#Gay #Incesto #Teen #Virgem

Primos: minha primeira vez

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LoucoIncestuoso

A minha história começa em Novo Hamburgo, cidade onde cresci ao lado da minha mãezinha. Novo Hamburgo é um município do Rio Grande do Sul, conhecido como a “Capital Nacional do Calçado”, devido a forte tradição industrial nesse setor. É uma cidade tranquila, com uma forte herança da imigração alemã.

Morávamos só eu e minha mãe. Só nós dois. Ela e meu pai se separaram quando eu ainda era bebê, então não tínhamos contato com ele. Minha mãe trabalhava de segunda a sábado como faxineira nas casas de família. Ela tinha uma clientela fixa que sempre a chamavam ou a indicavam para novos clientes. Por essa razão, não passei fome ou alguma necessidade, pois ela nunca deixou que isso acontecesse. Sempre vesti as melhores roupas, tive o melhor material escolar, participava dos passeios da escola, comia os melhores lanches. Por outro lado, minha mãe, com todo esse esforço, parecia definhar. Mesmo jovem, ela ficava cada vez mais exausta, cansada, deprimida, mas não se abalava, se mantinha firme para promover nosso sustento e pagar nossas contas.

O único momento em que minha mãe parecia descansar era quando visitávamos a tia Joana, em São Leopoldo. Uma vez por mês, tínhamos esse compromisso que fazia parte da nossa rotina e promovia para ela um momento para respirar. São Leopoldo é um município vizinho e levávamos aproximadamente uns 45 minutos de ônibus para chegar até a casa da tia Joana. Naquela época, eu ainda era uma criança, e não imaginava o quanto aqueles encontros fariam parte das minhas lembranças. A casa da tia ficava em um pátio onde também havia outras duas casas, onde moravam os filhos dela, meus primos de segundo grau e parentes da minha mãe: primo Marcelo e prima Elisangela.

Tia Joana tinha uma aparência que, para mim, denunciava suas origens alemãs. A pele clara, os traços firmes e o jeito como carregava os anos no rosto faziam dela uma figura fácil de reconhecer. Já a prima Elisangela havia herdado muito da aparência da mãe. A pele clara e os traços familiares faziam com que a semelhança entre as duas fosse evidente. Era como se algumas das características de tia Joana tivessem atravessado uma geração e reaparecido na filha. O primo Marcelo também puxou à mãe. Tinha pele clara e os traços do rosto também lembravam a mesma origem familiar, mas ele tinha uma diferença que o destacava: os cabelos pretos, herança do lado do tio Luiz, que já havia falecido.

A prima Elisangela tinha três filhos, enquanto o primo Marcelo, quatro. Os filhos deles também carregavam aquelas características familiares. Eram todos de pele branca , com diferenças sutis de um para o outro, mas pertenciam visualmente à mesma família. Quando estavam reunidos no pátio, era possível perceber as semelhanças que atravessavam as gerações.

Eu, por outro lado, tinha uma aparência bem diferente da deles. Minha mãe também era branca, de pele clara, mas eu tinha uma tonalidade mais morena, um branco dourado, longe daquela palidez que eu associava a alguns dos meus parentes. A minha pele tinha mais cor, como se eu tivesse pegado um pouco mais de sol. No meio de tantas crianças de pele clara, essa era uma das pequenas diferenças que me distinguiam.

Mas, isso não importava. Para mim, aquele pátio era muito mais do que um lugar de visitas familiares. Era um espaço de brincadeiras, descobertas e convivência, onde passei boa parte da minha infância. Todo mês, quando íamos para lá, eu reencontrava aqueles primos e, entre tantas brincadeiras, fui criando laços mais fortes com os dois filhos mais velhos de cada um dos primos da minha mãe.

