#Corno #Coroa #Traições

Como me tornei concubina de um pastor pirocudo.

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Antologia_Sexual

Olá queridos leitores, me chamo Larissa, tenho 27 anos. Essa é a primeira vez que compartilho minha intimidade então perdoem os erros.
Essa história aconteceu há cerca de 1 ano, sou casada há 5 com Ramon, meu marido é do tipo atlético, ele prática esportes desde adolescente, nos conhecemos em um retiro da igreja e logo me apaixonei pelo físico dele, porém quando iniciamos nossa vida sexual logo percebi algo de errado, ele só gostava de fazer papai-mamãe, de início não liguei pois como ele era da igreja aquilo era condizente com o que a doutrina cristã falava, só que depois de uns anos naquela mesmisse eu já me sentia frustrada, queria mudar de posição pelo menos, mas sempre que tocava no assunto ou tentava fazer algo diferente no sexo ele me repreendia e às vezes até levantava da cama. Aguentei isso por 4 anos e de certa forma eu tava conformada com aquilo, tanto que me acostumei a fazer só daquele jeito.
Certo dia eu o flagrei vendo pornografia, fiquei frustrada com aquilo, parecia que eu não era o bastante pra ele, como boa esposa eu só me conformei e aceitei.
Bom, o rumo das coisas começou a mudar quando por insistência do meu marido eu passei a frequentar a igreja dele, eu nunca fui crente, na verdade nem frequentar igreja eu frequentava, mas como amava o Ramom e aquilo era importante pra ele eu fui, confesso que gostei das pessoas, as senhoras do círculo de oração eram todas um amor, tinha bastante jovens e adolescentes, acabei gostando das pessoas e realmente me identifiquei com as pessoas, o detalhe nisso tido foram os obreiros, todos homens na faixa dos 40 anos, alguns sem muitos atributos comparados a meu marido que era um homemzarrão, em especial, o pastor Antônio era um senhor de uns 50 e poucos anos, alto, um pouco gordo mas bem charmoso. Ele tinha dois filhos que eram diáconos, o mais velho chamava Valdo, 32 anos, casado. O mais novo George de 27 anos era bonitão, tinha um olhar mais direto pras irmãs, ele era solteiro e tinha fama de ser galanteador. De vez em quando eu percebia os olhares dele em mim, mas deixava pra lá.
Minha outra frustração veio quando vi que meu marido era feito de capacho pelos outros obreiros, todos tinham cargos equivalentes na congregação, mas meu marido era o único que era tratado como empregado, ele servia água pros demais, abria e fechava a igreja, e quando solicitava ajuda sempre ouvia que ele era "especial" por que conseguia cuidar de tudo sozinho, os outros homens davam glória e empurravam essas tarefas todas pra ele. Logo eu percebi que o coitado do meu marido era a empregadinha deles, até limpar a igreja no fim de semana ele limpava, foi numa dessas que eu já muito aborrecida percebi que ele, apesar de quase 1,80m, forte como um touro, não passava de um beta, como dizem hoje.
Era um domingo de manhã, a escola dominical tinha acabado, Ramom já estava organizando o material de limpeza quando o pr. Antônio chegou, foi a primeira vez que o vi na igreja sem ser no culto, ele entrou acompanhado de outros obreiros, caminhou até meu marido e com aquela pose imponente deu algumas instruções sobre a organização, Ramon respondia sim senhor pra tudo enquanto eu observava, certo momento ele me olha...
- essa é sua digníssima?
- sim senhor, pr.
Ele me olhou dos pés a cabeça, balançou a cabeça em sinal positivo e me cumprimentou, um aperto de mão forte, enquanto segurava minha mão ele vira pros outros homens com ele e fala....
- uma varoa dessas não é pra tá se desgastando com faxina!
Nisso ele vira pro meu marido e pergunta por que eu estava ali....
- ela veio me ajudar a organizar tudo pro culto, pastor!
- não, irmão, sua mulher é pra tá em casa, ficando linda pro culto mais tarde!
