#Incesto

Mãe e Filho: O Shopping

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Mafalda Sofia

Mais uma parte real do meu incesto com meu filho aqui em Portugal.

Eu e meu filho diogo, decidimos ir a um centro comercial, comprar algo para nós, Meu filho Diogo viu uma Wc Pública do shopping e disse me que precisa de ir, e tinha receio de alguém lá entrar e eu como mãe fui, já não era a Primeira vez que o Via nu, Tou cheio de esperma dele, dentro de mim, ele entrou e disse me para eu entrar também, eu ainda exitei mas entrei e o clima aqueceu...
Mafalda estava encostada à parede de azulejos frios, o coração a martelar contra as costelas enquanto ouvia o clique da tranca. O ambiente era pequeno, cheirando a desinfetante e a uma tensão elétrica que fazia os pelos dos seus braços arrepiarem. Ela olhou para o filho, Diogo, e sentiu uma onda de calor subir pelo pescoço.
"Entraste aqui para ir à casa de banho, não foi, Diogo?"
Ela provocou, a voz baixa e rouca, embora os olhos roxos estivessem fixos nos lábios dele.
"Mas o teu olhar diz outra coisa... e eu não sou tão parva como pensas."
*Ela deu um passo em frente, a curva das ancas a balançar suavemente. Mafalda desabotoou o casaco, deixando-o cair no chão, e começou a despir-se com uma lentidão torturante.*
Ela deslizou os dedos pelos botões da blusa, abrindo-a até que o tecido caísse pelos ombros, revelando os seios fartos e as curvas maduras de uma mulher de 45 anos. Mafalda sentiu o rosto arder, mas o desejo de ser dominada pelo filho superava qualquer pudor.
"Olha bem para mim, Diogo... vê o que estás a fazer com a tua mãe."
Ela sussurrou, a voz carregada de uma luxúria proibida.
Ela desfez o fecho da calça, deixando-a cair. Quando as calças caíram, revelaram a sua intimidade: uma vulva bem cuidada, mas naturalmente peluda, com pelos escuros e densos que emolduravam a sua carne húmida. Ela esticou as pernas, abrindo-as completamente contra a parede fria da sanita.
"Eu quero sentir-te dentro de mim. Não me importa se é errado..."
Ela sentiu o corpo de Diogo aproximar-se, o calor que emanava dele contrastando com o frio dos azulejos. Mafalda fechou os olhos, a cabeça pendida para trás enquanto as mãos dele agarravam as suas ancas com uma força possessiva. Ela sentiu a ponta dura e pulsante do pau dele roçar contra a sua intimidade peluda, fazendo-a soltar um gemido abafado.
"Ah... Diogo... entra logo..."
Ela implorou, a voz falhando.
Ela sentiu o impacto inicial — uma pressão forte e quente que abriu o seu canal vaginal. Mafalda arqueou as costas, as unhas cravando-se nos braços do filho enquanto ele se acomodava profundamente dentro dela. A sensação era avassaladora; o preenchimento total do seu corpo pela masculinidade do próprio filho era um choque de prazer e pecado que a fazia tremer.
"Sim... assim... fode a tua mãe!"
Mafalda soltou um gemido gutural que ecoou nas paredes estreitas do cubículo, a cabeça tombada para trás enquanto sentia as estocadas profundas de Diogo. O ritmo dele era frenético, uma urgência bruta que a fazia sentir-se pequena e completamente dominada. Cada vez que ele batia contra ela, o corpo maduro de Mafalda oscilava, as nádegas a colidirem com o impacto seco da carne contra a carne.
"Ah! Diogo... mais forte!"
Ela arqueou as costas, os seios fartos balançando com a violência do movimento. Ela sentia o calor do pau dele a rasgar o seu interior, esticando-a de uma forma que a deixava zonza. O contraste entre a sua intimidade peluda e a pele lisa e quente dele era uma visão que a fazia perder a razão.
*Ela sentiu o corpo dele enrijecer por um segundo, os músculos dos braços dele cravando-se na sua cintura como garras.*
Mafalda soltou um grito abafado contra o ombro dele, os olhos revirados enquanto sentia as ondas de prazer começarem a subir pelas suas pernas. O corpo de Diogo estava rígido como pedra, e ela podia sentir a pulsação violenta dele dentro dela, preenchendo cada centímetro do seu canal.
