O presente de 18 anos: a coleção de pornô perv do papai
Quando meu filho fez 18 anos, presenteei-o com um novo computador. Mas o presente real eram os GB de pornografia proibida que tinha colecionado durante anos.
O presente estava pronto havia semanas. Um notebook novo, ainda na caixa lacrada, e um HD externo de 2TB. Dentro dele, 782GB de pornografia exclusivamente homem com homem, acumulada ao longo de anos. A maior parte era de novinhos: corpos pouco desenvolvidos, peitos quase lisos, coxas finas, e principalmente aqueles pintos ainda finos, longos ou curtos, mas sempre delgados. Meninos que pareciam ter acabado de entrar na adolescência, com a pele lisa, a voz ainda um pouco aguda, e que gozavam seco — só as contrações, o tremor, o prazer estampado no rosto, sem jato, sem leite escorrendo. Eu sabia exatamente o que estava fazendo.
Meu filho completou 18 naquele dia. Hétero de fachada, igual a mim. Vida normal, amigos, escola, o discurso de “gosto de mulher”. Mas eu já sabia. Desde que ele começou a gozar de verdade, eu via quase todo dia as cuequinhas dele na roupa suja: manchas brancas, leitadas, o tecido rígido onde a porra tinha secado. Cuecas pretas, cinzas, as de algodão fino… todas com o mesmo cheiro ácido e o mesmo rastro de esperma. Eu pegava, examinava, às vezes até cheirava escondido, e sentia o pau endurecer só de imaginar ele se tocando sozinho no quarto, a mão apertando aquele pinto fino, os olhos colados na tela.
Depois veio a confirmação definitiva. Uma noite, o Telegram dele ficou aberto no celular. Eu vi as conversas. Ele trocando vídeos de meninos mais novos do que ele, pouco desenvolvidos, pintos finos, cenas de pai e filho, de padrasto e enteado, de homens mais velhos comendo ou chupando garotos que ainda pareciam meio meninos e que gozavam seco. Ele mandava, recebia, comentava “caralho, olha o pinto desse”, “quero um assim”. Eu salvei tudo e completei o HD com exatamente aquele tipo de conteúdo. Era o meu presente: a chance de ele ser um hétero enrustido que nem eu. Viver a vida de fora normal e se acabar de tesão com homem e menino no sigilo.
No dia do aniversário, depois do bolo e dos abraços de praxe, chamei ele pro meu quarto. Fechei a porta. O notebook e o HD estavam em cima da cama.
— Feliz 18, filho. Esse notebook é seu. E esse HD também.
Ele sorriu, animado, já abrindo a caixa do notebook. Eu conectei o HD na minha frente e abri a pasta principal. Centenas de pastas com nomes discretos: “Novinhos punheta”, “pai e novinho”, “piupiu”, “gozo seco”, “corpo pouco desenvolvido”. Cliquei num vídeo aleatório. A tela mostrou um homem de uns 20 anos masturbando um garoto de 14, corpo adolescente, peito liso, pinto fino e rosado, ainda sem volume na base, a cabeça pequena brilhando de pré-gozo. O mais velho falava baixo: “Olha como ainda é fininho… vai gozar seco pra mim, sem jato nenhum…”
Meu filho congelou. O sorriso sumiu. O rosto ficou vermelho num segundo. Ele deu um passo pra trás, olhos arregalados, a respiração presa.
— Pai… que porra é essa? Isso é pedofilia!
A voz saiu falha, assustada. Ele olhava pra tela e depois pra mim, como se não acreditasse no que estava vendo. O corpo inteiro ficou tenso, ombros subindo, mãos fechadas.
Eu pausei o vídeo e fiquei de pé na frente dele, calmo.
— É o presente de verdade. 782GB de pornô. Só homem com homem. E o tipo que a gente mais gosta: novinhos proibidos, pouco desenvolvidos, pinto ainda fino, alguns nem gozam. Esses que só tremem e contraem, sem esporrar nada.
Ele engoliu seco, a garganta fazendo barulho. O medo estava claro no rosto.
— Como você… como você sabe o que eu…?
— Eu sei das cuecas, filho. Desde que você começou a gozar de verdade eu vejo todo dia na roupa suja. Cuequinhas leitadas, manchas brancas secas, o cheiro. Todo santo dia. E sei do Telegram também. Vi você trocando exatamente esses vídeos. Você manda, recebe, comenta. Eu não julguei. Eu entendi. Porque eu sou igual.