Os outros homens só concordavam com a cabeça, meu marido abaixou a cabeça e falando no meu ouvido disse...
- vc pode ir pra casa, deixa que eu cuido aqui!
Sem palavras eu respirei fundo e larguei as coisas, enquanto estava no banheiro trocando de roupa pra ir pra casa senti algo estranho, não parava de pensar no pr. Antônio, de início achei que era raiva por ele tratar meu marido daquele jeito, mas a imagem dele ficou na minha cabeça e sem perceber tava sentindo um tesão sem explicação, fui pra casa e no chuveiro me toquei sentindo minha vagina entumecida e meu clitóris enrigecido, gozei só passando o sabonete na buceta, por um instante tomei um susto e me recompus.
Naquela noite, me arrumei pro culto e coloquei uma saia mais colada, marcando minha bunda e minhas pernas, arrumei o cabelo com um rabo de cavalo e tava me sentindo mais bonita, mais atraente, e o tesão ficava indo e voltando, durante o culto fui duas vezes ao banheiro limpar minha calcinha, até coloquei um papel higiênico enrolado na calcinha pra não melar tanto.
Quando chegou a hora da pregação, o pr.antonio fez a ministração, já no fim do culto ele chamou o irmãos e irmãs pra frente do púlpito pregação receberem oração e serem unjidos, eu fui, fiquei na frente com os olhos no pastor Antônio, ele e os outros obreiros desceram e começaram a colocar as mãos nas cabeças dos irmãos proferindo palavras de bênçãos, quando chegou em mim, ele tocou minha cabeça, eu comecei lágrimar e sentir meu tesão aflorar, de repente ele abraça minha cabeça de contra o peito dele, senti os braços dele me apertarem e meu corpo estremecer, comecei a chorar enquanto ele dizia "deixa tudo sair, minha filha, liberar esse fogo dentro de vc!". Em poucos segundos minha vagina melou tanto que senti minha virilha ficar escorregadia, foi então que me apertando forte ele disse no meu ouvido "deixa esse fogo queimar suas entranhas, filha!" E eu gozei, minhas pernas barbearam e eu não me aguentei em pé, cai no chão sendo segurada por uma irmã, minhas pernas tremiam e eu sentia minha buceta piscar, quase desmaiei com o orgasmo.
Quando terminou, voltei pro lado do meu marido, me sentindo culpada e ao mesmo tempo aliviada, enxuguei meu rosto e meu marido me olhava com aquela cara de felicidade parecendo um idiota.
Fomos pra casa naquela noite e eu estava morrendo de vontade de trancar, naquela noite tentei montar nele mas ele levantou como sempre fazia, sem pensar em mais nada, levei a mão na buceta e comecei a tocar uma siririca dolorida, gozei em questão de minutos, Ramon ficou me olhando incrédulo, parecia que tinha visto um fantasma, fui no banheiro me limpar e deitei, ele sem dizer uma palavra só virou e dormiu.
Depois daquele dia, Ramon ficou estranho comigo. Falava pouco e geralmente evitava conversar, eu sabia que tinha feito algo que ele desaprovava, mas gente, não segurei minha vontade, com o passar dos dias me senti culpada e tentava de todo jeito ter um carinho dele, sempre recebendo indiferença.
No final de semana seguinte, a mesma coisa aconteceu no culto, o pr. Antônio vinha até mim e me fazia gozar naquele ritual de unção.
Sei que vai aparecer crente inrustido aqui pra me dizer que eu tava com espírito de pomba gira e essas abobrinhas, mas posso dizer com propriedade que muitas irmãs passam por isso, e tem homem que é capacho de líder religioso que faz exatamente o que meu marido fez, leva a mulher pra receber "orientação" com o pastor...
Continuando...
