Mãe e Filho - A Trovoada
Esta Tempestade se tournou num dos incestos que mais amei como mãe [Real]
A noite estava carregada. O céu parecia vir abaixo com uma trovoada violenta; cada relâmpago iluminava o quarto por segundos, seguido de estrondos que faziam as janelas tremer. O Diogo, apesar dos seus 25 anos e da postura de homem da casa, sentia aquele medo instintivo de criança a cada trovão que ecoava.
No meio da madrugada, o Diogo procurou o calor da Mafalda. Ele aproximou-se dela na cama, colando o peito ao cu rabudo da mãe, sentindo a segurança que só aquele corpo lhe dava. Mas o medo rapidamente se transformou numa luxúria incontrolável. A adrenalina da tempestade fez o seu pau jovem latejar com uma força nova.
Com movimentos rápidos, o Diogo livrou-se do pijama e começou a despir a Mafalda. Ela, entre o sono e o despertar, não ofereceu resistência. Já tinha passado o ponto de se importar — o vício do filho era mais forte que a moral.
A cada estalo de trovão, o Diogo dava uma estocada mais profunda. O barulho lá fora era abafado pelo som da carne a bater e pelos gemidos da Mafalda. O medo desapareceu, substituído pela fúria de quem quer garantir que a semente vinga.
O Ritual da Fertilidade
Para garantir que o plano da gravidez avançava, o Diogo não deu descanso à mãe. O sexo passou por várias posições, cada uma mais intensa que a anterior.
O Diogo posicionou a Mafalda de quatro. A cada relâmpago, ele via os peitos dela abanarem e a pele morena a brilhar com o suor. Ele fodeu-a com força, segurando-a pelos cabelos, marcando o território enquanto a trovoada rugia.
A Mafalda já nem lutava contra o sentimento. "És o meu filho... faz o que quiseres," murmurava ela, rendida ao destino de ser a incubadora da linhagem do Diogo.
Ela montou nele, cavalgando com uma determinação selvagem, querendo sentir o pau dele a atingir o fundo do seu útero a cada descida.
No auge da tempestade, quando um trovão pareceu estalar mesmo em cima da casa, o Diogo atingiu o seu limite. Ele agarrou a Mafalda pela cintura e descarregou novamente uma dose massiva de esperma lá dentro. Era o ritual diário para garantir que, dentro de semanas, o sangue dele estaria a crescer dentro dela.
Os dois ficaram abraçados, o Diogo escondido no pescoço da mãe, enquanto a chuva batia forte no telhado. O medo tinha passado; agora só restava o calor do pecado e a esperança do fruto que estava para vir.
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