#Incesto #Teen

Eu finalmente comi a minha mãe

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Incestamente

Não era nenhum sonho, nem fantasia, no meio de uma punheta, eu tava mesmo na cama da minha mãe, metendo sem dó na sua buceta.

Pra se tornar o amante da própria mãe, a primeira coisa é ter acesso à sua intimidade, ou seja, seus desejos, fantasias e, claro, sua cama... e eu tava nas nuvens por ter dormido com ela. Naquela manhã, depois de tomar banho com ela, eu me enxuguei rapidamente, ansioso pelo que me aguardava.

Então eu fui atrás dela, até o seu quarto, ainda na expctativa pelo que ia acontecer, e segui aquele seu cheiro delicioso, que levava de volta ao seu quarto. Quando entrei, ela tava lá me esperando... completamente nua. O fato de estarmos os dois sem roupas, naquele joguinho de sedução, era só uma pitada a mais de sacanagem que, ao mesmo tempo que me deixava cada vez mais à vontade com ela, só ia fazendo o meu tesão aumentar.

Ela tava terminando de enxugar o cabelo, e me chamou pra perto dela, ali sentada de pernas cruzadas. Por um instante eu fiquei sem reação, imaginando o que ela queria dizer com “uma pequena ajudazinha minha”. Eu tava agora na mão dela, naquele joguinho de sedução que eu comecei e que agora ela tinha virado todinho contra mim.

Sentada na cama de pernas cruzadas, secando o cabelo com a toalha, ela me olhava de lado, ali feito um menino assustado. E do mesmo jeito que eu não conseguia tirar os olhos dos peitos enormes dela, o seu olhar por vezes esbarrava no meu pau, que já dava sinal de vida de novo.

"Abre o meu guarda-roupa; tem uma caixa na terceira gaveta, debaixo de umas roupas."

Eu nem acreditei naquilo, mas, como tinha dito, se desse vontade ela podia fazer, sem se preocupar comigo. E pelo jeito, ela tava com muita vontade... Era uma caixa cor de rosa, e dentro tinha um enorme vibrador de borracha. Nossa, então era com aquilo que a minha mãe se masturbava!

Já tinha olhado antes nas suas gavetas, mas o máximo que me despertou a atenção foi a sua gaveta de calcinhas. E é claro que eu cheirei muito e me masturbei muito com elas. Mas aquele vibrador de borracha era uma surpresa pra mim. E, pelo tamanho, na hora fiquei com medo de não dar conta e ser pra ela tão bom quanto o seu brinquedinho.

De volta, eu parei diante dela e lhe entreguei. Minha mãe me olhava de um jeito que ela nunca me olhou. Que ela tava com vontade, dava pra ver na sua expressão, eu só não esperava que ela quisesse mesmo que eu fizesse aquilo pra ela. Mas já que eu tinha me oferecido, agora não tinha como recuar.

"Sabe como usar isso?", ela perguntou, segurando o consolo.

"Já vi um vídeo uma vez...", eu me sentei na sua cama, do lado dela.

"Aposto que sim... e acho que eu imagino em quê você tava pensando, né, filho?", ela sabia muito bem que era com ela que eu fantasiava.

"Acho que eu não sou difeferente de qualquer garoto que já fantasiou com a mãe..."

"E tá pronto pra realizar?", ela me olhava nos olhos.

"Acho que sim...", eu respondi, meio inseguro.

"Péra, tem que lubrificar primeiro", ela deixou a toalha de lado.

Com a mão livre e segurando aquele troço diante do rosto, ela parecia já ter feito aquilo antes... como se eu não pudesse imaginar! Então, sem cerimônia, ela abriu bem a boca e engoliu metade do consolo, chupando feito um pau de verdade. Com a língua passando pela cabeça de borracha, ela me lançava um olhar bem sacana, só pra ver a minha reação. E é claro que eu tava doidinho de tesão, só imaginando ela fazendo aquilo no meu pau!

"Pronto, acho que já tá bom...", e me sorriu.

Ela então me entregou de volta o consolo e ajeitou o travesseiro, depois deitou na cama, sem o menor constrangimento ou o recato de uma mãe. Eu apenas estava li diante de uma mulher gostosa que queria que eu metesse aquilo na sua buceta. E eu já tava de novo de pau duro, só da expectativa!

Aquilo superava qualquer sonho que eu pudesse ter tido, enquanto me masturbava pensando na minha mãe. Estar ali com ela na sua cama, os dois ainda molhados, depois de sair do banho juntos. E agora, completamente nus, eu e ela dividíamos uma intimidade que eu nunca pensei ser possível.