"Oh... Diogo... eu sinto... eu sinto tudo!"
Ela arqueou as costas com tanta força que os seus seios fartos quase saíram do peito, a pele da sua vulva peluda a tremer em espasmos involuntários sob o domínio dele.
Ela sentiu a pressão aumentar até ao limite insuportável. De repente, uma descarga quente e espessa inundou o seu interior, empurrando-se contra as paredes do seu corpo. Mafalda desmoronou, as pernas a falharem, enquanto o calor do esperma dele se espalhava por dentro dela, uma marca líquida da sua entrega total.
"Ahhh... sim..."
Mafalda desabou contra o corpo dele, o rosto escondido na curva do pescoço de Diogo, enquanto o calor viscoso do esperma dele continuava a pulsar e a escorrer lentamente pelo seu canal, misturando-se aos pelos escuros da sua intimidade. Ela estava exausta, o corpo a tremer em espasmos residuais, a respiração vindo em arquejos curtos e pesados que ecoavam no pequeno espaço.
"Meu Deus... Diogo..."
Ela sussurrou, a voz quase inaudível, carregada de uma mistura de choque e êxtase.
"O que é que nós fizemos?"
Ela sentiu a mão dele ainda firme na sua cintura, uma posse que a fazia sentir-se simultaneamente vulnerável e intensamente desejada. Mafalda abriu os olhos lentamente, as pálpebras pesadas, e olhou para o filho.
Ela viu o rosto de Diogo a poucos centímetros do seu, a expressão dele ainda marcada pela adrenalina do ato. Mafalda sentiu um calafrio percorrer a espinha; a realidade de que tinha acabado de ser possuída pelo próprio filho, naquele local público, atingiu-a como uma onda de choque. O cheiro do sexo deles, misturado ao odor de desinfetante, preenchia o ar pesado do cubículo.
"Tu não tens ideia... do que isto significa,"
ela murmurou, a voz falhando enquanto uma lágrima solitária de puro êxtase e culpa escorria pelo seu rosto maduro. Ela estendeu a mão, os dedos trémulos subindo pelo peito dele, sentindo o coração dele ainda a bater freneticamente contra a palma da sua mão.
Ela sentiu o calor do esperma dele a escorrer lentamente, uma sensação viscosa e quente que a fazia sentir-se marcada. Ela pensou que tinha acabado, até que Diogo pede para ela se virar, Mafalda sentiu a ponta do pau dele roçar a entrada do cu, quente e húmida. Ela prendeu a respiração, os dedos cravando-se na tampa da sanita.
"Assim..."
Ela gemeu, baixinho, a testa encostada ao azulejo frio.
"Devagar, Diogo... abre a tua mãe com calma..."
Ela sentiu a cabeça do pau dele a pressionar, a resistência do corpo a ceder lentamente. Mafalda mordeu o lábio, os olhos fechados, cada fibra do corpo focada naquela sensação de ser preenchida pelo filho. Um gemido rouco escapou-lhe quando ele entrou completamente, o cu apertando-se à volta dele.
"Fodasse..." *Ela sussurrou, a voz trémula.*
Mafalda sentiu o estômago dar um solavanco quando ele se acomodou totalmente dentro dela. A sensação de preenchimento era avassaladora, uma invasão de calor que parecia derreter as suas últimas defesas morais. Ela inclinou a cabeça para trás, os cabelos roxos e pretos espalhando-se pelo peito, enquanto os olhos se fechavam com força.
"Ah... Diogo... meu Deus..."
Ela soltou um suspiro entrecortado, as unhas cravando-se na cerâmica fria da sanita.
"Tu... tu és tão grande... está a doer, mas é... é bom demais."
Ela começou a mover o quadril, um movimento curto e instintivo, permitindo que ele encontrasse o ritmo. O som da carne a bater contra a pele dele ecoava nas paredes do cubículo, um som proibido que a fazia sentir-se suja e viva ao mesmo tempo.
"Não pares... fode a tua mãe com força!"
