O cachorro da família me pegou contra a minha vontade.
Eu estava fazendo uma limpeza de quatro no chão, e aquele cachorro se aproveitou disso.
Olá.
Eu me chamo Isabella, tenho 45 anos.
Sou casada a 23 anos, e tenho dois filhos, um de 18 anos e outro com 20.
E nós temos um cachorro pra completar a nossa família.
Ele é um vira-lata de grande porte, o nome dele é Thor.
O meu incidente aconteceu a três dias.
Eu nunca fui fã de zoofilia, nunca assisti nada sobre o assunto, mas sabia oque era.
Já havia comentado com meu marido em algumas vezes enquanto falávamos de coisas estranhas.
Coisas como tesão animal, o formato dos paus deles dentre, outras coisas.
E o que aconteceu comigo, não foi proposital, acho que até pode ser considerado estupro rsrs.
Quer dizer...no início eu realmente estava gostando, isso eu não posso negar...mas depois...
Oque aconteceu foi o seguinte.
Eu estava usando um vestido curto leve pra limpar a casa.
E em casa eu sempre fico sem calcinha.
Eu ma ajoelhei no chão pra limpar as gavetas de baixo da estante da sala.
Eu retirei as gavetas e fui limpar dentro da estante.
Nesse momento eu me inclinei pra frente, a minha bunda ficou empinada, o vestido subiu para as costas deixando minhas entradas descobertas.
Eu nem liguei, afinal já era normal disso acontecer sempre que eu fosse limpar algo de quatro.
Mas aí, o Thor apareceu.
Ele chegou perto e eu senti o focinho gelado dele encostando na minha buceta.
Eu me arrepiei toda.
Sem ter tempo de reagir, ele começou a lamber os lábios da buceta e o meio da racha.
Naquela posição ele acertava a língua até no meu cu.
Eu achei estranho, lógico que achei.
Mas mesmo com estranheza, comecei a gostar das lambidas.
A língua era larga, quente, percorria a buceta toda me fazendo ficar molhada.
Eu nem tive forças pra querer sair do lugar, eu nem queria na verdade.
Meu mel escorria pra língua dele.
Mas eu tinha um marido, eu não poderia estar gostando de fazer aquilo.
Mas a língua do Thor era quente demais. Larga demais.
Ele lambia com força, passando de baixo pra cima, enfiando a ponta molhada entre os lábios e depois subindo até o meu cu. Eu gemi baixinho, sem conseguir me mexer.
Minhas pernas tremiam.
O vestido curto já estava todo amassado nas minhas costas.
Quando ele parou de lamber.
Senti o peso dele subindo em cima de mim.
As patas dianteiras se apoiaram nas minhas costas e, antes que eu pudesse reagir, algo duro, quente e pontudo escorregou entre as minhas nádegas.
Já sabendo oque ele queria, eu tentei sair fora.
Eu não queria acasalar com o nosso cachorro, eu não queria trair meu marido com ele.
O pau do Thor procurou a entrada da minha buceta com algumas estocadas. Quando eu tentei sair, ele com um empurrão seco, enfiu tudo de uma vez.
— A-aah… porra…!
Meu gemido saiu alto.
Ele já estava metendo.
As estocadas eram rápidas, curtas, profundas.
O barulho molhado da minha buceta sendo arrombada ecoava na sala.
Cada estocada fazia meus peitos balançarem pesados dentro do vestido.
O nó começou a inchar na entrada, esticando eu de um jeito que doía e ao mesmo tempo me fazia encharcar ainda mais.
Eu tentei me arrastar pra frente, mas ele me segurou.
A língua quente lambia minha nuca enquanto ele me fodia com força.
Eu estava engatada contra a minha vontade.
Completamente engatada no pau do meu próprio cachorro.
Foi exatamente nesse momento que a porta da frente abriu.
— Amor, cheguei…
A voz do meu marido.
Eu congelei.
O Thor continuou metendo, alheio a tudo. O nó já estava quase travado dentro de mim.
Eu virei o rosto, desesperada, e vi ele parado na porta da sala.
Olhando pra mim.
Olhando pro cachorro montado nas minhas costas.
Olhando pros movimentos dele sabendo que havia algo grosso entrando e saindo da minha buceta.
O silêncio durou poucos segundos, mas pareceu uma eternidade.
Ele finalmente disse algo:
— Por que você tá fazendo isso? Por quê?
A voz dele saiu rouca, confusa.
Eu virei o rosto o máximo que consegui, o cabelo grudado na testa de suor.
O nó do Thor já estava quase completamente inchando dentro de mim, esticando a entrada da minha buceta de um jeito que ardia.
Aí eu disse:
— Ele tá me estuprando... amor… não fui eu que quis…eu juro...eu não consegui sair antes...
Minha voz saiu falhada, gemendo no meio da frase porque o cachorro deu mais uma estocada fundo.
— Ele tá ficando preso em mim…tá ardendo… é muito grande…amor...
O Thor continuava metendo, alheio a tudo. As patas dele me seguravam firmes e o pau grosso dele se movia bem curto dentro de min, com aquele barulho molhado e nojento.
Eu sentia o nó muito grosso, travando. Cada movimento agora doía e ao mesmo tempo mandava um choque de tesão pela barriga.
Meu marido deu dois passos pra dentro da sala, ainda sem acreditar no que estava vendo.
— Isabella…
Ele falou meu nome baixo.
— Fica quieta...não se mexe...
Ele se aproximou devagar, ajoelhou ao meu lado e colocou a mão nas minhas costas, bem perto da pata do cachorro.
Eu tremia inteira.
O nó já estava quase completamente travado.
Dava pra sentir a pressão absurda dentro de mim, me abrindo de um jeito que eu nunca tinha sentido na vida.
— Calma amor...
Ele disse, a voz mais baixa agora.
— Vou tentar ajudar você...vai ficar tudo bem tá...
Ele ficou bem perto de mim, ajoelhado ao meu lado.
Uma das mãos dele passou pelas minhas costas, fazendo carinho devagar, tentando me acalmar enquanto o Thor continuava me arrombando.
— Fica parada, amor… não vai dar pra tirar ele de dentro agora…
A voz dele saiu baixa, quase rouca.
— Deixa ele continuar te estuprando até terminar…e o único jeito... ele só vai sair se for por conta própria.
Eu soltei um gemido longo quando ele falou isso.
O nó do Thor já estava completamente travado dentro da minha buceta.
Cada vez que o cachorro se mexia, eu sentia aquela bola enorme puxando e empurrando minhas paredes por dentro. Doía.
Doía pra caralho.
Mas ao mesmo tempo minha buceta continuava escorrendo, molhando as bolas dele.
Meu marido passou a mão pelo meu cabelo, afastando os fios grudados na minha testa.
Depois desceu a mão e começou a acariciar meu peito por cima do vestido, apertando de leve o mamilo duro sensível.
— Shhh… calma…
Ele beijou minha cabeça.
— Ele tá querendo engravidar você amor… deixa acontecer...não luta contra...
Eu tremia inteira.
O Thor fazia movimentos curtos e fortes, tentando enterrar o nó ainda mais fundo.
O barulho molhado era nojento e excitante ao mesmo tempo.
Foi quando meu marido se moveu.
Ele foi pra trás de mim, se ajoelhando entre as minhas pernas abertas.
Eu senti o calor da respiração dele bem perto da minha buceta esticada.
Sem falar mais nada, ele foi por baixo do Thor e passou a língua quente na minha buceta bem na junção onde o pau grosso do Thor entrava em mim.
— A-aah… amor…!
Eu gemí alto.
A língua dele lambendo a minha entrada esticada, misturando saliva com o mel que escorria, tentando aliviar minha dor com prazer.
Ele lambia devagar, com força, passando a língua em volta do nó inchado, chupando os lábios da minha buceta enquanto o cachorro continuava me fodendo travado.
Eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo.
O Thor me estuprando por dentro.
Meu marido me lambendo por fora.
O Thor parou de se mexer de vez de repente.
O corpo dele tremeu em cima das minhas costas e eu senti o pau dele latejar forte dentro de mim.
O nó estava completamente travado, me abrindo de um jeito absurdo.
— Amor… ele tá gozando dentro de mim... amor…
Minha voz saiu embargada, quase um choro, ou um choro contido.
— O pau dele tá muito quente…Eu tô sentindo o esperma dele lá no fundo...amor...
Eu sentia cada jato quente batendo fundo na minha buceta.
Era muito.
Era muito quente.
O Thor soltava grunhidos baixos enquanto descarregava tudo dentro de mim, o nó pulsando e me prendendo no lugar.
Eu não conseguia me mexer.
Só tremia, de quatro, com as pernas fracas e a buceta completamente esticada em volta daquela bola enorme.
Meu marido continuava atrás de mim, a língua ainda passando devagar em volta do lugar onde a gente estava ligado.
Ele lambeu mais uma vez e depois falou, a voz rouca e baixa:
— Relaxa, amor… ele está querendo te engravidar…
A mão dele apertou minha nádega com força.
— Deixa ele… só respira e deixa ele terminar… não deixa o estupro ser só dor… aceita ele…
Eu soltei um gemido longo quando ele falou isso.
Mais jatos quentes enchiam minha buceta.
Eu sentia o porra do Thor escorrendo um pouco pelas laterais do nó, descendo pela minha coxa.
Meu marido lambia tudo, chupando o excesso, a língua quente contrastando com o calor que vinha de dentro de mim.
— Isso… isso, Isabella…
Ele falou contra a minha pele.
— Aceita...só aceita...deixa ele te encher toda...
Eu estava tremendo tanto que mal conseguia me segurar no chão.
O Thor ainda latejava dentro de mim, despejando o que parecia não ter fim.
Eu não aguentei mais.
O nó do Thor ainda pulsava dentro de mim, enchendo tudo de porra quente, e a língua do meu marido lambia sem parar a minha entrada esticada.
A sensação era demais.
A pressão absurda por dentro, o calor do gozo do cachorro batendo fundo, e a boca molhada do meu marido chupando por fora…
Meu corpo inteiro tremeu.
— A-aah… amor… eu… eu vou…
Não deu tempo de terminar a frase.
O orgasmo veio forte, violento.
Minha buceta se apertou com força em volta do nó inchado do Thor, espremendo o pau dele enquanto eu gozava.
As pernas fraquejaram.
Eu soltei um gemido alto, quase um grito, e minha buceta começou a jorrar.
O mel escorria em volta do nó, misturado com a porra do cachorro, e ia direto pra boca do meu marido.
Ele não se afastou.
Pelo contrário.
Ele abriu mais a boca e chupou com vontade, engolindo tudo o que escorria de mim.
A língua dele pressionava contra a minha entrada enquanto eu convulsava, gozando sem conseguir parar.
Cada contração da minha buceta fazia o nó do Thor latejar ainda mais fundo, e isso só piorava.
Ou melhorava.
Eu não sabia mais.
— Porra… porra…
Eu gemia sem conseguir formar frase.
— Tô gozando… no pau dele… na sua boca…
Meu marido soltou um som baixo, quase um rosnado, e continuou lambendo, chupando, engolindo.
As mãos dele apertavam minhas nádegas com força, me segurando no lugar enquanto eu tremia inteira, ainda engatada no cachorro, ainda sendo enchida.
O orgasmo demorou pra passar.
Quando finalmente começou a diminuir, eu estava ofegante, suada, com as pernas tremendo e a buceta ainda latejando em volta do nó.
Não sei quanto tempo passou.
Podem ter sido cinco minutos, podem ter sido quinze.
Eu só sei que ainda estava de quatro, o corpo tremento, a buceta completamente esticada em volta daquele nó absurdo.
O Thor já tinha parado de gozar, mas continuava preso em mim, ofegante, a língua de fora, babando nas minhas costas.
Foi quando eu senti a pressão diminuir um pouco.
O nó começou a desinchar.
Devagar.
Muito devagar.
Cada milímetro que ele amolecia fazia minha entrada latejar, arder, e ao mesmo tempo soltar mais um fio de porra misturada com meu mel.
Meu marido percebeu.
Ele ainda estava atrás de mim, a boca suja, o queixo molhado.
Em vez de se afastar, ele passou a língua de novo bem no lugar onde a gente ainda estava ligado e falou, a voz rouca:
— Isso… tá saindo devagar, amor…
Ele lambeu mais uma vez, bem forte.
— Continua molhada pra mim… não deixa a buceta fechar…deixa ele sair tranquilo...A sua buceta vai ficar bem arrombada depois...
Eu gemi, coçando a testa no chão.
A dor estava voltando agora que o orgasmo tinha passado, mas a voz dele e a língua quente não deixavam eu pensar só nisso.
— Olha só como você tá…
Ele levou as mãos e abriu um pouco os lábios da minha buceta.
— Cheia de porra de cachorro… o nó ainda te segurando… e você gozou igual uma puta nisso...
Mais uma lambida longa, barulhenta.
— Continua gozando pra mim se precisar… eu bebo tudo...só não aperta...deixa ele sair no tempo dele...
O Thor se mexeu um pouco em cima de mim.
O nó escorregou mais um pouco pra fora, puxando as minhas paredes.
Eu soltei um gemido alto, metade dor, metade tesão.
Meu marido aproveitou e chupou o excesso que escorreu, engolindo sem nojo nenhum.
— Isso… respira…
Ele falou contra a minha buceta.
— Logo logo esse pau vai sair e tudo vai acabar...
O nó escorregou mais um pouco.
Eu senti a pressão diminuir de verdade agora.
A bola enorme que me mantinha presa começou a sair, puxando minhas paredes com ele.
Doía.
Ardia.
Eu soltei um gemido alto e enterrei a testa no chão.
— A-aí… amor…
Meu marido reagiu na hora.
Ele colocou os dedos em volta da base do pau do Thor, bem onde o nó ainda estava saindo de mim, e segurou com firmeza. Não deixou o animal se mexer rápido.
