#Gay #Teen

Estou obcecado por um aluno meu

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O Prof. PT

Relato sobre a minha relação com um dos meus alunos.

Creio que seria bom, para explicar de maneira mais organizada, contextualizar um pouco o assunto deste relato. Somente para estruturar o conteúdo, visando um melhor entendimento.

Eu sou professor de português da educação básica na rede pública de ensino do meu estado. Por também ter cursado pedagogia, no momento trabalho lecionando tanto para estudantes do ensino primário e fundamental quanto para os do ensino médio, passando por todas as etapas da educação básica.
Moro em uma região da minha cidade não muito perto do centro do município, que, por mais que não seja exatamente rural, é acompanhada de uma população bem pobre — com muitas pessoas de outros estados, como baianos e mineiros — em um processo de urbanização espontânea e nem um pouco regular, mesclando paisagens naturais com um aumento de residências e estabelecimentos comerciais. No período matutino, trabalho em uma escola estadual na mesma região, em um bairro bem próximo.
Cheguei nesse colégio há um ano e, logo que entrei, conheci alguns alunos que já havia visto antes por morar perto da escola; entre eles, o aluno que dá tanto razão quanto conteúdo a este relato. É um aluno do nono ano — na época, do oitavo —, chamado Carlos Gabriel. Este menino, desde que comecei a trabalhar nessa escola, me chamava muita atenção, e não por um único motivo. Ele é lindo: pele branca um pouco bronzeada, lorinho, baixinho, corpo médio (um pouco gordinho) e um jeito bem brincalhão. Apesar de, na sala, não ser um dos mais dedicados, parece, de fato, bem interessado pela minha matéria, o que não quer dizer que entenda tudo facilmente, mas já ajuda muito, ainda mais a honestidade dele quando não entende uma atividade, algo muito raro hoje em dia. Esse foi um dos motivos para começar a gostar dele.
Falando mais sobre o jeito dele, é o clássico aluno mediano: extrovertido, comunicativo, engraçadinho, mas também é educadinho e respeitoso. Alguns poderiam chamá-lo de “afeminado”, mas não seria exatamente isso. Ele é, realmente, bem solto, porém não se encaixa no estereótipo de "afeminado".
Eu comecei a dar aula para ele esse ano e nos demos muito bem. Sempre que termino a minha aula, deixo um tempo para os alunos descansarem, e ele sempre pega a cadeira dele e vem sentar do meu lado para falar comigo. Conversamos sobre tudo: futuro, vida pessoal, amizades, relações. Acabo sendo o psicólogo dele, e ele, de fato, parece confiar em mim. Talvez seja por eu ser, provavelmente, o único adulto com quem ele se sente confortável para falar sobre certos assuntos, já até tocamos em assuntos íntimos, como desejos amorosos e minhas experiências românticas — que, por algum motivo, ele tinha interesse em saber —, e ele não parece ter muita vergonha. Também parece gostar de contato físico, sempre me abraçando ou pegando no meu braço enquanto fala comigo, me excitando várias vezes, o que escondi, claro. Isso pode acontecer só por ele ser extrovertido mesmo, mas nunca o vi agindo assim com mais ninguém na escola, seja aluno ou professor.
Nos últimos tempos, tenho me pegado pensando muito nele. Sou solteiro desde que nasci e, depois que comecei a trabalhar, acabei deixando de ser tão ativo sexualmente quanto eu era no início dos 20 — atualmente, tenho 29. A minha relação com ele, não sei se é por carência, é a mais próxima que estou tendo de uma relação íntima, o que gosto muito, mas também é muito insuficiente para um homem adulto. Apesar de ter mais que o dobro da idade dele, estou obcecado. Já me imaginei transando com ele várias vezes, sendo a minha principal fantasia sexual.
Pode ser só ilusão, mas acho que ele também gosta de mim, o que não seria algo inimaginável. Tenho uma aparência consideravelmente boa. Sou branco, magro, com um pequeno excesso de gordura na barriga — mas com uma estrutura que faz com que essa gordura se apresente como curvas de que eu até gosto — e uma altura boa, uns 1,79. Em questão de estilo, pareço um nerd qualquer.
Acredito que nossa relação possa se aprofundar, coisa que desejo muito, mas precisaria me envolver mais com ele fora da escola, o que não seria difícil, mas talvez arriscado. Ele também nunca deixou muito clara a sexualidade dele, fato que me intriga bastante, pois posso acabar investindo em nada.

Se quiserem, posso escrever outro relato aprofundando mais sobre nossa relação ou contando situações especifícas que já passamos. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o que deveria fazer. Agradeço a ajuda.

Este é o meu primeiro relato nesta plataforma, então, não sei se conseguirei me expressar de uma boa maneira. Caso tenham críticas à escrita, peço que comentem para que eu possa melhorar. Obrigado.

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