#Coroa #Incesto #Teen #Virgem

Experimentando o pau enorme do meu padrasto

1.6k palavras | 6 | 4.64 | 👁️
CentralDaPutaria

Na minha casa ninguém fecha porta de banheiro.

Cresci assim. Mãe andando de calcinha pela cozinha, padrasto saindo do chuveiro com a toalha no ombro e nada mais, eu e minha irmã mais nova trocando de roupa na sala enquanto a novela passa. Nudez, para nós, nunca foi evento. Era banal, era móvel, era como o sofá: estava ali e ninguém reparava.

Só que ninguém repara até começar a reparar.

Aos quinze, alguma coisa virou a chave. De repente o corpo do meu padrasto, o Sérgio, deixou de ser paisagem. Ele tinha quarenta e um, pedreiro, ombros largos, a pele marcada de sol, e andava pela casa com uma naturalidade que começou a me deixar sem ar. Ele tomava banho de porta aberta. Sempre tomou. E eu, que passava pelo corredor com o caderno na mão e a cara de quem ia estudar, comecei a diminuir o passo.

O pau dele era enorme. Não é força de expressão, não é memória corrompida por desejo. Era grande de um jeito desproporcional, grosso, pesado, caindo sobre as coxas quando ele andava. E molhado. Sempre molhado, sempre brilhoso — ele saía do banho e não se secava direito, e aquilo ficava ali, úmido, refletindo a luz da lâmpada, balançando. Eu olhava de rabo de olho e sentia o rosto queimar.

Ninguém nunca explicou nada. Ninguém nunca precisou.

Aos dezoito, resolvi que precisava perder logo. Estava estudando para o vestibular e me sentindo uma idiota por nunca ter beijado ninguém direito. Baixei aplicativo, marquei com um menino de vinte, bonito, do tipo que posta foto na academia. Fui na casa dele num sábado, com a desculpa de um trabalho em grupo.

Foi... ok. Ele era gentil. Me beijou, me tocou, colocou a camisinha. E quando entrou, eu senti. Senti, sim, alguma coisa. Só que era pequena. Um volume morno que ia e vinha sem me arrancar nada. Ele gozou em cinco minutos, ofegante, e ficou deitado me olhando com cara de vitorioso.

— E aí? — perguntou.

— Foi bom — menti.

Voltei para casa de ônibus com uma pergunta martelando: era só aquilo? Porque se era só aquilo, então o corpo do meu padrasto, aquele peso todo, aquela coisa brilhosa e molhada que ele carregava entre as pernas, devia servir para outra coisa. Uma coisa bem diferente.

Duas semanas depois, minha mãe viajou para o enterro de uma tia, no interior. Levou minha irmã. Três dias.

Na primeira noite, quase não dormi. Ele dormia no quarto ao lado. Eu ouvia o barulho da cama, ouvia ele tossir, ouvia a descarga às duas da manhã. E ficava de olho aberto no escuro, calculando.

No segundo dia, ele chegou do trabalho às seis, sujo de cimento, e foi direto para o chuveiro. Porta aberta, como sempre. Passei pelo corredor, olhei, e dessa vez não disfarcei. Ele estava de costas, a água batendo na nuca, e eu fiquei parada no batente olhando a água escorrer pelo corpo dele.

— Vai ficar aí plantada? — ele falou, sem virar.

Dei um pulo.

— Eu ia... escovar os dentes.

— Escova.

Entrei. A pia ficava de frente para o box. Escovei os dentes olhando pelo espelho, e ele terminou o banho, fechou o registro e se virou. Aí eu vi de frente. Molhado, pesado, o pau dele balançando com o movimento do corpo, brilhando de água. Senti um aperto que desceu até o joelho.

— Sérgio — eu falei, com a escova ainda na boca.

— Fala.

— Posso te perguntar uma coisa?

— Pode.

Cuspi a espuma, enxáguei a boca, e virei para ele de frente.

— Por que você não se fecha quando toma banho?

Ele riu, pegando a toalha.

— Costume. Sua mãe também nunca fechou.

— Eu sei. — Dei dois passos. — Só que agora eu tô reparando.

Ele parou com a toalha na mão. Me olhou de um jeito diferente.

— Reparando em quê?

— Em você.

Silêncio. Ele passou a toalha no peito, devagar, e ficou me olhando. A toalha não ia para a cintura. Ele sabia. E eu sabia que ele sabia.

— Sérgio, eu transei.

Ele levantou a sobrancelha.

— Foi?

— Foi. Semana passada.

— E?

— E o pau dele era pequeno. — Apontei com o queixo. — Bem menor que o seu.

Ele riu de novo, mas dessa vez mais baixo, e a toalha finalmente foi para a mão, não para o corpo. Ele continuava exposto.

— E o que você quer que eu faça com essa informação, filha?

— Quero que você me mostre.

— Sua mãe...

— Não tá aqui.

Ele ficou parado uns três segundos. Depois jogou a toalha no chão.

— Vem cá então.

Eu fui. Ele me pegou pela cintura e me puxou para o peito molhado, e o primeiro beijo foi mais firme do que eu esperava — boca de homem, sem hesitação. Ele me empurrou de encontro à parede fria do banheiro e a camiseta ficou grudada, transparente. A mão dele subiu por baixo, apertou meu seio, e eu gemi dentro da boca dele.

— Tira — ele mandou, puxando a barra.

