Enfim, realizei meu maior desejo...dei para o meu pai
Meu short é abaixado, suas mãos abrem minhas bandinhas, e sua língua vai direto no meu anelzinho. Meu corpo estremece todo.
Naquela semana, nos dias em que fiquei à tarde no depósito, notei meu pai apreensivo, saindo a todo momento, e indo conversar com um e outro, principalmente na sede do time. Com certeza, ele estava articulando para que o assunto fosse abafado o mais rápido possível, até porque, nem todos os envolvidos foram citados no escândalo, e alguns, assim como o meu pai, eram casados.
Eles resolveram dar um tempo com o time, até as coisas esfriarem.
Lá no campinho, as coisas também se complicaram, mas não teve nada a ver com o Dudu, liberaram o loteamento nos terrenos, e cercaram o campinho, para a construção de casas geminadas. O quarteirão inteiro começou a ser construído. O time acabou.
Na padaria, conversando com o Joel, ele me chamou para jogar videogame na sua casa, no sábado pela manhã. Disse a ele que iria confirmar com o meu pai.
_Mas são só vocês dois? Perguntou meu pai.
_Não sei pai...não sei se ele chamou mais alguém...mas porquê? Falei.
_Ah Leandro...o Joel é quatro anos mais velho que você né....
_Mas para jogar videogame isso não faz diferença pai...
Confesso que demorei a entender o motivo da preocupação do meu pai, mas quando compreendi, resolvi provocá-lo, deixá-lo com uma pulguinha atrás da orelha.
Na sexta feira, quando chegamos do depósito, minha mãe não estava em casa. Enquanto meu pai foi para a cozinha, eu subi para tomar banho. Só que antes, entrei no meu quarto, peguei um banquinho, e mudei a chavinha do chuveiro, coloquei no bem quente.
Meus pais já haviam me orientado a não mudar a chavinha, caso fosse necessário, era para chamá-los.
_Paaaaiiii....vem aqui mudar o chuveiro. Gritei.
Quando ele entrou no banheiro, já me encontrou peladinho.
_Nossa Leandro...tá ficando com a mania de se exibir pelado...porquê não colocou a toalha para se cobrir?
_Ah pai...eu já tinha me molhado, ia molhar a toalha...
_Sua mãe deve ter mudado esse negócio...com esse calor, não tinha necessidade...
_Tá pai...pára de resmungar e muda logo, quero tomar meu banho...
Resmungou mas ficou olhando, pensa que eu não percebi.
Quando saiu do banheiro, meu pai deixou a porta aberta, e eu não fiz questão de fechar o box.
No meio do meu banho, ele entrou no banheiro, pendurou as roupas dele, e disse que iria esperar no quarto, para depois tomar o dele.
Terminei o banho, me enrolei na toalha, e fui lá no quarto dele avisar que já tinha terminado.
Só para me exibir mais um pouco, fui para meu quarto e me troquei com porta aberta. Notei meu pai passando e dando uma olhadinha.
No sábado, fui cedo na casa do Joel. Até achei que ele fosse chamar mais algum menino, mas não, foi só eu mesmo.
Os pais dele saíram para trabalhar, e ele estava sozinho em casa. Fomos para o quarto dele, tiramos nossas roupas, e fomos para a cama.
_A gente não ia jogar videogame? Brinquei.
_Tó....pega aqui meu joystick. Disse ele, me ofecendo seu pau.
Peguei, fiquei brincando e punhetando. Em seguida, passeia chupar suas bolas, depois fiquei subindo e descendo a boca no pau, e enfim, abocanhei. Mamei gostoso o pau dele. Fui virado de bruços, e com um travesseiro embaixo, fiquei com a bundinha arrebitada. Joel enfiou o pau na minha bundinha, e se deitou sobre mim, mas sem deixar o peso todo do seu corpo.