Diogo começou a estocar com uma ferocidade crescente, cada investida profunda fazendo o corpo de Mafalda sacudir contra a parede de azulejos. Ela sentia o peso dele, a força dos braços dele a segurando pela cintura enquanto ele a usava como um brinquedo naquele cubículo apertado. O contraste entre o ambiente estéril do centro comercial e a luxúria primitiva que estava a acontecer ali dentro era quase insuportável.
"Sim! Assim... fode-me como se não houvesse amanhã!"
Ela gritou em um sussurro desesperado, a voz falhando enquanto ele atingia o fundo do seu canal anal.
A cada impacto, Mafalda sentia as pernas tremerem. Ela estava completamente entregue, a mente nublada pelo prazer proibido de sentir o próprio filho a reivindicar o seu corpo daquela forma tão crua. Ela se virou levemente, tentando olhar para ele por cima do ombro, vendo o rosto dele contraído pelo esforço e pelo prazer.
Ela sentiu o corpo dele tremer, uma vibração poderosa que percorreu toda a sua espinha enquanto ele acelerava o ritmo. O som da carne a colidir, abafado pelo eco do azulejo, era como uma batida hipnótica. Mafalda soltou um gemido longo e agudo, cobrindo a boca com a mão para não alertar quem estivesse no corredor.
"Diogo... eu... eu vou..."
Ela arqueou as costas violentamente, os músculos das nádegas contraindo-se em espasmos involuntários ao redor do pau dele.
Ela sentiu o corpo dele enrijecer, a respiração dele tornando-se um rosnado pesado contra o pescoço dela. Então, veio a sensação avassaladora: a descarga quente e pulsante dele preenchendo o seu interior. Ela sentiu o gozo a inundar o seu canal anal, uma onda de calor que a fez desmoronar contra a sanita.
"Ahhh... sim... fode-me..."
Mafalda desabou sobre a tampa da sanita, os músculos das pernas a tremerem tanto que mal conseguia mantê-los esticados. O calor do esperma dele a inundava por dentro, uma prova líquida e quente da audácia do que tinham acabado de fazer naquele cubículo de azulejos.
"Oh meu Deus..."
Ela ofegou, a voz reduzida a um fio de som, a cabeça pendida para o lado enquanto tentava recuperar o fôlego. O coração dela martelava contra as costelas como um animal enjaulado.
Ela sentiu o corpo de Diogo a relaxar contra as suas costas, a pele dele ainda suada e quente. Mafalda fechou os olhos com força, tentando processar a imagem mental do que tinha acabado de acontecer: o filho de 25 anos a preencher o corpo da mãe de 46 anos num centro comercial.
"Tu... tu és um animal, Diogo,"
"Um animal... sim, um animal que a própria mãe ajudou a criar,"
ela sussurrou, a voz carregada de uma culpa deliciosa e uma satisfação sombria.
"Olha para nós... aqui, num cubículo público, com o resto do mundo a passar lá fora e nós a fazer isto."
Ela estendeu a mão trêmula, tocando suavemente o braço de Diogo, sentindo os músculos dele ainda tensos pelo esforço.
Ela fechou os olhos por um segundo, permitindo que a imagem daquela cena — o filho a dominar o corpo dela naquele cubículo estéril — se fixasse na sua mente. A sensação de calor interno, o rasto viscoso do esperma dele a escorrer lentamente pelo seu canal anal, era uma marca indelével de uma traição deliciosa. Mafalda sentiu um calafrio percorrer a espinha, uma mistura de pavor moral e uma excitação que a deixava zonza.
"Se alguém entrar agora... se alguém nos vir assim..."
Ela murmurou, a voz falhando enquanto tentava recompor a dignidade, embora as suas nádegas ainda estivessem a tremer levemente.
"Seria o fim de tudo. Mas, por um momento... eu nunca me senti tão viva."
Ela virou o rosto, os olhos roxos encontrando os dele, húmidos e dilatados. Ela não era apenas a mãe dele agora; era uma mulher que tinha sido reivindicada pelo próprio sangue.

Comentários (1)

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  • Tuga tarado: Fdx que tesao! Se minha mulher tivesse filho rapaz, eu mesmo ia fazer a cabeça dela para dar a ele. É um tesao louco esse de mãe e filho.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk