Meus pais me estupraram
Nasci quando minha mãe tinha apenas quinze anos e meu pai vinte e cinco. Desde cedo, acostumei a que os dois chegassem em casa durante as madrugadas e mesmo pelas manhãs, especialmente aos finais de semana. Uma tarde quando precisava fazer uma pesquisa para escola, recorri ao computador montado no quarto de casa que meus pais tinham transformado em escritório, ao sentar diante do aparelho, percebi que a maquina estava adormecida e ao iniciar as operações, vi que alguém tinha esquecido alguns programas abertos e nesse momento a vida que meus pais sempre me ocultavam se revelou, pois encontrei o perfil do "Casal bi da Praia" e anexo ao perfil vários filmes em que minha mãe trocava carinhos com outras mulheres e metia gostoso com alguns homens desconhecidos. Ao ver a bundinha linda de mamãe, seus seios super bem formados e com volume perfeito para seu corpo, o zoom que deram em seu grelo armado e como ela chupava as bucetas das mulheres que apareciam no filme, não resisti e passei a me masturbar com força ali mesmo e gozei forte, lançando porra a distancia, melando o tapete sob a mesa e ainda de pau duro, com a mão toda melecada, estava avaliando bater mais uma, quando fui surpreendido com a presença de mamãe a meu lado olhando para meu pau. Minha surpresa deve ter ficado evidente, pois mamãe apenas me deu um selinho e saiu do escritório. Sem saber o que fazer, corri ao banheiro, peguei o rolo de papel higiênico, limpei o tapete, voltei para o banheiro e entrei embaixo do chuveiro, mesmo preocupado com o que meu pai faria quando descobrisse o que eu tinha feito, as imagens dos filmes que eu tinha assistido me levaram a uma nova punheta. Passei o resto da tarde trancado em meu quarto, até que minha mãe me chamou para o jantar e lá estava meu pai com uma expressão enigmática e limitou-se a alisar a minha nuca quando me sentei e agimos normalmente. Assim que acabei de jantar, voltei para meu quarto. Já passava das vinte e duas horas, quando mamãe sentou-se a meu lado na minha cama e com um ar de sacaninha, com uma naturalidade que eu não esperava alisou meu pau e com uma voz mais sensual que o normal perguntou baixinho: "Meu hominho gosta de se masturbar?". Sem saber o que responder apenas balancei a cabeça afirmativamente. Aquela mão no meu pau de modo erótico, fez com que minha caceta logo estivesse em plena ereção e mamãe sorriu para mim, voltando a beijar minha boca. Senti sua língua em meus lábios e quando ia abraça-la, ela levantou e saiu. Aquele carinho foi muito para minhas travas morais e voltei a me masturbar para conseguir dormir. No dia seguinte pela manhã, já desci pronto com o uniforme da escola e encontrei papai e mamãe ainda com trajes de dormir, abraçados na cozinha, tomei o café de pé mesmo e quando os dois se separaram, não pude deixar de o imenso cacete de papai duro e lembrei, "Casal bi da Praia", só então passei a notar a palavra bi e sai porta afora. Na escola passei a olhar para cada colega cujas mães eram amigas de minha mãe e fiquei imaginando qual daquelas bucetas que minha mãe chupava era das mães deles. Papai não foi almoçar em casa naquele dia e mamãe me serviu um rabo bovino e durante a conversa ela perguntou: "Gostou do rabo da mamãe?". Na dúvida de qual rabo ela estava falando, segurei o osso do rabo com as duas mãos, chupei a carne presa nele produzindo propositadamente o som característico e com a boca toda lambuzada, respondi: "Uma delícia". Vi que mamãe estava com a pele dos braços toda arrepiada e ela levantou indo fazer alguma coisa na pia, exibindo aquele par de nádegas para mim. Minha piroca endureceu na hora e corri para o banheiro para tocar uma. Já nuzão fiz os primeiros movimentos quando a porta do banheiro se abriu e mamãe entrou usando apenas uma calcinha e sem dizer nada ajoelhou na minha frente engolindo minha pica até o talo, puxando a cabeça parou a poucos centímetros da cabeça da minha rola e olhou fixamente para ela e me puxou pela mão até sua cama, no caminho, mamãe se livrou da calcinha, ajoelhou na beira da cama e virou aquela bunda linda para mim. com a cabeça encostada na cama voltada para trás, disse: "Mostra para mamãe que você sabe comer um cu". Antes dela terminar a frase, eu já estava segurando seu quadril e abrindo suas nádegas, vendo o cuzinho piscando para mim, não tive dúvida. Encostei a cabeça da pina no alvo e empurrei, ouvindo o Hummm delicioso produzido por mamãe sentindo em seguida meu pau ser apertado e sugado para dentro do canal anal de mamãe que mostrou saber usar a musculatura interna para ordenhar piroca. Passei a bombar ouvindo os gemidos eróticos de minha mãe, enchendo seu cuzinho com minha porra. Mamãe levantou e me puxou para o chuveiro e lá depois de lavar minuciosamente meu cacete me fez um boquete profissional, engolindo todo meu esperma. Após o melhor banho de minha vida, dormi a tarde toda. Quando acordei, papai já estava em casa e eu louco para "pegar" mamãe novamente e comer sua buceta, mas na frente de meu pai tive que me controlar. Sentamos os três no sofá e em dado instante mamãe levantou e foi para a cozinha, papai olhou no fundo de meus olhos e disse: "Gostou do anal de sua mãe?". Fiquei passado com a pergunta, mas antes que eu pudesse responder, papai me abraçou e me fez ajoelhar no sofá, enquanto eu fazia o movimento para assumir aquela posição vi o cacetão de papai duro dentro de sua bermuda e assim que segurei no assento do sofá, papai baixou meu short, abriu minhas nádegas e enfiou a língua dentro do meu cuzinho virgem, sem querer entender o que estava acontecendo, me entreguei e instintivamente rebolei naquela língua deliciosa que provocava arrepio em todo meu corpo e ouvi: "Sua mãe disse que você é bom de anal, quero conferir". Assim que acabou de falar essa frase, pincelou meu rego com sua piroca gigante, parando com a cabeçorra bem na minha argolinha, só então entendi que papai ia arrombar meu cuzinho virgem e tentei escapar quando vi mamãe lubrificando aquela pica de jegue com gel. Papai segurava minha cintura com tanta força que me foi impossível fugir e me concentrei na cara de tesuda de mamãe, quando senti minha argola ser esticada pela entrada daquela cabeça que rompeu dolorosamente meu cuzinho, não deu para aguentar e implorei: "Para, tira, tira, tá doendo muito". Mamãe sussurrou : "Calma filho, só dói assim na primeira vez. Passei a chorar desesperadamente e ouvi papai dizer: " Aguenta filho, nessa família todos gostam de pica no cu". Papai não ligou para meu desespero e aos poucos enfiou tudo dentro de meu cuzinho até então virgem. Quando papai começou o movimento de vai e vem, mamãe abocanhou minha pica sugando-a com vontade, naquele misto de dor no cu e vontade de gozar, assim que senti a porra de papai no fundo de meu cu, enchi a boca de mamãe com minha gala.
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