Comecei a desejar meu filho (parte 3)
Eu e meu filho estamos fazendo sexo oral um no outro, tenho que parar com isso antes que aconteça algo ruim.
Era 22:30 da noite, o quarto estava escuro, uma luz fraca vinda do corredor iluminava partes dos nossos corpos. O ar pesava com o odor do sêmen e do suor, Lucas estava deitado de costas na minha cama e eu ajoelhada entre suas pernas.
Eu usei minha mão direita para segurar seu membro enquanto a esquerda estava em minhas intimidades. Movimentei minha mão para cima e para baixo, era duro e quente e o cheiro era forte.
Me inclinei e lambi da base até o topo, Lucas suspirou e arqueou levemente as costas. Eu devorei o pau dele com muita fome, minha saliva escorria pelos cantos da minha boca, misturados ao sêmen espesso que Lucas acabara de disparar no fundo da minha garganta.
O gosto era um pouco amargo, contudo, rapidamente tirei minha boca no pênis dele e cuspi o sêmen. Ficamos em silêncio, apenas ouvindo o som das nossas próprias respirações.
—Eu vou tomar banho. — eu disse, me levantando e evitando o olhar dele.
Já estávamos fazendo isso uma ou duas vezes por semana. Nossa relação estava muito diferente. Eu não deveria ter deixado as coisas chegarem a esse ponto. Sou uma decepção como mãe, depois daquele dia eu prometi que iríamos parar de vez com aquilo.
No dia seguinte eu chamei Lucas para conversarmos. Mas ficar de frente pra ele me causava uma estranha sensação de desejo e de vergonha. Eu tinha que ignorar isso.
—Lucas… a gente tem que parar com isso.
Eu esperava que ele fosse entender, afinal foi eu quem começou toda essa história.
—Porque?
—Isso… isso não é normal, deveríamos parar antes que façamos algo que nos arrependa.
Lucas me encarou com um olhar de confusão, em seguida de desapontamento. Ele saiu da sala sem dizer uma palavra, eu tentei o chamar mas ele não me escutou. Isso era o que eu temia, não queria perder meu filho, mas ele ficou distante.
Um mês se passou desde então, nossa relação esfriou. Conversavamos menos que antes. Eu me senti sozinha, isolada, eu tinha saudade do meu filho e queria fazer algo pra chamar a atenção dele.
“Será que eu deveria…”
— Não. — cortei meu pensamento antes de ter uma ideia ruim.
Mas a minha mente me traia a cada dia. Lucas chegava do trabalho e o seu cheiro forte dominava a casa. “Que delícia” eu pensava, só pra em seguida eu balançar a cabeça em negação.
Quando passava por mim e me ignorava eu me sentia apertando por dentro. “Você é tão gostoso” eu pensava, mas continuava tentando ignorar esses pensamentos.
Mais uns dias se passaram, era sábado à noite, eu já estava pronta para dormir, mas ao passar em frente ao banheiro eu vi Lucas tomando banho. Espiei pela fresta da porta e vi seu pênis semi duro.
Senti minha calcinha ficando molhada e corri para o meu quarto para evitar mais tentação. Prometi a mim mesma que não iria me masturbar pensando nele. Apaguei a luz e deitei na cama, fiquei uma hora rolando na cama tentando pegar no sono. O silêncio era total.
No entanto ele foi cortado pelo som da porta rangendo lentamente, olhei para a direção do som e vi a silhueta de Lucas em pé na porta. Sua respiração estava pesada, como a de um animal selvagem.
— Não dá mais… — disse Lucas.
Ele caminhou lentamente até a minha cama, a cada passo meu coração batia mais forte, minha buceta já estava encharcando e ficando quente.
— Lucas, o que você tá fazendo aqui?
Ele não me respondeu, apenas subiu na cama e ficou por cima de mim. Meu corpo começou a tremer e a suar muito rápido.
— Lucas, para com is…
Antes de terminar de falar, Lucas enfiou a língua na minha boca e apertou meus seios. Suas mãos eram pesadas e ásperas. Ele me apertou com tanta força que deixou marcas de dedos nas laterais dos meus peitos.
Em seguida pôs uma das mãos dentro da minha calcinha e colocou os dedos em mim, eu gritei alto, parte por estar muito sensível, parte por ele estar sendo muito mais bruto que o comum.
— Não… ahn, Lucas, não…
Eu tentei resistir, mas ficou cada vez mais gostoso, ele desceu lambendo meu pescoço e chupou meus seios. Eu gozei em alguns minutos, mas ele não tinha acabado.
Logo levantou e foi até a cabeceira, abriu a gaveta e pegou um pacote de preservativos, eu me desesperei ao ver aquilo.
— NÃO LUCAS, ISSO JÁ É DEMAIS!
— Não minta pra mim… — disse ele em um tom incomum. — …admita, você quer isso também, mãe.
Lucas estava diferente naquela noite, ele parecia mais másculo, mas viril. Eu fiquei estranhamente atraída por ele sendo tão dominante. Mas meu racional ainda tentava me impedir.
— Calma, vamos… eh… conversar com calma tá bem?
Ele abriu um pacote e pôs a camisinha no pênis. Caminhou devagar e subiu na minha cama.
— Mãe…
Em seus olhos eu só via um homem sedento por sexo, eu não conseguiria convencê-lo. Então eu cedi, abri as pernas e convidei ele a entrar em mim.
Ele veio sem demora, posicionou o membro em minha entrada, deslizou a cabeça pelos lábios, provocou, colocava só a pontinha e tirava.
“Onde ele aprendeu essa porra?” Eu pensava já ficando louca de ansiedade.
— Vai logo Lucas. — eu disse me contendo.
Ele empurrou tudo até o talo, me fazendo gritar. Eu pude sentir o pênis dele dentro de mim pela primeira vez, me preencheu totalmente. E ele empurrou de novo e de novo, seu ritmo era feroz. Ele segurou minhas pernas e as abriu para ter mais mobilidade.
Ploc, Ploc, Ploc, o som da nossa carne batendo ecoava pelo quarto. Não demorou para o cheiro do nosso suor ficar cada vez mais forte e salgado. Mudamos de posição, ele tirou de dentro e me puxou pelo braço, me colocando de quarto.
Suas mãos grandes envolveram minha cintura e ele voltou a socar o pau dentro da minha buceta. Ploc Ploc Ploc, ele não parava. Seus grunhidos se misturavam aos meus gemidos altos, soando como um casal de animais selvagens.
*Plaft* Ele deu um tapa na minha bunda.
— Ohhn. — não consegui conter.
Eu gozei de novo e cai de bruços na cama. Ele ainda ereto, me puxou e me posicionou por cima dele. Usei minha mão para guiar a cabeça até minha vagina. Quando encaixou, eu sentei sem pensar duas vezes, minha buceta engoliu completamente o pau dele.
Me forcei a subir e descer com força, pus todo meu peso em sua virilha. Seus grunhidos ficaram mais altos e guturais.
Ploc, Ploc, plac, ploc
— Aí caralho… — eu gemi — ...Lucas
Acelerei o ritmo e quicava com mais força, até que senti a camisinha crescendo dentro do meu útero.
— Ahhhh. — Lucas soltou um gemido de satisfação.
Quando parei, fiquei sentada nele por mais uns segundos, respirando fundo. Nossas peles estavam grudadas e pegajosas. Eu subi meu quadril devagar até o pau dele sair totalmente de dentro.
Meus olhos encontraram os dele que pareciam extremamente satisfeitos, Lucas então me puxou mais uma vez e meu deu outro beijo de língua.
“Não devíamos ter feito isso” foi o que pensei.
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Comentários (4)
José Carlos: Tem que dá no pelo esse cuzinho
Responder↴ • uid:46kphpcet0bPaulo: Conte como foi da o cuzinho para ele
Responder↴ • uid:xgnqdmjqGrisalho: Gozei gostoso por aqui Que delícia Dá o cuzinho pra ele agora
Responder↴ • uid:1dsn4r3f4fw2Homem_SP: Uau, agora vamos fazer uma filhinha pro papai
Responder↴ • uid:1enq85bej432