#Incesto #Teen #Voyeur

A calcinha da minha irmã. Pt1

1.7k palavras | 1 | 0.00 | 👁️

O que acontece quando um homem que já possuia uma tara em sua irmã caçula chega do trabalho e econtra a calcinha da irma toda molhada repolsando em sua cama.

Olá caro leitor. me chamo Henrique, e o que vou lhes contar é um relato real. Ao qual vim aqui hoje relatar, a fim de registrar o que vier a acontecer daqui pra frente.

Sou uma homem qualquer, trabalhador, honesto, e que cresceu sem pai e ajudando a mãe a criar as minhas irmãs mais novas. Hoje eu possuo 28 anos e tenho duas irmãs caçulas, uma de 24 anos, ao qual já está noiva e morando com o seu noivo e minha sobrinha, e o que vou relatar, é algo que já vem acontecendo de muitos anos com a minha caçula de 19 anos chamada Victoria.

Pra contextualizar, eu nunca fui santo, desde garoto sempre fui bastante pervertido e perdi a minha virgindade ainda bem novinho com uma prima mais velha. mas não é sobre isso que esse relato é. Acontece que eu sempre tive uma tara nas minhas irmãzinhas, desde os meus 15 anos, embora tenha feito algumas safadesas com elas quando ficavamos sozinhos, que iam desde esfregações até oral, nunca houve penetração de fato. Pois eu tinha medo das consequencias. E quando a caçula deu de contar alguma coisa pra nossa mãe as coisas ficaram tensas, e eu me afastei um pouco. por fim desde meus 17 anos nunca mais fizemos nada, embora quando eu fiz 18 e fiquei doente passando dois meses internado e quase perdendo a vida, quando voltei do hospital rolou um momento com ela onde por muito pouco eu não tirei sua virgindade. E conforme os anos foram passando, vez ou outra minha irmã acabava me dando alguma bola, fosse tomando banho com a porta do banheiro aberta, ou passando pelo meu quarto depois do banho completamente nua, ou simplesmente usar uma camisa regata larga e sem sutiã, fazendo algumas poses que deixavam seus seios a mostra, mas por fim nunca fiz avanço algum nela. até que à tres anos atrás, eu estava com 25 e ela com 16, eu havia acabado de terminar um relacionamento e estava numa bad lascada. foi onde nós nos reaproximamos novamente, saiamos juntos pra ir no shopping e eu sempre levava ela pra tomar café em algum lugar, e logo no começo dessas semanas, sempre que eu a via fazendo alguma coisa em casa, eu chegava por trás e lhe abraçava, eu a apertava em meus braços, cheirava seu pescoço e até pressionava minha virilha contra a bunda dela. E ela nunca dizia nada e só deixava, ficavamos assim por um momento até ouvir alguém, e depois eu sempre precisava ir me aliviar no banheiro. Acontece que minha irmã sempre foi muito bonita e vaidosa, com um baita de um corpão bem definido e a pele bem branquinha. E meus desejos por ela só aumentavam.

Certa vez fomos no cinema e estava rolando uma promoção de namorados, onde tinha que provar o namoro com um beijo na fila da entrada pra pagar meia entrada, e eu sussurei pra ela se ela topava, e quando chegou a nossa vez e ela se virou pra mim, eu não esperei, a agarrei e lhe dei um beijo de lingua, ela não demonstrou resistencia e fez o mesmo, mas depois eu não conseguia mais prestar atenção no filme e não parava de pensar nela, até comecei a acariciar a coxa dela durante o filme e ela não falava nada, milhões de coisas passavam na minha cabeça, mas nada rolou depois. Porem eu fui ficando cada vez mais ousado e um dia ela estava lavando a louça e eu a agarrei por trás como de costume, lhe dei um chupão no pescoço e levei uma das mãos por dentro da camisa dela e apertei seu peito, e pra minha surpresa dessa vez ela me afastou e disse não, eu só pedi desculpa e sai. Depois disso ela começou a se afastar.