E foi em uma dessas nossas visitas à casa de tia Joana que aconteceu o que vou relatar aqui. Na época, eu estava com dezesseis anos, minha mãe e eu chegamos pela manhã em São Leopoldo. Tia Joana, como sempre, nos recebeu de forma carinhosa e acalorada. Sorriso no rosto e o pano de prato sobre o ombro. A prima Elisângela veio logo em seguida nos abraçar e nos dar um beijo. Enquanto me abraçava, me avisou:

— Gabriel, os meninos estão lá em casa. O Rafa ganhou um computador, então estão todos jogando lá no quarto dele. Vai lá jogar um pouco.

Agradeci a prima Elisangela e segui em direção à casa dela que ficava nos fundos do pátio. Já conhecia muito bem aquele caminho. Enquanto caminhava, ouvi minha mãe perguntar do primo Marcelo e a resposta da tia Joana de que ele estava trabalhando e chegaria mais tarde.

Quando cheguei ao quarto do Rafa, ele estava sentado em frente ao computador. Algumas crianças estavam ao redor dele encantadas com o jogo de corrida, enquanto outros estavam sentados na cama dele aguardando sua vez de jogar. Os mais velhos ali eram eu, com dezesseis, o Rafa, filho da prima Elisangela, com dezessete, e o Antony, filho do primo Marcelo, com dezenove. O restante eram os irmãos mais novos dos dois e alguns vizinhos que sempre brincavam com eles.

Passamos boa parte da manhã e o início da tarde ali. Como nem todo mundo conseguia jogar ao mesmo tempo, ficávamos nos revezando, esperando nossa vez e dando palpite na partida dos outros. Depois de um tempo, resolvemos sair um pouco e fomos jogar taco na frente de casa. A brincadeira rendeu boas risadas e brigas também, mas ficamos ali até o meio da tarde.

Naquele dia, minha mãe tinha sido convidada para jantar com eles, então não precisávamos nos preocupar em ir embora cedo. Por volta das cinco horas, o pessoal começou a entrar em casa. Os irmãos do Rafa e do Antony foram tomar banho, enquanto eu, Rafa e Antony voltamos para o quarto e nos sentamos em frente ao computador. Com menos gente por perto, ficou mais tranquilo jogar, e continuamos ali, conversando e nos divertindo enquanto a noite se aproximava.

Os irmãos mais novos deles, naquela hora, já estavam com os adultos na casa da tia Joana, que ficava logo à frente. Podíamos ouvir as conversas e as risadas vindas da casa. Já eu e os meninos estávamos sozinhos no quarto do Rafa. Passamos um bom tempo ali, distraídos com os jogos, entre provocações, risadas e pequenas competições. Por algumas horas, parecia que nada existia além daquela tela e das provações e conversas de sempre.

Mas então, em um determinado momento, Antony resolveu mudar o rumo da conversa. Como ele era o mais velho entre nós três, obviamente o assunto não ficaria apenas nos jogos, não é mesmo?

— Rapaz, vocês só sabem falar de jogo? — ele perguntou, com aquele sorrisinho de quem estava prestes a aprontar alguma coisa. — O que acham de falarmos sobre outra coisa, hein?
Rafa soltou uma risada, sem tirar os olhos do monitor.

— E vamos falar de quê agora?

Antony fez uma pausa, como se estivesse escolhendo as palavras, mas o sorriso entregava suas intenções.

— Ah, vocês sabem muito bem…

Foi o suficiente para despertar a curiosidade de todos. Bastou ele mencionar garotas para que o jogo, antes o centro das nossas atenções, começasse a ficar em segundo plano. A conversa foi mudando aos poucos, passando por paqueras, interesses e aquelas histórias que cada um dos dois contava tentando parecer mais experiente do que realmente era. Eu, por outro lado, permanecia em silêncio. Nunca tinha ficado com uma garota antes. Rafa e Antony, por outro lado, já tinham vivido suas aventuras, sendo a maioria na escola.