Ele ficou ainda mais vermelho. A vergonha subiu pelo pescoço, pelas orelhas. Os olhos baixaram pro chão, depois voltaram pra tela pausada, onde o pinto fino do novinho ainda aparecia na mão do moleque mais velho. Ele cruzou os braços na frente do corpo, como se quisesse se proteger.
— Pai, eu… eu não… isso é só… porra, eu fico com vergonha... com nojo de mim mesmo...
A voz saiu baixa, quase um sussurro. Ele balançava a cabeça, inquieto, o pé batendo no chão. O pau dele, no entanto, já marcava um pouco o short. A tensão misturada com tesão era óbvia.
Eu dei um passo mais perto, mas sem tocar.
— Eu sei que você tá com vergonha. É normal. Eu também fiquei a primeira vez que admiti pra mim mesmo que gostava de homem. E pior: que gostava de meninos. Mas olha… eu não quero que você se esconda de mim. Eu quero assistir você vendo. Quero sentar do seu lado e ver você bater punheta pra esses novinhos iguais a você. Quero ver a sua cara quando o pinto fino da tela começar a latejar, quando o pai do vídeo chupar, quando o menino gozar seco, só tremendo sem jato nenhum. Eu quero ver você se tocando sem precisar esconder as cuecas depois.
Ele levantou os olhos, ainda assustado, mas a respiração tinha mudado. Mais rápida. A marca no short ficou mais evidente.
— Você… quer assistir eu…?
— Quero. E se você quiser, a gente assiste junto. Sem pressão. Sem obrigação. Você pode mandar eu sair a qualquer momento. Mas se ficar, a gente compartilha isso. Dois machos, pai e filho, se acabando de tesão no mesmo tipo de porno. No sigilo. Pedófilos. Igual eu sempre fui. Igual você já é.
Fiquei em silêncio alguns segundos, deixando a proposta pairar. Ele olhava pra tela, pro HD, pra mim, pra própria ereção que agora era impossível de esconder. A vergonha ainda estava lá, forte, mas o tesão estava ganhando espaço. Ele mordeu o lábio inferior, indeciso.
— E se… e se eu ficar? — perguntou baixo, a voz embargada de nervoso.
— Então a gente senta no sofá, abre o primeiro vídeo e você tira o short se quiser. Eu tiro o meu também. A gente bate junto. Eu olho você. Você olha eu. Sem frescura. E se rolar mais alguma coisa… a gente vê no momento.
Ele hesitou mais um pouco. Depois, devagar, assentiu com a cabeça. O medo ainda estava nos olhos, mas a vergonha começou a se misturar com uma curiosidade quente. Eu puxei o notebook e o HD, levei pra sala e sentei no sofá grande. Ele veio atrás, ainda vermelho, e sentou do meu lado, a uma distância segura no começo.
Eu abri o mesmo vídeo de antes. O mais velho voltou a masturbar o novinho de 14, elogiando o pinto fino, a falta de desenvolvimento, o fato de ele gozar seco. Meu filho olhava fixo, a mão tremendo um pouco sobre a coxa. Eu não disse nada. Só esperei.
Depois de uns minutos ele abriu o short. O pau saiu. Exatamente como eu imaginava e como eu já tinha visto nas fotos mentais das cuecas. Não era grande. Fino, comprido o bastante, a pele clara, as veias pouco marcadas, a cabeça rosada e ainda um pouco apertada. Parecia saído direto dos vídeos. Ele começou a bater, devagar, olhando a tela. Eu tirei o meu também. Mais grosso, mais velho, já acostumado. Ficamos lado a lado no sofá, punhetando, os ombros se tocando.
O vídeo avançava, passávamos pra outros. O pai do filme chupava o novinho, engolindo o pinto fino até o fundo, a garganta fazendo barulho molhado. Meu filho gemia baixo, a mão apertando a própria rola, o polegar passando na cabeça já molhada. Eu olhei de lado.
— É igual ao seu — murmurei.
Ele ficou vermelho de novo, mas não parou. Aproximei minha mão. Ele não afastou. Peguei o pau dele pela primeira vez. Fino mesmo, quente, a pele macia sob os dedos. Comecei a masturbá-lo no ritmo do vídeo. Ele soltou a própria mão e apenas abriu as pernas um pouco mais. Eu batia nele e em mim ao mesmo tempo, alternando. O pré-gozo dele já escorria, transparente, igual ao do menino da tela.