Tirei. Ele abaixou a boca para o meu peito e chupou com força, e eu bati a cabeça na parede, os dedos no cabelo dele.

— Ai, Sérgio...

— Cala a boca e abre a perna.

Obedeci. A mão dele desceu, entrou por dentro do short, e o dedo passou de uma vez. Eu estava encharcada desde o corredor.

— Olha isso — ele resmungou contra o meu peito. — Toda molhada. Só de me ver no chuveiro?

— Desde antes.

Ele ergueu o rosto e me olhou. Depois se abaixou, me puxou o short e a calcinha até o tornozelo, e me levantou pela coxa. Eu me apoiei nos ombros dele, as pernas abertas, e ele me carregou para o quarto molhado, me jogando na cama de costas.

Subiu em cima de mim, e aí eu senti o peso. Ele encostou aquilo na minha coxa e eu levei um susto real — quente, grosso, escorregadio de água e de si mesmo.

— Tá com medo? — perguntou, a boca no meu ouvido.

— Tô.

— Quer que eu vá devagar?

— Não. — Segurei o rosto dele. — Quero que você me mostre a diferença.

Ele sorriu de canto e passou a ponta. Só a ponta, e eu já abri a boca. Empurrou um pouco, o anel esticando, queimando, e travou.

— Respira — ele mandou, rouco.

— Tô respirando...

— Respira fundo. — Ele encostou a testa na minha. — Vai, solta.

Soltei o ar e ele entrou. Entrou de um jeito que me arrancou um gemido que não era bonito — era bruto, quase um grito. Senti o corpo todo se abrir, o colo do útero levando um encontrão.

— Ai, meu Deus — eu arfei. — Ai, meu Deus, é grande...

— É o que você pediu — ele falou, a voz falhando. — Aguenta.

E ele começou a meter.

Nunca. Nunca tinha sentido aquilo. Não era só o tamanho: era o peso, era o ritmo, era o jeito que ele empurrava até o fundo e ficava, e depois puxava devagar para entrar de novo com força. A cama batia na parede. Eu agarrei o lençol com as duas mãos e gemi sem controle nenhum.

— Isso — ele grunhiu no meu ouvido. — Grita. Grita que a casa tá vazia.

— Tá gostoso, caralho... — saiu da minha boca, e eu nem reconheci a minha voz. — Tá muito gostoso, Sérgio, não para...

— Não era pequeno, né? — ele riu, ofegante.

— Não... não era...

— Fala o nome.

— Pau grande — eu gemi, sem vergonha nenhuma. — Pau grande do caralho, ai meu Deus...

Ele pegou meu quadril com as duas mãos e acelerou, e aí eu perdi qualquer noção. Vinha uma onda de longe, subindo, e eu tentava avisar e só saía gemido.

— Tô gozando — consegui dizer. — Tô gozando, tô gozando...

E gozei. Gozei com o corpo todo fechando em volta dele, as pernas tremendo, o gemido comprido arranhando a garganta. Ele aguentou mais umas cinco estocadas e travou, enterrado até o fim.

— Vou gozar dentro — avisou.

— Goza.

Ele gozou com um gemido grave, se dobrando sobre mim, e eu senti o jato quente batendo no fundo. Ficamos ali, colados, os dois sem ar, o suor escorrendo e grudando nossas barrigas.

Quando ele saiu, eu levei as mãos ao meio das pernas e senti escorrer.

— E aí? — ele perguntou, deitando ao lado, a voz rouca.

Virei a cabeça e sorri.

— Era só isso que eu queria saber.

Ele riu alto, me puxou para o peito molhado e ficou passando a mão no meu cabelo.

— Sua mãe volta depois de amanhã — falou.

— Eu sei.

— E aí?

Olhei para o teto, sentindo ainda o corpo latejando.

— Aí a gente resolve. — Encostei o rosto no ombro dele. — Mas hoje você ainda vai me mostrar de novo. Duas vezes, se der.

Deu três.

Quer contar seus segredos e desejos mais secretos para o mundo de forma anônima?

@centraldatchutcharia no Instagram
ou
@putariacentral no Telegram

Dá uma olhadinha aqui:
Ou procure o @putariacentralbot no telegram

Comentários (6)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • João: Em casa igual, minhas irmãs e mãe, sempre com roupas de baixo, pela casa, eu criança nao notava, mas quando o pau ficou duro, minha irmã mais velha notou...

    Responder↴ • uid:40vohk9lt0c
  • Magali: Nenhuma adolescente resiste ao padrasto. No meu caso, primeiro ele arrombou meu cuzinho. Durante três meses me deu anticoncepcional todos os dias e finalmente me descabaçou. Foi a amante exclusiva dele por três anos

    Responder↴ • uid:1db4tctlnl32
    • Paty: Minha mãe teve a brilhante ideia de colocar um gostoso de 30 anos dentro de casa, eu com 14 aninhos. Adivinha o que aconteceu?

      • uid:81rdti15ql
  • Sinuca: Minha filha já me masturbou mas não quer dar pra mim. O que faço?

    Responder↴ • uid:gzeerjmkve6
    • Safado: Tenha paciência. Não force. Foque no tesão dela, não no seu. Chupe bastante a bucetinha dela. Bastante. Agrade. Compre presentes. E chupa bastante! Ensina a ela gostar de pau e a gostar do tesão. Seja paciente.

      • uid:1e9qzymek89t
  • ESTUPRADOR: Yinha que ter dado o Cu para ele!

    Responder↴ • uid:37gctildoia