Ele estava diferente, mais calmo, mais carinhoso, beijava minha nuca, meu pescoço, minhas orelhas, enquanto o pau entrava e saía bem lentamente. Depois, fiquei de quatro, e aí, ele meteu mais forte, socou com gosto, acabei gozando. Joel demorou mais alguns minutos, até gozar.
Deitados, de ladinho, ele ficou tocando meu corpo.
_Bateu uma fome...vamos tomar café? Falou.
Eu já tinha tomado café em casa, mas fui com ele até a cozinha, acabei apenas tomando o café, não comi nada.
Após terminar meu café, peguei o pau do Joel, e fiquei alisando. Como ele ficou duro, entrei por baixo da mesa, ajoelhei, e abocanhei o pau.
_Ahhhh...faltou o leite no seu café né safado? Comentou.
Acho que ele gostou, gozou rapidinho. Limpei o pau, e deixei em condições de continuar a brincadeira, tanto que ele pediu para sentar no seu colo.
Agasalhei sua rola, e fiquei rebolando, enquanto ele terminava o café.
Quando terminou o café, ele mordeu meu pescoço, e apertou meus peitinhos, fiquei doidinho. Aí, ele falou ao meu ouvido.
_Vamos voltar lá para a cama, lá você senta de novo.
E foi o que fizemos, sentei no pau e cavalguei por um bom tempo. Depois, ele me virou de costas para a cama, ergueu minhas pernas, e meteu fundo. Disse que queria gozar, olhando para mim.
Gozei primeiro, gemendo e se contorcendo com as estocadas fortes. Ele ainda bombou bastante, até encher meu cuzinho de porra.
Fiquei deitado, recebendo seus carinhos. Depois tomamos banho, e disse que precisava ir embora. Joel perguntou se eu poderia voltar na semana seguinte, e eu disse que sim. Ele me deu um selinho de despedida, e fui para o depósito.
Achei o Joel muito atencioso, e o fato de não comentar e nem chamar nenhum dos outros garotos, me fez pensar que ele estava gostando de mim.
Cheguei no depósito, e meu pai estava com cara de poucos amigos. Evitei puxar conversa.
Negão chegou com o seu Roberto mais cedo das entregas, estacionou o caminhão, e sem previsão de mais nada, meu pai os dispensou.
Seu Roberto foi embora, e o Negão foi tomar banho para se trocar.
_Quer que eu feche o portão lá fora pai?
_Não...é pesado para você...fique aí, eu vou lá fechar...
Assim que meu pai saiu, eu resolvi não perder aquela oportunidade, eu fui dar uma espiadinha no Negão tomando banho.
Olhando boquiaberto pela fechadura, imaginava aquele negócio me arrombando. Acabei ficando de pau duro, mas tive que me conter, e voltei logo.
Negão foi embora, e um tempo depois, fechamos o comércio. Meu pai ainda passou no açougue antes de irmos para casa, disse que ia fazer um churrasquinho.
Meu pai chegou em casa, já foi preparando tudo, e logo, já estava assando a carne. Minha mãe fez uma caipirinha, e ficamos no fundo do quintal.
_Toma um golinho. Disse meu pai, me oferecendo a caipirinha.
Lembrei do dia no sitio, e recusei.
_Deixa de ser bobo...aqui tá tudo bem, se ficar ruim é só subir e ir dormir. Insistiu.
Acabei bebendo, ainda dei uns biquinhos na cerveja dele também.
Até que foi legal aquele fim de tarde começo de noite, não me lembrava de um dia termos ficado conversando por tanto tempo, coisas aleatórias.
Minha mãe entrou para assistir a novela, e meu pai limpou a bagunça.
Já estávamos assistindo um filme quando minha mãe foi dormir. Comentei que também estava com sono, mas meu pai pediu para eu esperar um pouquinho. Ele foi na cozinha, e voltou com uma garrafa de vinho, e duas taças. Encheu uma e me deu.
_Você saiu para jogar videogame na casa de um amigo, só que você tem um aqui, e não joga muito. Comentou.
