#Coroa #Incesto #Teen #Virgem

Papai e titio - um em cada buraco

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macadelinha

Depois de uma transa intensa logo cedo com meu primo e uma manhã de muita recreação, todo mundo em casa foi para seus quartos para a tradicional soneca pós almoço. Infelizmente, não conseguia dormir. 24 horas antes eu era virgem e desajeitada. Agora, era uma puta para dois homens e queria mais. Ouvi sons de conversa vindos da parte de baixo da casa e resolvi verificar.

Desci as escadas ainda sonolenta, vestindo apenas um vestido leve de algodão que mal cobria minha bunda. Na cozinha, meu pai e meu tio Carlos estavam sentados à mesa, em silêncio denso. O olhar de meu pai me disse tudo: ele havia contado.

— Senta aqui, princesa — meu pai disse, batendo na cadeira entre eles.

Obedeci, sentindo o coração acelerar. Meu tio Carlos era mais velho que meu pai, corpulento, com braços grossos de quem trabalhava a vida toda na lavoura. Seus olhos me percorreram de forma diferente agora, predatória, como se estivesse vendo algo que antes lhe era proibido.

— Seu pai me contou uma história interessante — Carlos começou, sua voz grave ecoando na cozinha vazia. — Sobre como ele tem cuidado da minha sobrinha. Diz que você virou uma putinha bem comportada, obediente.

Engoli seco, olhando para meu pai, que mantinha os olhos fixos na minha cara.

— Eu... — tentei falar, mas ele me interrompeu.

— Cala a boca quando o homem fala, sua vadia — Carlos rosnou, e o tom de comando me fez estremecer. — Seu pai achou que eu ia ficar chateado? Pelo contrário. Só fiquei pensando... se ele pode usar essa putinha, por que eu não posso?

Meu pai finalmente falou, sua voz baixa e controlada:

— Eu contei porque você é meu irmão, Carlos. Mas isso não significa que você pode simplesmente...

— Ah, não? — Carlos deu uma risada seca, cruzando os braços. — E se eu contar pra sua mulher? Pra minha? Pra família toda que você tem fodido sua filha de dezoito anos? Que ela é uma putinha incestuosa que abre as pernas até pro primo?

O silêncio que se seguiu foi cortante. Eu sentia o medo misturado com um tesão doentio crescer em mim. A chantagem estava clara, e meu corpo reagiu antes que minha mente pudesse processar.

— Você não faria isso — meu pai disse, mas havia hesitação em sua voz.

— Não? — Carlos se levantou, imponente, e caminhou até mim. Ele agarrou meu queixo com força, erguendo meu rosto para olhar nos meus olhos. — Então me dê o que eu quero. Me dê essa putinha por uma semana e eu guardo o segredo. Ou melhor... — ele soltou meu rosto e desceu a mão, agarrando meu peito por cima do vestido — ...me dê ela agora, aqui, e a gente vê se seu pai também quer compartilhar a diversão.

Meu pai se levantou, seu rosto uma mistura de raiva e... excitação? Ele se aproximou por trás de mim, suas mãos descendo pelos meus ombros.

— Você é um filho da puta, Carlos — ele murmurou, mas suas mãos já puxavam as alças do meu vestido para baixo, expondo meus seios.

— E você é um pervertido fodendo a própria filha — Carlos retrucou, aproximando-se e agarrando meus seios com força brutal. — Pelo menos eu sou honesto sobre o que quero. E agora eu quero essa vadia.

Meu tio me puxou da cadeira e me empurrou sobre a mesa de jantar, minha barriga batendo na madeira fria. Ele levantou meu vestido, expondo minha bunda e minha buceta já molhada, traiçoeiramente excitada com a situação degradante.

— Olha isso, irmão — ele riu, passando os dedos entre minhas pernas. — A putinha tá pingando. Ela quer, sim. Ela quer ser usada pelos dois.

Meu pai se posicionou ao meu lado, já abrindo a calça e puxando seu pau duro para fora.

— Sua putinha sem vergonha — ele murmurou, agarrando meus cabelos e erguendo minha cabeça. — Nem ao menos tenta negar? Nem ao menos finge que não quer ser a vadia da família toda?

— Eu quero... — gemi, a vergonha sendo devorada pelo desejo. — Eu quero vocês dois. Me fode, pai. Me fode, tio. Me usa como a putinha que eu sou.

