios, as bochechas, o cabelo. Lucas engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo até o peito.
— Ainda não acabou — disse Ricardo, a voz rouca. — Amanhã a gente continua. E no dia seguinte também. Até o casamento você vai estar cheio da gente. Vai andar com o cu escorrendo a semente da família. E Ana vai lamber cada gota.
Lucas ficou deitado, o corpo tremento, o cu latejando, a boca com gosto de porra. Ouviu passos na porta. Ana entrou, o vestido ainda no corpo, os olhos escuros de desejo. Ajoelhou-se na beira da cama, puxou as pernas dele para cima e começou a lamber a entrada inchada, chupando a mistura de porras que escorria, gemendo enquanto engolia. Depois subiu, beijou a boca suja de Lucas, dividindo o gosto, e sussurrou:
— Eu te amo tanto. Você é nosso agora.
Nos dias seguintes a rotina se repetiu, cada vez mais intensa. Ricardo gostava de foder Lucas de manhã, antes do café, empurrando-o contra a parede da cozinha e entrando sem preparo, só com saliva. Pedro preferia a boca, fazendo Lucas ajoelhar no chão da sala enquanto assistia televisão, gozando fundo na garganta e obrigando-o a mostrar a língua limpa depois. Thiago era o mais bruto: gostava de prender as mãos de Lucas nas costas, foder o cu até ele gritar e depois gozar no rosto, espalhando a porra com o polegar e mandando engolir.
Ana assistia quase sempre. Às vezes se masturbava enquanto os homens usavam o noivo. Outras vezes se juntava, chupando o pau de Lucas enquanto o pai o fodia, ou lambendo os sacos dos irmãos enquanto eles se revezavam. Uma noite ela pediu que Lucas ficasse de quatro no meio da sala e que os três gozassem dentro dele ao mesmo tempo — o máximo que conseguiam. Ricardo entrou primeiro, gozou, saiu; Pedro entrou logo em seguida, gozou; Thiago fechou, empurrando a porra dos outros ainda mais fundo. Quando Thiago saiu, Ana se deitou debaixo de Lucas e abriu a boca, recebendo o rio de sêmen que escorria do cu dele direto na língua dela. Engoliu tudo, depois beijou Lucas com a boca cheia.
No último dia antes do casamento, Ricardo chamou Lucas para o quarto sozinho. Fechou a porta, tirou a roupa e mandou o noivo se ajoelhar. Fodeu a boca devagar, quase carinhoso, depois deitou Lucas de costas, ergueu as pernas e entrou no cu já acostumado, esticado. Fodeu fundo, olhando nos olhos dele.
— Depois de amanhã você casa com a minha filha. Mas toda vez que ela te chupar, vai sentir o gosto da gente. Toda vez que você sentar no pau dela — se ela quiser te foder com um cinto — vai lembrar de nós. Você carrega a semente da família agora. Para sempre.
Gozou dentro, profundo, e ficou parado até o último espasmo. Depois se retirou, limpou o pau na coxa de Lucas e saiu sem olhar para trás.
Na manhã do casamento, Ana encontrou Lucas no banheiro do hotel. Tirou a cueca dele, ajoelhou-se e chupou o pau ainda marcado pelos dias anteriores. Depois virou-o de costas, abriu as nádegas e lambeu a entrada inchada, limpando qualquer resto que ainda restasse. Levantou-se, beijou a boca dele e sussurrou:
— Agora você é meu. E deles. E nosso.
Na igreja, enquanto o padre falava, Lucas sentia o cu latejar, a memória dos três paus ainda viva na carne. Quando Ana disse “sim”, o sorriso dela era o de quem sabia exatamente o que o noivo carregava dentro de si. E Lucas, ao responder, sentiu uma mistura estranha de amor, vergonha e um desejo sujo que não ia embora nunca mais.
Na noite de núpcias, Ana o fodeu com um cinto de couro que os irmãos haviam comprado de presente. Enquanto ela empurrava o brinquedo no cu dele, Ricardo, Pedro e Thiago estavam do outro lado da porta, ouvindo os gemidos. Quando Ana gozou, gritou o nome do marido. Lucas gozou também, o corpo inteiro tremendo, a semente da família ainda quente na memória da carne.
E assim começou o casamento.
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