Não entendi o motivo daquele assunto, mas resolvi não me complicar:
_Ah pai...eu jogo sim, mas ele tem outros cartuchos, além do mais, jogar com alguém é mais legal...
_Eram só vocês dois mesmo?
_Era...
Virei a taça, e disse que ia tomar banho para dormir.
_Espera...toma mais uma taça, aí você vai...
_Já tô ficando tonto pai...
_Depois do banho, você vai dormir gostoso. Disse.
Acabei ficando, e tomamos toda a garrafa de vinho.
Durante o banho, percebi que estava bem tonto. Deitei, e dormi.
Acho que era madrugada quando acordei com vontade de ir ao banheiro. Dava para ouvir o som da tv vindo da sala. Ainda estava meio tonto, tentando imaginar como iria me levantar. Sentí um ventinho gelado na minha bunda, e foi aí que me dei conta, que estava descoberto, no cantinho da cama, e que meu short estava arriado até o meio das minhas coxas. Achei estranho, estava sozinho no quarto. Quando fiz menção de subir o short, a porta do quarto se abriu. Mesmo com tudo escuro, vi que era meu pai, percebi pela sombra. Fechei os olhos e fingi dormir.
Ao entrar e fechar a porta, meu pai resmungou alguma coisa, mas só me lembro do "agora você vai ver uma coisa".
Minhas bandinhas foram abertas, e um dedo gelado e todo lambuzado, penetra meu cuzinho, e faz movimentos circulares.
O dedo sai, e logo depois, as bandinhas são aberta novamente, só que agora, algo mais grosso vai direto no meu anelzinho. Dá duas cutucadas, e penetra.
Ele enfia tudo, as bolas colam na minha bundinha. O vai e vem começa, e meu pinto fica duro. Quietinho, curti suas estocadas, e foram várias.
Meu pai resmungava algumas coisas, mas não conseguia entender.
Meu pai cravou a rola, cheguei a sentir seu pau pulsando forte dentro de mim, mas aí, ele tirou, e ficou gemendo baixinho. Em seguida, um pano foi passado no meu cuzinho. Meu short foi ajeitado, e ele saiu do quarto.
Cheguei a dar umas gozadinhas, mas ainda estava num fogo danado. Demorei, mas peguei no sono, e nem fui ao banheiro.
No outro dia pela manhã, ouvi o barulho da minha mãe se arrumando. Ela ia à igreja, todos os domingos pela manhã.
Assim que minha mãe saiu, fui tomar um banho, meu pai ainda estava deitado.
Enquanto a água caía no meu corpo, relembrava o que meu pai tinha feito de madrugada. Meu pinto ficou duro, e resolvi arriscar uma coisa. Saí do banho, coloquei minhas roupas, e fui até o quarto do meu pai. A idéia era fazer o mesmo que tinha feito lá no sítio, quando fui visitar o Isaías no quarto. Só não sabia, se a reação do meu pai seria a mesma, mas tinha que arriscar, não podia mais esperar.
A porta do quarto estava entreaberta, ele estava descoberto, usando apenas uma samba canção.
Me aproximei, e abaixei sua samba canção.
_Que isso Leandro? O quê você está fazendo?
Na hora, falei o que me veio à cabeça:
_Vim terminar o que o senhor começou de madrugada!
Sem esperar argumentos, abocanhei seu pau ainda mole.
Confesso que tive medo de levar um tapão no ouvido, mas continuei mamando.
No quarto só se ouvia o barulho da minha boca no pau, que aos poucos, foi endurecendo.
Meu pai deixa escapar alguns gemidos, e sua mão toca minha cabeça, me fazendo um cafuné, tal qual ele havia feito com o Dudu.
Agora, mais à vontade, me encho de coragem, e coloco minha boca para subir e descer no seu pau, aperto suas bolas, e ele aumenta os gemidos.
_Vira de costas para cá. Pediu.
Obedeço, sem tirar a boca do seu pau.
Meu short é abaixado, suas mãos abrem minhas bandinhas, e sua língua vai direto no meu anelzinho. Meu corpo estremece todo.
Meu pai mete o indicador no meu cuzinho, e fica passando a língua nas beiradinhas. Sentí uma coisa tão gostosa, que acabei gozando, e meu anelzinho ficou apertando o dedo dele.
_Fica de quatro. Pediu.
Prontamente obedeci, e empinei bem a bundinha. Um pouco de saliva, e a cabeça entra rasgando. Que delícia, estava realizando um grande desejo.
A rola vai e vem, batendo as bolas fortemente na minha bundinha. Delirando de tesão, me acabava na punheta, e ficava pedindo mais.
_Vai pai...vai...não pára...vai...quero gozar assim...vai...continua...
Nossa...como levei "rolada". Foi maravilhoso sentir o orgasmo chegando. Não liguei, fiz escândalo gozando e rebolando desenfreado no pau. Aí, sentindo minhas contrações, meus pai cravou fundo, e despejou sua porra no meu reto.
Caímos cansados na cama, de ladinho. Dentro de mim, seu pau continua pulsando, agora, com menor intensidade.
_Então...você estava acordado? Perguntou.
_É...quando eu acordei, já estava com o short arriado...foi por isso que o senhor me deu bebida?
_Na verdade, foi para tirar uma dúvida...
_Como assim pai?
_Leandro...você não está indo na casa do Joel só para jogar videogame....pelo que vi, tá rolando mais coisa por lá...
Fiquei quieto, mas ele insistiu:
_Tô errado?
Não tinha como mentir, acabei admitindo.
_Faz tempo? Perguntou.
_A gente começou lá no sítio...
_Hum... e aííí...você gostou e continuou...
_Ah...é...e ele me chamou para ir lá de novo na casa dele...o senhor vai deixar?
_Olha Leandro...agora não tem muito o que fazer...se você fez a primeira vez e gostou, vai ser difícil segurar....só vou te pedir uma coisa...
_Pode falar pai...
_Quero que você venha todo domingo me acordar desse jeito...
Ele me abraçou, e eu joguei meu corpo mais para trás. Na hora o pinto dele começou a crescer dentro de mim.
Fui colocado de costas na cama, e a fodelança recomeçou.
Ele meteu muito, e na hora de gozar, acabou se levantando, e me deixando praticamente de cabeça para baixo.
Descansamos um pouco, e dali, fomos para o banho, e lá, acabei gozando, com meu pai enfiando a língua no meu cuzinho.
Já no meu quarto, fiquei pensando em tudo o que estava acontecendo, da mudança do meu pai, aquele homem rude, que me passava medo, agora tão próximo e mais compreensivo.
Fui para a sala, liguei o videogame, e o chamei para jogar comigo. Ele alegou que não sabia jogar, e eu disse que explicaria. Então, sentou-se do meu lado, e começamos a jogar.
Fui ousado, e na tentativa, de me certificar que meu pai realmente era outro, sentei no seu colo, e continuei o jogo. Ele não falou nada, e eu me aproveitei.
Tudo bem que o pau dele não ficou duro, mas mesmo assim, curti seu negócio mole na minha bundinha... rebolei e remexi bastante no seu colo.
_Quando sua mãe chegar você desce do colo. Me alertou.
Nem precisou, minha mãe demorou, e meu pai falou que precisava ajeitar as coisas para o churrasco.
_Vai fazer outro hoje pai?
_É....eu chamei o Isaías, o Elias e o Messias, vamos conversar sobre a volta do time...já tá na hora de pensarmos nisso...
Meu pai saiu, mas eu continuei jogando. Logo depois minha mãe chegou, ela havia passado no mercado para comprar algumas coisas que meu pai tinha pedido.
Minha mãe preparou o arroz, fez algumas saladas, e disse que ia sair, iria na casa de uma colega, e depois iriam ao cinema.
Meu pai já estava bebendo, e com tudo arrumado...logo, os seus convidados começaram a chegar....
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