Reencontrando meu amigo perv de muitos anos - Lucius Gay
No passado ele foi o meu primeiro, hoje ele é o meu perv favorito
Era mais um dia normal de trabalho na empresa, quando chega um novato e é apresentado para a equipe pelo nosso patrão.
- Pessoal, esse daqui é o Marcelo, meu genro e o mais novo gerente da empresa
Eu não acreditava no que eu tava vendo, meu melhor amigo na época de infancia e adolescência estava alí na minha frente, depois de 25 anos sem contato. Ele permanecia um gato como sempre foi, mas agora estava maduro, elegante, musculoso e extremamente gostoso. Dava pra notar a indignação de alguns da equipe por um novato chegar em um cargo alto, mas no meu rosto só tinha um sorriso feliz em reencontrar alguém que foi tão especial pra mim.
Marcelo não foi só o meu melhor amigo por anos, ele também foi o meu primeiro beijo e primeiro sexo. Sempre que ficávamos sozinhos rolava umas brincadeiras gostosas que foram evoluindo para punheta, boquete, até chegar na penetração. Perdemos o contato quando sua familia se mudou para são paulo, aos 15 anos e agora ele está de volta, mexendo com todos os meus sentimentos.
Ele faz um breve discurso se apresentando e parecendo ser um ótimo lider para a empresa, sinto vontade de ir cumprimentá-lo mas ao finalizar a fala, ele se retira com o meu patrão. Tenho certeza que ele não me reconheceu, fico decepcionado mas sigo trabalhando.
No final da tarde, ao finalizar o expediente, sinto alguém chegar pelas minhas costas e pegar no meu ombro. É uma mão firme e seu perfume amadeirado invade o espaço em que eu estou.
- Luizinho safadinho, quanto tempo meu amigo
Somente uma pessoa me chamou assim durante os meus 40 anos de vida…
- Marcelo! - não escondo a felicidade em rever ele - Cara, eu não acredito que você lembrou de mim
- E eu poderia esquecer do meu melhor amigo de infância?
Nos cumprimentamos e conversamos um pouco sobre nossa vida, era bom saber que ele tinha a mesma empolgação que eu, resultado disso: um convite para sair com ele.
- Eu aceito
Fomos para um restaurante próximo a empresa, jantamos mas nosso foco era a bebida. E quanto mais a bebida entrava, mais as memórias antigas saiam. Quase duas horas se passaram, mas nenhum dos dois pareciam ter vontade de ir embora dalí, até que Marcelo recebe uma ligação.
- Preciso atender, já volto - e voltou, bem rápido - Era Laura, minha esposa, falei que tinha reencontrado o tão famoso Luizinho e vou chegar tarde, tudo bem pra você né?
- Tudo sim - respondi, ainda pensando no que ele falou, tão famoso porque?
- Pois acho melhor você ligar pra sua esposa pra avisar também, antes que ela faça igual a minha e queira empatar nossa foda - ele fala rindo e acho engraçado perceber que o garotão desbocado que ele era na nossa juventude ainda existe dentro do profissional sério que estava dentro da empresa há horas atrás
- Esposa? - dou risada - Sou solteiro e mesmo que fosse casado, não seria com mulher
Vejo em seu rosto uma expressão de surpresa, mas nada negativo.
- Nossa, que bola fora. Me desculpa por isso
- Não te preocupa, pelo visto só eu tomei gosto pela coisa depois de tantas brincadeiras na juventude
Marcelo rir da minha ousadia, talvez ele não esperava que eu tocasse nesse assunto, mas também percebo que ele gostou, então ele continuou
- Não seja tão limitado, os bissexuais ainda existem, principalmente em são paulo
- Então tu deve ter aprontado muito antes de casar, né Marcelão putão
- Depois de casar também, Luizinho safadinho
Rimos dos apelidos que chamávamos um ao outro na nossa adolescência, parecia que nada tinha mudado em todos esses anos
- Você continua o mesmo puto de sempre, Marcelo, como pode?
- Eu sei que você adorava quando a gente era mais novo, mas e agora, continua gostando? - ele fala olhando nos meus olhos
- Agora tá melhor ainda - respondo
- Então me segue
Ele sai andando em direção ao banheiro e eu vou atras, chegando lá ele me puxa para a cabine mais proxima e me beija, um beijo caloroso, cheio de saudade e tesão. Nossos paus parecem que vão explodir dentro das nossas calças sociais, passo a mão sobre o volume dele e percebo o crescimento absurdo daquele membro. Ele desabotoa e revela o pau pra mim, enorme. Um pau branco da cabeça rosinha, da cor que eu me recordava, mas agora muito mais grosso e grande, cerca de 21 centímetros, curvado para cima e com bolas pesadas.
Me ajoelho e começo a chupar seu pau, enquanto punheto o meu pau que tambem já está pra fora da calça. Tento não fazer barulho pois ouço dois jovens entrarem no banheiro e irem até os mictórios, que ficavam em frente as cabines, mas Marcelo parece não se importar, pois continua bombando seu pau na minha boca, me fazendo engasgar. Os meninos que entraram no banheiro conversando, agora estavam em silencio, não sei por qual motivo, mas imaginava ser por nossa causa.
Fiz sinal de silencio para Marcelo e apontei para fora, fazendo ele entender que era pra ficar quieto para os garotos não ouvirem, mas ele deu uma risada e empurrou minha cabeça novamente contra seu pau. O barulho do boquete dava pra ouvir de qualquer local do banheiro em que a pessoa estivesse, então se os garotos estivessem lá com certeza estariam ouvindo, mas uma atitude de Marcelo fez nossa dúvida acabar.
Ainda com a minha boca no seu pau ele abriu a porta da cabine, nos exibindo para os meninos que estavam alí fora, parados ouvindo nosso sexo. Me espantei e os garotos tambem, a aparência deles entregava serem irmãos gêmeos, cerca de 15 anos. Me espantei e os garotos também, menos Marcelo, ele tinha um sorriso de satisfação no rosto. Tentei me levantar mas ele me pressionou contra a parede, me mantendo com a boca em seu pau e disse:
- Continua, os meninos estão gostando disso, não estão?
Eles assentem com a cabeça, massageando seus paus por cima das calças. Eu adorava ver videos de meninos d idade daqueles garotos, principalmente de irmãos, mas nunca estive numa situação tão real quanto aquela. Meu pau parecia querer explodir de tesão. Continuei chupando, agora com mais vontade. Marcelo também gemia muito e os gêmeos tiraram seus paus pra fora, punhetando seus pintos finos de 13 centímetros.
- Vamos lá - Marcelo me leva até eles e pergunta - Vocês querem que os tios chupem vocês?
- Sim - a resposta dos dois é igual
Então eu chupo um e Marcelo chupa o outro, que delicia é relembrar a sensação de chupar um piruzinho depois de 25 anos. Depois trocamos de irmãos e finalmente, chega a vez deles nos chuparem.
A boca do novinho quase me faz gozar, mas prefiro aproveitar cada momento daquela boca pequena e quente no meu pau, que mesmo grosso e com 17 centímetros , é menor que o de Marcelo, mas o garoto ainda não consegue engolir por inteiro.
Quando eu estava quase gozando, a porta do banheiro abre e entra um faxineiro do restaurante, de uns 60 anos. Pensei na merda que aquilo daria e me vi sendo preso, mas Marcelo parecia ter experiência naquela situação. Rapidamente tirou 2 notas de 100 reais da carteira e entregou para o senhor.
- Isso é pra você fingir que não viu nada, dar meia volta e sair desse banheiro. Mas se desejar ganhar mais duas dessas e ir com 400 conto pra casa, o senhor vai entrar, trancar essa porta pra ninguém mais entrar e ficar quietinho até a gente acabar a brincadeira. Qual opção o senhor prefere?
- Eu posso trancar a porta, Senhor - o idoso responde, nervoso
- Boa escolha
Aquilo me deixou fascinado e cheio de tesão, agora os garotos mamavam nosso pau enquanto o velho assistia, batendo punheta para aquela putaria proibida. Gozei antes que todos, lambuzando o gêmeo que estava comigo. Marcelo sorriu e chamou ele pra chupar seu pau junto do irmão, gozando na boca dos dois após alguns minutos.
Obedecendo a ordem de Marcelo, o faxineiro abre a porta e as crianças saem primeiro, para não parecer suspeito. Marcelo paga os outros 200 reais ao idoso e vamos em direção a nossa mesa. No meio do caminho vimos os gêmeos na mesa com um casal, que deviam ser a mãe e o pai deles.
Sem cansar de me surpreender, Marcelo reconhece o pai dos meninos e, com a maior naturalidade, vai até a mesa cumprimentá-lo. Mal sabe o coitado que seus filhos estavam mamando o seu amigo executivo.
Pagamos a conta e saímos do restaurante, ele me oferece uma carona e me leva até em casa, mas eu ainda não estava satisfeito e queria relembrar nossa foda por completo, então proponho:
- Quer subir pro meu apê? Aposto que vai gostar de uns videos que tem no meu celular
- Você sabe que eu quero - ele concorda, estacionando o carro e subindo para minha casa
Mostrei os videos para ele, uma coleção inteira que eu tinha no telegram e o safado se deliciava. Abriu seu celular e tambem me mostrou os que tinha, muito mais do que eu. Batemos punheta pra aquela putaria e fudemos muito enquanto assistíamos. Ele me comeu com aquele pau gostoso dele e eu lhe fiz gemer no meu pau grosso. O troca troca era a melhor parte da nossa amizade na juventude e continuava sendo a melhor parte, 25 anos depois. Gozamos e ele foi pra casa, pois precisava encontrar a esposa, mas uma promessa ficou:
- Essa foi só a primeira das muitas fodas que vamos ter, Luizinho safadinho
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