#Incesto #Teen

Minha nova obsessão: comer minha mãe

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Incestamente

Depois de comer minha tia grávida, de repente eu só conseguia pensar numa coisa: repetir a dose com a minha mãe

A cama da mãe é o lugar perfeito, onde parece que se concentram todas as fantasias de todo garoto. Sendo só nós dois em casa, minha mãe e eu, sem nenhum outro pra disputar aquele lugar ao lado dela na sua cama, eu só tinha que me meter ali, como se não quisesse nada, além de um pouco de atenção, bancando o filhinho carente.

Aos poucos, a cama da minha mãe se tornou meu altar de adoração a ela, meu lugar de desejo. Quando ela não estava em casa, eu adorava me masturbar na cama dela. Agarrado aos seus travesseiros, eu imaginava estar agarrando seus peitos, lambendo e chupando cada um, como se ela estivesse ali, de tão intenso que era o cheiro do seu corpo nos lençóis.

Depois do que aconteceu aquela noite, eu passei a esperar que ela fosse escovar os dentes pra ir junto. E diante do espelho, nós dividíamos uma intimidade cada vez mais crescente. Além disso, comecei a andar pela casa de cueca boxer, sempre que saía do banho ou na hora de ir dormir. E eu tenho uma preta bem justa, que deixa o meu pau bem evidente, especialmente quando tá duro.

Ontem à noite, depois de escovar os dentes, esperei que ela saísse do banheiro, pra poder mijar. E, pra minha surpresa, ela me disse pra deixar de ser bobo, que eu não tinha nada que ela já não tivesse visto. Nossa, eu nem acreditei! Parece que a cada dia ela tá mais solta e à vontade comigo, de um jeito bem safada, que eu nunca imaginei.

Então, tomei coragem e botei meu pau pra fora, sem me importar que ela tava ali. Nossa, aquilo me deixou de pau duro na hora, e eu quase não consegui mijar! E enquanto ela escovava os dentes, tentando desviar os olhos, aposto que isso deve ter mexido com a sua libido e enchido a cabeça dela de ideias.

A essa altura, confesso que já tava doido pra comer a minha mãe, e sentia que ela começava a ceder à tentação de algo proibido, mas que parecia despertar nela um desejo incontido, que eu podia ver nos seus olhos.

Procurei então me tornar mais íntimo dela, sem deixar transparecer todo o meu tesão, pra que as coisas rolassem naturalmente. Mas é claro que, na minha cabeça, aquela imagem só me deixava de pau duro: eu e minha mãe deitados na cama dividindo alguma intimidade.

Sobre essa coisa de ficar mais íntimo dela, eu fui tentando aos poucos fazer com que ela me visse como um cara maduro, não apenas como o filhinho dela, ou como um dos seus pacientes (esqueci de dizer que ela é médica pediatra).

Ainda faltava um mês pro aniversário dela, e eu de repente tive uma ideia de como tornar as coisas mais quentes entre nós: um presente de aniversário, assim dado de surpresa, só pra ver a reação dela. Mas tinha qu ser algo especial, que mostrasse todo o meu tesão, sem palavras, e sem que ela pudesse não perceber.

Tinha que ser uma coisa íntima, mesmo sem ser de aniversário. Primeiro pensei numa calcinha, mas acho que seria preciso uma coisa mais ousada, tipo algo saído de um vídeo pornô. Tinha que ser uma coisa que ela nunca teve, como uma cinta-liga!

Aos poucos as coisas entre a minha mãe e eu pareciam ficar mais quentes, o que só me animava. Mas de tudo o que eu podia imaginar, aquela ideia da cinta-liga foi o que me deixou mais ansioso, esperando pra ver o resultado. E assim que finalmente tomei coragem e entreguei a ela, tudo o que eu podia imaginar era o seu corpo nu, bem na sua cama, usando só aquele presentinho meu.

"Nossa filho, mas o que é isso?", ela parecia surpresa ao abrir a caixa com o meu presente.

"Só uma coisinha pra você", ela agora estava meio sem jeito, segurando a cinta-liga.

Ela ficou toda corada, mas não conseguia esconder que gostou. Depois disso, eu notei ela me olhando quando eu saí do banho e passei no quarto dela. Então resolvi entrar. Claro que ela não tava usando a cinta-liga, apenas tava lá deitada na cama, vendo tv. E eu aproveitei que ela tava mais à vontade pra ficar junto dela. Geralmente, quando assistimos tv na sua cama, ela me abraça por trás, de conchinha, o que acaba sempre me deixando de pau duro. E foi o que aconteceu aquela noite, ficamos os dois bem grudados vendo algum filme na tv, dividindo uma intimidade nova entre nós.

No fundo queria perguntar o que ela achou do presente, ou quem sabe pedir pra ela experimentar, pra eu ver. Mas algo me dizia que tentar apressar as coisas só acabaria estragando tudo. Tinha que deixar ela dar o primeiro passo, depois eu dava o próximo.

E, no dia seguinte, quase que por acaso, surgiu a oportunidade. Deitado na minha cama, eu olhava no laptop a foto de uma loira usando uma cinta-liga, mas só conseguia ver o rosto da minha mãe, então comecei a me masturbar, com a mão por baixo do lençol. Mas, bem na hora em que eu tava quase chegando lá, meu coração quase parou quando a porta do meu quarto abriu e aquela silhueta apareceu de repente, quase me pegando de pau na mão.

Eu só tive tempo de fechar o laptop e botar o pau pra dentro da bermuda, pelo menos acho que ela não percebeu nada.

"Ainda no computador, filho?"

"Já ia desligar", eu respondi, meio sem jeito.

Ela então chegou perto da minha cama e veio me dar um beijo de boa noite. Cara, ela já não fazia isso há muito tempo, o que só podia significar que as coisas tavam indo bem melhor do que eu pensei. Mas tinha que deixar ela dar o primeiro passo. E, pra minha surpresa, isso aconteceu quando eu menos esperava.

Ainda sentindo o cheiro do creme que ela passa no corpo toda noite, meu pau tava mais duro que nunca, enquanto eu tentava esconder debaixo do lençol a minha ereção. Mas uma coisa aconteceu comigo, que me deixou sem reação. Meu saco começou a doer muito, e eu não sabia o que fazer. Precisava desesperadamente me aliviar e acabar com aquela agonia, ali diante da minha mãe usando sua camisola de dormir.

"O que foi, filho?", ela notou o meu desconforto sob o lençol.

"Não é nada, só uma dorzinha...", eu nem sabia como dizer, mas nem foi preciso.

"Não é por menos, né?", ela sorriu maliciosamente. "Depois de ficar vendo pornô na internet."

Eu nem sabia onde enfiar a cara. Ela sabia que eu tava batendo uma.

"Pelo visto, parece que tem que terminar o que começou."

Na hora eu fingi não ter entendido direito o que ela quis dizer, mas ela viu o meu pau duro no relevo do lençol e não teve a menor cerimônia. Ela passou a mão de leve por cima, ainda com os olhos cravados nos meus.

"Já tive um garoto no consultório com a mesma coisa!", ela mais parecia a doutora cuidando de um paciente.

Eu vivo me esquecendo que ela é pediatra!

Aí ela disse o que me deixou doido. Ela perguntou se eu não queria que ela fizesse pra mim, pra aliviar um pouco, já que tava doendo tanto. Aquilo, dito daquele jeito, parecia com aqueles seriados de hospital, ela a médica e eu, o paciente. Não sei se foi por ter visto o meu pau na outra noite que deixou ela assim, mas eu não podia perder a chance. Eu disse que tudo bem e fiquei vendo ela meter a mão por baixo do lençol, pra alcançar o meu pau duro.

Nossa, eu nem podia acreditar. Então, eu senti os seus dedos envolvendo o meu pau, com o calor gostoso da sua mão me deixando todo mole.

Ela segurou o meu pau e começou a bater uma pra mim, primeiro devagar, depois foi aumentando a pressão, me deixando doido pra gozar. Eu tentava me conter, sem saber como lidar com a situação. Uma coisa é você desejar sua mãe, e outra bem diferente é receber a visita dela no seu quarto pra bater uma pra você, assim, do nada.

Não demorou e eu já tava suspirando ofegante. E, como se soubesse que eu tava quase lá, minha mãe de repente quis ver com seus olhos o que tava me proporcionando. Num gesto rápido com a outra mão, sem largar do meu pau, ela puxou o lençol, fazendo ele saltar pra fora, bem diante dos seus olhos. Eu já não tava mais aguentando aquilo, e o prazer que eu sentia me deixava meio paralizado, completamente à mercê dela.

"Ai, mãe... eu vou... gozar...", eu gemia na cama.

Na mesma hora ela pegou um lenço na mesinha do lado e cobriu a cabeça do meu pau, quase no mesmo instante em que eu comecei a gozar. E por pouco não acertei bem direto na sua cara.

Ainda gemendo eu ejaculava uma, duas, três vezes, deixando o lenço todo encharcado de porra. Então, aos poucos pude sentir a respiração se acalmar, voltando ao normal. Ela me olhava com um brilho nos olhos, e me perguntou se eu tava aliviado. É claro que eu tava, mas disse que se a gente tentasse de novo seria melhor. Ela riu e jogou o lenço cheio de porra em mim. Nossa, minha mãe tá me deixando doidinho por ela!

"Isso foi incrível, mãe! ", eu ainda ofegava.

Depois de me mandar ir dormir e parar de ver pornô no computador, ela saiu, fechando a porta atrás dela. Mas, no último segundo, eu ainda pude dizer alguma coisa. E aquilo saiu da minha boca quase sem querer.

"Posso, dormir com você essa noite?", eu tomei coragem de me levantar.

"Não já tá grandinho pra isso?", ela sorriu.

"Só essa vez", eu insisiti.

Ela não disse nada, mas dessa vez, ao sair, deixou a porta entreaberta... como um convite. E mais do que depressa eu fui atrás dela.

No seu quarto, diante da sua cama, ela se virou pra me olhar, com um certo ar de safada, me medindo de cima abaixo, vendo que eu ainda tinha alguma ereção, resultado daquela nossa experiência incrível. Então, num gesto mais do que sedutor, ela tirou a sobrecamisola, ficando apenas com a parte de baixo, cujo tecido fino mal cobria o seu corpo. Nossa, e ela tava só de calcinha por baixo, sem sutiã e com os mamilos bem durinhos, pelo que dava pra ver pelo relevo.

Quando ela se deitou, puxou o lençol e me olhava, como se me chamando pra deitar do lado dela. Eu devia ter pedido isso há mais tempo. E é claro que quando eu me meti debaixo do lençol, com ela me abraçando de conchinha por trás, meu pau já tava de novo duro. O que eu posso dizer é que foi difícil dormir aquela noite, com o cheiro da minha mãe, do creme que ela passa no corpo antes de ir dormir, sentindo a sua respiração quente na minha nuca.

Como o lugar da minha adoração por ela, onde eu tantas vezes bati uma punheta pensando nela, a cama da minha mãe era um lugar mágico, que me deixava de novo feito um garoto, meio sem saber o que fazer, ou como iria aproveitar aquela oportunidade única.

Já fazia tempo que eu não pedia pra dormir com ela, e aquela noite, depois do que aconteceu, quero dizer, minha mãe tinha batido uma pra mim, e eu tava com a cabeça cheia de ideias, e doido pra que ela fizesse de novo.

Debaixo do lençol, sentindo o contato com o corpo macio dela, e aquele cheiro de amêndoas, do seu creme, eu tava ali do lado dela de pau duro, pensando em tudo o que aconteceu. Mas, uma coisa que ela disse mais cedo, e que não saía da minha cabeça, de repente me veio, me deixando curioso.

"Aquilo que você disse, que já teve um paciente no consultório sentindo o mesmo que eu tava... você fez a mesma coisa por ele?", eu perguntei.

"Não, filho, claro que não. Eu sou uma médica e não posso tocar nos meus pacientes assim. Além disso era só um menino!", ela me explicou. "Mas eu disse pra mãe dele que ela podia fazer, se o filho tivesse dor de novo."

"Então quer dizer que isso acontece muito... quero dizer, uma mãe bater uma pro filho?"

"Não, seu bobo, isso é incesto. Mas não tem nada demais uma mãe ajudar um filho a aliviar uma dor. E vê se não esquece, se for se masturbar e não terminar o que começou, vai acabar ficando com dor de novo."

Eu tava tão excitado com aquela nossa conversa tão íntima e aberta que só consegui prestar atenção em duas coisas que ela disse... incesto e masturbação.

"As mulheres não têm isso de ficar sentindo dor também?"

"Às vezes, mas não por se masturbar. Nós podemos sentir outros tipos de dor. Mas tá tarde, outra hora eu te explico."

"Então quer dizer que as mulheres também fazem...?", eu nem conseguia terminar.

"Se masturbar? Claro!", ela me surpreendeu. "E isso é uma coisa normal, não fique com ideias erradas."

"Então, não tá com vontade agora?", resolvi arriscar.

"Mas que pergunta, Caio!?", agora foi ela que se surpreendeu comigo.

"Foi você que disse que é normal."

"Bem, tá tarde, eu tô na cama com meu filho, e isso não é hora pra eu ter vontade. Satisfeito?"

Aquela conversa sobre masturbação já tava me deixando com o pau doendo, de tão duro. E eu tava morrendo de vontade de pedir pra ela fazer de novo, pra aliviar, mas o meu medo era ela me mandar ir dormir na minha cama e perder a minha chance.

"Se tiver vontade, uma hora dessas, não precisa se preocupar comigo. Pode fazer que por mim não tem problema", eu me atrevi.

"Tá bom, filho, eu vou lembrar disso... quero dizer, se der vontade."

Aí eu resolvi arriscar tudo e ser mais do que atrevido, eu queria mostrar a ela que podia confiar em mim pra tudo... e um pouco mais.

"Se quiser, eu podia fazer pra você... quero dizer, já que fez pra mim..."

"Já vi que eu fui brincar com fogo, né?", ela me sorria maliciosamente.

"Ué, não tem nada demais. Se quiser, pode fazer de novo...", e ela continuava me olhando surpresa, meio indecisa sobre o que responder. Acho que agora ela entendeu.

"Tá bom, filho, qualquer hora dessas", ela desconversou. "Mas tem que parar de ver pornô na internet..."

Se aquela noite não rolou nada entre a minha mãe e eu, pelo menos serviu pra tornar a nossa relação mais aberta e com uma maturidade que até então ela não via em mim... além de uma pitada de sacanagem que nós não tínhamos, quero dizer, assim tão sem vergonha. Eu só não podia imaginar o que me esperava na manhã seguinte, ao acordar ao lado dela, na sua cama. Nenhuma fantasia minha poderia ter me preparado para o que aconteceu entre nós aquela manhã.

Continua...

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