Somos bi
Minha mãe tem uma prima a quem eu chamo de tia Clara. Quando eu era menina ainda, tia clara vinha uma vez por mês a nossa cidade para comprar roupas e revender em sua cidade. Naquela época, meus dois irmãos dormiam em um quarto e eu sozinha em outro, por isso, tia clara dormia em meu quarto, arrumava uma cama no chão e dormia lá, mas logo, mamãe comprou uma cama mais larga, que os vendedores chamam de cama de viúva e como sou pequena, tia clara dormia na mesma cama que eu, o que minha mãe não sabia é que sua amiga, depois que todos dormiam me beijava na boca, alisava minha rachinha, minhas coxas, bunda, em fim , todo meu corpo. Eu sabia que aquilo não era certo, mas adorava, até o dia que ela passou a lamber meu reguinho e instintivamente acabei levando a mão ao meio de minhas pernas e aprendi a esfregar meu grelo, logo, ela passou a chupar minha bucetinha e passei a gozar na boca dela como uma louca. Com o tempo eu estava viciada em gozar, passei a exigir que tia Clara viesse para nossa cidade de quinze em quinze dias e quando estava sozinha, me masturbava desesperadamente. Uma manhã eu estava trancada no reservado do banheiro de minha escola, obviamente me masturbando, quando alguém bateu na porta e eu gritei que tinha gente e ouvi a voz dizer: "Eu sei, sou eu a Lucy". Abri a porta e Lucy que era mais velha que eu dois anos e bem maior que eu, pois sou baixinha e magrinha até hoje, pegou minha mão direita e levou a seu nariz, certamente sentindo o cheiro da minha siririca, levou meu dedo a sua boca, nossa, senti minha bucetinha golfar e ela me agarrou e trocamos um beijo de língua delicioso. Lucy, mais experiente que eu, me fez sentar na tampa do vaso sanitário e passou a língua na minha racha, fazendo-me gemer como uma putinha e em seguida devorou minha buceta com a mesma técnica de tia clara e eu gozei gostoso em sua boca. Naquele mesmo dia fui a sua casa sabendo que ela estaria sozinha, nos amassamos gostoso e pela primeira vez, vi diante de mim uma buceta babando precisando de uma chupada e cai de boca arrancando de minha nova namorada gemidos e sons guturais que fizeram com que eu me apaixonasse por ela. Mantive Clara como amante e Lucy como namorada, até o curso de graduação, onde conheci Arthur, com a mesma idade que eu, com jeitinho meigo e logo percebi que ele além de ser cabaço estava em cima do muro e o arrastei para cama. Três meses depois, passamos a dividir um quitinete e metíamos todos os dias. Contei em doses homeopáticas para ele todas as minhas aventuras com minha namorada e as várias amantes que já tinha tido, enquanto brincava com seu pintinho, até o dia que contando para ela como dedava minhas amigas, passei o dedo em seu cuzinho e vendo que ele tinha ficado arrepiado, enfiei a língua em seu anel virgem, o que se tornou um hábito, antes de dar para ele, fazíamos um sessenta em nove, posição que ele preferia a língua no cu, o que me deixava louca e o viciei a meter em mim com meu dedo enfiado no cu dele. Comprei uma cinta com um pênis de silicone médio acoplado e na noite da compra, mandei ele tomar banho, vesti a cinta e cobri meu corpo com um lençol, deixei o quarto a meia luz e assim que ele chegou ao lado da cama enrolado em uma toalha, me descobri e mandei ele chupar "minha rola", Arthur não se fez de rogado, jogou a toalha longe, agarrou meu pau com uma mão e enquanto alisava meu seio com a outra, fez uma chupeta para mim que faria inveja a qualquer travesti, virei o corpo e foi o nosso primeiro sessenta e nove com dois dedos no cu de Arthur, quando vi que ele estava doidão, o fiz ficar de quatro e tentei penetra-lo com o consolo da cinta, tive que passar gel, pois a seco não entrava e assim que a cabeça da pica de silicone entrou ele gemeu, o que me deixou mais louca de tesão e empurrei forte, meu "maridinho" choramingou pedindo para eu tirar, pois eu o estava arrombando, o que me deixou ainda mais tesuda e continuei empurrando e enfiei até o talo e comecei o movimento de vai e vem. Gozamos juntos sem mexer na minha buceta e no pau dele. Tivemos gozos profundo e maravilhoso. No dia seguinte, comprei um vibrador e por meses nos comemos. Tive por algum tempo verdadeiras convulsões orgásticas comendo o cu de Arthur com o vibrador enterrado no fundo de minha buceta. Procuramos na internet e encontramos um perfil de um casal bi, combinamos um encontro e os recebemos em nosso apartamento. Naquela noite Arthur não se continha em sua ansiedade e assim que eles entraram, eu abracei a mulher e nos mamamos enquanto os dois nos observavam em pé ao lado da cama, um masturbando o outro e quando eu e ela nos colocamos em posição de sessenta e nove, vimos nossos machos na mesma posição. Foi uma verdadeira sinfonia de gemidos e após os quatro termos gozado, beijei meu homem, sentindo em sua boca o gosto do cacete do outro, enquanto ele sentia o gosto da buceta da nossa amiga em minha boca. Eu e a putinha armamos uma tesourinha enquanto os dois passaram a fazer troca-troca. Eu e ela gozamos antes dela, mas deu tempo de ver meu gato enchendo o cu do amigo de porra e depois, os dois trocarem de lugar e meu macho enterrou o cacete no cu do viadinho. Depois daquela noite conhecemos vários outros casais e toda semana fazemos festinha
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