E então num dia qualquer, eu fico sabendo que ela começou a namorar, e poucas semanas depois a minha mãe veio conversar comigo porque haviam camisinhas usadas no lixo do banheiro da minha irmã, ali meu mundo desabou, mas não podia demonstrar, nem cobrar nada dela, e ela passou a me evitar, embora eu ainda a observasse de longe, sempre com pensamentos cada vez mais perversos, até que certa noite ela veio me pedir um remedio para dormir, ao qual eu possuo alguns por questões de insonia, imediatamente a maldade falou mais alto, eu peguei o comprimido mais forte que eu tinha, e mandei ela tomar junto com outros dois comprimidos, eu estava do lado dela quando a vi tomar, eu lhe disse que logo ela ia dormir, ela agradeceu e foi pro quarto, e eu esperei quase duas horas depois, já passava da meia noite, todos estavam dormindo, fui até o quarto dela de fininho, tentei acordar ela com alguns toquinhos, nada, sacudi ela com força, nada, sua respiração estava normal, fui até o pé dela e apertei com bastante força em cima da unha do dedão, o que causa muita dor, e nada, eu engoli seco, eu já estava tremendo e com a respiração pesada, puxei as alças da camisola dela deixando seus seios maravilhosos a mostra, com aquelas aoreolas rosadas e os biquinhos pra dentro, ainda tremendo e com medo dela acordar, mesmo depois de tanto tentar, eu comecei a chupar aqueles peitos, e até lhe dei um beijo na boca, eu ia parar ali, eu tentei parar, mas a loucura falava mais alto, eu levantei sua camisola e puxei sua calcinha pra baixo, revelando aquela buceta que eu tanto desejei, completamente depilada, me entristecia saber que ela já havia perdido a virgindade, e por mais que eu tentasse dizer a mim mesmo que devia parar, eu não conseguia, eu comecei a me masturbar, e a roçar a cabeça do meu pau em sua entradinha, ela foi ficando molhada, duas ou três vezes eu cheguei a quase enfiar a cabeça pra dentro, até que quando eu já estava quase gozando eu cheguei a colocar metade da cabeça pra dentro dela, a vontade de estocar aquela buceta e gozar o mais fundo que eu pudesse me consumia, mas no ultimo momento eu parei, tirei meu pau e gozei no chão, corri pegar um papel pra limpar e arrumei a calcinha e camisola dela de volta no lugar, e antes de sair, a beijei novamente. Eu não estava satisfeito, mas a culpa me consumiu, junto ao arrependimento de não ter ido além. No dia seguinte ela estava normal e não comentou nada, e eu passei a desejar todas as noites que ela me pedisse os remedios novamente, mas nunca mais aconteceu, e eu varias vezes cheguei a cogitar drogar ela de alguma forma. Mas a culpa sempre voltava. E nada mais aconteceu desde então.

Até que a duas semanas ela terminou o namoro, e dois dias depois ela me chamou pra conversar, dizendo sobre como estava triste, dizendo que não queria ficar sozinha, eu é claro a consolei, e a distancia entre nós diminuiu, nesses ultimos dias eu voltei a levar ela pra tomar café, assistimos um filme juntos, nada demais, só afeto fraternal, e é claro que choveu meninos atrás da minha irmã nesses dias. Dois amigos dela pediram pra namorar com ela, e até mesmo um colega do trabalho dela mandou um bouque de flores pra ela, mas ela vem rejeitando todos eles, dizendo que quer só amizade, que não está pronta pra outro relacionamento agora. Até que hoje, dia 22 de outubro, eu saio do meu trabalho e chego em casa as 22:30 e ao abrir a porta do meu quarto, encontro tudo limpo e arrumado, porem, repolsando em minha cama, havia uma calcinha dela, quase como um presente de boas vindas, quando a peguei em minhas mãos ela estava molhada e com um cheiro forte de buceta. Como se ela houvesse se masturbado e largado ali pra mim.

Minha cabeça foi a loucura, minha vontade é de entrar no quarto dela, a agarrar e realizar todas as coisas que imaginei em todos esses anos. Mas estão todos dormindo, e a porta dela está trancada.

Agora estou aqui, quase socando a cabeça na parede de vontade de transar com ela, e aquela maldita porta está trancada.

Bom...

Vamos ver como vão ser as coisas nos proximos dias. Se algo acontecer eu volto pra contar a parte 2

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Tuga tarado: Contunua ;)

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk