Meu namorado e Thor, meu cachorro
Meu namorado gostou de ver meu cu arrebentado pelo cachorro
A luz amarelada do abajur cortava o quarto em diagonais suaves. Sérgio deitado de costas, joelhos abertos, o membro ereto e úmido brilhando sob a pele. Eu ajoelhado entre as coxas dele, cabelo preso num coque frouxo que já começava a se desfazer. A boca descia e subia em ritmo lento, a língua girando em volta da glande, a mão esquerda apertando a base enquanto a direita apoiava o peso do corpo no colchão. O ar carregava o cheiro ácido de excitação humana misturado ao odor quente e animal que vinha do canto perto da porta.
Thor observava. Sentado, orelhas eretas, o focinho apontado na nossa direção. O rabo batia de leve contra o chão de madeira, um ritmo irregular. Sempre ficava ali quando a gente se mexia na cama. Eu sentia o olhar dele no meu pescoço, nas minhas costas nuas, no movimento dos meus quadris enquanto eu engolia o pau do Sérgio até a garganta e voltava.
Naquela noite o silêncio do quarto parecia mais denso. Eu chupava com calma, a saliva escorrendo pelos lados da boca, os lábios inchados. De repente uma umidade quente tocou a fenda entre as nádegas. Uma língua larga, áspera, subiu devagar da entrada do cu até o cóccix. O movimento foi longo, demorado, a ponta da língua pressionando o anel de músculo e depois arrastando para cima. Meu corpo inteiro retesou. Um soluço preso saiu pela garganta ainda cheia. Sérgio abriu os olhos e soltou uma risada baixa, o peito subindo e descendo.
— Deixa. Quero ver até onde ele chega.
A língua voltou. Mais firme. O focinho empurrou as nádegas para os lados, abrindo o caminho. A língua penetrou o pouco que conseguia, lambendo o interior raso, o calor úmido se espalhando. O rabo de Thor batia agora com força, o som seco ecoando. Eu continuei o movimento da boca no pau do Sérgio, mas os olhos se fecharam. O cheiro de cão se misturou ao cheiro de homem. A respiração quente do animal batia contra a pele sensível. Cada lambida fazia o músculo do cu se contrair e depois relaxar, um ciclo involuntário.
Thor parou. Ouvi o peso do corpo dele se deslocando. As patas dianteiras subiram nas minhas costas, as unhas curtas arranhando a pele. O peito peludo e quente se apoiou sobre mim. O membro duro, pontudo, escorregadio de fluido pré-ejaculatório, deslizou entre as nádegas, procurou a entrada, encontrou e empurrou.
A penetração veio seca. O músculo resistiu por um segundo e depois cedeu com um estalo interno. A dor subiu em onda, grossa, dilatando. Eu gritei. O som saiu rouco, cortado no meio. Thor empurrou mais fundo. O nó na base já começava a inchar, a cada centímetro avançando. Minhas unhas se cravaram no lençol. As lágrimas vieram quentes, escorrendo pelo nariz. Cada estocada do animal era um golpe seco, o peso do corpo esmagando minhas costas, o focinho quente e úmido pressionado no meu pescoço. O cheiro de saliva canina invadiu as narinas.
Sérgio riu de novo, a mão direita descendo até o próprio pau, masturbando em ritmo lento enquanto assistia.
— Olha o tamanho dele te abrindo… porra.
Thor soltou um gemido grave, gutural. O nó inchou de vez e travou. A pressão interna se tornou constante, uma bola quente e dura presa atrás do anel muscular. Eu gritei outra vez, o corpo inteiro tremendo. O cão ficou imóvel, respirando pesado, o peito colado nas minhas costas. Cada batida do coração dele eu sentia reverberar dentro do cu. A dor latejava, dilatando, forçando os músculos a se abrirem ainda mais. Eu soluçava. As lágrimas caíam no lençol, formando manchas escuras. O rabo de Thor batia de um lado para o outro. As patas traseiras se moviam em impulsos curtos, tentando empurrar mais fundo mesmo com o nó preso.
Sérgio se ajoelhou na minha frente. Segurou meu queixo com força e empurrou o pau de volta na boca. Eu engasguei. O sabor salgado se misturou ao gosto metálico do choro. Ele começou a foder minha garganta com estocadas profundas, a cabeça batendo no fundo a cada movimento. Eu tentava respirar pelo nariz, mas o ar entrava em soluços irregulares. Thor retomou o movimento. Impulsos curtos e violentos. O nó puxava a carne de dentro para fora a cada recuo parcial. A sensação era de ser aberto e depois selado, aberto e selado. O cu ardia. O cheiro de cão e de sexo humano enchia o quarto. O abajur amarelado tremulava com o balanço da cama.
O tempo se alongou. Thor gozou primeiro. Um tremor longo percorreu o corpo peludo. Eu senti o jato quente jorrar dentro, o nó ainda travado, impedindo qualquer escape. Sérgio gozou logo depois, a mão apertando meu cabelo, o líquido escorrendo pela minha garganta e pelos cantos da boca. Eu engolia o que conseguia, o resto pingando no queixo.
O cão ficou em cima de mim. Minutos se arrastaram. O nó continuava inchado, impossível de sair. Eu respirava pela boca, o rosto molhado, o corpo mole sob o peso. Sérgio acariciava minha cabeça, o polegar limpando as lágrimas, o polegar deslizando sobre a pele suada. Thor ocasionalmente se mexia, um impulso curto que fazia o nó puxar a parede interna. Cada movimento arrancava um gemido rouco de mim.
Quando finalmente o inchaço diminuiu, Thor se retirou. Um fio grosso e quente escorreu pela minha coxa, descendo até o joelho. O buraco ficou aberto, latejando, a borda vermelha e sensível ao ar. Eu colapsei de lado, as pernas ainda abertas, o corpo tremendo em espasmos residuais. Thor desceu da cama, lambeu o focinho e se deitou no chão, o rabo batendo de leve, os olhos ainda fixos em mim.
Sérgio beijou minha testa. O beijo foi úmido, demorado.
— Amanhã a gente começa mais cedo.
Eu não respondi. Fechei os olhos. O cu ainda latejava, o cheiro de cão impregnado na pele, a memória da pressão do nó ainda viva dentro do corpo.
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Comentários (1)
Regis: Aaaaaaaiiii que delícia. Eu nunca fui engatado pôr um cachorro,mas tenho muita vontade. Tenho uma vontade enorme de sentir o nó do cachorro dentro do meu cu .
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