#Teen #Virgem

a construção

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cobra

no inicio a gente só passava ali em frente aquela contrução , sempre achava estranho ter só um homem ali trabalhando , começou devagar , colocando tijolo por tijolo , a gente passava em frente quando ia e quando vinha da escola , engraçado era que ele sempre parava oque estava fazendo para ficar olhando a gente passar , eu e a julia nos divertia teimando - ele olha para você - para mim não é para você , - claro que é para você afinal sua bunda é maior que a minha , - pode ate ser mas você rebola mais andando , o sorriso era farto ali , nada era sério , tudo era motivo de riso , as vezes os risos eram para chamar atenção , era de deboche , era por se sentir excitada , e sorria por qualquer coisa , sempre juntas eu e a julia a gente vivia e se divertia em qualquer momento .
acostumada a passar ali e aquele homem sempre parava oque fazia para apreciar a nossa passagem , ficava ali olhando , seus olhos vidrados na gente até alcançar uma distancia , depois voltava a fazer oque fazia antes , mas a nossa passagem ali era sempre um acontecimento .
logo começou as falas , começou de forma simples – era bom dia princesas , - bom dia as duas flor , bom dia aos botões de rosas , a gente sorria , e as vezes dava tchauzinho com as mãos , rindo de cabeça baixa .
as transformações vieram sem ser percebidas , começamos a mudar o penteado , a altura da saia do uniforme subiu , ao menos eu ja a julia não posso afirmar mas antes de sair de casa me olhava no espelho , sempre que sabia que ia passar por ali , olhava , reolhava , será que esta bom assim ? o inconciente vai tomando as descisões e as transformações vai acontecendo , .
antes me achava sem graça , agora me achava estar bem , o engraçado de tudo é que as opiniões dos meninos na escola não fazia diferença , era tratada com chacota mas ali sem opinião nenhuma , só pequenas frases ja tinha causado o suficiente para que mudasse o comportamento sem ser percebido .
aquelas frases sem maior teor de impacto emocional , foi mudado por elogio mais forte , - bom dia princesa de cabelo de franja , bom dia olhos cor de mel , boa tarde a mais linda e a outra também , a gente continuava sorrindo , abaixando a cabeça , respondendo as vezes , as vezes só o sorriso , mais uma coisa era certa , o meu coração disparava , quando saia de casa sabendo que ia passar la em frente ja sabia que ia ouvir um gracejo , então o coração ja ia esperando , ja ia acelerando e quando o gracejo vinha o coração acelerava de vez .
isso foi seguindo , os gracejos foram aumentando até um começo de semana que a julia contraiu cachumba e eu ia sozinha para escola , e por azar ou sorte na passagem la em frente , ele olhou mas não falou nada , só ficou olhando eu passar andando rapido , eu que acenei com a mão como dizendo oi mas sem falar nada , isso me desarmou , fui pega de surpresa , na volta quando sai da escola o tempo estava escuro , ventava muito avisando que ia cair um temporal e sai andando rapido para chegar em casa antes da chuva , uns cem metros antes de chegar na construção começou cair uns pingos enorme de chuva e aumentou , eu fui chegando perto e la em frente ja chovia grosso quando ele chamou – entra aqui espera a chuva passar , só com o entra aqui eu ja mudei de direção e entrei la, mesmo morrendo de medo , minha blusa ja molhada , estava transparente , o vento frio fez meu peito endurecer e o bico ficar furando a blusa , eu ali morrendo de vergonha junto com aquele homem que na verdade eu não conhecia , tinha enrolado o cos da saia de forma ficar mais curta , a chuva caia pesada quando ele ao meu lado olhando para os relampagos e se arrepiando com o barulho dos trovões falou – me chamo lucio , muito prazer – respondi oi me chamo anabelli mas todo mundo acha que é só ana , ele pegou no meu braço me virando deu tres beijinhos -anabelli, é combina perfeitamente com você .
ana – oque , oque esta dizendo ?