— Calma… calma, Isabella…
A voz dele saiu baixa, quase um sussurro.
— Vou segurar...vai sair devagar...respira fundo pra mim...
Ele puxou o nó com cuidado, milímetro por milímetro, controlando a saída com os dedos.
Cada centímetro que saía fazia minha buceta se contrair, soltando mais um fio grosso de porra do Thor.
Meu marido lambia na hora, chupando o excesso antes que escorresse demais.
— Isso… assim…
Ele falou com a boca suja, ainda segurando o pau do cachorro.
— Tá saindo bem...e tá saindo muita porra também...
Mais um pouco. O nó quase inteiro já estava pra fora.
— Aguenta mais um pouco, amor...tô segurando pra não doer tanto...você tá sendo muito forte…
Eu tremia inteira.
As pernas não aguentavam mais.
Quando o nó finalmente saiu de vez, eu soltei um gemido longo e quase desabei no chão.
Um jorro de porra do Thor escorreu logo em seguida, escorrendo pela minha buceta aberta e descendo pelas coxas.
Meu marido não perdeu tempo.
Ele foi de boca e chupou tudo, a língua deslizava pelas laterais.
— Shhh…tá acabando…
Ele falou entre uma lambida e outra.
— Tô aqui...tô cuidando de você...
Quando o pau do Thor saiu por completo, eu soltei um gemido fraco e desabei de lado no chão.
As pernas não aguentavam mais.
Minha buceta latejava, aberta, ardia, e ainda escorria porra quente do cachorro misturada com meu mel.
Meu marido não parou.
Ele segurou minhas coxas abertas e lambeu tudo.
A língua quente passou devagar pela minha entrada esticada, chupando o que ainda saía de dentro de mim, limpando os fios grossos que escorriam pelas nádegas e pelas coxas.
Ele não tinha nojo.
Lambia com vontade, com cuidado, como se estivesse me tratando.
Só quando eu já estava mais limpa ele parou.
Sem falar nada, ele passou os braços por baixo das minhas costas e das minhas pernas e me pegou no colo.
Eu estava mole, suada e incapaz de fazer movimentos.
Ele me carregou até o quarto com facilidade e me deitou na cama com cuidado, ajeitando um travesseiro atrás da minha cabeça.
Depois sentou na beira da cama, passou a mão no meu cabelo e falou, a voz baixa e rouca:
— Você foi muito forte, amor…
Os dedos dele afastaram os fios de cabelo grudado na minha testa.
— Eu fiz certo em te manter excitada...aquele nó teria te feito um estrago enorme se você estivesse só sentindo dor...você sobreviveu ao estupro do Thor… parabéns...
Eu fechei os olhos, ainda ofegante.
Ele continuou, um sorrisinho no canto da boca:
— Agora ele tá lá na sala lambendo o pau dele… deve tá achando que engravidou você...Imagina se você engravida dos filhotinhos dele… nossa família ia ficar enorme, né?
Ele deu uma risadinha baixa.
— Relaxa, amor… tô aqui com você.
A mão dele desceu e acariciou minha barriga devagar, bem em cima do útero, como se estivesse brincando com a ideia.
Eu não consegui responder.
O cansaço veio pesado demais.
O corpo inteiro doía, a buceta ainda latejava aberta, e a mente estava confusa demais pra formar qualquer frase.
Só consegui olhar pro meu marido por um segundo, os olhos já pesados, e senti um alívio enorme.
Ele não tinha gritado.
Não tinha me xingado.
Não tinha me olhado com nojo.
Pelo contrário.
Tinha ficado.
Tinha me ajudado.
Tinha me carregado pra cama.
Fechei os olhos.
A última coisa que senti foi a mão dele passando devagar pelo meu cabelo e pela minha barriga fazendo carinho.
A voz dele chegou baixa, quase um sussurro:
— Não foi culpa sua, Isabella…
Os dedos dele desceram e acariciaram minha bochecha.
— Foi acidente...você não pediu por isso...eu sei...
Eu soltei um suspiro fraco, o corpo já entregue ao sono.
Ainda dava pra sentir o residual do nó latejando entre as pernas, a umidade da porra do Thor escorrendo um pouco no lençol, mas a presença do meu marido ao meu lado era mais forte que tudo isso.
Adormeci ali mesmo.
Exausta.
Grata.
E ele ficou.
Fazendo carinho em mim enquanto eu dormia.
Me siga no X.
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Comentários (2)
Tuga tarado: Que tesao, seu marido adorou e vai querer mais ;)
Responder↴ • uid:b9408ou4fykSeu nome: Se é comigo comeria vc Izabella. Seu marido mama a pica do cachorro e nem sabe.
Responder↴ • uid:3ynzgkuhfik