— Ouve isso, Carlos? — meu pai riu, um som perverso. — Minha filha é uma cadela no cio. Vamos tratar ela como tal.

Meu tio desabotoou a calça e puxou para fora uma pica tão grossa quanto a de Maurício, mas mais curta e extremamente dura. Ele a bateu na minha bunda, fazendo-me gemer.

— Vou arrombar essa buceta — ele avisou, sem cerimônia, enfiando a cabeça em mim.

Gritei, a sensação de ser invadida por outro homem, na frente do meu pai, sendo absolutamente degradada, me levou a um nível de excitação insano. Carlos não foi gentil. Ele cravou até o fundo em uma única estocada, fazendo a mesa ranger.

— Apertadinha, porra! — ele grunhiu, começando a meter com força brutal. — Toma, sua putinha de família! Toma essa pica!

Meu pai, enquanto isso, segurava minha cabeça firme e guiava seu pau até minha boca.

— Abre essa boquinha, sua vadia — ele ordenou, e obedeci, recebendo seu membro até a garganta.

Fiquei ali, presa entre os dois irmãos, sendo fodida pelos dois lados. Carlos socava minha buceta com uma violência que fazia minhas pernas baterem na mesa, enquanto meu pai me forçava a engolir sua pica inteira, me fazendo engasgar e salivar em seu membro.

— Isso, sua puta! — meu pai grunhia, metendo na minha garganta. — Chupa bem, sua vadia. Toma essa rola até o talo!

Carlos agarrou minha cintura com força e acelerou o ritmo, suas estocadas ecoando na cozinha como tapas.

— Tá gostoso, sobrinha? — ele perguntava, sarcástico. — Tá gostando de ser a putinha dos dois irmãos? Sua vagabunda incestuosa!

Eu não conseguia responder, apenas gemia ao redor do pau do meu pai, o som gutural sendo abafado por sua carne. A saliva escorria pelo meu queixo, misturada com as lágrimas que brotavam dos meus olhos por causa do engasgo.

— Vira ela — meu pai ordenou, saindo da minha boca. — Quero ver a cara dessa putinha enquanto você mete nela.

Carlos me puxou pela cintura, virando-me de costas sobre a mesa. Ele ergueu minhas pernas sobre seus ombros e voltou a enfiar com força, agora me vendo de frente, meus seios balançando a cada socada.

— Olha que putinha linda — ele murmurou, apertando meus seios com força. — Olha essa cara de vadia, irmão. Ela nasceu pra isso.

— Nasceu sim — meu pai concordou, se posicionando ao lado da minha cabeça e masturbando-se sobre meu rosto. — Nasceu pra ser nossa putinha particular. Nossa vadia de família.

— Fala, puta — Carlos ordenou, apertando meu pescoço levemente. — Fala que você é nossa vadia. Fala!

— Sou... — gemi, ofegante. — Sou a vadia de vocês. A putinha da família. Usem meu corpo, me fodeam, me destruam!

— Boa garota — meu pai riu, e senti seu pau roçar na minha bochecha. — Agora vamos elevar o nível dessa putinha.

Carlos saiu de dentro de mim, seu pau brilhando com minha umidade. Ele me puxou da mesa e me jogou no chão, sobre o tapete da cozinha.

— De quatro, sua cadela — ele ordenou. — Vou mostrar pra seu pai como você gosta de ser tratada feito lixo.

Obedeci, me apoiando nas mãos e joelhos, minha bunda exposta para os dois. Meu pai se ajoelhou atrás de mim, passando as mãos nas minhas nádegas.

— Sabe o que falta, princesa? — ele perguntou, sua voz suave mas ameaçadora. — Esse cuzinho apertado. Eu nunca comi seu cuzinho, filha. E hoje, com meu irmão aqui, eu vou arrombar ele. Vou fazer você sentir o que é ser completamente nossa, em todos os buracos.

Um arrepio de medo e excitação percorreu minha espinha. Eu nunca tinha feito anal, e a ideia de ser estreada pelo meu pai enquanto meu tio me fodia foi quase demais.

— Por favor, pai... — gemi. — Vai doer...

— Vai — ele confirmou, cuspindo na minha bunda e esfregando o saliva no meu cuzinho. — E você vai aguentar, porque é isso que putinhas como você merecem. Agora abre essa bunda pra mim.

