#Assédio #Incesto #Teen #Virgem

Não aguentei e comi minha enteada 2

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Contador Incestuoso

Então ela sem tirar o cacete de sua boca, falou engasgada com a sua saliva misturada com os líquidos pré-gozo do meu pau. –Marcos, SOU TUA PUTINHA.

O silêncio que se seguiu à fala de Daniela foi ensurdecedor. Senti um calafrio percorrer minha espinha, e por um segundo, o prazer visceral da tarde foi substituído por um pânico gélido da noite. O coração parecia que sairia pela boca. Fui fraco, não resistiba tentação. E se a Daniela descobre? Serei preso, certamente.

Tá, Marcos"? Daniela repetiu, franzindo a testa, a voz carregada de confusão. — Amor, eu perguntei pra ela por que a calcinha estava ali, suja de sangue, e ela me respondeu com o seu nome. Ela nem olhou para mim. Ficou encarando a parede e disse "Tá, Marcos". O que está acontecendo? Você falou com ela hoje?

Eu engoli em seco. A mente trabalhava a mil por hora. A rigidez da Laura, a repetição de padrões, a forma como ela absorvia comandos... eu tinha moldado a rotina dela, mas talvez tivesse moldado demais. Ela não estava apenas obedecendo, ela estava processando a realidade através da minha autoridade.

— Eu... eu dei um susto nela mais cedo, quando ela estava no celular e mandei ela varrer a casa, falei. Menti, tentando manter a voz firme, enquanto envolvia Daniela em um abraço para distraí-la. — Sabe como ela é, ficou focada em alguma coisa que eu disse e acabou repetindo. Deve ter sido algum conflito bobo, ou ela simplesmente se confundiu. Você sabe que a cabeça dela funciona diferente.

Daniela suspirou, relaxando nos meus braços.
— É, eu sei. Mas aquele sangue... me preocupou. Achei que ela pudesse ter se machucado ou que a menstruação tivesse vindo antes da hora. Vou dar uma olhada nela amanhã com mais calma.

Quando as luzes se apagaram e Daniela adormeceu, eu não consegui fechar os olhos. O cheiro do sexo, do sêmen e do ferro do sangue parecia ainda impregnado na minha pele, mesmo após o banho. A imagem daquela bunda empinada, a fragilidade daquela pele branca e a entrega robótica da Laura me consumiam. Eu não sentia arrependimento; sentia um poder inebriante.

Na manhã seguinte, a rotina voltou. Daniela saiu para a loja às 8h. Assim que a porta bateu, o silêncio da casa foi preenchido apenas pelo som do computador da Laura no quarto. Eu me levantei, fui até a cozinha, preparei o café e caminhei lentamente até o quarto dela.
Laura estava com um pijaminha curto branco, salpicado por unicórnios coloridos e arco-íris, que mal batia no topo de suas coxas grossas. Cada vez que ela se mexia na cadeira, o tecido subia, revelando a pele alva e a curva perfeita daquela bunda redonda que me hipnotizava. Eu me aproximei dela, sentindo o calor do meu corpo contra as costas dela, e a guiei até a tela do computador. Ela estava com as pernas abertas, podia-se ver a marca da rachinha exposta, convidando-me a tocar. Aproximei-me e coloquei a mão no ombro dela. Ela não saltou, não se assustou. Apenas inclinou a cabeça levemente.

— Bom dia, Laurinha — sussurrei no ouvido dela.

Ela não me olhou.
— Bom dia, Marcos.

— Você contou para a sua mãe sobre a nossa massagem?

— Não — respondeu ela, a voz monocórdia, mas com uma leve hesitação. — Ela perguntou da calcinha. Eu disse "Tá, Marcos".

Um sorriso predatório surgiu nos meus lábios. Ela não estava apenas guardando o segredo; ela estava internalizando a nossa conexão como a nova regra da casa. A vulnerabilidade dela era a minha ferramenta perfeita.

— Muito bem, menina obediente

— Laurinha — sussurrei, minha voz carregada de intenção —, você já viu safadezas na internet? Coisas de adultos?

Ela não desviou o olhar da tela, mas respondeu com a honestidade direta de quem não conhece filtros sociais:
— Sim, Marcos.

Um sorriso malicioso surgiu no meu rosto. Eu abri algumas abas, buscando os vídeos mais explícitos, onde atrizes putonas, profissionais no prazer, faziam boquetes profundos, babando, melando o pau dos caras com a saliva, movendo a língua com uma técnica visceral.

Laura ficou parada, sentada na cadeira, imóvel como uma estátua de porcelana. Seus olhos vivos e curiosos absorviam cada detalhe, cada movimento de sucção, cada gemido gravado. Ela não demonstrava nojo ou vergonha; para ela, aquilo era como um tutorial de matemática ou leitura: um conjunto de instruções a serem assimiladas. Ver aquela garotinha de 14 anos, tão pura em aparência e tão vulnerável em sua mente, aprendendo a arte de satisfazer um homem, me causava um tesão quase insuportável. Meu pau, já ereto, latejava contra o tecido da bermuda.

— Laurinha, eu disse, colocando a mão sobre a nuca dela, sentindo a maciez do cabelo castanho , quero que você faça igual. Exatamente como elas fazem.