Já tinha umas semanas que eu tava subindo pelas paredes, queria transar mas meu marido não comparecia, passei a me masturbar todos os dias, mais de uma vez, bastava ter um momento de privacidade que eu me tocava. Foi então que Ramon chegou em casa com ela conversa que eu precisava falar com o pastor, que eu tava com algum encosto que me fazia querer depravação a todo instante, ironicamente era ele que assistia pornografia e batia punheta, quando ele me disse que eu precisaria falar a sós com o pastor eu fiquei retiscente mas na mesma hora senti um tesão, concordei em fazer o que ele queria e, queridos amigos, deixo aqui um conselho pra vcs homens que não comem suas mulheres direito, não levem suas esposas com tesão pra tratarem esses assuntos com outro homem...
Era uma tarde de sábado, Ramon tinha contado tudo pro pastor e agendado uma hora no sábado a tarde, sabendo que iria encontrar o pastor, coloquei uma calcinha minúscula, uma saia folgada até o joelho e uma blusinha sem sutiã, chegamos na igreja e fomos pra sala pastoral, a coisas foi meio constrangedora, Ramon contou sobre minha masturbação na frente dele e que eu tava demorando no banho, me senti uma adolescente sendo repreendida pelo pai, o pastor ouviu tudo em silêncio e de vez em quando me olhava com um risinho cínico. Aquilo só me dava mais tesão, a pose dele de poder me fascinava, ele recostado na poltrona ouvindo meu maridinho admitindo que não controlava meu fogo, eu olhava pra ele com uma cara de assustada, confesso que tava me sentindo mal com aquilo, foi então que com uma voz firme ele vira pro Ramon e fala...
- tudo bem, obreiro, saia da sala, vou falar com a irmã em particular!
Meu marido olhou sem saber o que falar e o pastor completou....
- ande, irmão, saia, vc já falou demais, quero ouvir ela sem vc aqui pra julgar!
Ramon, levantou e saiu, meio contrariado, mas ele jamais desobedeceria, aquilo me dava até pena dele, mas enfim...
Quando a porta se fechou, o pastor Antônio me pergunta...
- tudo bem irmã, seu marido não tá aqui, quero ouvir vc, pode me dizer o que quiser!
- eu não sei se devo, o sr vai contar pro meu marido?
- só se vc quiser, o que me disser fica entre nós!
Vendo ele ali perto de mim, minha vontade era tirar minha roupa e dar pra ele de uma vez, mas ainda estava duvidando da situação....
- irmão Larissa, se vc não me disser nada, não posso ajudar, então diga logo o que a sra precisa!
Tomei coragem e falei das minhas frustração sexual e como eu tava me sentindo ultimamente, o pastor respirou fundo entendendo que meu problema era falta de uma boa pirocada, enquanto eu falava, comecei a suar e a esfregar minhas pernas, foi então que ele tomou conta da situação...
- vem aqui minha filha, deixa eu olhar vc!
Fiquei de pé na frente dele, ele levantou e começou a acariciar meus cabelos, em certo momento ele me virou de costas pra ele e colou o corpo dele em mim, senti minha buceta umedecer...
- vc sente o que quando eu faço isso?
- não sei dizer!
Ele pegou na minha cintura e me puxou contra o pau dele...
- e agora, o que tá sentindo?
Eu sentia o membro duro dele dentro da calça...
- vontade!
- vontade de que?
- não sei!
- fala do que vc tem vontade!
Eu empinei a bunda na direção dele, mas ele queria que eu dissesse...
- fala do que vc tem vontade, aproveita que seu maridinho não vai repreender vc por nada que vc faça aqui!
Aquilo me fez ter outra dose de tesão, saber que aquele coroa poderia fazer o que quisesse comigo e meu marido ainda iria dar glória só me encheu de vontade de dar pra ele, então eu disse com todas as letras...
- quero que o senhor me coma!
- como vc quer que eu faça isso com vc vestida, vc quer tirar a roupa?
- quero!
- tira essa roupa!
Comecei baixando minha saia, revelando a calcinha de fofinho enterrada na minha bunda, depois tirei minha blusa soltando meus peitos, ele segurou minha bunda com aquela mão grossa e eu suspirei...
- vc gosta de ser tocada aqui?
- hum rumo! Respondi já gemendo.
- e aqui? Perguntou ele enquanto passava os dedos na minha buceta molhada.
