Sub do sobrinho - Parte 2 de 3
“se vai tremer de dor, vou dar motivo”. Chorei, tremi, gritei, tentei fugir.
Acabei cochilando, pelo cansaço do corpo. Quando acordei, não vi Riquelme, mas a dor no cu e o cheiro de sexo no quarto me confirmava que não havia sido um sonho. Levantei, sentindo uma fisgada anal, e fui à procura de meu sobrinho o encontrando na cozinha
R: até que enfim acordou, pensei que tivesse te matado na rola
G: quase matou, senti tanta dor em um momento que pensei que morreria
R: morre não, titio, daqui um tempo vai estar implorando para eu socar tudo e te machucar no fundo kkkkkkk
G: nunca, meu querido, odeio sentir dor
R: é o que veremos… agora, faz algo para comermos. Cansei de comer frutas e tomar refrigerante
G: tu é um folgado, hein. Não sabe cozinhar? Poderia ter feito algo
R: até sei, mas tenho meu titio putao para me servir
G: guri fdp
Minha cara estava fechado, mas por dentro estava começando a gostar do tratamento recebido. Fiz algo rápido e comemos. Após, ele lavou a louça (me surpreendi) e ficamos na sala assistindo tv, segundo ele, daria um descanso para meu cu, já que era o primeiro dia (sábado) de 5 (até quarta pela manhã). A noite pedi pizza para nós e ele se contentou com uma mamada. Claro, fui obrigado a engolir todo o pau dele, o que resultou em vômito, tapas na minha cara, puxões de cabelo e dor na garganta.
No segundo dia (domingo), acordei no susto, sentindo o pau dele invadir meu cu de ladinho. Entrou só a cabeça, mas foi o suficiente para me fazer sentir uma dor cortante no cu e me fazer gritar.
R: quietinho, aguenta… esse é o teu bom dia
G: aiiii, tira, tá seco, tá doendo
R: tá seco porque tu não tem buceta, quando eu te abrir todo, vai lubrificar minha rola que nem buceta
G: aiiii, não empurra mais, tá bom… me fode assim, desse jeito eu aguento até tu gozar
R: vou te foder como eu quero, relaxa o cu e deixa eu entrar. Vou dar um cuspida para te ajudar
Ele cuspiu, ajudou um pouco, mas a dor ainda estava ali. Dessa vez, ele socou tudo e me fodeu devagar, mas com tudo dentro. Doía bastante, mas menos que da última vez que ele colocou tudo. Ele me abraçou fazendo eu me sentir minúsculo perto dele, o que aflorou ainda mais meu lado sub. Coloquei na cabeça que devia aguentar tudo vindo daquele machinho, independente de qualquer coisa. Não demorou ele gozou dentro, socando com força a última cravada , me causando uma dor aguda e latejante conforme o pau pulsava.
Ao tirar, escorreu a porra e sangue. Dessa vez ele me obrigou a limpar o pau dele, o que obedeci. Fui tomar um banho e quando voltei ele me perguntou se tinha academia no prédio
G: sim, no 9º andar que é a área de lazer. Tem piscina, sauna e academia. Mas é só para moradores cadastrados
R: então tu vai me cadastrar. Quero ir na academia
G: não posso fazer isso, tu não é morador daqui… eu mesmo não moro aqui, só utilizo o apartamento em alguns finais de semana.
R: não me interessa. Tu é dono do apartamento, então é morador. Me autoriza de uma vez que quero voltar suadão para tu me limpar, que nem fez com o Luciano
G: mas esse puto contou tudo? Vou ver se o síndico está disponível para te cadastrar
R: tudo… tudo mesmo. Sei que tu adora um chulezão também, já te digo, o meu é mais forte que o do Luciano
G: misericórdia
Só consegui dizer isso. Para mim, o chulé do Luciano já era muito forte. Tanto que nas primeiras vezes eu apanhava por não querer cheirar os tênis ou pés dele.