— Tá, Marcos — ela respondeu, sem tirar os olhos da tela.

Ela estava concentrada, decorando cada movimento daquelas vadias no PC, processando a informação para transformá-la em rotina. Para Laura, aquilo agora era a nova "tarefa" do dia.

Eu me afastei da cadeira e me sentei na beira da cama, abrindo a braguilha e libertando meu membro tão duro que já doía, já pingava de tanta vontade. O contraste era obsceno: o pijaminha de unicórnios e arco-íris dela, a inocência do rosto quase infantil, e a brutalidade do meu desejo diante dela.

— Agora, venha aqui. Faça igual como você viu , ordenei com a voz autoritária que ela tanto respeitava.

Ela se levantou da cadeira com movimentos lentos e automáticos. Caminhou até mim e ajoelhou-se no tapete, ficando bem pequena diante da minha ereção, minha pica é normal, não mais de 16cm. Branco e com a cabeça toda rosa, porém era grosso e veiudo. Ela olhou para o meu pau e depois para mim, com aquela expressão neutra, mas seus olhos brilhavam com a curiosidade de quem vai executar um comando. Ela pegou ele com a mãe direita e sem cerimônia, sem provar, sem frescura, engoliu o meu pau com força até encostar na sua pequena garganta, engasgando-se logo em seguida. Foi dolorido, sem seus dentes rasparando na cabecinha do meu membro. Eu gritei:
_ Calma, calma, Laurinha. Pela primeira vez, ela me olha com os seus lindos olhinhos marejados pelo o engasgo com todo o meu cacete na sua boquinha.

— Comece pela ponta, como a moça do vídeo, instruí.

Laura abriu a boquinha rosada e, com toda a cautela do mundo, envolveu a cabeça do meu membro. Ela não sabia o que fazer no início, mas então lembrou da imagem. Começou a lamber a coroa, movendo a língua de forma ritmada, imitando a técnica que acabara de assistir.

O prazer foi imediato e avassalador. Sentir a boca quente e apertada de uma adolescente recém desvirginada, que estava fazendo aquilo apenas porque eu havia "ensinado" a rotina, era a maior adrenalina da minha vida. Eu soltei um gemido alto e agarrei a cabeça dela, forçando-a a descer mais. Agora eu queria uma chupada mais selvagem.
— Laurinha, pode me chupar como uma vadia, igual àquelas mulheres do vídeo. Falei mais, repete comigo: – Sou tua putinha.
Ela não parou de chupar.
–Anda Laura, repete, ela estava engolindo e babando o meu pau, mecanicamente, mas se esforçando para ficar igual aos vídeos. Eu disse em um tom de bronca- Repete, eu sou tua putinha.
Então ela sem tirar o cacete de sua boca, falou engasgada com a sua saliva misturada com os líquidos pré-gozo do meu pau.
–Marcos, SOU TUA PUTINHA.
Ela começou a sugar com mais força, fazendo aquele som de vácuo que me levava ao limite. A saliva dela escorria pelo meu pau, melando tudo, exatamente como as putas do computador. Eu estava completamente possuído pela obsessão. Enquanto ela trabalhava com dedicação robótica, eu pensava em Daniela, que estaria agora na loja, sem imaginar que a filha estava ali, ajoelhada, transformando-se na minha escrava sexual particular.
— Isso, Laurinha... chupa com vontade... engole tudo... — eu rosnava, enquanto via o pijaminha dela subir, expondo a rachinha daquela bunda empinadinha enquanto ela se esforçava para me agradar.
Não aguentei mais, gozei com loucura, jorrava como nunca antes dentro da boca da minha enteada, me arcava, me contorcia, ela não parava, fazia como uma prostituta com anos de experiência. Meu sêmen escorria da boca para o queixo da menina e pingava para o chão.
Tirei meu pau latejando da boca dela e disse
– Não cospe, ela obedeceu.
Seu rosto estava todo melado de baba, seus olhos lacrimejavam, era uma imagem misturada de pecado e prazer. Ela respirava ofegante olhando para baixo.
– Abre a boquinha, deixa eu ver.
Ela abriu, pude ver minha porra indo de um lado para o outro, atravessando seus dentes, a língua dela parecia uma massa vermelha mergulhada num caldo viscoso e esbranquiçado.
– Agora pode engolir.
A Laurinha fez cara feia enquanto a gala escorria da sua garganta para seus estômago. Mas engoliu tudo mesmo.
– Minha putinha, abre a boquinha, anda.
Ela abriu, e realmente, não havia mais nenhuma sinal de sêmen. Dei um beijo em sua testa e disse: – Bom trabalho, vai lá se limpar e não esquece de escovar os dentes. E já lava a blusa do pijama que babasse tudo.
– Tá Marcos.
Friamente, a jovem saiu e foi fazer o que lhe disse, coloquei o meu pau todo molhado e murcho para dentro da bermuda. Fui na cozinha, peguei um pano, voltei para o quarto, limpei o cuspe misturado com porra do chão. E antes de sair gritei: Laurinha, o que você é minha?
E lá do banheiro eu ouvi, bem alto
– MARCOS, EU SOU TUA PUTINHA

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