Ele posicionou a cabeça de seu pau na minha entrada traseira, pressionando. Eu tentei relaxar, mas quando ele empurrou, uma dor avassaladora tomou conta de mim.

— Aaaah! Pai, para! — gritei, tentando me afastar, mas Carlos segurou minha cabeça firme.

— Cala a boca e aguenta, sua vadia — ele rosnou, forçando meu rosto contra o tapete. — Você vai tomar nos dois buracos e vai gostar, sua putinha imunda.

Meu pai empurrou mais, senti meu cuzinho cedendo, rasgando para receber seu membro. A dor era intensa, queimante, mas conforme ele entrava, algo começou a mudar. A sensação de ser completamente preenchida, de ser usada da forma mais degradante possível, começou a se misturar com o prazer.

— Isso, porra! — meu pai grunhiu, finalmente entrando todo. — Tá arrombando esse cuzinho, filha. Tá rasgando sua bundinha de puta!

— Mete nela, irmão — Carlos incentivou, se posicionando na minha frente e guiando seu pau até minha boca. — Vamos fazer essa vadia gritar.

E então começou a dupla penetração brutal. Meu pai socava meu cuzinho com força crescente, cada estocada me fazendo ver estrelas, enquanto Carlos metia na minha garganta sem piedade, usando minha boca como se fosse uma buceta. Eu estava completamente cheia, completamente dominada, completamente destruída.

— Tá gostoso, sua puta? — meu pai perguntava, agarrando minha cintura e puxando minha bunda contra ele. — Tá gostando de ser fodida nos dois buracos pelos seus tios?

Eu gemia ao redor do pau de Carlos, incapaz de formar palavras, apenas sentindo. A dor no cuzinho começou a se transformar em um prazer doentio, intenso, diferente de tudo que eu já tinha sentido.

— Vou gozar nesse cuzinho — meu pai avisou, acelerando o ritmo para um violento. — Vou encher essa bundinha de porra, sua vadia incestuosa!

— E eu vou gozar na boquinha — Carlos concordou, saindo da minha garganta e masturbando-se freneticamente sobre meu rosto. — Abre a boca, sua puta. Toma essa porra!

Carlos explodiu primeiro, jorrando gozo quente e denso diretamente na minha boca e no meu rosto. A quantidade era impressionante, cobrindo meus lábios, meu queixo, pingando em meus seios. Ele apertou seu pau, esfregando o resto em minha cara.

— Toma tudo, sua vadia — ele rosnou. — Toda melada de porra, essa é a sua cara.

— Agora eu! — meu pai gritou, cravando até o fundo no meu cuzinho e explodindo.

Senti cada jato de porra enchendo meu intestino, quente e denso. Ele pulsava dentro de mim, gemendo como um animal, suas unhas cravando na minha pele. Quando terminou, ele saiu devagar, e senti o líquido quente escorrendo da minha bunda, misturando-se com o gozo de Carlos no meu corpo.

Fiquei ali, de quatro no chão, coberta de porra, meu cuzinho ardendo, minha buceta latejando, minha boca cheia. Os dois irmãos se olharam por cima de mim, sorrindo.

— Agora ela é oficialmente nossa — Carlos disse, dando um tapa na minha bunda.

— Nossa putinha de família — meu pai completou, agarrando meus cabelos e erguendo minha cabeça para olhar nos meus olhos. — E sabe o que é melhor, princesa? Isso foi só o começo. O réveillon ainda nem chegou, e até o ano novo, você vai ser fodida por todos os homens da família que quiserem usar você. Maurício, Carlos, eu... talvez até seu avô, se ele estiver com disposição.

— Vocês são uns pervertidos — eu murmurei, mas havia um sorriso nos meus lábios.

— E você é a putinha perfeita — meu pai respondeu, beijando minha testa suada de porra. — Minha princesinha vadia. Agora levanta e vai se limpar. Temos uma festa para continuar, e você precisa estar pronta para a próxima rodada.

Levantei trêmula, sentindo a porra escorrendo de todos os meus buracos, marcada, possuída, destruída. E enquanto subia as escadas para o banho, já pensava em quem seria o próximo. Porque agora eu sabia: eu não era apenas a putinha do meu pai, ou do meu primo. Eu era a vadia da família inteira. E o réveillon prometia ser inesquecível.

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