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Cap 9: No açude com meus tios e meu pai (Gay/Incesto)

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kalamedd

Capítulo 9: No açude com meus tios e meu pai (Gay/Incesto)
Caí em um sono profundo, estava exausto pelo dia de aventuras. Levei dedada de meu pai o caminho todo até o Sítio, também dei para ele no açude enquanto meu primo não notava o que rolava. Não só isso, mamei meu tio preferido, depois fui comido pelo tio Márcio. E meu tio Edson também gozou dentro de mim. Porém sonhei que estava muito molhado, aos poucos fui acordando de madrugada e percebi que a cama estava mijada. Nem me lembro da última vez que isso aconteceu, acho que bebi muita água e refrigerante e dormi sem mijar, até porque eu me deitei para dar para meu tio, dormir logo depois foi consequência do cansaço.
Na rede ao lado estava meu tio Marcos dormindo, cheirava a whisky, estava como sempre pelado mas roncando. Estava muito escuro, nenhuma luz acesa, provavelmente todo mundo dormindo. Devia ser às 03h da manhã. Peguei meu calção pra cobrir meu pauzinho mole e abri a porta bem devagar pra não acordar meu tio. No alpendre tinham duas redes armadas com meu pai e tio Edson, dentro da sala mais uma rede que parecia estar com meu primo nela. Fui na mochila e peguei toalha, sabonete, pasta e escova de dente.
Não queria acordar ninguém, e estava muito envergonhado pela mijada que eu dei na cama. Por isso, apesar de muito frio resolvi descer o morro. Aproveitei pra entrar em um mato perto do açude e fazer minhas necessidades fisiológicas. Depois corri para o açude e lavei bem todo o meu ânus. Eu gostava de ensaboar bastante meu dedo e enfiar ele algumas vezes dentro do meu cuzinho para garantir que ele estava limpo. Caso meu dedo não saísse limpo e cheiroso eu fazia todo o processo de novo.
O açude inteiro só pra mim. A água batia na polpa da minha bunda. Aqui no Sítio não tinha problema com animais, os maiores eram o gado que o seu Antônio pastoreava. Apesar de eu sentir um pouco de medo da escuridão da noite eu queria ficar bem limpo, pois passei muito tempo com o rabo cheio de gala. Enquanto eu limpava o rabo e meus dedos batiam na água morna, olhava para o horizonte de água e paisagem completamente escuros. Sentia o vento frio bater nos meus mamilos.
Continuei a enfiar o dedo do meio para lavar bem meu buraquinho, já estava enfiando dois dedos e planejando colocar o terceiro.
– Boa noite jovem! – Uma voz grossa e velha falou comigo.
Retirei os dedos rapidamente e olhei para trás, era o seu Antônio. Via ele pela primeira vez desde que cheguei. Seu Antônio me conhece desde novinho, então fingi normalidade.
– Oba seu Antônio, tudo bem com o senhor? – Respondi tampando meu pau com a mão e entrando mais na água para ficar menos exposto. – Não vi o senhor aí.
Quando ele tinha chegado? Não ouvi nenhum dos passos, estava tão distraído assim?
– Relaxe homi, pode continuar a fazer o que você estava fazendo. Achei que fosse teu pai e vim falar com ele.
– Pai tá dormindo, parece que beberam muito ontem. O senhor tava com eles? – Falei nadando e ainda segurando o sabonete na mão.
Estava sentindo uma tensão sexual no ar. Afinal o homem me mandou continuar fazendo o que eu estava fazendo. O que eu fazia era me dedar. Mas eu precisava de mais sinais de Antônio.
– Ora se não, eu que levei o Whiskey, amanhã eles vão comprar mais. Tá gostando do Sítio? – Seu Antônio perguntou enquanto desabotoava a blusa que ele usava.
– Todas as vezes que me perguntarem a resposta é sim haha. – Falei olhando o senhor sem camisa, eu podia olhar pra onde eu quisesse, ainda estava muito escuro.
– Essa água parece boa macho. Vou entrar também.
O velho puxou a bermuda e a cueca que vestia pro chão de uma só vez. O homem parecia evitar olhar pra mim, como se quisesse que eu ficasse de olho nele sem preocupação. E foi o que eu fiz.
– Pode entrar seu Antônio, a água tá boa que só. – Eu nem disfarçava, estava encarando o saco e a rola mole do senhor. Eram dois ovões bem pesados.
Ele veio bem devagar, o saco balançava, a rola também. O homem entrou até a água bater na cabeça coberta pelo prepúcio. Ele botou as mãos na cintura e olhou para o horizonte como se procurasse algo.
Eu estava salivando, meu pinto já ficava duro dentro do açude, pelo visto o seu Antônio já veio pensando em me botar na chapa. O pau do meu pai e dos meus tios não era assim, a pele não era tão flácida, nem o pau tão grande quando mole.
– É ali que vai nascer o sol. – Seu Antônio apontou para o leste.
Eu me virei também olhando para o leste. Quando olhei de volta vi seu Antônio apalpando seu pênis com os dedos. Ele olhava fixamente pra mim.
– O sol está perto de nascer seu Antônio?
– Tá é longe ainda. Mais de 2h.
– O senhor tem uns ovão, né seu Antônio? – Falei sorridente pra ver sua reação.
– E você gosta de olhar né Gabrielzin. – Disse ele deixando a cabeça do pau exposta.
Nadei pela superfície até chegar no raso pertinho dele.
– Vou te ensaboar seu Antônio. – Falei enchendo a mão de espuma e passando na cintura do homem.
Quando passei a mão na sua barriga ele segurou meu pulso e levou minha mão pro pênis dele ainda mole e pesado. Apertei enquanto passava bastante sabonete. A rola já ficava meia bomba na minha mão. O contraste da rolona com o corpo magro de seu Antônio me deixava maluco. Além disso, eu tinha muito respeito por este homem, exemplo de masculinidade pra mim. O que me dava ainda mais tesão.
– Empina o rabo pra mim Gabriel. – Disse ele punhetando levemente o pau ainda meia bomba e com a outra mão pegando o sabonete de mim.
Fiquei de quatro na terra molhada com a bunda pra cima. Seu Antônio começou passando sabonete na polpa da minha bunda. Depois abria e fechava minhas nádegas. Enquanto isso eu piscava o olho de meu cuzinho. O velho estava de joelhos no chão. Começou a enfiar o dedo cheio de sabonete, era longo e grosso.
– Ai seu Antônio tá ardendo. – Falei enquanto apertava seu dedo com os músculos de meu cuzinho.
– Bora pra minha casa, Gabriel. Lá você aproveita mais. Daqui 1h você volta pro seu pai.
O pau do homem estava duro. Era bem grande, nunca tinha visto um daquele tamanho tão de perto.
– Seu Antônio vou só pegar minhas roupas na casa, só tô com o calção aqui. – Eu sabia que aquele pau não ia entrar sem o lubrificante do meu tio, não queria ir sem ele.
– Dá umas chupadas no meu caralho primeiro Gabriel. – Disse ele ficando em pé com a rola na minha cara.
Fiquei de joelhos e comecei a chupar a cabeça. Senti o gosto da água do açude. A cabeça grande e roxa entrava com dificuldade na minha boca apertada. Chupei bastante com a língua deixando a cabeça cheia de saliva.
– Chupada boa da miséria viu Gabriel.
Apertei a cabeça entre a língua e o céu de minha boca. O seu Antônio se contorcia na minha frente.
– Bora vai lá pegar sua roupa que eu te espero lá em casa. – Seu Antônio falou enquanto tirava o pau de minha boca. Uma linha de baba saiu da ponta da cabeça roxa até minha boca.
– Vou lá seu Antônio. – Respondi me levantando. Lambi os beiços para tirar a baba.
Seu Antônio vestiu sua cueca e sua bermuda. Deixou a rola de ladinho para não machucá-la. Colocou a blusa no ombro e subiu o morro indo pra casa dele. Ele levou o meu sabonete, eu deixei, afinal ia buscar de volta.
Limpei novamente minhas pernas e braços para tirar a terra. Me enxuguei e vesti meu calção e fui rumo a nossa casa. O vento ficou gelado por conta do banho no açude.
Subi as escadas lentamente para não fazer barulho. Agora no quarto meu tio Marcos ainda dormia. Olhei nos bolsos da mochila do meu tio. Não tinham muitos mas em nenhum deles encontrei o potinho de lubrificante. A mochila tinha poucas coisas então ele tinha escondido em algum canto com certeza. De tanto procurar fiquei cansado. Resolvi procurar um canto para dormir, peguei meu lençol e fui para a sala. O sofá parecia ótimo então deitei para descansar. Acabei adormecendo contra minha vontade. Sonhei com a rola de Antônio.
Acordei com a claridade batendo em meu rosto pelas frestas da janela. Mantive meus olhos fechados.
– Acorda Gabriel. – Meu pai falou bem alto para me acordar.
– Bom dia papai. – Me espreguicei. – Bença!
– Deus te abençoe bebê. Bora se ajeita que vamos pro outro lado do açude. Já botei a cama que você mijou no sol.
– Foi eu não, foi o tio Marcos.
– Daonde? Quem dormiu na cama foi tu seu pai d’égua. – Disse meu tio entrando na sala. Eu ri. – Vira gente Biel!
Não levei minha mochila, estava indo só com a roupa do corpo. Fomos todos andando por dentro do mato, saímos cedinho, nem deu tempo de ver o seu Antônio. Eu estava muito atiçado pela madrugada quente. Percebi que eu estava indo para dentro dos matos com meu pai, meus tios e meu primo. Comecei a imaginar o que poderia acontecer. E meu pinto já foi ficando duro dentro do calção. Também não seria fácil transar com alguém. Meu tio Edson sabia que o tio Marcos me comia, mas fora isso ninguém sabia sobre ninguém.
No trajeto meu tio Marcos puxou meu calção algumas vezes para baixo deixando minha bunda amostra. Eu sempre subia novamente meu calção todas as vezes.
Finalmente chegamos no outro lado do açude, era mais escondido e discreto. Meu pai dentro da beirada do açude ajeitava a câmara de ar com a ajuda de meu primo André, usavam muita força pra amarrar as ligas de borracha. Meu tio Edson entrou dentro dos matos, imaginei que tivesse ido cagar. Então fiquei pertinho do meu tio Marcos. Meu pai disse que era melhor o meu primo André ajudar ele do outro lado do açude, então eu fiquei sozinho com o tio Marcos que tinha deitado embaixo da sombra da árvore.
Ele usava camisa e calção. Os olhos estavam cobertos por seus óculos escuros. Eu fiquei sentado do lado dele de frente pra sua cintura, fiquei de olho na sua virilha que estava com o pau que tinha me comido pela primeira vez, estava mole mas nem por isso o volume deixava de existir.
– Tio Marcos? – Falei com ele. Ele não respondeu, parecia estar cochilando.
Percebi que meu pai já tinha se afastado dentro do açude, muito distante da gente que estávamos protegidos pela árvore, olhei ao redor e não vi nenhum sinal do tio Edson e de mais ninguém.
– Tio tá acordado? – Perguntei olhando de novo para o pau do meu tio que agora ganhava vida dentro do calção fininho.
Como ele ainda não respondia resolvi colocar minha mão por baixo da abertura da perna, o calção era bem largo e minha mão entraria com facilidade. Primeiro coloquei a mão, senti a coxa peluda, fui enfiando mais e senti os pentelhos do saco. Que saco gostoso e quente, queria ver com meus próprios olhos sob a luz do dia.
Subi ainda mais minha mão e senti o corpo do pau de meu tio, estava bem duro, ele não podia estar dormindo. Finalmente minha mão chegou na cabeça em formato de morango, apertei enquanto passava os dedos na ponta da glande. Minha mão estava toda dentro do calção dele. Não tinha nada a perder, peguei a rola e levantei ao máximo o calção pra conseguir deixar o pau pra fora. Cheirei a minha mão que fedia a rola suada, ele ainda não tinha tomado banho hoje.
Levei minha boca ao seu pau e comecei a lamber com a língua, a baba começava a vazar de seu pênis. O gosto era levemente salgado. Finalmente comecei a chupar como um pirulito.
– Tu que procurou viu Biel. – Meu tio me surpreendeu levantando a cabeça do chão. – Pega a mochila ali que eu trouxe.
Soltei seu pênis. Meu tio ficou sentado com a rola fora por baixo do calção colada a perna. Me levantei de pau duro. Peguei a mochila de meu tio, dela ele tirou uma toalha e finalmente o lubrificante. Ele estirou a toalha no chão.
– Deita aqui, com o rabo pra mim. Quer pau? Vai tomar. – Disse ele melando a própria rola com lubrificante. – Hoje eu vim pra cá já pensando em te comer Bielzin.
Eu estava com um fogo muito grande, essa madrugada eu estava doido pra dar para o velho Antônio. Pelo menos meu tio ia me satisfazer. Deitei de lado com o cuzinho virado pra rola do meu tio. Tio Marcos desceu meu calção deixando meu rabo branco de não tomar sol à vista. Como sempre eu estava sem cueca, estava acostumado com como todos viviam no Sítio.
– Abre pra mim Biel. – Ordenou ele.
Segurei com a mão minha bunda para deixar o meu buraquinho bem exposto pra ele atolar o pau. Eu estava muito excitado, a possibilidade de alguém mais pegar meu tio prestes a me comer deixava meu peito durinho e meu pau melado de pré-gozo. Meu tio posicionou seu pênis grosso e quente no meu ânus. Projetou-se para frente fazendo a rola entrar todinha. Seu pau me penetrou muito facilmente, a adrenalina e o tesão anestesiaram meu cuzinho que ansiava para ser preenchido por um pau de carne.
– E se alguém ver tio Marcos? – Perguntei enquanto soltava minha bunda, seu pau já tinha entrado, não havia o que segurar. Agora me concentraria em não ser empurrado para longe por suas estocadas que logo começariam.
Meu tio tirou a blusa dele e cobriu nossas cinturas, mas aquilo não bastaria. Quem chegasse veria o homem fazendo o vai e vem com a cintura. O calção dele bem levantado pro pau passar por baixo. Veria também meu calção bem abaixado pra minha bunda ficar exposta para meu tio.
Ele começou a me comer devagar. Aquele homem que perto de mim ficava imenso estava me fudendo ao ar livre.
– Que gostoso tio Marcos.
– Seu cu é muito guloso Gabriel.
Meu tio agarrou meu tórax com o braço me deixando colado a ele, que aproveitou pra atolar a rola no meu cuzinho ainda mais. A gemida que eu dei incentivou meu tio a me comer rapidamente e fortemente. Enquanto eu gemia meu tio bufava em meu cangote, me deixando arrepiado de tesão.
– Gabriel, que cuzinho gostoso Gabriel.
– Ai tio seu pau é tão bom de sentir.
– Nunca mais você foi lá em casa Bielzin. – Meu tio disse beijando meu pescoço.
– Eu vou tio... – Fui interrompido de falar porque tio Marcos tirou todo o pênis de dentro de mim pra enfiar inteiro novamente.
O homem começou a forçar que eu ficasse de bruços pra ele montar em meu rabo. Ele queria me fuder por cima. Segurei sua coxa com minha mão.
– E se alguém aparecer tio? – Falei manhosamente.
Meu tio me deitou sobre a toalha no chão. Meu pau ficou em uma posição desconfortável então tive que empinar a bunda pra conseguir espaço pra colocar minha mão e ajeitá-lo. Meu tio achou que eu queria tomar mais fundo por conta disso.
– Assim você me deixa maluco Bielzin. – Disse meu tio cheio de tesão na voz grave e grossa.
O homem que estava me emprenhando agora levou as duas mãos pra abrir mais meu rabo e me segurar fixamente. Tio Marcos estava me comendo mais freneticamente. Eu já não disfarçava gemidos, não conseguia. Meu cuzinho estava sendo macetado com força e profundidade pelo tio Marcos.
Aposto que a nossa movimentação já tinha despertado o interesse do tio Edson. Tio Marcos parou de me comer. Eu só ouvi quando tio Edson já estava no açude lavando as mãos, não tive coragem de olhar pra ele, eu sabia que ele já sabia sobre mim e tio Marcos. Mas eu não tinha a coragem de encarar aquela situação com meus próprios olhos. Tio Marcos desmontou de mim, meu cuzinho dormente de tomar pau não sentiu nada.
Tio Marcos guardou o pênis duro novamente dentro do calção e se sentou no chão de terra. Sua blusa estava jogada no chão, tinha caído pelo sexo frenético. Eu subi meu calção e me sentei na toalha. Marcos estava com um semblante transparente.
Apesar de tudo eu não sabia como ambos iriam reagir. Mas olhando bem pro meu tio Edson eu vi que ele estava com a barraca muito armada dentro do calção que ele usava, também estava bem melado onde ficava a cabeça. Ele não conseguia disfarçar que tinha gostado do que viu. Talvez ele até nutrisse algum desejo pelo tio Marcos também.
Olhei pro tio Marcos e ele secou meu tio Edson tanto quanto eu. Já o alvo de nossos olhares estava muito bem despreocupado com o pau duro babando na nossa frente. Ninguém ainda tinha falado nada.
– Teu pai tá voltando Biel. – Tio Edson falou apertando a rola duraça no calção.
Com essas palavras meu tio Marcos já percebeu que ele estava fora de perigo, meu tio Edson não iria contar nada. Afinal ele parecia fingir que não tinha visto o irmão comer o próprio sobrinho.
– Vou preparar o fogo. – Meu tio Marcos começou a juntar os tijolos ao redor como se nada tivesse acontecido.
Tio Edson entrou no açude para esconder sua ereção, nadou mais para o fundo. Eu ajudei meu outro tio a pegar os tijolos. Seu pau estava amolecendo, provavelmente estava sentindo aquele frio na barriga por ter sido descoberto, porém eu como manjador de rola não conseguia deixar de olhar. Ele fez uma churrasqueira improvisada com os tijolos, faltava apenas encher de carvão e acender o fogo para garantir a consistência do braseiro. Aliás, tio Marcos já tinha posicionado o saco de sal e as grelhas. Após alguns vários minutos meu pai estava chegando bem perto.
– Eae minha jóia. – Meu tio Edson falou com meu pai.
Nos braços de meu primo André estava o balde com os peixes. Ele estava sentado na câmara de ar. E na água meu pai usava as forças das pernas para trazê-los para a beirada do açude.
– Dá pro almoço e pra levar pra casa isso daqui. – Respondeu meu pai.
– Por que o senhor não me levou? – Questionei meu pai.
– Ora você tava ai todo relaxado, teu primo André ainda não tinha pescado, né não André? – Falou meu pai cutucando ele com o cotovelo.
Meu primo concordou. Tio Marcos tomou as rédeas e começou a descamar o peixe para assá-lo. André e Edson tomavam banho no açude. A água estava muito refrescante. Meu pai sentou-se na cadeira de praia que trouxeram da casinha. Eu sentei na outra do lado dele. Eu ainda não havia gozado só de dar o rabo hoje, então estava mais calorento do que nunca, e como eu bem sei, ninguém ia desopilar se não fosse comigo.
Meu pai aproveitou pra mexer um pouco no celular, eu estava bem encostado nele. Minha cabeça deitada no ombro de papai. Enquanto meu pai usava o insta eu via a rola dele fazendo volume. Ele também percebeu e começou a deixar a mão com o celular cobrindo o suficiente pra ninguém ao redor notar. Fiquei de olho naquele volume que não parava de crescer, meu pai ficava duro só com minhas secadas. Ah se esse velho tivesse me dado tanta bola antes, ele teria sido meu primeiro homem.
Fingi que ia tocar na tela do celular mas eu passava os dedos na cabeça dura. Papai pulsava o pau que parecia cumprimentar minha mão. Eu olhava para os homens que ali estavam e nenhum parecia perceber nossa movimentação. Comecei a segurar bem a rola através do calção que meu pai usava. Apertava com a palma da mão mas o que eu queria mesmo era cair de boca. Continuei apalpando até meu tio Edson sair do açude todo molhado, a rola mole marcada no calção molhado, eu sabia que dali saia muita baba e foi o suficiente pro meu próprio pau começar a babar dentro do meu calção. Tirei minha mão da rola de meu pai, ele manteve as mãos na virilha pra ninguém notar a ereção.
De qualquer forma senhor Zé era meu pai, tínhamos muito mais intimidade do que qualquer um ali naquele açude. Tio Edson se sacudiu e bagunçou o próprio cabelo pertinho da gente pra jogar água em mim e em meu pai. Dei um pulo pra longe, já meu pai não podia se levantar, teve que receber todos os pingos de água sentado no mesmo lugar.
– Bora pegar coco comigo Biel. – Tio Edson me convidou pegando o facão e um sacão do chão.
– Posso ir pai? – Perguntei.
– Claro bebê. – Respondeu meu pai. – Obedece ao seu tio.
Tio Marcos estava concentrado descamando os peixes. Vi que o sal não estava mais perto da churrasqueira.
– Posso ir também? – Perguntou meu primo André.
– Melhor você me ajudar aqui Andrézin. – Disse meu tio Marcos.
– Beleza tio, deixa eu só enxugar um pouco.
Segui meu tio Edson. Entramos na mata mais fechada perto do açude. Notei que de vez em quando ele se virava de corpo inteiro pra mim para que eu visse o volume protuberante da sua rola no calção. Aquele homem sempre soube me seduzir.
– Por que o senhor é assim? – Perguntei.
– Assim como, Gabrielzinho, não tô te entendendo.
– Fica mostrando a rola dura pra mim, esfregando na minha cara toda hora.
– Xiu, se liga que a gente ainda não tá tão longe do teu pai. Mas não tá dura, e eu nem tô esfregando na sua cara, é você que só sabe manjar rola.
– Não é verdade!
– Na escola tu manja professor também?
– Nunca! – Respondi.
Quando chegamos perto de um bom coqueiro, meu tio fincou o facão na árvore. Ele apoiou o braço nela e ficou olhando pra cima. Mas uma de suas mãos ficou apalpando o próprio saco na minha frente. Ele não olhava pra mim enquanto fazia isso.
– Para de coçar o saco tio Edson.
– Viu só? Manja rola. – Ele disse comigo.
Então cheguei bem perto e me ajoelhei ficando com os olhos colados à rola dura na minha frente.
– Manjo mesmo. – Desafiei ele.
Meu tio fez melhor e puxou o calção pro chão ficando pelado na minha frente. Seu corpo era muito esbelto.
– Agora tu chupa senão conto pro teu pai que teu tio te come até tu gemer igual uma puta com a bundona pra cima.
Abocanhei sua rola com tudo. Não precisava ser comido, só precisava chupar uma rola grossa e dura como a do tio Edson. Ele tirou a rola da minha boca e começou a bater nas minhas bochechas com a cabeça grande e redonda.
– Eu devia gritar pro seu pai ver que tu não pode ver uma rola que você cai de boca. – Ele enfiou o pau pela minha boca quase saindo na minha bochecha. – Olha aí como gosta de pau.
Quando ele soltou a rola pude segurar ela com minhas próprias mãos e chupei como eu sempre fazia. Sugava como se estivesse degustando um pirulito. Apertava entre o céu da boca e minha língua.
Tio Marcos apareceu logo atrás de mim. Eu ia parar de chupar mas meu tio Edson agarrou meus cabelos com a sua mão rústica mantendo a rola bem enfiada na minha boca não me deixando fazer outra coisa que não fosse chupá-lo.
– Ai dento man, quero ver tua rola não, esconde essa porra. – Disse meu tio Marcos.
– Eu também não queria ver meu irmão comendo o próprio sobrinho. – Tio Edson continuava guiando o boquete barulhento. – Chega ai Marcos, ele quer mais uma rola na boca.
Meu tio Marcos se aproximou da gente, meu tio Edson finalmente me deixou respirar com a boca. Olhei para o lado e estava meu tio Marcos muito duro.
– Relaxa que eu não vou falar nada, mas da próxima você me chama. Sei que desde aquele dia você tá comendo o Biel.
– Como é que tu sabe Dede? – Marcos desceu o calção me deixando botar a rola que me comia mais cedo na boca.
– Eu vi o cuzin do Biel cheio de porra e todo maltratado na tua cama. Não tinha muito o que imaginar não minha jóia. – Meu tio punhetava a própria rola.
Tio Marcos agarrou minha cabeça com as duas mãos me fazendo escorar as costas nas pernas do meu tio Edson. O homem fodia minha boca como se fosse um cu. Apesar do desconforto, ser dominado por ele me deixava com muito tesão. Após alguns minutos o meu tio gozou dentro da minha boca me fazendo quase engasgar de tanto leite.
– Quando o Biel aparecer lá em casa eu te chamo. Aliás, tem sal ai na tua sacola? – Perguntou meu tio Marcos.
– Olha lá.
Meu tio olhou na sacola e não achou, mas eu sabia que tinha visto lá perto do fogaréu porém fiquei calado. Enfim meu tio foi de volta pro açude. Fiquei sozinho novamente com o tio Edson, ele também acelerou pra gente não demorar tanto, apesar do tesão imenso que eu sentia, seria muito arriscado pedir pro tio Edson me comer. Então chupei seu pau como se fosse a última coisa que eu ia fazer na vida. Quando ele gozou eu também engoli todo o leite quente e grosso.
Finalmente meu tio subiu nos coqueiros e derrubou alguns cocos. Eu esperava ele terminar para juntar alguns na sacola. Meu tio me deu água de coco para que eu não ficasse com cheiro de rola na boca. No caminho, apesar da nossa brincadeira quente, eu continuei secando o homem, meu tio Edson era muito atraente, arrancava meus olhares de qualquer jeito.
Já na beirada do açude novamente, eu me sentei na mesma cadeira do lado de meu pai. Meu tio Marcos tinha finalmente se banhado no açude. Meu primo André estava terminando de descamar os peixes.
– Achou o sal minha jóia? – perguntou o tio Edson.
– Tava aqui, eu que não tinha visto. – respondeu tio Marcos.
Após salgar o peixe, os homens colocam farinha em um prato já esperando o peixe terminar de assar pra comer ele com refrigerante. O almoço vai ser muito gostoso com um peixe fresquinho. Mas não vai ser mais gostoso do que virá a seguir.

Continua: Me ajudem a decidir, o que é melhor?
a) Pai e filho vão para a casinha. Depois do pai deflorar o filho ele vai comprar whisky deixando Biel dar pro Antônio.
b) Pai vai comprar whisky sozinho. No açude os tios revezam quem distrai o primo André pro outro comer o Biel.
c) Pai vai comprar whisky com o primo do Biel. No açude Biel vai se desdobrar pra dar pros 2 tios.
Lembrando que nenhuma dessas opções é completamente excluída, em outro momento da história algumas dessas coisas que não aconteceram de imediato ainda podem ocorrer.

Comentários (2)

Regras
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  • A: Oseias

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  • Valdo: Bota todos para fuder até o primo

    Responder↴ • uid:on90os9b0i