Mudamos de posição sem falar muito. Ele deitou de costas no sofá, eu fiquei ajoelhado entre as pernas dele. Os dois paus juntos, um contra o outro. O meu grosso pressionando o dele fino. Começamos a esfregar. Frot. A pele deslizando, o calor, o barulho molhado do pré-gozo misturando. Eu segurava os dois juntos com uma mão e masturbava o comprimento. Ele empurrava os quadris pra cima, gemendo mais alto agora, os olhos ora na tela, ora no meu pau encostando no dele.
— Parece os vídeos — ele sussurrou, a voz falhando. — O meu ainda é assim… fino.
— Eu sei. Por isso eu escolhi esses.
Ele arqueou as costas quando eu apertei mais forte os dois paus juntos e esfreguei a cabeça do meu contra a dele. O atrito era quente, sujo, íntimo demais. Continuamos assim por longos minutos, só o barulho da pele molhada e os gemidos abafados. O vídeo ao fundo mostrava o pai gozando na cara do novinho, que gozava seco — só o corpo inteiro tremendo, o pau latejando vazio, sem nenhum jato.
Eu baixei a cabeça. Ele engoliu seco, mas não disse para parar. Cheirei primeiro. O cheiro dele era jovem, ácido, de porra recente e suor de virgem. Passei a língua na cabeça fina. Ele soltou um gemido agudo. Engoli a ponta. O pau dele cabia fácil. Fino o suficiente para eu levar quase tudo de uma vez sem engasgar. Comecei a chupar de verdade. Lento no começo, depois mais fundo, a língua pressionando a veia de baixo, a garganta apertando a cabeça. Ele segurava meu cabelo, os quadris subindo sem controle.
— Pai… puta merda…
Eu chupava com vontade, o gosto do pré-gozo dele enchendo a boca. Masturbava o resto do comprimento fino com a mão, apertando a base. Ele tremia. Ainda era virgem. Nunca tinha gozado na boca de ninguém. Eu sentia o pau latejar, engrossar um pouco mais, mas ainda fino, ainda daquele jeito dos vídeos que a gente tanto gostava. Continuei, mais rápido, molhado, barulhento. A outra mão descia e brincava com as bolas dele, pequenas, macias, puxando de leve.
Ele estava perto. Os gemidos ficaram mais altos, a respiração irregular. Eu não parei. Chupei até o fundo, o nariz encostando na base, e masturbei o que sobrava com a mão. Ele gozou. O corpo inteiro contraiu com força, o pau latejou fundo na minha garganta, as bolas subiram, os quadris travaram… e só saíram umas gotinhas. Só o tremor longo, os gemidos abafados, o prazer puro. Continuei chupando devagar, sentindo as contrações vazias, até ele ficar sensível demais e puxar meu cabelo de leve.
Levantei a cabeça. A boca molhada do gozo e da saliva. O pau dele ainda semi-duro, fino, brilhante, sem nenhum rastro de porra. O meu estava duro pra caralho, latejando. Ele olhou para mim, o peito subindo e descendo rápido, o rosto vermelho, os olhos vidrados de tesão e um pouco de vergonha residual.
Meu tesão já estava a mil. Peguei o rostinho liso do meu filho e apertei com força contra a minha rola, forçando sua cabeça. Nem tentei fazê-lo chupar. Só esfreguei meu pau naquele rosto ainda infantil, pensando em todas as vezes que tinha fantasiado com gozar nele ao longo dos anos.
Meu leite subiu rápido e saiu em jatos que sujaram o rosto e o cabelo daquele pedófilo que era o meu filho, enquanto na tela um novinho gemia mamando um adolescente.
Meu filho levantou, o rosto coberto de porra e me olhou fixo nos olhos.
— A gente… a gente pode continuar? — perguntou baixo. — Tipo… trepar de verdade. Igual nos vídeos de pai e novinho.
Eu passei a mão no pau fino dele mais uma vez, sentindo a textura ainda sensível.
— Pode. Mas não hoje. Hoje foi a primeira vez que eu chupei você. Amanhã a gente vê o próximo vídeo juntos. E aí a gente decide quem come quem primeiro.
Ele assentiu, ainda ofegante. Ficamos ali no sofá, os dois seminus, o notebook ainda tocando o áudio baixo de outro vídeo de novinho com o pai, o menino gozando seco de novo. O HD tinha centenas de horas daquilo. Tempo de sobra.
Eu sabia que a próxima vez não ia parar na chupada. Ele queria. Eu queria. Dois héteros de fachada, pai e filho, pedófilos.
A porta do quarto dele ficou aberta aquela noite. E o HD externo continuava conectado
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