Entre comentários, risadas contidas e provocações, o assunto foi tomando um rumo mais íntimo. Ninguém falava abertamente demais, mas também não era preciso. Havia uma curiosidade compartilhada, uma vontade de descobrir o que os outros pensavam e, principalmente, de não parecer o mais inocente do grupo.

Eu acompanhava tudo apenas ouvindo. Já o Antony parecia cada vez mais à vontade no papel de quem conduzia a conversa. O quarto dos fundos, que até pouco tempo estava tomado pelos sons do jogo, agora era preenchido por confidências, brincadeiras e aquele tipo de assunto que os meninos dificilmente teriam coragem de levantar diante dos adultos: garotas e sexo.

Eu estava gostando de ouvir as confissões de cada uma, mas então, o Antony decidiu dirigir uma pergunta a mim:

— E tu, Gabi? Tá tão quieto aí. Já pegou quantas na escola?

Fiquei sem palavras. Na hora, eu não soube como reagir. Não sabia nem o que responder. Se eu mentisse, com certeza, eles iam perceber na hora. Mas já era tarde demais. Eles já tinham notado. Senti um calor subir pelo meu rosto.

— Ih, alá! Ficou vermelhinho — Rafa riu. Dei um sorriso meio torto, constrangido com a pergunta e com a possibilidade deles ficarem me caçoando. — Fica vermelho, não, Gabi. Aqui fica só entre os primos. Conta para a gente.

— Ah… Aãnn… — Eu não conseguia responder. — É que eu… Eu nunca…

—Pera, sério? Você nunca beijou? — Antony perguntou. — Nenhum beijinho? Nenhuma mão boba?

Neguei com a cabeça, enquanto dava aquele sorriso de canto. Eu estava sem jeito com aquelas perguntas.

— Mas, tu já curtiu as meninas da escola, né? — Rafa me encarou enquanto perguntava. — Olhou as gostosas?

Afirmei com um aceno de cabeça, mas a verdade é que eu nunca tinha sequer reparado nas meninas da escola. Quando eu estava lá, minha concentração ficava nos estudos, por isso nunca parei para observar qual das meninas era gostosa ou não e qual dela eu queria beijar.

— Ainda bem. Só que me falta, tu dizer que é puto.

Antony riu.

— Vai ter que mudar isso, Gabi. Tá na hora de passar a pika nas rachinhas, cara.

Sorri.

Aquela conversa sobre garotas e sexo acabou mexendo comigo. Senti meu pau endurecer. Como eu estava sentado na cama, para que eles não notassem a ereção, juntei as pernas e coloquei um travesseiro sob o colo. Tentei ser discreto, mas não tive muito sucesso. Antony acabou percebendo o movimento.

— Ihh, olha só. Tá escondendo a pica dura, é?

Nessa hora, o Rafa parou de jogar e se virou para me encarar.

— Tô nada, mano. Sai fora. — Respondi. Rindo. Não fui muito convincente.

— Ué, se não tá, tira o travesseiro aí. Mostra para gente. — Rafa pediu.

— Não vou fazer isso, mano. Vamos voltar para o jogo. — Eu estava sem jeito. Não ia conseguir mentir. Nunca fui um bom mentiroso. A verdade era que meu pau estava muito duro.

Eu não era muito dotado. Uma vez, medindo com uma régua, vi que já tinha uns 16 cm de pica. Os meus pelinhos ainda estavam nascendo e eram praticamente escassos e finos.

Enquanto pegava meu celular para me distrair, o Antony arrancou o travesseiro do meu colo de repente. Automaticamente coloquei as mãos para tentar cobrir o meu pau. Tarde demais. Eles viram meu pau marcando na calça.

— Ele tá duro, Rafa. Falar sobre as rachinhas deixou ele duro. — Antony estava de pé, com um sorriso na cara. Rafa ainda estava sentado na cadeira, virado de frente para mim, também rindo do meu constrangimento.

— Poxa, cara. Por que você fez isso. — Eu estava vermelho de vergonha.

— Só podia ser virgem.

