A Freira e o Meu Cuzinho
Eu tinha acabado de fazer 14 anos quando entrei no convento como postulante.
A Madre Superiora era rígida, mas quem realmente mandava nos corredores era a Irmã Helena. Quarenta e poucos anos, alta, voz baixa e firme, mãos grandes e frias. No começo era só olhar. Depois virou toque.
Um dia eu estava ajoelhada no corredor, esfregando o chão de madeira, quando senti a mão dela na minha coxa por baixo do hábito. Pesada. Fria. Ela não tirou.
— Você é muito quietinha, minha filha…
A mão subiu devagar, passou por dentro da minha perna e parou bem em cima da minha buceta. Apertou por cima da calcinha. Eu traguei seco. Ela riu baixo, perto do meu ouvido.
— Não é pecado. Deus fez o corpo da mulher pra sentir. Eu só estou… ensinando você a entender isso.
Na semana seguinte ela já me puxava pro confessionário depois das orações da noite. Fechava a cortina, me encostava na parede e passava a mão direto na minha buceta por dentro da calcinha. Dedava devagar enquanto falava no meu ouvido:
— Isso não é pecado. É só carinho. Você está molhada… vê? Seu corpo está pedindo.
Um dia ela se ajoelhou na minha frente. Levantou meu hábito, puxou a calcinha pro lado e enterrou a boca. Eu quase gozei na hora. A língua quente dela chupava meu clitóris, entrava, saía, lambendo tudo. Ela me chupou até eu gozar na boca dela. Engoliu, limpou os lábios com o polegar e sorriu.
— Agora você me chupa.
Eu ajoelhei. Ela levantou o hábito e não tinha nada por baixo. A buceta dela já estava molhada, cheirando a sabão e desejo. Ela segurou minha cabeça e enfiou meu rosto nela. Eu chupei. Ela gemeu baixo, falando que eu era uma boa menina, que Deus ia gostar de ver eu servindo assim. Quando gozou, apertou minhas orelhas e gozou na minha boca. Eu engoli.
Isso virou rotina.
Toda noite ela me chupava. Toda noite eu chupava ela. Um dia ela me virou de quatro em cima do banco do confessionário, abriu minhas nádegas e passou a língua no meu cuzinho. Eu tremi inteira. Ela chupou, enfiu a língua, cuspiu, enfiou o dedo enquanto me masturbava na frente. Falava o tempo todo:
— Isso não é pecado. Seu cuzinho foi feito pra ser beijado… pra ser aberto… pra receber.
Eu gozei com o dedo dela dentro do meu cu e a boca dela na minha buceta.
Passaram-se meses. Ela me nomeou “assistente pessoal da Irmã Helena”. Cargo oficial. Agora eu ficava sozinha com ela quase todo dia. Toda tarde ela trancava a porta da celinha, me ajoelhava e enfiava minha cara na buceta dela. Eu chupava até ela gozar. Depois ela me chupava. Às vezes me virava e comia meu cuzinho com a língua até eu tremer. Eu saía da celinha com o gosto dela na boca e o cu latejando de tanto dedo e língua.
Eu já estava viciada. E com medo. E molhada pra caralho.
Até que chegou aquele dia.
Era uma terça. O convento estava em silêncio profundo. Ela me chamou pra celinha com a voz mais baixa que o normal. Assim que fechei a porta, ela me empurrou de bruços em cima da cama estreita, puxou meu hábito e a calcinha de uma vez só até os tornozelos.
— Hoje vai ser diferente.
Eu senti os dedos dela abrindo meu cuzinho. Depois algo mais grosso. Era um crucifixo de madeira, liso, comprido. Ela empurrou. A dor foi seca, quente, me rasgando. Eu gritei. Ela tampou minha boca com a mão e enfiou tudo de uma vez.
— Shhh… não é pecado. É só a Irmã cuidando de você.
Ela começou a foder meu cu com o crucifixo, fundo, bruto, a cama rangendo. Eu chorava e gozava ao mesmo tempo. Ela me xingava baixinho entre as estocadas:
— Cuzinho apertado… putinha do convento… vai tomar tudo que a Irmã te der…
Depois tirou o crucifixo e enfiou os três dedos de uma vez, abrindo ainda mais. Quando cansou dos dedos, se posicionou atrás de mim, cuspiu no meu cu e enfiou a língua o mais fundo que conseguiu enquanto me masturbava. Eu gozei tão forte que minhas pernas tremeram.
No final ela me virou, me fez ajoelhar e limpou os dedos na minha boca.
— Chupa até ficar limpinho. E amanhã você vem de novo. Sem calcinha.
Eu chupei. O gosto da minha própria bunda misturado com o gozo dela. Quando ela saiu da celinha, eu ainda estava de joelhos, hábito amassado, cu arrombado e latejando.
E eu já sabia que no dia seguinte eu ia voltar.
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