- sim! Respondi quase gozando.
- ótimo, vamos dar uma olhada nesse espírito maligno! Disse ele levantado minha perna esquerda e colocando apoiada na mesa, areebitei a bunda e senti a cara dele entrando na minha raba e a língua áspera lambendo minha buceta, não me aguentei e em dois minutos me tremi gozando na boca do pastor Antônio....
- que isso, minha filha, vc tem muito fogo dentro de vc!
Eu com cara ofegante fiz que sim...
- vou ajudar vc a controlar isso, vc quer?
- quero, pastor!
Foi então que ele soltou a jeba, um pau enorme e grosso, olhei por cima do ombro ele alisar a cabeça do pau, ele me puxou e sentou na poltrona com o pau apontando pra cima....
- vem mamar, minha filha, vc é uma ovelha que precisa mamar um pouquinho!
Me ajoelhei e abocanhei aquela pica, maior e bem mais grossa que a do meu marido, chupei meio sem jeito mas logo tava sugando com vontade e segurando com as duas mãos, eu nunca chupava meu marido, o cheiro de piroca me enchia de tesão, minha buceta contraia e pingava, depois de chupar por um tempo ele me puxa pelo rosto e me tasca um beijo obsceno, parecia querer sentir o gosto da própria pica na minha boca...
- vem, tá na hora de expurgar esse sentimento de dentro de vc!
Ele foi me puxando pro colo dele, guiando minha buceta na cabeça daquela tora, quando senti a cabeça encostar nos meus lábios dei um gemido....
- vai doer, mas vc vai aguentar!
Comecei a descer devagar, olhando minha beceta se abrir e engolir aquela caceta, sentir ele me resgar, quando cheguei na metade da pica minha beceta tava pegando fogo, ardia tanto que minhas pernas quase não se aguentavam, ele segurou minha cintura e foi me puxando pra baixo, eu tava quase chorando de dor quando gozei de novo, cheguei a ficar com raiva do meu marido por não me fazer gozar daquele jeito, com a tremedeira do meu gozo o pau entrou quase todo, senti a cabeça pressionar meu útero e aquela sensação de estar preenchida tomou conta de mim, comecei a sentar com força no pau do pastor, ele me olhava com uma cara de satisfação e me elogiava....
- isso minha ovelhinha, vc é uma delícia de mulher, engole essa piroca, hoje ela é toda sua!
Eu ofegava e lagrimava enquanto sentava com violência naquela rola, os orgasmos vinham um atrás do outro, e pra piorar ele enterrou o dedo no meu cu e abocanhou meu seio direito, foi uma loucura o tanto de tesão que eu tava sentindo, cada metida era acompanhada de uma dedada e uma sugada no bico do meu peito, eu tava tão tomada pelo tesão que o último orgasmo veio sem eu conseguir me controlar, soltei um gemido alto....
- aaaaaaiiiii, pastoooooorrrrrr!
Nisso ele grita tbm....
- aleluia, glória ao senhoooor!
Cai exausta no peito dele, não tinha forças pra nada, achei que tinha acabado, mas ainda faltava a unção final, como o pastor mesmo disse. Ele me carregou me colocando deitada na mesa, fiquei de lado quase em posição fetal, eu tava suada e com as pernas trêmulas, minha buceta encharcada de tanto gozar, ele se posicionou atrás de mim e chupou minha buceta e meu cu, eu adorei a sensação de ter um homem lambendo minhas partes, mesmo toda melada ainda sentia a tesão naquelas linguadas, foi então que ele pegou minha saia no chão e colocou na minha boca, sem entender apenas abocanhei o pano e num movimento rápido e firme, ele encostou a cabeça do pau no meu cu e empurrou, a cabeça deslizou rasgando minhas pregas, soltei um urro abafado enquanto aquela pica grossa se instalava no meu rabo, ele me segurou firme e começou a meter, eu chorava mas não tinha forças pra evitar, aquele homem sabia como comer uma mulher, logo senti minha buceta babar e quando o tesão tomou conta de novo eu já estava com as pernas no ombro do pastor recebendo aquela pica até o talo no meu cu, nem achei que fosse possível um pau daquele tamanho entrar ali, ele colocou minha mão na minha buceta e comecei uma siririca, e gente, o orgasmo veio forte, tão forte que eu esguichei, me contorcendo com os dedos enterrados na minha buceta e aquele pau atolado no meu cu recém desvirginado, por fim o pastor me puxou da mesa me colocando de joelhos no chão, segurou meu cabelo e empurrou o pau na minha boca, não deu nem tempo de sugar, os jatos de esperma vieram quentes na minha garganta, eu quase sufoquei por um momento, engoli os primeiros mas o pastor gozou tanto que boa parte escorreu pelo canto da minha boca melando meus peitos.
Levou uns segundos pra eu me recompor, o pastor delicadamente me deu um beijo, degustando a própria porra, aquilo me deu outra dose de tesão, mas não aguentava nem levantar, ele me ajudou a levantar do chão e apontou pro banheiro da sala dele....
- va se limpar e se vestir, irmã, quando terminar vamos falar com seu marido!
Nessa hora eu gelei, o que ele falaria com meu marido? Fui pro banheiro e quando voltei ele tava vestido, como se nada tivesse acontecido ele me mandou chamar meu marido, abri a porta e ele estava sentado no banco no corredor, na hora mil coisas me passaram pela cabeça, achei que ele tinha ouvido tudo, fiquei com medo da situação e por um momento quase surtei.
Ao entrar, o pastor mandou ele sentar e começou a falar....
- obreiro, sua esposa e eu conversamos, oramos e fizemos um voto com Deus, a partir de hoje, vc vai ser mais tolerante com sua mulher, ela está em fase de tratamento espiritual, irmã Larissa, sempre que a sra precisar, venha comigo pra nós orarmos juntos e aliviarmos essa angústia!
Meu marido concordou sem nem pestanejar....
- pastor, e nosso relacionamento vai ficar bem? Perguntou Ramon.
- vai sim, filho, tenha certeza disso!
- mas pastor, e essas coisas que ela faz, o sr falou com ela sobre isso?
Eu olhava aquela situação e mal acreditava na subserviência do Ramon, ele realmente não fazia ideia do que tinha acontecido, só então vi o poder que aquele pastor tinha sobre meu marido...
- irmão, vc lembra que Davi ia tocar harpa pra saul, pra apaziguar um espírito maligno que o atormentava?
- sim, pastor!
- todos nós estamos sujeitos a isso, sua mulher está passando por algo parecido, e eu vou ajudar a apaziguar esse espírito que atormenta ela até que ele se vá totalmente.
Meu marido quase se ajoelha agradecendo ao pastor Antônio por ajudá-lo, ele virou pra mim dizendo que me amava, eu disse que o amava também e nos beijamos, sim, nos beijamos depois de ter quase me afogado na porta do pastor, meu marido ficou mais sereno comigo, porém o sexo não melhorou, dias depois, o pastor conversou comigo, disse que pra manter meu casamento eu deveria relevar meu marido, aquilo era o jeito dele e que quando eu estivesse muito tomada por minhas vontades eu deveria procurá-lo...
Se eu procurei? É claro que sim, tive incontáveis sessões de descarrego com o pastor Antônio, e antes que me critiquem devo dizer que eu não era a única, descobri depois que o pastor Antônio e os filhos dele tinham praticamente um harém formado por aquelas irmãs que passam por pesse problema, e tava tudo bem, a esposa do pastor sabia de tudo e até participava dessas transas, perdão, sessões, com algumas irmãs. Depois daquilo meu casamento seguiu normalmente, e pra ser honesta, é difícil não gozar naquele pau descomunal do pastor, o cara é realmente um comedor nato.
Bom, espero que tenham aproveitado esse meu relato, eu ia contar mais, mas vou deixar pra depois.
Beijos e fiquem todos na santa paz.

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Comentários (1)

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  • Wander: O irmão estava precisando de chifres para amansar...e a irmã de pica.

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