Relato de um Pai
Tales, 39 anos, pernas mortas depois do acidente, mas o resto do corpo funcionando à beça. Casado com a Vanessa, 36, branca, cabelo escuro, peitos médios, bunda redondinha, corpo gostoso pra caralho mesmo depois de ser mãe. Filho Ramon, 17 anos, moramos no Paraná. A fantasia de ver ela com outro sempre esteve na minha cabeça, principalmente por causa das pernas que não se mexem e limitam as putarias. Nunca contei pra ela. Mas aconteceu… e eu vi tudo.
Depois de um churrasco em casa, todo mundo já bem chapado. Vanessa de vestido colado no corpo, linda pra porra, rindo e bebendo. Dançava só com o Ramon. Os parentes foram embora e sobrou só nós três. Ela falou que ia tomar banho e pediu pro moleque me levar pra sala. Ele empurrou a cadeira e foi tomar banho também.
Tempo depois ela apareceu de camisola preta, cabelo solto, cheiro de mulher gostosa. Me mandou tomar banho, me empurrou até o banheiro adaptado e sumiu. Tomei banho, vesti a roupa que ela deixou na cama e fui atrás. Ao passar pelo quarto do Ramon, a porta estava entreaberta e eu ouvi:
— Hmmmm… você não tem jeito…
Olhei. Meu filho sentado na beira da cama, mãos por baixo da camisola dela. Ela em pé na frente dele. Meu coração quase saiu pela boca. O peito dela já estava pra fora, mamilo duro. Ela puxou a cabeça dele e enfiou o peito na boca do moleque. Ele chupou gostoso, mamando como se fosse um bezerro. A raiva bateu forte junto com o tesão. Voltei pro quarto, tentei subir na cama e não consegui.
— Espera que eu te ajudo — veio a voz dela.
Ela me deitou. Tentei falar só “obrigado”. Ela deitou do meu lado, passou a mão no meu peito e desceu. Segurei a mão dela.
— Tô com sono…
Mentira. Estava duro pra caralho e se ela visse ia desconfiar. Ela reclamou, virou de costas e deu boa noite. Fiquei ali, porra batendo na barriga, pensando na cena. Mãe e filho. A fantasia que eu sempre quis… só que o cara era o meu próprio filho. Acabei dormindo.
No meio da madrugada acordei e ela não estava na cama. Instantâneo: ela tá com o Ramon. Puxei a cadeira, sentei e fui silencioso. Quarto dele vazio. Fui pra sala. No final do corredor já ouvi os estalos baixos. Avancei mais um pouco.
Vanessa ajoelhada na frente do sofá, mamando o pau do nosso filho. Luz da cozinha acesa, dava pra ver tudo. Ela chupava com mais fome do que me chupava. O safado, mesmo novo, tinha um pau grosso, mais que o meu. Ela engolia até o fundo, babando, mão apertando o saco dele. Eu fiquei duro pra porra ali mesmo.
Ela se levantou, ficou de quatro no sofá. Ele enfiou de uma vez só. Ela soltou um gemido abafado. Começou a meter devagar e depois foi acelerando. Os peitos balançando pra frente e pra trás, rosto de puta gostosa. Ele puxou o cabelo dela.
— Isso… fode a mamãe… fode…
Meu pau quase explodiu. Ela pediu pra sentar. Ele respondeu:
— Não. Você já senta demais no meu pai.
Safados os dois, falando de mim enquanto ele socava nela. Segurou os braços dela pra trás, tirou ela do sofá e meteu em pé, posição que eu nunca fiz e nunca ia fazer. Depois sentou no sofá e ela sentou nele de costas. Ele agarrou os peitos, puxou ela contra o peito dele. Da onde eu estava dava pra ver o pau inteiro sumindo dentro da buceta dela. Ela na ponta do pé, toda aberta, gemendo mais alto. Ele metia sem parar.
Ela gozou forte, corpo todo tremendo. Uma espuma branca escorria da buceta dela. Mesmo assim ele não parou. Depois tirou o pau, ela agarrou e começou a bater punheta com força.
— Goza, filho… goza pra mamãe…
O jato de porra voou. Eu gozei na mesma hora, molhando a calça. Assim que ele terminou ela sentou do lado e continuou mexendo no pau dele, depois abaixou a cabeça e chupou de novo, limpando tudo.
Aproveitei e voltei pro quarto. Subi na cama com as últimas forças. Coração ainda acelerado quando dormi. Nem vi quando ela voltou.
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