Consegui cadastrar meu querido sobrinho e lá foi ele treinar. Fiquei organizando algumas pendências do trabalho e não vi o tempo passar. Passado umas 2h ele bate na porta e eu abro
R: já pode me cadastrar nessa fechadura maneira né? Vou estar por aqui sempre que tu vier mesmo
G: vamo com calma, né? Cadastrei no condomínio para tu ir na academia, agora dar acesso livre ao ap é outra história
R: por enquanto, vou aceitar tua desculpinha… falando sério tio, sei que os parentes foram bem filhos da puta contigo, mas eu sou diferente
G: diferente? Me chantageando, comendo meu cu a força e querendo ser bancado por mim na marra?
R: ah, mas é diferente sim. Não te condeno por tua orientação, até gosto. Sou bi, mas ninguém além do Luciano sabe. Contigo posso unir o útil ao agradável. Esvazio o saco e tenho vida boa
G: isso não vai rolar após esse feriado, fiquei ciente
R: é o que veremos, agora vamo almoçar, tô com fome. E te prepara, depois do meu cochilo tu vai me dar esse cuzão gostoso
Fomos almoçar fora, não tive tempo de fazer nada. Chegando em casa ele foi dormir e eu segui nas minhas tarefas. Ele acordou, me chamou e lá fui eu me sentindo uma cadelinha atrás do seu dono. A diferença é que eu estava indo pro abate mesmo.
Ele estava sentado na cama e mandou eu ajoelhar na frente dele. De longe, o chulé já veio. Forte, azedo e ardido. Tive nem tempo de pensar, ele esfregou os pezões tam 46 na minha cara com força. As meias arranhavam minha cara e impregnavam o cheiro. Tirei as meias e comecei a cheirar e beijar os pés, depois os lambi e por fim chupei os dedos. Quando o olhei, via os olhos brilhando de desejo e o pau duro de tanto tesão. Subi até o quadril e puxei o calção junto a cueca, liberando a rolona fedida do meu sobrinho dotadão. Comecei a mamar devagar, treinando a garganta e tentando engolir tudo. Vez ou outra ele forçava tudo guela a dentro me engasgando e machucando.
R: vem, senta pro teu sobrinho novinho. Mas senta até o talo
G: vou tentar
R: (levei um tapa, fraco mas firme) tentar não é opção. Vai sentar, nem que seja a força
Meu cu ainda estava sensível pela transa da manhã, então passei bastante lubrificante e criei coragem para descer. Senti menos dor na entrada, mas ainda sentia muito no tamanho. Parecia travar num certo ponto, mas ele não tinha paciência e me puxou para baixo me arrancando um berro de dor
R: pode gritar, sinto mais tesão assim
G: para, tá doendo muito, calma
R: rebola vai, pode começar devagar, mas não para
G: deixa eu acostumar
R: vai acostumar sentando, começa. AGORA
Ele tem a voz grossa e aquele comando parecia um trovão. Meu cu piscou na hora (sei que ele sentiu) e comecei a sentar. Doía, até o talo era horrível. Mas era o que ele queria e eu só poderia obedecer. Minha pernas começaram a tremer tamanho a dor que sentia e ele se irritou. Me colocou de frango assado e disse “se vai tremer de dor, vou dar motivo”. Esse é um momento que não quero reviver e nem desejo a ninguém. Chorei, tremi, gritei, tentei fugir. Sentia meu intestino balançar e pancadas dentro do corpo. Só queria que terminasse.
Quando ele gozou, deitou em cima de mim e deixou o pau amolecer dentro. Eu estava destruído.
R: sei que te machuquei. Mas é para tu aprender que me desobedecer é pior. Não sou que nem o Luciano. Comigo, se desobedeceu leva a pior.
Tirou o pau e foi tomar banho. Eu fiquei atirado sem forças na cama.
Durante o restante do domingo, não houve mais sexo. Na segunda, cheirei os pés dele após a academia e mamei até tomar leite. Meu cu só voltou a ser usado na terça e admito que estava com saudades já.
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Volto mais tarde com a última parte…
Finalizei o feriadão sofrendo menos na piroca do meu sobrinho dotado
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