lucio – estou falando que seu nome combina , é um nome lindo de uma menina linda , nesse momento achei que meu coração ia sair pela boca , senti um frio no estomago , o peito ja estava se escondendo dentro da blusa sem soultien voltou com tudo e os bicos voltaram a querer furar o tecido , eu ali naquela situação morrendo de vergonha dos biquinhos aparecendo quando ele chama – vem aqui para dentro , você esta com frio e acabei de fazer um café , vem toma um pouco que esquenta , entrei no comodo , improvisado com dois banquinhos de madeira , uma tabua deitada em cima de dois blocos um fogãozinho de duas bocas em cima onde ele serviu um copo de café – vem senta ai , fica tranquila a chuva logo passa , eu fui me sentar ali e percebi que a saia com cós enrolado era curta e subiu mostrando o fundinho da calcinha , percebi ele olhando disfarçado , percebi o volume em sua calça crescer , eu morrendo de vergonha evitava olhar seu volume mas o olho parece que tem vida própria nessas horas , e a visão dele naquele momento era parecida com a minha , ele tentava esconder a excitação e eu tentando esconder os peitinhos duros furando a blusa , só não tinha percebido que alem dos peitinhos ele olhava por baixo vendo minha raxinha ja comendo a calcinha , tinha feito aquela fenda no meio .
a chuva caia sem parar , alem dos trovoes agora começava o vento forte , cortante , la dentro entrava uma nevoa gelada , que me fazia arrepiar ainda mais , agora até as pernas de fora ja estavam arrepiada .
precisava sair daquela posição , daquela situação , perguntei – essa casa é grande ?
lucio se levantou com seu volume aparecendo respondeu – não , não muito grande não , vem ver e saiu passando pela porta ou aonde ia ter uma me esperando no corredor , - deixa a bolsa ai , vem , vou te mostrar , no momento que levantei, meu olho correu e vi uma revista colorida no chão ao lado de onde ele estava , o ventou bateu forte folheou a revista percebi que era uma erótica mas minha saia subiu junto me deixando minha bunda toda de fora, eu sai ali morrendo de medo , vergonha com excitação crescendo a vagina ja toda ensopada andando ali ao seu lado fingindo normalidade , fomos percorrendo a casa em construção por dentro , as vezes sua mão relava na minha perna , as vezes o braço batia no meu peito , o vento entrava assoviando e minha saia subia , minha calcinha aparecia , minha mão relou umas vezes no seu volume , andando ali dentro , tudo meio escuro , até que a conversa começou a mudar e as perguntas mais intimas começaram a aparecer , quantos anos você tem ? se não quiser não precisa responder ? – não , sem problema tenho quatorze e alguns meses , ahhh ja é uma moça então , e namorado ja tem ? nãooo se minha mãe desconfiar que tenho me mata kkkk ammm , ué porque ? – mas você ja namorou escondido ? não ja ? risos – ahh não , foi só uns paqueras la na escola , menti para não aparecer ser muito criança , - só uns paqueras ?- mas ouve beijos , e deve ter tido mão naquilo ou aquilo na mão, pelo menos isso umas vezes ?- nãoooo , isso não , só beijinho mesmo , novamente fiquei com medo de parecer muito criança , quer dizer , foi só umas duas vezes mas os meninos , não sei, assim quer dizer , acho que não sabem bem as coisas .
lucio – ahhhh , mas é assim mesmo , são afoito , e não sabem aproveitar as boas coisas da vida , não sabem reconhecer a beleza feminina , e não dão o devido valor ao prazer ao proximo , mas foi mão naquilo ou aquilo na mão ? – pode ficar tranquila e confiar né , eu alem de viver sozinho , trabalho sozinho , e sei guardar segredo , pode confiar viu afinal ja nós conhecemos .
ana – ao voltar la para a cozinha improvisada , viu que o vento tinha empurrado a revista perto de onde estava sentada anteriormente , como assim senhor lucio – mão naquilo ou aquilo na mão ? não entendi .
lucio – é assim , de quem partiu a iniciativa ? se foi você é mão naquilo , e se foi ele que iniciou , ai é aquilo na mão .
a chuva começava a diminuir de intensidade , ana sentada no mesmo banco , ao seu lado o vento batia na revista e as paginas pulavam , ela olhava de canto de olho , a cada momento , virava uma pagina diferente , as vezes repetia a mesma pagina , no momento a pagina era uma mão segurando um pica enorme com a cabeça a centimetros da buceta da moça da foto .
ana – não seu lucio , a iniciativa foi dele claro , ja pensou ? eu não , isso não , foi ele que apertou meu seio , mas pelo amor de deus em é segredo .
a menina sentada no banquinho , de saia curta do uniforme , as pernas juntas mas devido a altura do banquinho os joelhos ficavam erguidos e a visão previlegiada ja mostrava a umidade na raxinha dela que ja tinha passado pela calcinha .
lucio – levantou , pegou mais pouco de café , percebendo que estava arrepiada , e com motivo de chegar perto , com um volume enorme ali na frente , levou até ela que olhando de lado com rabo de olho para revista que o vento insistia e folear as paginas , levou a mão segurando o copo quente de café esbarrou em seu volume , fazendo o homem vibrar com o contato – ahhhh então foi só isso , mas você parece que não gostou ? quando ela levou o copo de café na boca ele ralou seu peito e permaneceu ali em pé com o volume a centimetros da sua boca .
ana – não é assim , sabe a gente , as meninas gostam , mas os meninos teriam que fazer direito .
lucio – ummm , é verdade né , mas foi só isso mesmo , me diga uma coisa , e abaixou para falar baixinho no seu ouvido – ja teve aquilo na boca ?ou a boca naquilo ? a menina engoliu em seco , engasgou tossiu , e quando percebeu ja tinha seu peitinho sendo acariciado pelas mão grossa do pedreiro , que levou a mão a boca molhou dois dedos e voltou a brincar e apertar o biquinho duro , - falou baixinho no seu ouvido – você não respondeu mas de qualquer forma eu imagino que mesmo não tendo feito , as meninas tem vontades , não tem ? a menina sem resposta então ele mesmo levou a mão e abriu a calça e seu pauzão empurrou a cueca pela fenda aberta no ziper , ana com mãos tremulas , e sentindo ameaçada pela posição com o homem quase por cima dela , abriu o botão da calça e puxou a cueca para baixo e assustou com o pauzão balançando na direção da sua boca – ahhhh seu lucio preciso ir agora ? – vamos menina você ja vai logo , vamos abre a boca só um pouquinho vai , ele segurou sua cabeça e ela abriu a boca com vergonha , com medo , com o tesão que ja tinha consumido boa parte da sua razão , fechou a boca engolindo aquela cabeça de pica olhando para cima só com olhos perguntando oque faço agora , lucio entendeu seu olhar e fez movimento de vai e vem com sua cabeça fazendo a pica ir e voltar dentro daquela boquinha de veludo e inocente .
ana estava entregue mas ainda tinha medo , a mão do homem a segurava pela cabeça – ai cuidado com os dentes , ai assim mesmo ai que delicia de boquinha , abaixou um pouco mais e sentiu nos dedos a bucetinha quente umida , tremendo , palpitava , lucio forçou ela se levantar , e com a cabeça da pica dentro da boca da menina passou a mão entre suas pernas , sentindo a temperatura elevada daquela bucetinha virgem , que ja gemia baixinho e falava não , lucio , ai não , ai não pode ahhnn ahhnn a mão na cabeça marcava o ritimo e começava acelerar o vai e vem da boca que engolia a pica enguanto seus dois dedos aceleravam no grelinho da menina deixando ela quase desesperada com sensação que era novidade , sentiu quando lucio puxou sua cabeça fazendo a pica ir até a garganta e sentiu o os jatos de porras que desciam pela garganta contra sua vontade , sua buceta ja expelia seus fluidos e enchia a mão de lucio que desceu um pouco mais e tocou a entrada da bucetinha da menina que soltou um gemido seco e foi acometida por um torpor que para não cair abraçou o homem que dedilhava sua buceta e agora fazia movimentos em seu grelo bem lentos esperando seu orgasmo passar .

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