Ela então abriu as pernas, ali deitada, e eu sabia o que ela queria de mim. Enquanto ela esperava eu me ajeitar entre as suas pernas, acariciando os seios, com os mamilos durinhos, podia ouvir os suspiros que ela soltava, já bem excitada. Eu segurava o consolo de borracha, e me surpreendia pela minha mãe usar aquilo escondido, me dando conta dos segredos que toda mãe guarda.

Ela abriu um pouco mais as pernas, deixando que eu fizesse a coisa mais pervertida que um filho poderia fazer por sua mãe. E foi o que eu fiz. O primeiro contato do consolo de borracha contra o seu grelo, abrindo caminho na sua buceta, tirou dela um arrepio que eu pude notar, ao mesmo tempo em que ela soltou aquele incontido gemido. E ela deixou que eu metesse ainda mais, se deixando penetrar com o mesmo tesão que eu tinha em estar fazendo aquilo.

De repente, notei que já estava com o consolo pela metade dentro dela, e pelo jeito como gemia e suspirava, ela o queria mais fundo. Eu nem sabia o quão fundo aquilo podia entrar nela, mas continuava metendo, e a buceta dela continuava a engolir tudinho. Até que eu comecei a foder a minha mãe, metendo o consolo até onde dava. E, pra minha surpresa, ela tinha uma buceta gulosa, que se arregaçava toda pra engolir mais e mais do consolo.

A essa altura, ao mesmo tempo em que brincava com os peitos, atiçando os os mamilos, ela movia os quadris em resposta a cada estocada que eu dava. Em alguns momentos, enquanto gemia, ela chegava a levantar os quadris, forçando mais a sua buceta contra a minha mão. Nossa, a tia Clara tinha razão, minha mãe era mesmo uma puta safada por baixo de todo aquele recato. E ela parecia tá gozando muito enquanto eu fodia ela com o consolo.

"Pode brincar com ela, querido! Pode deixar que eu não mordo...", ela passava a mão no meu cabelo, me fazendo colar a cara entre as suas pernas.

Era incrível estar ali diante da sua buceta molhada. E mais do que foder, eu tava doido pra sentir o gosto da minha mãe. Quando eu me ajeitei no meio das suas pernas, de boca aberta diante da sua bucetona peluda, não havia mais nada que eu quisesse, a não ser cair de boca. E foi o que eu fiz.

Enquanto metia o consolo nela, com a outra mão eu abria o seu grelo, e ao mesmo tempo atiçava o seu clitóris com o polegar, fazendo ela gemer ainda mais. Então não resisti mais e estendi a língua, apenas tocando de leve o seu grelo pulsante. Nossa, ela se arrepiou todinha! Áí eu comecei a lamber, ao mesmo tempo em que fodia a sua buceta.

Ela tinha aqueles grandes lábios, que se abriam numa flor, de um vermelho intenso, e de onde escorria aquele seu mel, que eu não me cansava de lamber. E por mais que continuasse a chupar, aquilo não parava de escorrer enquanto ela gozava, de novo e de novo.

Não sabia que naquela idade uma mulher podia gozar daquele jeito, sem parar, como se aquilo estivessse guardado só pra mim. Aquela descoberta me deixou mais excitado. Ao mesmo tempo em que deslizava a língua pelo seu enorme grelo, por vezes colocando todinho na boca e fazendo ela gemer, também podia sentir o seu gozo, cada vez mais abundante.

Minha mãe se contorcia, gemendo de um jeito que eu nunca pensei ser possível ouvi-la gemer. Nem parecia mais aquela mulher séria, com a roupa de médica, que voltava do hospital, e que me tratava como um de seus pacientes, toda vez que eu ficava gripado. E agora, ali deitada de pernas abertas, ela se deixava foder com o tesão de uma verdadeira puta.

Mas eu queria mais... queria dar a ela todo o prazer do mundo. Então eu tirei o consolo, e confesso que na hora fiquei maluco com aquele cheiro maravilhoso. Eu segurava aquele troço, todo melado de gozo, e não resisti a prová-lo, passando a língua pela cabeça de borracha. Era uma delícia, e eu me orgulhava de ter sido quem provocou aquilo. Mas antes que pudesse metê-lo na boca de uma vez, ela o pegou da minha mão.

"Dá aqui, querido!", ela foi mais rápida que eu. "Deixa com a mamãe!"

Enquanto suspirava ofegante, ela meteu o consolo na boca e começou a chupá-lo, provando do seu próprio gozo. Era surreal, e me enchia de um tesão enorme vê-la fazer aquilo sem o menor pudor. Mas eu me dei conta de que nem precisava do consolo; eu tinha bem na minha frente a sua buceta toda melada de gozo e completamente encharcada.

Eu me ajeitei entre as suas pernas e abri bem o seu grelo, sentindo pulsar de tão sensível que estava. Então meti a boca na sua buceta e comecei a chupar a minha mãe, fazendo ela deixar o consolo de lado. Acho que ela já tinha deixado ele bem limpo, e agora, enquanto eu provava do seu gozo, direto na fonte, ela segurava a minha cabeça, me mantendo com a boca entre as suas pernas.

Depois de meter o consolo, deixando a sua buceta toda arregaçada, eu agora fodia ela com a língua, enfiando até onde dava. Nossa, e como ela gozava! Àquela altura eu já tava com a cara toda melada de gozo, lambendo e provando da minha mãe o seu mel. Nesse instante, acho que era ela que fodia a minha boca, segurando a minha cabeça e movendo os quadris contra o meu rosto.

"Isso, filho, me fode!", ela dizia, meio ofegante.

A sua voz me chegava como se bem longe, entre um gemido e outro. E por mais que continuasse a lamber tudo o que lhe escorria, ela não parava de gozar, deixando uma poça de mel nos lençóis. Acho que só meter a língua não estava sendo o bastante pra dar conta de tanto tesão; eu tinha que aplacar aquela agonia, tanto dela quanto minha, com meu pau já doendo, de tão duro.

Então eu me levantei, ficando de joelhos na cama. E, por um instante, meu olhar esbarrou no seu, naquela cumplicidade incestuosa. Ela sabia o que eu tinha em mente, e o que iria acontecer, mas, em vez de receio, dessa vez ela se mostrou mais do que certa de que também queria aquilo.

Segurando o meu pau duro pela base, eu fui guiando até a entrada da sua buceta, primeiro pincelando no seu grelo e tirando dela um gemido de antecipação. Então, quando eu enfiei de uma vez, metendo a cabeça do meu pau, ela estendeu a mão pra tocar o meu peito.

Com os dedos deslizando pelo meu corpo, ela parecia querer sentir em mim o que não tinha percebido há muito tempo: que o seu filhinho já era quase um homem feito. A prova disso, mais do que os pêlos no meu peito, ou a voz de repente tão grossa, era uma masculinidade latente, que eu não conseguia esconder. E a maior evidência era a minha ereção, que nesse instante eu tinha todinha dentro dela.

Eu me deitei sobre ela, e agora a minha mãe me segurava pela cintura, gemendo sem parar enquanto se deixava penetrar. Eu estava a centímetros do seu rosto, vendo a sua expressão de prazer a cada estocada minha. E era exatamente como a tia Clara me contou: minha mãe é mesmo uma puta safada na cama. Uma vez ou outra ela revirava os olhos, e botava a língua pra fora, em meio ao seu hálito quente, que dominava os meus sentidos. Então, sem se conter mais, ela passou as pernas à minha volta, me prendendo num gesto de querer que eu metesse ainda mais fundo.

Talvez por estar há tanto tempo sem um homem, apenas saciando o seu tesão com um consolo de borracha, minha mãe mais parecia uma cadela no cio, gemendo e cravando as unhas na minha bunda. E a cada estocada que eu dava, preenchendo toda a sua buceta de carne, ela gemia mais alto, sem se importar com os vizinhos, ou com quem pudesse nos ouvir.

Eu me sentia nas nuvens por estar preenchendo na sua cama e na sua buceta o lugar que homem nenhum tinha o direito e o privilégio de estar, me esforçando pra lhe dar todo o prazer que podia. E o seu gemido me chegava aos ouvidos como uma confirmação disso.

Foi quando ela não aguentou mais e colou a boca na minha. Por um instante aquilo me deixou sem reação; era uma intimidade que eu não esperava. Chupar os seus peitos no banheiro foi algo meio intuitivo, coisa de garoto mesmo, e provar a sua buceta foi algo não menos ingênuo da minha parte; estava só fazendo o que ela me pediu. Mas de repente, sentir a sua boca na minha, e a sua língua invadindo a minha boca, era estar selando uma nova relação, não mais de mãe e filho, mas de amantes. E aquele definitivamente não era um beijo de mãe e filho.

Ao mesmo tempo em que movia os quadris, entrando e saindo da buceta da minha mãe, ela me segurava pela cabeça, me beijando e explorando a minha boca com a sua língua inquieta. Podia sentir os seus dedos por entre o meu cabelo, e a sua língua me chegando no céu da boca.

