#Bissexual #Gay #Teen

A primeira rila a gente nunca esquece (final)

1.3k palavras | 0 | 4.40 | 👁️
Cara Normal

Finalmente eu dei meu rabo para o Carlinhos

Se você chegou até aqui já sabe como começou a minha história e eu agradeço. Quero mesmo que você saiba que o que eu escrevo é real e é a primeira vez que falo sobre este assunto assim. Uma delícia me lembrar destas coisas e só aumento meu desejo em repetir a dose.
Carlinhos tinha viajadocom a família para a parada e passado uns 15 dias por lá, foi uma eternidade. Eu sentia falta do cuzinho dele e também daquela rola juvenil. Muita vontade de entrar nele outra vez e de mamar aquele pau. Finalmente ele chegou e estava um espetáculo. Bronzeado do sol e aqueles olhinhos apertados estavam lindos. Logos demos um jeito e ficamos sozinhos e minha casa, de imediato eu baixei o short e voltei a marquinha da sunga, o pintinho dele foi saltando pois a sabia que ia ser chapado e gente como eu chuteicom gosto, teve hora que quase arranquei a cabeça daquela rola. Eu tirava da boca e olhava pra ela, vermelha, latejando... enquanto isso eu pegava no saquinho dele e alisava delicadamente pra não machucar e aí apertei a bundinha dele, com o desejo de que abocanhar ainda mais seu pau. Direi da boca depois de um bom tempo e virei ele, dando uns tapinhas, o deitei no chão da sala de bruços e arregacei a bundinha carnuda. Meu pau tava tão duro que nem precisei direcionar ao buraco do prazer. Minha cabeça foi forçando entrada e ele tentou fugir debaixo de mim, mas eu era maior e mais forte e contiver segurando ele e empurrando. Entrou tudo! Aí o instinto falou e comecei a bombar e ele pedia pra parar, mas eu comecei a morder a nuca dele e falava como ele tava bonito. Ele foi relaxando, mas o cuzinho apertado estrangulava minha rola. Eu lhe perguntei: "Você deu pra algum primo? E ele respondeu que não, só tinha dado pra mim. "Porque você não aproveitou? Seria ótimo!" Aí ele ficou calado e repetiu "Só pra você" eu não aguentei e o ritmo das bombadas acelerou e meu corpo foi ficando estranho, eu me contorcia quase que convulsionando e senti que algo novo tinha acontecido eu goleiro na bunda dele! Fiquei tremendo um tanto e ele ficou quase chorando. Não i que no meu delírio eu soquei sem dó e piedade e quando tirei meu pau do cu dele, estava um pouquinho manchado de sangue além daquele líquido que eu nuca tinha jogado pra fora do meu corpo. Era espesso, mas volumoso.
Depois disso ficamos uns dias sem nos falar, mas uma fome havia tomado conta de mim.Eu queria mais e não importava como, tinha de ficar com ele outra vez.
Uma noite a molecada foi brincar de esconder e lógico que dei um jeito de me esconder com ele. Ficamos escondidos juntos e minha rola já estava pronta, tirei pra fora e mostrei pra ele, mas ele disse que não queria mais brincar e apertou meu pau com muita força e disse pra parar, eu insisti e disse que ia chupar ele muito tempo, ele insistiu no não. A gente estava deitado numa espécie de vala e me virei pra ele dizendo que eu daria desta vez. E ele disse não e socou uma dedada com raiva por cima do meu shor e saiu correndo dali. Aquela força, apertando minha rola e naquela dedada, não me fez desistir, pelo contrário, me deixaram mais determinado.
A brincadeira acabou e ele entrou na casa dele, eu fui atrás e perguntei se ele tava dando pra outro e ele disse que não. Eu falei: Bora brincar mais, eu deixo você me comer também. Ainda sim era não. O meu tesão era tão grande que eu só abaixei meu short e me apoiei num móvel que tinha na copa e disse pra ele me comer e não precisava me dar, ele me mandou ir embora, mas ao invés de sair eu afastei minhas nádegas com as mãos e deixei mei peito apoiado no móvel, flexione meus joelhos para ficar mais baixo e disse:Vem. Demorou um pouco, mas comecei a sentir uma coisa encontrando a porta do meu cúmplice, tava quente, mas era uma sensação gostosa e eu arregacei mesmo com vontade e fui sentindo ele me penetrando. Minha coluna arrepiou e eu me arrebitei mais e queria rasgar meu rabo pra ele entrar o mais fundo possível, como aquilo era maravilhoso! Senti que ele entrou inteiro e ficou quieto. O pau dele pulsava e conforme pulsava meu cú também piscava apertando meu primeiro macho, comecei um rebolado lento e as mãos dele seguravam minhas ancas e eu queria mais rola, lembrei como tinha sido bom gozar nele e comecei a fazer o movimento de vai e vem, não senti dor nenhuma, só um prazer sem fim. Minhas rola tava dura feito rocha e queria que ele a sentisse, puxei-lhe uma mão, mas ele recolheu. Tudo bem, eu só queria que ele sentisse o gozo que eu senti, e rebolei e soquei mais, logo pedia pra ele: Me come Carlinhos, me come! Esse movimento frenético fez me coração acelerar (aliás como está agora) e logo eu não precisava mais empurrar meu corpo contra o dele, ele havia assumido a posição de macho e até bateu na minha nuca enquanto bomba a sem dó... que loucura eu queria estar fora do meu corpo pra assistir aquilo, deveria estar lindo! Ele começou a ficar mais ofegante e não durou muito eu senti meu rabinho todo melado e quente, ele não parava de socar e continuou se contorcendo e me comendo, gozou de novo e eu sem me tocar acabei gozando! Que loucura aquilo, eu não me toquei e nem ele segurou minha rola, mas eu gozei, cada jato eu apertava o cú e e ele gemia. Tinha sido comido com gosto e satisfeito meu machinho. Eu estava me sentindo feliz e também satisteito. Queria ficar ali, empinado com ele dentro de mim, mas sua rola estava amolecendo e saia do meu cú, além disso eu comecei a sentir meu rabo transbordante de porta, e aquela gosma escorria de dentro de mim pelas coxas. Mesmo assim queria mais e mais. Levantei meus short, a cueca e fui feliz pra casa me lavar, debaixo do chuveiro eu passei a mão pra sentir meu cú latejando e apanhei um pouco da porra que estava ainda úmida nas minha coxas, senti o cheiro forte e levei à boca... que coisa deliciosa! Já sabia que da próxima vez eu ia querer que ele me desse aquele néctar direto da fonte na minha boquinha.
E assim foi, passei a mamar até o leite quente jorrar e cada vez eu melhorava e ele jorrava rápido, na boca no rosto e lógico passei a dar mais pro Carlinhos até o ponto de só querer dar... e como dei.
Nessa brincadeira a turma já estava cada um com seu amigo mais próximo e as vezes todo mundo junto "brincando"
Mas daí teve um outro momento... O Luiz, um negro... bom mas só vou contar esse se houver interesse de vocês.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos