#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Mãe grávida 1

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Maquik

Meu nome é Milena, 35 anos, mãe do Felipe de 16 anos. Ele é filho do meu ex. Estou grávida de seis meses do meu segundo filho e casada com o Fábio, 40. Sempre tivemos um bom relacionamento nós três. O Fábio sempre tratou o Felipe muito bem, desde que a gente começou a namorar. Os dois se dão super bem.

Eu e o Fábio tínhamos uma vida sexual bem ativa até antes de eu engravidar. Até o terceiro mês ainda rolava gostoso, ele quase sempre me fazia gozar, ele não era dotado mais sabia o que estava fazendo. Depois ele mudou. Me procurava menos e, quando comia, era sempre cuidadoso demais, devagar demais. Isso me irritava muito. Mesmo grávida eu sempre deixava a buceta lisa, queria sexo com pegada, forte, sujo, daquele jeito que a gente fazia antes. Queria ser fodida de verdade. Já tínhamos conversado, mas ele não mudava.

Eu tinha uma amiga que tinha acabado de ganhar neném. A gente se aproximou bastante e ficava conversando sempre. Um dia eu toquei no assunto da minha vida sexual com o Fábio. Contei tudo pra ela. Ela me olhou com um sorrisinho safado. Perguntei o motivo.

Ela disse que tinha passado exatamente pela mesma situação. Que o marido dela também ficava com medo de machucar e que isso a deixava louca. Mas que ela tinha resolvido.

Eu me empolguei:

— Como você resolveu?

Ela deu aquele sorrisinho de novo e perguntou se eu prometia que ficava entre a gente. Estranhei, mas disse que sim.

Ela, ainda amamentando o pequeno, soltou:

— Traí ele.

Foi um baque. Eu perguntei se era sério. Ela só balançou a cabeça.

— Amiga, eu tava subindo pelas paredes. Já não aguentava mais me tocar sozinha. Eu queria rola. Queria que me fizessem de puta. Queria que me fudessem com força.

Perguntei se tinha sido com algum desconhecido. Ela riu:

— Mais ou menos.

— Como assim?

— O vizinho.

Eu não acreditei:

— Mentira. Aquele coroa?

Ela riu mais:

— Não, amiga. O filho.

Um adolescente um pouco mais velho que Felipe. Eu duvidei ainda mais. Ela continuou:

— E vou te falar: valeu muito a pena. Me deu uma surra de pica. Na primeira vez foi nota 7. Na segunda foi 9.

Eu fiquei espantada… e molhada. Perguntei se tinha sido mais de uma vez.

— Foram várias. Quase os dois últimos meses de gravidez.

Eu escutava sem acreditar que ela tinha tido essa coragem. Perguntei quando e onde acontecia.

— As primeiras vezes foi aqui em casa, nessa cama mesmo. Depois uma no apartamento dele e uma no salão de festa do prédio.

Eu não sabia se acreditava, mas ela não tinha motivo pra mentir. Perguntei se ela ia continuar. Ela disse que dependia do marido. A última vez tinha sido quatro meses atrás, pouco antes de ela ganhar o neném.

Aí ela soltou:

— Amiga, se você quiser eu posso falar com ele. Esses jovens têm muito fogo. Você ia gostar. Imagina um novinho igual ao Felipe te comendo com força…

Na hora veio a imagem do meu filho na cabeça. Eu falei pra ela parar de falar loucura e deixar o Felipe fora disso. Ela só riu e mandou eu pensar nisso quando chegasse em casa. Disse pra eu olhar pro Felipe e imaginar um com a mesma estrutura dele me comendo forte. Eu falei que ela tava ficando maluca. Ela só ria. Aí a mãe dela chegou e a gente mudou de assunto.

Mais tarde voltei pra casa. Jantei com o Fábio e fui tomar banho. No chuveiro a conversa da tarde não saía da minha cabeça. Não vou mentir: me deu um fogo do caralho. Saí do banheiro só de camisão, tentando acender o Fábio. Ele mal me olhou. Fui pegar água na cozinha. Quando voltei, o Felipe estava deitado no sofá só de short. Lembrei da minha amiga falando pra imaginar um igual a ele me comendo. Tentei pensar em algum amigo dele, mas não conseguia. Isso só aumentou ainda mais o fogo.

Voltei pro quarto, me deitei e procurei o Fábio. Rolou, mas não do jeito que eu queria. Pra piorar, eu não gozei. Fiquei ali com a buceta cheia de porra e ainda com vontade pra caralho. Sempre depois de transar eu gostava de me tocar, e dessa vez não foi diferente. Os pensamentos da conversa voltaram. Meus dedos deslizaram pra dentro da buceta molhada e eu comecei a imaginar outro me comendo. Estava gostoso demais. Não demorou pra eu sentir vontade de gozar. Enfiei o rosto no travesseiro… e veio a imagem do meu filho socando forte. Tentei parar de pensar, mas já era tarde. Gozei com aquela imagem. Fazia tempo que eu não gozava tão intenso. O corpo inteiro se contraiu. Senti o bebê se mexer na barriga. Depois fiquei ali tentando me recompor, sem que o Fábio percebesse. Nem tive forças pra ir no banheiro. Apaguei.

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