Se quiser comer tem de pagar
Amava vender meu rabo pro Luiz e ele já tava viciado
Depois que meu cú conheceu a rola do nego Luis eu passei a ter mais fome de pica do que tinha dando pro Carlinhos, mas havia um diferencial, com ele era sempre cobrando, nunca dei mesmo, sempre vendi e ele pagava sempre. Eu tinha assim dois prazeres, o de ser comido por ele e o de receber por isso. Se com meu machinho Carlinhos era tranquilo, com o negão o negócio era diferente.
A medida que a gente se encontrava, iamos fazendo diferente e ele era um tremendo do sacana. Uma tarde ele me arrastou pra dentro da casa dele, seus pais trabalhavam fora e teríamos tranquilidade pra todo tipo de sacanagem.
Ele não dava tempo, já me virou de costas e ficou se esfregando em mim, fui sentindo sua rola comprimida no short e contra minha bunda, seu hálito quente e seu respirar acelerado na minha nuca... Revirei os olhos todo arrepiado, mas me desvencilhei daquele abraço tesudo. Cara, cadê meu dinheiro? Ele me olhou com aquela cara de safado e puxou de dentro de sua cueca o dinheiro que comprava meu cú. Com a grana na mão eu relaxo e viro a raba pra ele. Ele volta a me abraçar e beijar minha nuca
me chamando de putinha, eu respondi: Sou mesmo. Amava aquele jogo, para mim o importante era ter prazer e nada mais. Se fosse comendo era bom se fosse dando também o importante era ser o mais safado possível.
Sabia que meu negão tava com fome da minha raba e meu rabo estava louco querendo ser preenchido por aquele magnífico pau preto, grosso e siiiim era grande, maior que o meu e não tenho o pau pequeno! Mas o meu era ainda mais Grosso.
O safado me beijava por trás arrancando suspiros de mim e nesse esfrega eu já rebolando e me empurrando contra ele.
Ele foi sem desgrudar me empurrando para o quarto dele e eu sem resistência alguma deixava, aos pouquinhos chegamos lá e ele deslizou sua mão até meu pau, que estava duro feito rocha, ele apertava e punhetava por dentro do meu short.
Chegando perto da cama dele, ele me empurrou e eu cai deitado de bruços e não quis me mover, fiquei esperando o que ele ia fazer comigo e ele tirou totalmente meu short e cueca de uma vez, enrolou um pouco nas pernas, mas ele puxou ainda mais forte, ainda assim meu cú piscava quase pedindo rola rola eu quero rola! Ele safadamente empinou minha bunda, me deixando
de joelhos, mas com a cara no colchão, trouxe meus braços mais pra cima pra não me afogar. Tinha tomado banho e preparado bem meu rabo pra receber aquela chapeleta rosada, passei até um perfume rsrsrsr. Nisso senti minha rola e meu saco penderem, e logo O Luís, afastou minhas pernas, meu coração acelerou, pensei "agora", mas ainda não era, meu macho tinha outra ideia
e puxou meu pau pra trás e mamou, caralho o filho da puta sabia mamar seu nariz se esfregava no meu saco e ai eu soltei um gemido alto, ele tirou meu pau da
boca me deu um tapa forte na bunda: Fica quieto meu viado! Obedeci a ordem do macho e mordi minha boca
senti a cama balançar diferente e ele se ajeitando de joelhos atrás de mim. Segurou minha raba e abriu, senti como se tudo tivesse sendo rasgado. S/em soltar as minhas nádegas ele foi esfregando a cabeça da rola na minha bund a inteira, tentando acertar o buraco sem segurar no pau, que delícia sentir aquela rola tentando
achar o caminho certo e gritei: Me come porra! Ele riu e senti que não tinha colocado o pau em mim, só por diversão meu anel foi sendo forçado e daquele jeito mesmo foi ali, no seco, entrando, pedacinho por pedacinho, parecia não ter fim e eu gemia e rebolava e ele ainda mais abria minha bunda, seu pau chegou no fundo do meu cú e eu fiquei esperando ele meter forte, mas ao contrário ele, com o pau enterrado em mim, foi apenas dando bombadinhas curtas nessa altura suas mãos agora estavam em minha cintura e ele me segurando contra ele para eu não fugir, como se eu quisesse!
Ele bombou assim gostosamente por um tempo, meu cú não doia, só estava preenchido por uma rola deliciosa e de vez em quando ele me dava um tapa na bunda
e ai eu sabia que tinha de rebolar empalado pelo negão. Minha rola babava e latejava gostosamente, num momento ele solta minha cintura mas continua bombando meu cú e eu empino
mais ainda e me lanço contra meu homem, ele tinha pago por prazer? Eu daria prazer, rebolando e pedindo: Me come filho da puta, arregaça meu cú seu viado! E ele
começou a bombar com força "rebola putinha " e começou a sacar a piroca do meu anel e metia sem guiar com a mão. Sim meu cú já havia aprendido a receber aquele pau gentilmente e gulosamente, mas ele disse " que delícia de cú apertado da porra"! "Vale cada centavo "! Eu eu com a cara de lado no colchão sorri "come esse cú seu puto". ele se inclinou sobre mim e me puxou para ficar de quatro e aí ficou furioso meteu com força, o barulho da virilha dele contra minha bunda foi ficando mais alto e rápido...
Finalmente aquele urro que eu tanto gostava de ouvir. e o calor da porra no rabo. Meu macho gozou em mim e se contorcia freneticamente, seu pau pulsava a cada jato de porra, mas ele não parava de bombar e eu sentia a porra escorrendo e era muita, ele parecia um cavalo gozando em sua égua. então me empurrou e se deitou sobre mim deixado seu pau latejante dentro do meu cú enquanto sua respiração se acalmava. Que sensação boa de dever cumprido. fiz meu negão gozar e relaxar em mim. Meu sorriso de puta não podia ser contido. Desta vez não gozei, mas nem preciou.
Vocês não imaginam como é bom me lembrar destas histórias.
Se você gostou comente para eu saber se continuo escrevendo. Tenhos muitas histórias pra contar...
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