Antony, ainda em pé, ria de mim. Mas, enquanto ela me provocava, percebi que ele ficava toda hora mexendo no pau sob a bermuda.

— Relaxa aí, Gabi. Eu também fico duro quando falo sobre sexo. — Rafa deu uma olhada para o Antony. — Mas, tu já bateu uma pelo menos, né?

— Claro que Já. — Respondi. — Não cresci num convento, cara.

— Daora — Antony deu mais uma apertada no pau sob a calça. — Então, tão afim de bater uma? Entre primos? No sigilo?

Eu e o Rafa olhamos para ele ao mesmo tempo.

— Ué. Não me olhem assim. Fiquei de pau duro também. Olha só… — Ele apertou o pau sob a calça e dessa vez consegui ver a extensão do membro. Era grande. Maior que o meu. — E aí, vai ser só entre nós. Bora?

Rafa me olhou. Eu não sabia o que falar. Seria bem estranho fazer aquilo na frente deles.

— Fecha a porta ali. — Rafa se levantou da cadeira e veio em direção a cama. Antony foi até a porta e trancou com a chave.

Enquanto Rafa vinha sentar do meu lado esquerdo na cama, vi ele baixar a bermuda e a cueca. Eu ainda estava cobrindo minha ereção com as mãos, então evitei olhar para ele. Mas pelos movimentos que ele fazia com o braço, vi que ele já estava com o pau na mão.

Antony passou na minha frente, abaixou a bermuda e a cueca também. Sentou do meu outro lado. Eu estava no meio dos meus dois primos, que estavam com suas cuecas e bermudas abaixadas até os joelhos e se punhetando do meu lado.
Eu não conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo.

— Vai logo, Gabi. Tira para fora, aí — Rafa me olhou com um sorriso. — A gente sabe que tu quer.

— É, cara. Fica com vergonha não. — Antony soltou um suspirou pesado.

Tentei resistir por um tempo. Alguém poderia chegar a qualquer momento e sermos pegos fazendo aquilo. Mas o tesão falou mais alto. O suspirar dos meninos estava me dando ainda mais tesão. Abri o botão da minha calça e baixei a cueca. Meu pau saltou para fora instantaneamente.
Comecei a me masturbar bem devagar. Minha mão estava molhada de suor, o que deixou a punheta mais prazerosa. Fechei os olhos, me concentrando no que estava fazendo, me concentrando no meu pau. Ouvi o momento em que o Rafa cuspiu na mão dele, o momento que o Antony soltou um suspiro ainda mais pesado. Com meus olhos fechados me concentrei em massagear só a cabeça do meu pau. Fui tentando fazer movimentos circulares. Mas, ouvir os suspiros e os gemidos dos meus primos do meu lado não estava me ajudando nenhum um pouco. Eu não queria olhar para o pau deles.

Não consegui resistir.

Os dois tinham paus bem diferentes. Rafa era mais novo, o pica fazia jus a idade dele. Devia ter uns 17cm, branca, com uma veinha azuis saltadas, os pelos novinhos loirinhos eram quase invisíveis. Ele tinha uma cabeça rosa, grande e um saco pequeno, mas farto. Já o Antony, ele era bem mais crescido que a gente. O pau dele era grande e peludo. Os pelos pretos cobriam toda a base do pau, as bolas e desciam para as pernas dele. Ele tinha um saco grande e pesado que ficava pendurado. A pica dele devia ter mais de 19 cm, reta, cabeçuda, um monumento. O cheiro de homem pairava no quarto.

Os dois se masturbavam de olhos fechados. Gemiam. Suspiravam. Aquilo me deixava com mais tesão. Ficamos assim por alguns minutos. Se masturbando. Cada qual com seu pau. Voltei a fechar meus olhos. Tentei tirar a imagem do pau deles da minha cabeça, mas não consegui. Ver aqueles dois cacetes me deixou tão inebriado que comecei a levantar meu quadril em um vai e vem, como se estivesse fodendo a minha mão. Então, em um momento de extremo prazer, soltei um gemido forte e abri os olhos. Os dois estavam me encarando.

— Eita… Calma aí, garotão. Vai fazer o pessoal lá da frente ouvir. — Antony falou. Rafa soltou uma risada.

Eles me encaravam de uma forma diferente. Percebi que eles observavam o que eu estava fazendo, o que me deixou mais excitado. Antony me olhou bem nos olhos e deu uma mordida no lábio inferior. Gemi mais uma vez, mas olhando para ele. E então, fui pego de surpresa…

Rafa pegou a minha mão que estava livre e levou até o pau dele. Eu tirei na hora. Assustado. Ele puxou ela de volta, tentei me soltar.

— O que tu tá fazendo?

— Bate para mim, Gabizinho. Faz isso que você está fazendo bem aqui, faz? — Ele levou minha mão de novo até a pica. Quando minha mão encostou no pau dele, ele suspirou e fechou os olhos. — Só um pouquinho, por favor.

A forma como ele me pediu, misturado com tesão, me deixou maluco. O meu lado consciente queria sair dali com medo de ser pego, mas o lado safado, esse me dominou completamente.
Me ajeitei na cama, a mão dele soltou a minha, mas a minha não soltou do pau dele. Continuei deslizando, levemente, para cima e para baixo. Rafa me encarou enquanto eu fazia isso. Meus olhos nos olhos dele. Ele colocou as duas mãos atrás da cabeça, se escorou na parede e assistiu eu punhetar ele.

— Que mãozinha macia, primo… Ah…

Antony assistia toda aquela cena. Quando me virei para olhá-lo, ele já estava encostado na parede balançando o pau, como um sinal para eu fizesse o mesmo. Assim que peguei a pau dele também, senti a quentura de um membro duro. Os dois estavam encostados na parede. Eles então tiraram a bermuda e a cueca que vestiam e abriram bem as pernas para que eu pudesse punhetar cada um. Eu não conseguia parar. Ver eles suspirando, fechando os olhos enquanto eu fazia movimentos circulares com a minha mão na cabeça do pau deles, enquanto eu fazia o vai e vem. Aquela visão me desinibiu completamente. Eles me olhavam com cara de safados. Com tesão. Com desejo.

— Vai, foda-se — Antony disse. — Vem mamar.

Ele agarrou meu pescoço e me levou até o pau dele. Tentei resistir, mas quando senti o cheiro de suor, de urina, de homem daquele cacete, fiquei embriagado.

— Abre a boca. — Ordenou.

Abri.

Era salgado. Tinha um gosto estranho. Demorei um pouquinho para me acostumar, mas foi excitante demais. Era a primeira vez que eu sentia um pau na minha boca.
Nos primeiros minutos ele guiou minha cabeça, comandando cada um dos meus movimentos, depois, eu já estava sozinho. Trabalhando sozinho. Larguei a pika do Rafa e segurei a dele pela base. Ele abriu mais as pernas. Fiquei de joelhos sob a cama. Minha bunda a mostra e empinada. Mamei.
Comecei chupando só a cabecinha, passando a língua sob ela. Sempre movimentos circulares. Chupando como pirulito. Lambendo como um picolé. Antony gemia baixinho. As mãos atrás da cabeça, ele assistia cada um dos meus movimentos.

— Isso… Assim, Gabi. Chupa a minha pica. Assim, ai… Bem aí… Ah, porra — Era minha primeira vez, mas acho que eu estava me saindo muito bem. — Olha para mim…

Olhei.

Ele estava com a cara de tesão, ofegante, a boca entreaberta. Suspirando. Senti ele tirar algumas mechas do meu cabelo para o lado. Virei uma puta.

Aquela cena me fez começar a engolir aquela pica com vontade. Comecei devagarinho. Mas fui engolindo toda aquela extensão. Eu me sentia um profissional. Fui descendo, descendo, descendo. Então engasguei. Meu ar faltou quando senti a cabeça do pau dele invadir a minha garganta. Antony segurou minha cabeça por uns segundos, enquanto eu tentava me desvencilhar em busca de ar. Quando ele soltou, levantei minha cabeça depressa.

O ar voltou para os meus pulmões. Mas meus olhos lacrimejavam. Meu rosto estava vermelho e minha boca estava toda babada.

— Caralho… Porra, Gabi… Faz de novo, faz.

E eu fiz. De novo e de novo.

Eu estava tão preso naquele cacete que esqueci completamente que o Rafa também estava do nosso lado. Ele assistia tudo com desejo. Quando olhei para ele, ele sorriu para mim. Estava completamente pelado. A baba escorria pelo canto da minha boca. O pau do Antony estava bastante molhado. Retribui o sorriso. O Antony então agarrou meu cabelo e me levou de volta para mamar.

Voltar para aquela pica, foi como voltar para casa. Eu já estava familiarizado. Mas, ainda assim, não estava preparado para o que ia acontecer.
Enquanto eu chupava e brincava com o pau do Antony, não percebi que o Rafa tinha se levantado. Só percebi quando senti a mão dele na minha bunda. Gelei. Eu parei e olhei para ele. Mas o Antony me puxou de volta.

— Shiu… Deixa ele brincar um pouquinho. — Você está fazendo um ótimo trabalho.

— Eu… não. Eu nunca dei.

Então senti o Rafa abrir a minha bunda e passar um dedo no meu cu. Aquilo despertou uma corrente elétrica no meu corpo. Antony me fez chupar ele de novo, mas minha cabeça já estava presa no que o Rafa pensava em fazer com a minha bunda. Então, senti algo molhado escorrer pelo meio das minhas nádegas. Era gelado. Depois senti um dedo deslizar pela minha entrada, e então senti ele passar a cabeça do pau no meu cu. Uma. Duas. Três vezes de cima para baixo. Tentou penetrar. Aquilo estava indo longe demais. Me levantei.

— Parou… Eu não vou dar, Rafa

Tentei me desvencilhar e sair da cama. Mas o Antony me segurou e me trouxe de volta.

— Calma aí, Gabi. Deixa ele brincar um pouquinho. Você já mamou, o que é dar o cuzinho? Você vai gostar.

— Não. Isso vai doer. Eu nunca dei o cu, cara.

— Vai dar agora e eu prometo que vou ser bem cuidadoso com ele. — Disse o Rafa rindo. — Deixa de frescura. A gente sabe que tu quer.

— Não acho uma boa ideia, cara. Alguém vai pegar a gente… E isso…

— Ah, mama ele aí e relaxa.

Rafa me empurrou na direção do pau do Antony. Virou meu cu para ele, empinou minha bunda e cuspiu. Senti aquele líquido gelado deslizar. Eu punhetava o Antony, enquanto o Rafa molhava meu cu. Senti o dedo deles passear pela minha entrada. A sensação era tão gostosa. Arrepios corriam por todo meu corpo. Então o Rafa posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cu. Meu coração bateu acelerado. Ele foi colocando pressão. No início, fui me acostumando com aquela sensação, mas então comecei a sem invadido mais e mais. O pau do Rafa foi entrando, devagar, mas ao mesmo tempo me rasgando. Ele não era dotado, mas era grosso. E porra, aquilo estava me abrindo.

— Tira Rafa… Tá doendo, cara.

— Só mais um pouquinho. Porra… — Ele ia pressionando a entrada cada vez mais. — Falta um pouquinho.

Rafa ia me metendo, bem devagar. Meu cu estava doendo. Ardia. Fechei os olhos. Senti o polegar do Antony passar pela minha bochecha. Ouvi ele rir.

— Você aguenta

Então, senti o exato momento em que a coxa do Rafa encostou na minha bunda. Ele estava todo dentro de mim. A dor estava insuportável naquele momento. Meu cu doía demais.

— Porra, Rafa… Tá doendo — Eu queria chorar, mas não podia mostrar essa vulnerabilidade para eles.

— Vai passar. — Ele ficou uns dois minutinhos parados. Então tirou e colocou. Tirou e colocou. Tirou…

Caramba. Aquilo doía demais . Meu cu ardia. Eu queria sair dali.

— Sangrou? — Antony perguntou. Eu encostei minha cabeça na perna dele. Minha mão ainda segurando a pau dele.

— Um poquinho. — Rafa começou a acelerar os movimentos. Um pouco mais rápido. Fui me acostumando. Ainda ardia, mas… mas… De repente, ficou tão gostoso.

Uns dez minutos depois. Eu tava com o pau do Antony de novo na boca. Babando tudo. O Rafa estava com a perna direita apoiada em cima da cama, macetando meu cu. Ele não parava. Metia e tirava a pica. Um vai e vem frenético. Ele estava me fodendo e eu só queria que ele continuasse. Caralho. Aquilo estava tão gostoso.

— Ai, caralho… Que cu gostoso…

— Ai, Rafa… Ai — Eu não conseguia não gemer. Antony tapou minha boca.

— Xiu!

O cheiro de suor ocupava todo o quarto. Eu estava vermelho. Suando. O som era o bate e bate das pernas do Rafa na minha bunda. Ele segurava o meu quadril e ia fodendo o meu rabo com mais vontade. Meu pau estava duro demais. Comecei a me punhetar. Então Rafa começou a gemer e acelerou. Precisei parar de chupar o Antony e encontrei minha cabeça na cama para gemer. Apertei os cobertores com força.

— Ainn…. Ainn — Os gemidos saiam abafados.
Senti que eu ia gozar a qualquer momento. E então acabei gozando sobre os cobertores da cama do Rafa. Mas, aquilo deixou o Rafa ainda mais maluco

—- CARALHO

Ele falou alto, pois quando gozei senti meu cu apertar ainda mais a pica dele. Voltei a mamar o Antony. Dessa vez com mais velocidade. Chupei. Lambi. Chupei. Engasguei. Aquela altura já não ligava para mais nada, só queria ver ele gozar. Queria ser a puta deles. Eu estava sendo a puta deles. Então o Antony segurou minha cabeça e fodeu minha boca. Gozou.

— Caralho… Caralho… Toma puto, toma meu leite. Bebe tudo. Porra…

Ele gozou jatos de porra na minha garganta. Comecei a tossir, pois não consegui engolir tudo. Um pouco vazou pela minha boca. Nessa hora, o Rafa acelerou ainda mais o vai e vem no meu rabo. Vez ou outra ele me segurava e dava metidas mais fortes. Como se quisesse me carimbar meu cu. Aquilo estava me destruindo. Ele acelerou. Só conseguia ouvir ele gemer e o som dele me fodendo. Notei quando a respiração dele ficou mais forte, mais rápida. Ele aumentou a velocidade e… Gozou.

Infelizmente não sei como descrever a sensação de sentir um pau gozar dentro do seu cu. Mas, foi como em câmera lenta. Eu consegui sentir cada momento que o pau dele pulsava dentro de mim e cada jato de gozo que me invadiu. Senti cada um daqueles jatos de porra quente. Não foi um ou dois, mas vários. Ele meteu mais algumas vezes e tirou o pau. Estava melado e um pouco sujo, manchado de sangue. Eles tinham tirado a minha virgindade.

Um vazio. Foi assim que me senti quando ele tirou a pica de mim. Senti o gozo escorrer pelo meu cu e o ardor ainda estava lá.

— Porra… Que delícia, cara — Rafa sentou na cadeira. Exausto. Cedi sobre a cama. Antony riu. Eu estava suspirando. Lágrimas nos olhos. Meu cu estava melado. Meu pau estava melado. Ficamos ali por pelo menos uns três minutos se recuperando.

— Preciso tomar um banho. — Rafa foi ao guarda-roupa e pegou algumas peças de roupa. Vestiu a roupa que estava antes e foi tomar um banho.

Antony e eu ficamos no quarto. Eu tentava me recompor. Os olhos fechados. Sentia meu cu latejar. Ardia. Minha boca estava dolorida. Minhas pernas estavam doloridas. O cheiro de porra estava no quarto e em mim. Senti a cama mexer. Quando abri os olhos, o Antony ainda estava pelado, mas em pé. O pau mole e todo babado balançava. Tinha um pouco de porra na ponta. Ele me olhava. Parecia me admirar.

Me levantei. Senti uma dor quando sentei, mas tentei não transparecer. Fui procurar minha cueca. Eu estava de costa. Quando senti ele se aproximar. Ele ficou atrás de mim. Me abraçou. Senti ele beijar meu pescoço. Me virei para ficar de frente para ele.

E então me beijou.

Não foi um selinho. Foi um beijo. Um beijo de língua. A língua dele me invadiu com força total, sem pedir licença. Eu estava entregue. Me sentia uma fêmea no cio. Me apoiei no pescoço dele, pois ele era mais alto. Senti a mão dele segurar minha bunda. Ele me apertava e me puxava para mais perto dele. Enquanto me beijava, ele mordiscou meus lábios.

E então ele me soltou. Novamente, senti aquele vazio.

— Agora, você pode dizer que já beijou. — Ele riu, se vestiu e foi para casa dele.

Fiquei sozinho no quarto do Rafa até ele voltar do banho. Enquanto esperava fiquei pensando no que acabara de acontecer. Aquilo foi uma loucura, mas uma loucura muito gostosa. Depois que o Rafa voltou, não tocamos no assunto. Voltamos a jogar como se nada tivesse acontecido.
Então um dos irmão dele nos chamou para jantar. Quando eu estava saindo do quarto. Rafa me pegou pela mão.

— Passa isso aqui. Você está com cheiro de porra. — Ele me entregou um perfume. Passei um pouquinho.

— Melhorou?

Ele deu uma fungada no meu pescoço que me arrepiou todo.

— Bem melhor. Vamos.

Quando chegamos para jantar, Antony já estava de banho tomado e sentado à mesa. Rafa sentou do lado dele. A única cadeira disponível ficava na frente dos dois. Quando me sentei, senti uma dor no cu que me fez soltar um gemido de desconforto. Antony e Rafa riram na hora.

— O que foi, filho? — Minha mãe perguntou.

— Nada não, mãe.

— Tomaram banho de perfume, é? — O primo Marcelo perguntou. Nós três rimos

Jantamos em silêncio. Os adultos conversam entre si. Antony e Rafa vez ou outra se olhavam e olhavam para mim. Várias vezes, durante o jantar, senti os dois passarem o pé na minha perna por baixo da mesa.

Depois fomos embora e cheguei em casa. Vi que tinha um grupo de whatsapp criado. O nome: “Diversão com o Priminho”. Os membros eram eu, Antony e o Rafa. Quando abri tinha uma mensagem do Antony.

— Na próxima, o cuzinho é meu.

Comentários (3)

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  • 𝙇𝙖𝙜𝙖𝙧𝙩𝙞𝙭𝙖: 𝙂𝙤𝙯𝙚𝙞

    Responder↴ • uid:3vi2jybxzrb
  • Promiscua_gaucha: História linda da iniciação ❤️ Apesar do frio, nós sulistas somos muito afetuosas d fato 😉 talvez por isso o sexo incestuoso seja tão comum por aqui.

    Responder↴ • uid:1crhbvyib8lu
    • Cara Normal: Você acredita que já saí de Brasília pra comer uma gaúcha? Ela era linda, mas não era assim tão safada. Acho que a safadeza é primordial pra vida. Eu alisava e sarava umas duas primas, mas nunca as comi.

      • uid:grkjt6trq