"Então era assim que fodia a sua tia?", ela me provocava, sussurrando no meu ouvido enquanto eu metia nela.

"Não, eu me segurava pra não machucar ela!"

"Comigo não precisa se segurar; mete mais forte, vai!", ela parecia insaciável, querendo mais do meu pau dentro dela.

E eu atendia o seu desejo, metendo mais e mais forte, fodendo a minha mãe como se fosse a primeira vez. É claro que foder uma mulher grávida é uma delícia, e a tia Clara não se cansava de cavalgar o meu pau, mas meter na minha mãe era melhor ainda. Ela parecia mesmo ter todo o tesão do mundo reprimido, esncondido sob aquela fachada. E era delicioso descobrir essa nova mulher que eu não conhecia, bem ali de pernas abertas e apertando a minha bunda.

Sobre gozar na tia Clara, eu sabia que não tinha perigo nenhum, mas não sabia como seria com a minha mãe. Não sabia se ela ainda podia engravidar, ou se tomava alguma coisa pra evitar isso. Mas àquela altura eu já não tava mais aguentando, com meu pau prestes a explodir dentro dela.

"Mãe, não vô aguentar por muito tempo... acho que eu vou...!", e não deu tempo nem de terminar de dizer.

No instante seguinte, eu comecei a gozar dentro dela, gemendo sobre o seu corpo e enchendo ela de porra. E com aquele barulho que fazia, eu continuava a meter na sua buceta encharcada de gozo, tirando dela um último gemido incestuoso. Por um momento, em meio ao prazer intenso que sentia, minha mãe parecia se dar conta do que tinha acontecido, e não havia como negar. Ela havia transado com seu filho, sem se importar com mais nada na vida naquele momento. Mas ao final, o inevitável; um certo sentimento de culpa, disfarçado na sua mudez. E a prova do nosso crime escorria da sua buceta. Se isso poderia ter sido evitado, ou se eu já tinha engravidado a minha mãe, eu não tinha certeza; só sabia que nunca senti um prazer tão intenso na vida... e acho que ela também.

Por um instante o seu olhar esbarrou com o meu, ainda ali na cama, meio ofegante, aos poucos se recobrando. E ela me sorriu, num contido constragimento da sua nudez, depois me beijou no rosto e se levantou, saindo pela porta sem dizer nada.

Em seguida, ouvindo o barulho do chuveiro, eu me levantei e fui atrás dela. Podia imaginar que naquele momento ela devia estar meio confusa, sentindo-se confrontada por sentimentos conflitantes. Mas acho que agora já era tarde demais pra voltarmos a ser o que éramos antes... e isso eu não queria.

"Tudo bem?", eu perguntei, me juntando a ela debaixo do chuveiro.

"Tá...", ela não parecia muito convincente.

O que eu sabia sobre incesto não passava de uns vídeos que tinha visto em sites pornô, mais exatamente de mãe e filho. Mas não sabia ao certo como lidar com isso, quero dizer, quais as palavras pra fazer minha mãe entender que estava tudo bem, mesmo sendo algo proibido, que teria de ser o nosso segredo.

"Tá arrependida?", eu a surpreendi.

"Não... foi gostoso... Nem lembro a última vez que eu transei", ela se virou e me sorriu, meio constrangida por me confessar.

"Pra mim foi especial", eu a abracei por trás. "E eu acho que vô querer de novo. E você?"

"Pra mim também foi especial", ela respondeu. "Mas não sei se devíamos fazer isso de novo..."

"Por mim tudo bem, eu posso esperar. Mas acho que uma hora eu posso não aguentar..."

"Tá falando da sua tia, é isso?", ela parece ter adivinhado.

"Não fica com ciúmes não; eu posso com as duas", e sem querer eu tirei dela um risinho contido.

"É mesmo? Já tá assim experiente na cama?", ela me olhava por sobre os ombros.

"Digamos que eu aprendo rápido."

"E o que mais aprendeu?", acho que descobri o ponto fraco dela.

Imagino que minha mãe só podia estar jogando um verde pra ver se eu contava o que eu e a tia Clara fazíamos. E se ela tava querendo saber, eu resolvi contar, percebendo como isso mexia com ela.

"A tia Clara e eu... a gente sempre terminava no chuveiro... e ela sempre queria um pouco mais... só que por trás."

"É mesmo?", ela se mostrava surpresa. "E ela te ensinou tudinho?"

"Acho que eu só fui seguindo o meu instinto..."

Imagino que descobrir que o filho já conhecia os prazeres do sexo, além do convencional "papai e mamãe", devia mexer com a libido da minha mãe mais do que eu pensava. Mas o ponto fraco dela era a tia Clara. Não deve ser fácil ter uma irmã mais nova e cheia de tesão aos oito meses de gravidez. Especialmente se você pega no flagra ela e seu filho na cama.

Não sei se já havia entre as duas alguma antiga competiçãozinha, dessas besteiras entre irmãs, de disputar o mesmo garoto numa festa, ou pra ver quem beijava o garoto mais cobiçado da escola. Mas minha mãe definitivamente se transformava quando eu mencionava o nome da tia Clara. E não apenas por curiosidade, ela se deixava levar por um tesão incontrolável.

"Me mostra...", ela disse, ainda sem se virar.

Na hora eu levei um susto. Não pensei que ela tava falando sério, mas aquilo foi o bastante pra me deixar de pau duro no mesmo instante. E a minha mãe continuava lá, de costas pra mim, virada pra parede de azulejos, não muito diferente da tia Clara. Eu ainda hesitei por um segundo, mas com meu pau roçando na bunda dela não deu pra resistir.

A água morna parecia deixar tudo mais fácil, e eu fui guiando meu pau com cuidado, pincelando por trás entre os lábios da sua buceta e já deixando ela meio ofegante. Até que finalmente encontrei o lugar onde devia meter, e o resto foi fácil. Pra quem já não transava há algum tempo, me surpreendia como meu pau deslizava pelo cu da minha mãe, quase sem nenhuma resisitência. Provavelmente ela devia usar o consolo com muita frequência... e tanto na frente quanto atrás.

Ela se apoiava na parede, com o rosto virado de lado, se deixando penetrar e gemendo baixinho. E quando meu pau entrou todinho, eu comecei a bombar, dando uma estocada atrás da outra. Eu segurava ela pela cintura e mal podia acreditar que tava comendo a minha mãe por trás, fazendo aquele barulho do meu saco batendo na sua bunda e metendo lá no fundo.

Um pouco mais enxuta que a tia Clara, e mais leve, minha mãe chegava quase a sair do chão, quando eu tinha o meu pau inteirinho enfiado nela. E quanto mais eu metia, mais o seu cu se arregaçava, se abrindo todinho pra mim. Eu parava de meter por um instante e olhava o resultado, o que só aumentava o meu tesão... e o dela.

"Continua... não pára!", ela me pedia, meio sem fôlego.

Não sei por quanto tempo a gente ficou ali debaixo do chuveiro, minha mãe apoiada na parede de azulejos e eu metendo atrás dela, mas eu já tava com a perna meio bamba... e ela também. Você não imagina todo o tesão que uma mulher adulta pode ter, até estar com seu pau todinho metido dentro dela, fodendo o seu cu debaixo do chuveiro.

Então, depois de muito foder a minha mãe, saciando toda a sua curiosidade sobre a tia Clara e eu, o seu cu já tava bem arrombado... e ela gemia de prazer, colada na parede do banheiro. Até que mais uma vez eu gozei dentro dela, dessa vez enchendo o seu cu de porra.

No final, depois de uma terceira gozada, eu já tava sem forças, com a cabeça meio apoiada no ombro dela. E assim, meio sem fôlego, a gente se beijou mais uma vez. Agora ela não tinha mais nenhum pudor em meter a sua língua na minha boca, enquanto se agarrava em mim.

"Dá a sua língua, vai!", ela me pedia, e então começava a chupar a minha língua.

"Eu te amo, mãe!", eu me perdia, invadido pelo seu hálito quente. "E eu quero te comer todo dia!"

"Vai foder a mamãe todo dia, é?", ela me provocava, mordendo o meu lábio inferior.

"Sim , todo dia!"

"Então eu vou ter que cuidar direitinho de você, amor, pra te dar toda a energia que vai precisar!", ela pegava no meu pau, querendo de novo.

Depois de nos secarmos, ela voltou pro seu quarto, me olhando por sobre o ombro e me oferecendo o rabão, me chamando de novo pra sua cama. E o resto daquele dia nós passamos na sua cama. Nossa, depois de acordar com ela e de foder minha mãe duas vezes, eu ainda tava mais do que disposto de comer ela de todas as formas possíveis.

Continua...

Comentários (1)

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  • Papai: Krl continuaaaaa 🔥😏

    Responder↴ • uid:1eloog56j2vt