Mãe grávida 2
Depois daquela noite os dias foram passando e eu tentei, de verdade, não pensar mais naquilo. Foquei na gestação, na barriga crescendo, no bebê se mexendo. Mas o fogo não apagava fácil.
Estava em casa quando chegou mensagem da Simone, a amiga que tinha me contado da traição. Ela perguntou como eu estava, como estava o bebê. A conversa foi rolando normal até ela soltar:
— E aí, o Fábio já apagou seu fogo?
Eu respondi que não. Que eu não sabia mais o que fazer. Ela, safada como sempre, ofereceu de novo:
— Se você quiser eu falo com o filho do vizinho…
Recusei de novo. Aí ela veio com outra:
— Por que você não procura algum amigo do Felipe?
Falei que não teria coragem, que o moleque podia sair falando. Ela riu:
— Deixa de paranoia, amiga. Ele não ia falar porra nenhuma. Ia querer mais.
Eu continuei recusando aquela loucura… mesmo com a buceta já latejando só de imaginar. Foi aí que ela deu o golpe:
— Você acha que se o Felipe tivesse um caso comigo igual eu tive com o vizinho ele ia contar?
Fiquei sem resposta. Por um segundo a imagem de Felipe fodendo a Simone passou na minha cabeça. Eu respondi:
— Você é louca. Ele não ia querer.
Ela riu alto:
— Tá se fazendo de inocente. Menino na idade do Felipe só pensa nisso. Quer apostar?
— Como assim?
— Traz ele aqui em casa. A gente vê se ele tem interesse. Só um pouquinho. E se eu estiver certa, você fica com algum amiguinho dele.
Eu fiquei pensativa. Se o Felipe caísse na provocação dela, eu ia ter que admitir que ela estava certa… e ainda teria que fazer algo com algum amigo dele. Mas também podia estar certa eu e acabar de vez com aquela merda. Acabei aceitando.
— Vem domingo de tardinha. Vou estar sozinha.
Marquei. Mas coloquei condições: ela não podia ser uma depravada completa. Ela riu e prometeu que não ia dar pra ele.
A conversa foi no sábado. Passei o dia inteiro pensando. À noite falei pro Felipe que ia na casa da Simone e que queria que ele fosse junto pra eu não ir sozinha. Ele torceu o nariz, mas aceitou.
Domingo, por volta das cinco, a gente saiu. No caminho eu estava nervosa pra caralho. Pensando se ele ia sentir atração por uma mulher da idade da mãe dele. Chegamos no prédio, pegamos o elevador. Minha cabeça não parava: o que a Simone ia aprontar? Como ela ia estar vestida?
Toquei a campainha. A porta abriu e lá estava ela, sorriso safado, vestido longo e decotado demais. Os peitos quase pulando. Safada pra caralho. E eu ainda tinha levado meu próprio filho pra ser testado por ela.
Simone elogiou o Felipe, disse que ele estava grande e bonito, abraçou ele bem colado e me olhou com cara de quem já sabia o resultado. Fomos pra sala. Ela foi buscar a filha e me passou o neném. Segurei o anjinho no colo enquanto a conversa rolava. Até então nada demais… mas eu estava apreensiva. Sabia que uma hora ela ia atacar.
De repente ela chamou o Felipe pra cozinha, pedindo ajuda pra pegar copos pro suco. Não demorou. Quando voltaram, o Felipe estava com o rosto vermelho. Ela, com aquele sorrisinho de sonsa.
Fiquei mais atenta. E veio a primeira provocação clara: ela se inclinou pra pegar o suco na mesinha e os peitos quase saltaram do vestido. Olhei de canto pro Felipe. Ele estava encarando como se quisesse agarrar aqueles peitos ali mesmo. Quando voltou pro lugar, ela deixou uma alça do vestido escorregar pelo ombro. Estava se exibindo descaradamente na minha frente.
Comecei a perceber que tinha tomado a decisão errada. O Felipe parecia hipnotizado. Aí a Simone soltou:
— Amiga, tá na hora do meu anjinho mamar.
Eu olhei espantada. Não acreditei que ela ia dar de mamar na frente dele. Golpe baixo pra caralho. Entreguei a neném. O Felipe ficou parado que nem estátua. Um calor subiu do nada no meu corpo. Me levantei e perguntei onde era o banheiro. Fui direto.
Mas a curiosidade foi maior. Abri um pouco a porta e olhei. Simone estava amamentando e o Felipe olhava com desejo puro. Meu filho sentia tesão por mulher mais velha. A cena só piorou: ela abaixou a outra alça e o peito ficou completamente à mostra. Vi o canto da boca do Felipe se curvar num sorrisinho safado. Meu calor aumentou ainda mais. A buceta já estava úmida.
Decidi parar aquilo. Abri a porta de vez, dei descarga alto pra ela escutar. Voltei e só o peito que ela dava de mamar estava fora. O Felipe bebia suco com cara de sonsa.
Falei que a gente já ia. Simone insistiu pra ficar mais um pouco, me olhando com cara de “tá vendo que eu estava certa?”. Eu sabia que ela não ia me deixar em paz com a história de pegar algum amigo do meu filho. Insisti e nos despedimos. Antes de sair ela abraçou o Felipe de novo, bem colado. Com certeza ele tava adorando.
Na porta do elevador ela ainda soltou, com sorrisinho safado:
— Apareçam mais vezes…
No caminho de volta perguntei se ele tinha gostado. Ele disse que sim. Tentei sujar a imagem dela, falei que ela era doidinha e falava pelos cotovelos. Ele respondeu:
— Ah, mãe, ela é gente boa. Gostei dela.
Safado. Eu sabia muito bem do que ele tinha gostado. Aquela noite ele ia ficar horas pensando naquilo.
Em casa o Fábio estava no sofá, quase dormindo com várias long neck. O Felipe foi direto pro quarto. Chamei o Fábio e fui tomar banho. No chuveiro a imagem do Felipe olhando os peitos da Simone com tanta vontade não saía da minha cabeça. Me excitei pra caralho. Quando saí, o Fábio já estava roncando feito um porco. Coloquei um babydoll e fui tomar um café. A porta do quarto do Felipe estava fechada. Com certeza ele estava pensando nela… ou pior.
Fiquei na sala vendo TV, tentando não pensar no meu filho. Acabei dormindo no sofá. Quando acordei o Fantástico já estava terminando. Desliguei a TV e a luz. Ao passar pelo quarto do Felipe a porta estava entreaberta. Encostei devagar e olhei…
Senti um frio na espinha. Eu não estava acreditando no que estava vendo.
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