#Incesto #Teen

Minha mãe me pegou com a minha tia

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Incestamente

Depois de um dia inteiro fudendo minha tia, o inesperado aconteceu: minha mãe pegou a gente na cama

No dia seguinte, depois de uma noite incrível na cama da tia Clara, acordei com uma sensação de descrença e satisfação, misturada àquele desejo de querer mais. Parecia tudo um sonho, algo que nunca aconteceu, mas eu sabia muito bem que tinha acontecido de verdade. Era bom demais pra ser verdade, e o perigo constante da minha mãe nos pegar e descobrir tudo era só uma pitada a mais de excitação entre nós.

E claro que assim que a minha mãe saiu e nos deixou a sós, a tia Clara pulou em cima de mim e já veio querendo o meu pau. Antes de sair, minha mãe foi bem conveniente em suas palavras.

"Vê se cuida bem da sua tia, e faz o que ela pedir, tá, filho!", e fechou a porta atrás dela.

"Ouviu sua mãe, tem que fazer tudo o que a titia pedir", a tia Clara brincou comigo, enquanto tirava o meu pau pra fora.

Ela não perdeu tempo e começou a me chupar, até que se levantou e, de quatro na cama, me olhava daquele jeito safado, com o rabão virado pra mim.

"Que tal a gente repetir aquilo de ontem no banheiro?", nem foi preciso dizer mais nada.

A gente transou aquele dia todo, enquanto minha mãe tava fora. E até o resto da semana, acho que comi a tia Clara em todos os lugares da casa, desde o banheiro, a cozinha, o meu quarto, o dela, e até o quarto da minha mãe. Quando ela me disse que queria que eu fodesse ela na cama da minha mãe, eu ainda fiquei meio indeciso, afinal era o único lugar que ainda não tínhamos estado, no meio daquele tesão incestuoso... mas confesso que foi o melhor lugar pra comer a tia Clara.

"Não sente que é quase como se tivesse comendo a sua mãe...? quero dizer, transar na cama dela", a tia Clara sugeriu.

"Não tinha pensado nisso, mas agora que você disse, acho que sim", eu respondi.

"E nunca pensou nisso?"

"O quê, transar com ela?", eu levei um susto. "É a minha mãe, tia!"

"O que tem de mais? Somos o mesmo sangue, qual a diferença de transar com sua tia... ou com sua mãe?", ela insistiu.

"Não sei, acho que todo garoto tem um tesão pela tia, mas com a mãe é diferente."

"Sua mãe pode ser bem safada. Ela tem muito tesão reprmido, especialmente depois que ficou sozinha. Uma vez, quando éramos mais novas, a gente saiu com um cara... e acabamos transando com ele, as duas juntas", ela me confessou.

"Sério?", eu mal podia acreditar.

"E no final o safado queria ver a gente se chupar!"

"E vocês fizeram... quero dizer, se chuparam?"

"Aprenda uma coisa, menino, entre quatro paredes, numa cama, o que vale é o seu tesão... seja com uma irmã, ou com um sobrinho."

Ela então subiu em cima de mim, pra cavalgar o meu pau mais uma vez. A barrigona balançava, junto com os peitos que, não paravam de vazar leite. E é claro que eu não perdi tempo e caí de boca, chupando um, depois o outro, e bebendo do leite quentinho dela. Não sei quanto ao meu priminho, quando ele nascesse, mas eu tava adorando o leite da mãe dele.

Mas uma coisa de repente não saía da minha cabeça; aquela conversa sobre a minha mãe e as aventuras das duas me deixou excitado, e confesso que agora uma ideia começava a se formar meio despercebida no meio de todo o meu tesão inecstuoso... será que a minha mãe era mesmo uma mulher cheia de desejos reprimidos, como a tia Clara disse? E será que eu teria memso coragem de comer ela, se surgisse a oportunidade?

Uma coisa eu tenho que admitir, desde que tudo começou entre a minha tia e eu, a simples possibilidade da minha mãe descobrir tudo me apavorava. Mas de repente isso virou uma coisa gostosa, que só aumentava o meu tesão, enquanto tava fodendo tia Clara. Adorava imaginar a minha mãe chegando do trabalho e pegando a gente na cama dela.

Bem, acontece que, de uma ideia perigosa e excitante, isso acabou virando algo bem real, quando um belo dia minha mãe chegou mais cedo em casa... e nos pegou no meio de um belo boquete. A tia Clara continuava com o meu pau na boca, sem ter visto quem estava bem ali parada na porta, nos olhando sem acreditar no que via.

Não sei se foi adrenalina do momento, ou apenas aquele tesão inconsciente, que eu ainda lutava pra admitir, mas bem na hora em que a minha mãe nos pegou na cama, eu não resisti e comecei a gozar, primeiro na boca, depois no rosto e nos peitos da tia Clara... simplesmente não conseguia parar de ejacular, não sei quantas vezes, deixando a minha tia toda coberta de porra... e a minha mãe de boca aberta.

Pelo que me lembro, era a primeira vez que a minha mãe me via completamente nu, desde que eu era pequeno e ela me dava banho. Mas, bem diferente de um garotinho pelado no chuveiro, eu agora era quase um homem feito, com um belo pau coberto de pêlos e de tamanho respeitável, pra minha idade. Além disso, acho que ver o filho gozando daquele jeito deve ter mexido com a minha mãe, pelo menos lá no fundo. Agora ela sabia que eu não era mais um garotinho.

Quanto ao que estávamos fazendo, a tia Clara e eu, bem, isso também mexeu com ela, mas de um jeito que eu ainda não tinha ideia. Na hora, tudo o que ela fez foi berrar a plenos pulmões o que era aquilo, e não parou de xingar a irmã. Engraçado que, numa situação como essa, ninguém pensa que um garoto fodendo sua tia pode não ser a vítima inocente que todo mundo pensa. Na verdade, de incocente eu não tinha nada. Eu tava adorando foder uma mulher grávida cheia de tesão e leite nos peitões... mesmo que fosse a minha tia. Mas acho que minha mãe pensava diferente.

Pra encurtar a história, o que eu posso dizer é que aquela foi uma longa noite, não do jeito que eu esperava, mas de muita discussão entre as duas. E não adiantou muito tentar defender a tia Clara, minha mãe tava muito brava com ela. Mas eu só não sabia que lá no fundo acho que ela tava mais era com o orgulho ferido. Ela era só três anos mais velha, e não menos gostosa, além do fato da tia Clara estar no último mês de gravidez, e com uma barrigona enorme. Essas coisas devem abalar uma mulher, na sua vaidade talvez.

No final, depois de muita briga e discussão, e uma noite mal dormida, no dia seguinte a tia Clara arrumou suas coisas e decidiu voltar pra casa dela; afinal o marido já estava mesmo morando com a amante. E pelo resto do dia, minha mãe nem conseguia me olhar nos olhos.

"Aquela safada podia ter arrumado qualquer um, mas tinha que seduzir logo o meu filho!", ela dizia enquanto preparava o almoço.

"Ninguém me seduziu, mãe", eu coloquei a mão no seu ombro.

"E bem que tava gostando, né?"

"É, eu tava mesmo! Não foi nada forçado, pra nenhum dos dois", eu tentava argumentar.

"Vocês são dois safados, isso sim!"

"Mãe, me diz uma coisa, essa raiva toda é porque ela é sua irmã ou porque ficou com ciúmes?", eu disse.

Ela se virou com uma expressão de surpresa e por um instante ficou sem saber o que responder. Acho que tinha tocado no ponto exato onde ela nem se dava conta de que tinha sido atingida. E, como toda mãe contrariada, saiu com aquela desculpa de que eu era só um garoto, e que não sabia o que tava fazendo.

"Mas diz, ficou com ciúmes ou não?", eu insistia.

"Ah, menino, não diz besteira!", e assunto encerrado, pelo menos por enquanto.

No dia seguinte, as coisas entre nós ainda estavam meio estranhas. No fundo eu sentia que a despeito de toda a confusão por aquela descoberta, miinha mãe tava agora na defensiva, tentando esconder alguma coisa que parecia estampada na cara dela. Não era apenas o tempo todo que ela tava sem um homem, sem sair com ninguém e sem transar; além do fato de pegar a própria irmã com o filho. Ela tava se confrontando com um desejo proibido, que lhe custava admitir... ela tinha mesmo ficado morrendo de ciúmes, e isso eu tinha certeza agora, faltava só a confissão dela.

Nos dias seguintes, eu aproveitava todo instante em que ela tava meio distraída, com as coisas tendo sido deixado debaixo do tapete, e comecei a provocá-la, pra ver no que dava. Fosse uma cueca deixada de propósito no banheiro, ou a porta do meu quarto entreaberta, enquanto me vestia, eu tava decidido a fazer ela confessar.

"Se não vai dizer que ficou ciúmes, pelo menos podia contar das coisas que fazia com a tia Clara quando eram mais novas, mãe," e ela mais uma vez parecia se mostrar surpresa.

Talvez fosse o fato de eu saber de uma coisa que ela fazia, que não tinha nada a ver com aquela imagem recatada que a minha mãe passava, mas ela não tinha como esconder que eu sabia de uma coisa sobre o seu passado, que agora a deixava sem reação.

"Posso até imaginar as coisas que sua tia contou sobre mim!", ela disse.

"Me conta você, vai! Aposto que era bem safada, igualzinho a tia Clara", eu a provocava.

"O que a gente faz quando é jovem são só coisas inconsequentes, querido! E ninguém precisa saber", ela se defendia. "Aposto que você também deve ter um monte de coisa que não gostaria que eu soubesse."

"Por mim, pode perguntar o que quiser," eu sorria de volta.

"Tá bem, isso entre você e sua tia, como foi que começou?", ela voltava a tocar no assunto.

"Foi por acidente. Um acidente que começou com leite... e terminou na cama dela!"

"E aposto que você gostou, né?"

"Do mesmo jeito que você ficou com ciúmes, confessa."

"Tá bem, fiquei sim, e daí? Também sou mulher, sabia?"

Uau, ela finalmente confessou; depois pareceu dar o assunto por encerrado, mas eu sabia que no fundo isso ela ainda remoía. Sua confissão, no entanto, me deixou mais à vontade com ela, afinal ela se mostrou de um jeito que eu nunca tinha visto, admitindo desejos e um tanto vulnerável, no ponto certo pra eu tentar uma nova investida.

"E então, o que vai fazer com isso?", eu perguntei, num tom de desafio.

"Eu sei do que eu sinto, e não vou ficar doida como a sua tia, pode deixar."

"Por mim tudo bem sentir ciúmes. Acho que a gente tem que botar pra fora o que sente."

"Só não vai acontecer entre a gente o que houve entre você e a sua tia, pode tirar o cavalinho da chuva, tá!", e se levantou pra ir tomar banho.

Fui pro meu quarto e enquanto ouvia o barulho do chuveiro, de repente não conseguia pensar em outra coisa, a não ser o corpo da minha mãe nu enquanto tomava banho. Aquilo tava começando a ficar sério, e um desejo incontrolável parecia tomar os meus sentidos.

Então, quando ela abriu a porta, me enchendo com o cheiro do seu xampu, e o creme que ela passava depois do banho, meu pau já tava duro feito pedra. Não aguentei mais esperar e entrei no banheiro, quando ela tava escovando os dentes. Passando por trás dela diante do espelho, também peguei a minha escova pra escovar os dentes. Nossa, ela em se importou que eu tava só de cueca, como fazia quando ia dormir.

Na hora notei que ela ficou olhando o meu pau pelo espelho, o que me deixou ainda mais excitado. E já que ela nem conseguiu disfarçar, não resisti a uma provocaçãozinha antes de sair. Passando por trás dela de novo, eu dei um beijo de boa noite, roçando meu pau nela, bem no meio da sua bunda, por cima da camisola. Isso tirou dela um contido suspiro, que eu pude perceber quando nos olhamos pelo reflexo do espelho.

E naquela rápida troca de olhares, num repentino momento de fraqueza dela, eu pude perceber que talvez teria alguma chance de uma coisa ainda mais louca do que comer minha tia... e aquela ideia maluca de comer minha mãe começava a se tornar uma possibilidade.

Continua...

Comentários (1)

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  • Nd2013: Isso é nojento mãe é sagrada.

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